7 armas antigas, mas incrivelmente avançadas que a História esqueceu

Por , em 1.12.2011

Avanços tecnológicos nem sempre são construídos de algo já existente, ou melhorados – muitas vezes eles são apenas esquecidos, destruídos ou perdidos. O mesmo acontece com a tecnologia militar. Algumas armas antigas estavam literalmente séculos à frente de seu tempo e acabaram no lixo quando a sociedade decidiu que elas eram demais para sua época. Confira:

1 – Mísseis chineses do século 14

corvo voador chines

Os chineses têm um talento especial para inventar coisas incríveis, como o “corvo chinês voador com mágica de fogo”. Essa arma do século 14 inspirou-se em outra arma, os “pássaros de fogo”, que eram pássaros reais equipados com pequenas bolsas de brasas ardentes em torno de seus pescoços e liberados para cidades inimigas.

As brasas incandescentes caíam e pousavam em telhados, começando enormes incêndios. O problema com isso era que as aves estavam vivas e voavam não só para as cidades inimigas, mas também para as tendas e construções dos atacantes.

Os chineses tentaram contornar esse problema com dispositivos chamados “corvos voadores”, que eram pássaros construídos com estrutura de bambu e papel, contendo um explosivo. Eles eram lançados e tinham alcance de mais de 300 metros. Quando algo se chocava contra seu alvo, fosse um navio ou prédio, a bomba detonava. Embora esta seja uma “ótima” idéia, por que o disfarce de pássaro era necessário?

Enfim, a explosão resultante poderia aparentemente ser vista a quilômetros de distância. Uma versão menor, chamada de “bomba voo livre como um trovão pra acabar com o inimigo” (impressionante) tinha temporizadores internos, e quando lançada explodia a uma altura pré-determinada, fazendo chover algo chamado de “veneno de tigre” (meu Deus!).

Este tipo de bomba lançada não se tornou popular no mundo ocidental até o início dos anos 1900 – quase 600 anos depois.

2 – Fu Go: bombas de balão japonesas

bomba japonesa fu go

Na Segunda Guerra Mundial, os japoneses queriam atacar o continente americano, mas nenhum avião desse período podia voar através do Pacífico inteiro, e o poder naval americano impedia qualquer porta-avião japonês de chegar perto o suficiente.

Em resposta a este desafio, os japoneses desenvolveram o Fu Go, ou “bombas de balão”, que eram basicamente balões não tripulados que poderiam navegar pelo Pacífico inteiro antes de deixar cair suas cargas através de um sistema incrivelmente simples de pesos e altímetros.

Os japoneses sabiam que apenas alguns dos balões chegariam ao destino, mas se tivessem sorte, o balão derrubaria sua carga em uma cidade bem povoada. Caso contrário, atingiria uma área rural e iniciaria um incêndio florestal, que com certeza ainda poderia ser considerado uma vitória.

No final do outono de 1944, os japoneses liberaram nove mil balões, dos quais cerca de mil chegaram aos Estados Unidos, alguns até Detroit. Um chegou a ameaçar o projeto nuclear norte-americano quando pousou em uma linha de alta tensão que levava energia para um reator nuclear.

Os americanos estavam perplexos quanto à origem dos balões, mas uma investigação dos restos revelaram caracteres japoneses. Não querendo que os japoneses soubessem que os balões estavam dando certo, os EUA embarcaram em uma das campanhas de censura mais fortes da guerra e encobriram as provas dos danos que os balões tinham causado (o que será que eles fizeram? atribuíram todas as explosões a monstros atômicos?).

Devido ao apagão da mídia, agentes japoneses de monitoramento aparentemente pensaram que os balões não deram certo e suspenderam o programa em 1945, quando, na realidade, os balões foram considerados uma ameaça séria. Os americanos também estavam preocupados com relatos de uma possível arma biológica japonesa que seria perfeitamente adequada para uso como uma carga para as bombas de balão.

Por causa do apagão da mídia, as bombas de balão foram esquecidas até o meio do próximo século, em especiais feitos pelo canal The History Channel. Quanto à capacidade de lançar ataques não tripulados a um oceano de distância, os norte-americanos e soviéticos passaram os próximos 15 anos e gastaram muitos bilhões de dólares desenvolvendo o míssil balístico intercontinental (ICBM), uma arma muito mais precisa e mortal, que não é nada festiva como uma enorme nuvem de balões de fogo.

3 – Torpedos antigos

Na história de batalhas navais do passado, havia poucos meios de afundar um navio inimigo. Você poderia tentar sacudi-lo, esmagá-lo com algum tipo de artilharia, atirá-lo contra um seus próprios navios, etc.

Todos estes meios significava ficar perigosamente perto de seu alvo e, consequentemente, correr o risco de afundar também.
Mais de 700 anos atrás, os muçulmanos viram a loucura nisso e desenvolveram torpedeiros que eram capazes de afundar um navio a uma distância segura.

Em algum momento entre 1270 e 1280, Hasan al-Rammah escreveu o “Livro de Navegação Militar e de Dispositivos Engenhosos de Guerra”, no qual descreve um torpedo impulsionado por um foguete que podia ser lançado contra navios inimigos.

Utilizar “navios torpedos” não tripulados tinha sido parte da estratégia naval por séculos, mas eles eram difíceis de mirar e exigiam um navio a ser sacrificado. O “al-Rammah”, como o torpedo foi nomeado, era uma maneira mais barata e eficiente de alcançar o mesmo objetivo.

Quando ativado, o torpedo era impulsionado através da água, e os estabilizadores da cauda o direcionavam para o alvo. Uma lança na frente empalava-o no casco de um navio inimigo, e então o torpedo explodia.

O torpedo, mesmo em uma forma primitiva, não seria inventado por mais 500 anos. Se você pensar bem, é meio surpreendente que a tecnologia naval continuou a avançar aos trancos e barrancos ao longo dos séculos, mas a tecnologia de uma “bomba amarrada em um pedaço de metal” demorou tanto para decolar.

4 – Minas navais

Em torno dos séculos 14 e 15, os chineses já haviam dominado as minas terrestres, mas estavam ficando cada vez mais irritados com navios inimigos flutuando com segurança para cima e para baixo nos seus rios. Assim, eles acrescentaram “minas navais” para seus arsenais.

Chamado “submarino dragão rei”, as minas navais eram submersas envolvidas em um casco de ferro cheio de explosivos fechado com bexigas de boi. Os explosivos ficavam secos, mas sem oxigênio, eles não podiam explodir.

Para resolver este problema, os antigos chineses desenvolveram um fusível estendido, que seria executado a partir da carga da mina, através de um snorkel feito de intestino de cabra até uma boia na superfície, disfarçada com penas de pato (você entendeu alguma coisa? Isso prova que, acima de tudo, os antigos chineses queriam que suas armas fossem absolutamente hilariantes).

Um manual de guerra chinês descreve um modelo no qual o fusível cronometrado foi substituído por um dispositivo de ignição remoto. Usando um cabo puxado a partir da costa, a mina era ativada por um mecanismo de disparo que criava uma faísca na carga submersa e destruía qualquer alvo próximo.

De alguma forma, a tecnologia foi esquecida pelo Ocidente, e não houve outro uso registrado de minas marítimas até a Batalha de Barris em 1778, durante a Guerra Revolucionária, mais de 300 anos depois.

5 – Roupas que combatem fogo

Em torno dos séculos 12 e 13, as batalhas no Oriente Médio muitas vezes envolviam o uso de explosivos químicos e líquidos inflamáveis. Guerreiros primitivos eram especialmente vulneráveis a essas armas de fogo, já que seres humanos não são tão eficazes em combater quando estão em chamas.

Para mudar isso, muçulmanos desenvolveram roupas retardadoras de fogo para a batalha. Os trajes à prova de fogo consistiam em uma túnica de seda, um manto de algodão e uma camada superior de túnica que protegia contra incêndios e explosões químicas.

Quão eficaz era essa proteção? Soldados muçulmanos colocavam pequenas cargas de pólvora em suas roupas e as ateavam em fogo enquanto combatiam os inimigos. Conforme as chamas queimavam a pólvora, as cargas explodiam, efetivamente tornando os soldados em feras com jatos de fogo enquanto eles ainda estavam protegidos por sua armadura à prova de fogo.
Demorou mais de 600 anos, no século 19, para os bombeiros modernos redescobrirem a ideia de roupas retardadoras de fogo.

6 – Facas obsidianas

Por milhares de anos, os povos nativos da América do Norte e do Sul usaram pedra para todas as suas necessidades de corte. Isto envolveu fabricar facas de obsidiana, que estão entre as lâminas mais afiadas conhecidas.

Os astecas usavam estas lâminas super-afiadas nas pontas de suas espadas maquahuitl, que eram essencialmente grandes “pás” de madeira com lâminas de obsidiana presas nas pontas. Supostamente, estas espadas podiam cortar a cabeça de um cavalo com um só golpe.

Quando os comerciantes europeus começaram a fazer contato com os nativos, as facas de obsidiana caíram em desuso, assim como o conhecimento de como fazê-las.

Não foi até 500 anos depois, no meio do século 20, que um antropólogo chamado Don Crabtree redescobriu a tecnologia de fazer a faca que estava quase perdida no tempo.

7 – Fogo grego

fogo grego

No ano 678, os árabes tinham o porto da cidade de Constantinopla sitiado pelo quinto ano consecutivo. Para combater esta ameaça anual, a marinha bizantina introduziu lança-chamas gigantes hoje conhecidas como “fogo grego”, e incineraram a frota árabe que se preparava para atacar a cidade. Os árabes não tentaram a façanha novamente até 717, quando receberam o mesmo tratamento.

A arma secreta bizantina era tão secreta que eles compartimentalizaram cada parte do sistema de armas do fogo grego, e apenas a família real e os descendentes da pessoa que inventou a arma sabiam como tudo funcionava. Durante 500 anos, o segredo foi guardado com segurança na capital e passado de geração em geração.

Até hoje, ainda não sabemos como essa arma funcionava. Infelizmente, o Império Bizantino era propenso a golpes – 29 dos 88 imperadores foram assassinados em levantes violentos. Em algum ponto durante uma dessas revoltas, o segredo do fogo grego foi perdido, porque os novos imperadores tinham a tendência de matar toda a família real e as famílias de qualquer assessores mais próximos. A última utilização registrada do fogo grego foi na batalha naval contra os pisanos, em 1099.[Cracked]

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52 comentários

  • Ozeias Senju:

    o 1 è Age Of Empires III expansao Disnastia Asian fabricado pela ESO e publicado pela Microsoft venha para o age voce vai se empresionar

  • Diego Carvalho da Costa:

    interresante a matéria, parabéns ao site e aos publicadores

  • magoado:

    Matricida…inventaram no site??

  • 3dx:

    a arma grega é utilizada no jogo Assassin’s creed revelations muito legal

  • Genivaldo:

    Tem que haver uma lipeza planetaria contra os homens maus e os seres híbridos caídos que são as autoridades mundias, que fazem as guerras, traz a fome e a destruição planetaria.

  • Gera:

    Falando em balões, vi um vídeo de um balão que chega a
    levar várias toneladas de carga.
    Podem não ser a arma ideal, mas quem sabe alcançar o
    espaço com eles??? não seria legal???
    Eu acho possivel um balão com motor ionico indo para
    o espaço e abrindo as velas e usar o vento solar!!!

    Em todos os setores da vida, A fantasia se torna realidade
    graças a engenhosidade humana!!!!

    • brunodml:

      agora vc se pergunta, o balão sobe por conta da gravidade e a pressão que ela atribui sobre o balão, como o balão possui uma densidade bem menor por conta do ar quente, ele começa a subir, mas quando chegar onde nao tem gravidade, ele vai pra onde? nenhum canto 😉 nao tem como o balão flutuar no vacuo até pq acabaria o oxigenio para ligar o “coisa” q sai fogo para aquecer o ar e encher o balao, ou entao se for um balão fechado, a pressão inversa do vácuo faria o “gás” la de dentro sair com toda a força.

    • Guilherme Augusto C:

      não, brunodml, na verdade o balão em algum momento entraria em equilibrio com a atmosfera rarefeita. A atmosfera vai ficando menos densa aos poucos. Sendo assim, quando o balao chegasse em algum ponto onde a força que o leva pra cima (“flutuação”) seja igual a força que o leva pra baixo (no caso, gravidade), ele estacionaria nessa altitude.

  • claudemir da silva:

    são armas poderosas mesmo no passado

  • CABEÇA:

    São muito interessantes essas armas e até me imprecionaram, mas, não quero saber de guerra eu quero paz, dificilmente ouvimos ou lemos em qualquer lugar noticias ou materias dizendo que paizes entraram em um acordo ou que decretaram paz entre as nações, parece que esse ciclo de guerra, morte, fome e dezunião de todos nunca tem fim. Mas como esta escrito na palavra de Deus, as profecias estão se cumprindo, mas eu penso que tudo pode ter um jeito e também sei que existe paz e amor em nossos corações, basta deixarmos de lado tudo aquilo que corrompe nossa mente e nos leva para o lado ganancioso, e então conseguiremos viver em paz e Armonia com o próximo.

  • bio:

    A materia eh interessante, mas os comentarios da Natasha entre parenteses tiram toda a vontade de continuar lendo…

  • jops:

    na minha opinião n tem algo mas destruidor, mortifero,letal e outras coisas ruins amais q supera a arma chamada; HOMEM!

  • Orlando:

    A que distancia era o Fogo Grego capaz de atingir o alvo? To curioso. Thks!

  • Mahatma:

    Caríssimos, a bem da verdade, numerosos documentos e diagramas de inventos do grande Nikola Tesla (1856-1943) foram confiscados pelo governo dos EUA e muitos continuam sob salvaguarda, vetados à consulta pública. Uma curiosidade: A Corte Suprema dos EUA reconheceu que ele foi o verdadeiro inventor do rádio, e não Guglielmo Marconi (1874 — 1937). Descobriu o elétron e também descobriu os raios-X antes do físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (1845-1923).

    • Marcos – DF:

      Olá Mahatma !
      Além de, dizem, ter sido obrigado a dar sua invenção da lâmpada elétrica para Thomas Edson, que a patenteou.
      Aliás, dizem também que Edson nada mais era do que um empresário que contratava os melhores técnicos e exigia deles as patentes de tudo que inventavam. Tesla, insatisfeito com este tratamento, rompeu com Edson e foi trabalhar com Westinghouse (aquele das geladeiras) mas aí o governo americano já estava de olho nele e daí para a desgraça foi um passo …
      Pena, pois considero Nicola Tesla um dos maiores gênios da humanidade !
      Abraços, garoto !

    • Job Santos:

      Olá

      Onde poderíamos conseguir alguma literatura realmente científica sobre essas informações admiráveis que vc nos passou ?

    • asdf:

      Olá! Está tudo na Desciclopédia! Boas buscas!!

    • Jessé:

      Não sei bem como é a parte da história que diz a respeito da invenção do rádio, mas ouvi dizer que a primeira pessoa da história a criar um dispositivo que comunicava a uma relativa distância, usando de ondas de RF, foi o Padre Landell de Moura, um brasileiro!Por ter sido uma coisa bastante inovadora e considerada na época como ” bruxaria”, o Padre Landell de Moura preferiu não seguir com o seu aperfeiçoamento. Fico a imaginar também quantas invenções não foram atribuídas a uma pessoa que não merecia tal feito, assim como a invenção do avião, que é atribuída aos irmãos Wright, e não a Santos Dumond.

    • Chico Lobo:

      corretíssimo Jesse. Roberto Landel de Moura foi o inventor do Rádio quando em 1893 transmitiu do alto do mirante de Santana em São Paulo um sinal de audio em radiofrequencia e foi sintonizado por seu dicipulo a 8 km de distãncia no campanário do Paraiso na av paulista, hoje hospital Sta. Catarina. Landel por isto como castigo por mexer com “bruxaria”, foi colocado á disposição do Papa em Roma, onde lá ele conheceu Marconi que se aproveitou da sua idéia e patenteou o invento em seu nome.

      Por essas e por outras gafes cometidas pelo clero e também por outros religiosos é que podemos entender o quão perturbada á ciência é pela religião.

  • José Calasans:

    Os chineses realmente eram criativos em relação a guerra,pra começar,foram eles quem criaram a pólvora,até pipas com bombas e asa delta,eles já utilizam,quanto mais o que foi relatado ai.Concordo com o Marciano em reação ao Tesla,há relatos de o raio da morte realmente funcionou e era terrivelmente destrutivo,Tesla tinha uma memória fantástica a ponto de não precisar por no papel os seus projetos,por isso,não restou praticamente nada de suas invenções,ainda bem,pois muitos o teriam plagiado e tomado paternidade de seus inventos,como o tal de thomas edson.

  • Reginaldo:

    É um grande homem ja fizia…

    “Se buscas a paz, arma-te para a Guerra – Abrahan Lincoln”

    • CASTOR:

      essa frase ele usou para recrutar homens … né ?!

    • Daniel Freire:

      Sim, parafraseando a expressão romana “Si vis pacem, para bellum” (Se queres a paz prepara-te para a guerra), lema de muitos exércitos pela a história.

  • Shappaaa:

    Adoro armas.

  • Josmar:

    Infelizmente está na natureza do ser humano invadir e dominar, tornando as armas ferramentas indispensáveis, pois a nação dominante precisa de armas para dominar e a nação mais fraca precisa de armas para se defender, tornando a idéia de um mundo sem armas impossível. A questão da evolução dos armamentos se deve ao simples fato de nenhuma nação querer ficar pra trás na corrida pelo domínio.

  • alexandre gomes cardoso:

    Ruim com elas,pior sem elas…

  • Bruno urubu:

    Quem criou o Fogo Grego foi o arquiteto Phatos Verdes III… Kkkkkkkkkk

    Quem entendeu, gostou xD

    • lucas:

      Em sua auto biografia ele disse que a inventou quando tinha 5 anos de idade, estava entediado.

    • Daniel Freire:

      Puzt, acho que duas pessoas não tem vídeo game em casa e outra ta viciada demais.

  • Josiscleia:

    Cada cao com as suas pulgas!!!!

  • Ligyane:

    É decepcionante ver como os seres humanos gastaram tempo, dinheiro e criatividade para destruir outros seres humanos, de formas terríveis, crueis e fatais. Estou começando a descreditar que o ser humano é o animal mais inteligente da natureza…

    • Walter:

      È isto ai imagem e semelhança de um deus sanguinário que adorava uma carnificina um odor besuntado em altares de sacrifícios e por ai vai..Reclama com o criador…

    • MARCELO:

      assim como satanas que desejou o lugar de Deus, o ser humano, culpado por ganancias , que assuma sua sua culpa tambem. quer ser homicida? matricida? sodomita? rebelde? que seja. assuma suas consequencias. porem como muitos se acham hiper mega maxi super inteligentes. nao chegarao aos pés de Deus.

  • Evandro:

    Curti a idéia dos balões. Mas eram tripulados? Ou tambem inventaram já naquela época um sistema de navegação automático aero?

    Bem, acho um pouco questionavel. Assim como o ‘espelho da morte’ de Arquimedes, que merecia ter entrado na lista.

    • Daniel Freire:

      Caraca!!! verdade, esqueceram o O Ultimo Defensor de Alexândria!

    • Marcos – DF:

      Bem lembrado, Evandro !
      Era uma arma poderosíssima !
      Abraços

  • Chico Lobo:

    armas, armas…

  • Lylia:

    Eles sempre inventaram armas, isso nunca deveria ter acontecido.

  • Eduardo Amaral:

    “…os antigos chineses desenvolveram um fusível estendido, que seria executado a partir da carga da mina, através de um snorkel feito de intestino de cabra até uma boia na superfície, disfarçada com penas de pato (você entendeu alguma coisa? Isso prova que, acima de tudo, os antigos chineses queriam que suas armas fossem absolutamente hilariantes)”.

    Não queriam armas hilariantes não. Queriam apenas disfarçar a bóia na superfície com a silhueta de um pato. Muito inteligente por sinal.

  • Eduardo Amaral:

    “Os explosivos ficavam secos, mas sem oxigênio, eles não podiam explodir”.

    Desde quando explosivo precisa de oxigênio para explodir???
    O explosivo daquela época era a prosáica pólvora negra, que também não necessita de oxigênio atmosférico para queimar, pois tem seu próprio oxidante incorporado na mistura.

  • Vitor:

    Desnecessários os deboches da autora como “impressionante” e “meu Deus”. Para os chineses, na época, parecia correto dar aquela denominação. Melhor guardar suas impressões para si.

    • Madness:

      E desnecessário o seu comentário, que deve ser direcionano ao conteúdo, não à pessoa que o fez. E vai jogar MW3, Battlefield é uma porcaria.

    • CASTOR:

      MWF3 e Battlefield são massa … para !

  • Curioso:

    E agora?Como fica o pessoal que fala que o homem não foi a Lua, por falta de tecnologia nos anos sessenta?Foram os aliens que ajudavam esse pessoal antigo?Será que existe gente inteligente fora do Brasil que faz as coisas acontecerem?Reflexão.

  • lucas:

    os balões pareciam ser bem eficazes,mas poderiam ser um pouquinho mais discretos.

  • Marte:

    Nikola Tesla, o genial inventor, criou a mais terrível arma de toda a humanidade, o Raio da Morte.

    A sua inteligência era tão grande que destruiu os arquivos que mostravam como construir o aparato.

    • eaemeu:

      É de se pensar no que ele inventou e não sobrou registro nem da existencia…..

    • Marcos – DF:

      Olá eaemeu !
      Acho que a grande inteligência dele, Tesla, foi exatamente esta: não deixar nada registrado sobre algo tão terrível para a humanidade …
      Abração

    • Marcelo Ribeiro:

      Ele alegou que havia inventado, sem nenhuma evidência real. Isto foi na sua fase negra em que estava endividado, falido, quebrado.

    • Eu:

      Ele foi um grande gênio, que criou coisas que até hoje não estão completamente explicadas.

      Quando ele afirmou ter criado o raio da morte fenômenos estranhos aconteceram simultaneamente na cidade dele e no outro lado do mundo (na Sibéria).

      Se é verdade eu não teria como dizer, mas tb não diria que foi mentira…

    • Marte:

      Oi Marcelo,

      houve evidência sim, uma só e das grandes.
      (aconteceu num grande centro urbano: assustou geral)

    • Curioso:

      E precisa de muito para um raio matar?

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