Novo pâncreas artificial pode acabar com os problemas da diabetes tipo 1

Publicado em 19.06.2012

A diabetes tipo 1, conhecida como diabetes insulinodependente, exige da pessoa doses diárias de insulina para manter a glicose no sangue em níveis normais. É um fardo complicado de ser carregado, e o problema fica ainda maior porque entre os mais afetados estão crianças, adolescentes e jovens adultos. De acordo com um estudo de 2008 a 2010, cerca de um milhão de brasileiros são diabéticos do tipo 1.

Mas uma nova esperança apareceu para os portadores dessa doença. O “pâncreas artificial”, desenvolvido na Universidade da Virginia (EUA), pretende tornar o processo de controle da insulina automático.

A tecnologia está dividida em duas partes: a primeira é uma pequena bomba de insulina e um equipamento que monitora os níveis de glicose, que já são usados por alguns portadores de diabetes. Esse sistema avisa quando os níveis de insulina estão fora de harmonia, e com apertar de botões, o paciente consegue manter o controle, sem precisar de seringas ou furos no dedo. Mas a novidade está na segunda parte: um celular vai realizar exatamente essa parte “humana” do processo, monitorando e liberando a insulina no sangue de maneira automática.

Alguns pacientes já participam da fase de testes do novo produto, e ao que parece o sistema alivia muito as complicações de manter uma dieta rígida e o controle constante da insulina. O sistema ainda não está disponível no mercado, e provavelmente mais um ano de testes serão necessários, mas com certeza é anúncio de boas notícias! [GizModo]

Pesquisadores e pacientes falam no vídeo abaixo sobre o dispositivo (somente em inglês, sem legendas).

Autor: Bernardo Staut

é estudante de jornalismo e interessado por povos, culturas e artes.

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