
Timothy Judge, PhD da Universidade da Florida, lÃder do estudo, diz que pouco se sabe sobre o porquê das diferenças entre os salários das pessoas bonitas e aquelas que não são tão bonitas assim. Judge disse que descobriram que o valor de auto-estima da pessoa é que está relacionado com o quão bonita ela é, e é isso que faz a diferença no maior pagamento.
As pessoas pesquisadas responderam perguntas sobre a renda mensal, stress relacionado com educação e finanças e avaliaram o quantoeram felizes e desapontadas com relação a suas conquistas e completaram testes de inteligência, além de tirarem fotos. Fizeram isso três vezes com um intervalo de seis meses.
Os pesquisadores descobriram que ser atrativo fisicamente teve um impacto significante em quanto ganhavam, quão educados eram e o valor que davam a si mesmos. Porém, os efeitos da inteligência foram mais fortes.
Isso, para os autores, serve de alerta para os empregadores que podem inconscientemente favorecer as pessoas mais bonitas. Uma maneira de deixar de fazer isso é ser objetivo ao avaliar pontos como personalidade e habilidades para o trabalho.
Em conclusão, educação e inteligência (e um dedo anelar mais comprido) compensam mais do que boa aparência. Os pesquisadores incentivam que as pessoas construam um perfil qualificado antes de procurarem ficar mais belos. [Science Daily]
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