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Pensando em matar aula? Cuidado! Você pode estar sendo rastreado!

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Por em 22.02.2011 as 22:13

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As coisas acabam de ficar pretas para os estudantes. Se você mora na Califórnia e costuma matar aula, cuidado: uma escola americana agora está usando GPS para monitorar seus alunos com histórico fraco de assiduidade.

O colégio se ofereceu para ser parte de um programa de seis semanas que visa reduzir o número de ausências injustificadas, equipando alunos de sétima e oitava série com alto número de faltas com dispositivos portáteis de GPS.

O programa funciona através da atribuição de unidades de GPS para os alunos com mais de três faltas não justificadas. Na posse do aparelho, os alunos recebem um telefonema automático todo dia para lembrá-los de se levantar e ir à escola.

Em seguida, eles devem digitar um código cinco vezes por dia, a fim de ativar o dispositivo e rastrear sua localização. Eles devem digitar o código no caminho para a escola, quando chegam à instituição, durante o almoço, a caminho de casa e às 8 da noite.

Além disso, um treinador é atribuído a cada aluno, a fim de se certificar de que eles estão onde deveriam estar, fazendo aquilo que deveriam fazer.

O diretor da escola acredita que essa é uma última chance de intervenção, e qualquer coisa que possa ajudar as crianças a ir para a aula é uma coisa boa. Não duvidando das boas intenções da escola, mas reduzir o número de faltas também ajuda a instituição a economizar dinheiro. Cada vez que um aluno falta à aula, a escola perde cerca de 58 reais.

As unidades de GPS custaram cerca 500 a 666 reais cada, e os pais devem substituí-los caso os alunos os percam ou danifiquem. O custo total do programa é de cerca de 30 mil reais, financiados por uma concessão do Estado.

O colégio tem 75 alunos que participam do programa. Quando o projeto acabar, os oficiais do distrito escolar vão tomar a decisão de expandir o programa para outras escolas de ensino médio e fundamental, ou de rejeitá-lo.

Alguns pais estão com dificuldade de aceitar as regras do programa. Eles acreditam que o projeto parece exagerado. É um pouco cruel fazer com que as crianças transportem para cima e para baixo algo que lhes rastreie. Aposto como tem milhares de estudantes rezando sem parar para essa moda não pegar. [DailyTech]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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5 comentários

  1. Rodrigo Paim /

    Muito evasivo.

    Não concordo, achei rígido demais, muito exagerado.

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  2. PQP… mais invasivo impossível…
    de qlqr maneira um moleque dá um jeito de burlar isso aí em 2 tempos…

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  3. Eduardo Gomes /

    Nem gps pra presidiario aqui funciona imagina pra “cabulões de aula”.

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  4. Fio /

    Enquanto no Brasil, nem a chamada em sala de aula é feita…

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  5. cah /

    a gente não mora na california.

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