No começo, o mercado de livros digitais (e-books) era visto com ceticismo, como se nada pudesse abalar a venda de livros impressos. Em 2007, quando a Amazon (uma das maiores lojas virtuais de livros do mundo) lançou o Kindle, seu leitor de livros digitais (e-reader), estava fazendo uma grande e arriscada aposta.
Com o passar dos anos, o e-reader ganhou popularidade, e a oferta de livros digitais começou a crescer. Hoje, para a surpresa de muitos, o cenário é totalmente diferente do que os céticos imaginavam há cinco anos: para cada 100 livros vendidos através do site da Amazon no Reino Unido, são vendidos 112 livros digitais.
“Nós atingimos essa marca nos Estados Unidos quatro anos depois de introduzir o Kindle no país, então chegar a esse ponto no Reino Unido depois de apenas dois anos é excelente”, destaca o vice presidente do Kindle EU, Jorrit Van der Meulen.
O que você acha? Seria o início do fim dos livros físicos?[Daily Tech]



Além do mais não vale a pena comprar um Kindle (ou similares) já que um tablet é multimídia, e entre outras coisas permite abrir livros em PDF e Epub, o que alguns desses leitores não fazem, e são em preto-e-branco (não sei se o Kindle também).
Já teria comprado o bendito Kindle se não fosse tão caro no Brasil: 299 reais.
Mais uma vez, a tecnologia se mostra desnecessária. Uso um livro para ler e relaxar meus olhos da “tela”, pois preciso dela para acessar culturas que só são acessíveis no computador, como o Hype Science.
Pode ser bom e vou usar futuramente, mas nunca vou abandonar o prazer de abrir um bom livro e folheá-lo…