Bing: O que o novo buscador da Microsoft pode(rá) fazer por você

Publicado em 1.06.2009

bing

A novo site de busca da Microsoft, Bing, foi aberto ao público na manhã do primeiro dia de junho. Ele substitui o anterior Live.com.

O seu foco é “motor de decisões” e não “motor de buscas”, como o Google. A propaganda gira em torno do Bing como um auxiliar na tomada de decisões e não apenas uma lista de links. Mas infelizmente não conseguimos comprovar esta afirmação da Microsoft, ao menos no Brasil.

O sistema oferece busca por categorias. Grandes pesquisas por termos com resultados mais amplos, trazem junto sugestões de categorias para pesquisa, em inglês, aparentemente. Por exemplo, se você pesquisar “digital camera” e estiver nos EUA, as categorias sugeridas podem envolver conserto e comparação de preço naquele idioma.

O Bing também também serve para compras. Esse é um ponto que pode ser explorado para se destacar dentre outros mecanismos de busca. Poderia auxiliar em buscas de compras online oferecendo incentivos e resultados úteis. Por enquanto, ele organiza os resultados por produtos únicos e categorias semi-específicas. Novamente: ele faz isso apenas lá fora, pelo que pudemos observar.

No quesito notícias, mostraram um diferencial: vídeos relacionados às notícias são mostrados. Podem ser categorizados por relevância ou data. Algumas histórias têm mais de uma fonte.

Os mapas continuam não tendo suporte para todos os browsers. No entanto, no Live.com aparecia apenas um aviso dizendo que só poderia ser abeto no Internet Explorer. Enquanto isso, o Bing, dá a opção de abrir com o seu browser, apesar de não ser totalmente compatível e sugere o download do Firefox.

Outra nova função é a de viagens. Ele separa em quatro categorias: vôos, hotéis, descontos para tarifas aéreas e destino. Um problema é a falta de suporte internacional, para não residentes dos EUA. [Lifehacker, Arstechnica]

Autor: Eduardo Martins

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3 Comentários

  1. A ideia é interessante, e ainda tem muito o que evoluir.. O Bill Gates cita este tipo de busca no seu livro “A Estrada do Futuro”, de 1995

    É uma pena que ainda não esteja funcional no Brasil, estou ansioso para ver seu potencial

    Thumb up 1
  2. Competir com o Google é tarefa que exige criatividade e integração em níveis muito altos. A idéia de gerar um agente “tomador de decisões”, uma espécie de auxiliar investigativo sugere o uso de inteligência artificial, interferindo nos paradigmas dos tradicionais motores de pesquisa, algo realmente inovador. também temo pela dificuldade na transição deste sistema fora da língua inglesa, mas de qualquer maneira, hegemonias estão aí para serem quebradas ou, ao menos, desafiadas.

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