
Para chegar a conclusões, ele e seus colegas monitoraram as atividades de uma proteína criada por um gene associado ao câncer de mama, denominado ABCC11.
Estudando este gene e seu complexo celular e interações moleculares no corpo, os pesquisadores descobriram uma ligação distinta entre o gene e odor intensivo nas axilas e cera de ouvido úmida e grudenta. Especificamente, os pesquisadores expressaram que o gene ABCC11 e suas proteínas variantes em cultua humana embrionária em células do rim mostrou exatamente como o gene produz este tipo de cera de ouvido e odor nas axilas.
A descoberta pode levar a ferramentas práticas para médicos clínicos – especialmente aqueles em países em desenvolvimento – para identificarem rapidamente quem pode ter um maior risco de câncer de mama.
O médico Gerald Weissman, editor-chefe do Faseb Journal diz que apesar de as mudanças na consistência da cera de ouvido, o mau cheiro é difícil de passar despercebido. Ao que parece, o tipo de cera de ouvindo está lligado ao mesmo gene que gera o mau cheiro. Esta pode ser uma descoberta que irá salvar vidas detectando o câncer de mama mais rapidamente. [Science Daily]
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Achei de grande valia esta reportagem, pois tudo que soubermos relacionado a esta doença nos ajuda na prevenção e nos cuidados com nossa saúde.