
Até agora, telescópios conseguiram detectar mais de 300 planetas fora do nosso Sistema Solar. No entanto, poucos poderiam abrigar formas de vida. A maioria é parecida com Júpiter, uma gigantesca bola de gás, e muitos estão tão próximos de suas estrelas-mães (o “Sol” desses planetas, no caso) que as formas de vida precisariam ter a capacidade de sobreviver a temperaturas altíssimas.
Mas, com uma estimativa baseada no número reduzido de planetas que descobrimos até o momento, pode-se estimar que cada estrela-mãe tem, dependendo de si, pelo menos uma Terra. Um simples cálculo mostra, então, que teria um número astronômico (com o perdão do trocadilho) de planetas capazes de abrigar vida.
“Esses planetas não são apenas habitáveis. Eles provavelmente já estarão habitados” afirmou Boss. “Acho que eles estarão povoados de criaturas que se desenvolveram na Terra há uns três ou quatro bilhões de anos. Bactérias” explica o professor.
Boss acha que o projeto Kepler, da Nasa, que será lançado em março, começará a encontrar esses planetas nos próximos anos.
Um trabalho recente, da Universidade de Edimburgo, propunha quantificar quantas civilizações extraterrestres inteligentes poderiam existir. A pesquisa sugeriu que poderia haver milhares delas espalhadas pelo cosmos. [BBC]
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