Beija-flor: vídeo em câmera lenta revela um olhar sem precedentes

Por , em 29.08.2017
A ave se esquiva de obstáculos ao alterar os movimentos de suas asas.

Os segredos dos beija-flores são imperceptíveis ao olho humano nu. Se quisermos compreender mais sobre as vidas dessas incríveis criaturas, seus pequenos corpos intrincados e taxas rápidas de voo, precisamos utilizar muitas tecnologias diferentes.

Em uma tentativa de entender essa espécie, o fotógrafo Anand Varma usou uma câmera capaz de capturar 3.000 imagens por segundo para congelar as atividades do pássaro no tempo.

A série de imagens e o vídeo em câmera lenta, feitos em colaboração com o ornitologista Christopher Clark, fazem parte de um artigo sobre beija-flores para a edição de julho da revista National Geographic.

A cobertura oferece uma visão detalhada de como esses pássaros voam, chacoalham e bebem em câmera lenta. O aparelho usado é capaz de capturar 500 quadros por segundo, revelando o que um cientista do século 19 poderia apenas chutar.

Beija-flor chacoalhando-se para se enxugar da chuva. Cada torção dura quatro centésimos de segundo.

A capacidade de pairar do beija-flor está na quase-simetria de seu movimento de asa.

A ave se esquiva de obstáculos ao alterar os movimentos de suas asas.

Esse experimento ilustra como o voo de beija-flores depende da percepção visual do pássaro.

Pairando dentro de uma câmara especial que pode registrar a pequena onda de pressão gerada com cada bater de asa.

Pensa-se que as aves em geral podem monitorar a altura dos objetos que se aproximam em seu campo visual.

Colocar os beija-flores em túneis de vento permite que os pesquisadores investiguem sua mecânica de voo.

Os pássaros também foram pesados.

Confira o vídeo em câmera lenta que mostra os movimentos dos beija-flores 100 vezes mais devagar do que o olho nu pode ver: [DesignBoom]

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