Dispositivo identifica traumatismos cranianos pela maneira de andar das pessoas

Por , em 23.05.2011

Ter o cérebro repetidamente ferido certamente não é bom. Até mesmo uma única concussão coloca a pessoa em risco de danos cerebrais a longo prazo, especialmente se a contusão não é diagnosticada e se a pessoa toma uma outra batida na cabeça.

Infelizmente, as concussões podem ser difíceis de serem diagnosticadas em tempo real. Agora, pesquisadores americanos desenvolveram um dispositivo, uma espécie de “radar”, que pode diagnosticar um trauma na cabeça com rapidez e precisão através da análise da maneira de andar de uma pessoa.

Os médicos e especialistas vêm alertando que as concussões são mais comuns do que se imagina. Muitos atletas, como jogadores de basquete da liga americana NFL, e soldados em campo de batalha, são pessoas especialmente propensas a traumatismos cranianos graves; tal estilo de vida pode causar danos permanentes a seus cérebros.

O novo dispositivo acelera o diagnóstico em situações críticas, permitindo que essas pessoas tenham chances de se recuperar bem. O radar gera sinais de microondas que refletem no corpo da pessoa, e “pintam um quadro” da situação conforme ela anda ou corre.

A partir desse quadro, o dispositivo pode rever os movimentos dos braços, pernas e tronco da pessoa separadamente, e procurar sinais indicadores de lesão cerebral que aparecem na maneira de andar dela.

O dispositivo é um pouco grande e pesado. No momento, o sistema ainda está em fase de teste. A equipe pretende aumentar a precisão de suas leituras, com mais dados e uma escala física própria.

Em breve, técnicos, treinadores, médicos militares, e outros profissionais que trabalham em áreas de alto impacto poderão utilizar uma ferramenta portátil e rápida que diagnostica com exatidão traumatismos cranianos no momento em que eles ocorrem.[POPSCI]

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3 comentários

  • Jorge de Melo:

    Isso é o que você *acha*,né? Então tá.

  • Jorge de Melo:

    Na verdade, os jogadores de futebol americano é que têm essa propensão maior a danos cerebrais, em vez dos jogadores de basquete.

  • Rafael Alexandre:

    Só uma pequena correçao, a NFL é a liga de Futebol Americano (National Football League), e não de basquete, que é a NBA.

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