Amazon: venda de e-books supera a de livros impressos no Reino Unido

Publicado em 8.08.2012

No começo, o mercado de livros digitais (e-books) era visto com ceticismo, como se nada pudesse abalar a venda de livros impressos. Em 2007, quando a Amazon (uma das maiores lojas virtuais de livros do mundo) lançou o Kindle, seu leitor de livros digitais (e-reader), estava fazendo uma grande e arriscada aposta.

Com o passar dos anos, o e-reader ganhou popularidade, e a oferta de livros digitais começou a crescer. Hoje, para a surpresa de muitos, o cenário é totalmente diferente do que os céticos imaginavam há cinco anos: para cada 100 livros vendidos através do site da Amazon no Reino Unido, são vendidos 112 livros digitais.

“Nós atingimos essa marca nos Estados Unidos quatro anos depois de introduzir o Kindle no país, então chegar a esse ponto no Reino Unido depois de apenas dois anos é excelente”, destaca o vice presidente do Kindle EU, Jorrit Van der Meulen.

O que você acha? Seria o início do fim dos livros físicos?[Daily Tech]

Autor: Guilherme de Souza

É jornalista empenhado e ilustrador em treinamento. Curte ciência, cultura japonesa, literatura, seriados, jogos de videogame e outras nerdices. Tem alergia a música sertaneja e acha uma pena que a Disco Music tenha caído no esquecimento.

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5 Comentários

  1. Além do mais não vale a pena comprar um Kindle (ou similares) já que um tablet é multimídia, e entre outras coisas permite abrir livros em PDF e Epub, o que alguns desses leitores não fazem, e são em preto-e-branco (não sei se o Kindle também).

    Thumb up 0
    • Discordo. Possuo tanto um Kindle como um IPad e a experiência de leitura em e-ink não tem comparação com as telas de LCD. Pra quem realmente gosta de ler “livros”, um leitor dedicado faz toda a diferença por conta do conforto visual, e isso só vai se intensificar quando a e-ink em cores se popularizar.

      No entanto, para leituras genéricas como revistas eletrônicas, websites, etc., o tablet leva larga vantagem pelo simples fato de ser multimídia, como você mesmo falou.

      Seria como comparar um relógio de pulso com um smartphone. O relógio mostra as horas. O smartphone também, mas faz um milhão de coisas a mais. Nem por isso os relógios perdem o seu propósito e charme…

      Thumb up 1
  2. Mais uma vez, a tecnologia se mostra desnecessária. Uso um livro para ler e relaxar meus olhos da “tela”, pois preciso dela para acessar culturas que só são acessíveis no computador, como o Hype Science.

    Thumb up 2

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