Jesus Cristo provavelmente é o homem mais famoso da Terra. Mas como sabemos que ele realmente caminhou por aqui? Apesar da insistência dos teólogos, as evidências científicas ainda não conseguiram garantir essa teoria.

De tempos em tempos, alguém chega dizendo que descobriu o que seriam os pregos da cruz de Jesus. Mas isso não é novidade. Ainda em 1911, o professor Herbert Thurston contou quantos pregos eram venerados como os legítimos: 30, espalhados pela Europa.
Além disso, muitos pedaços de madeira aparecem como pertencentes à cruz sagrada, o suficiente para fabricar um barco sagrado.

Talvez a relíquia religiosa mais famosa do mundo, o Sudário de Turim representaria o manto que encobriu Jesus após a morte. Com a imagem “fantasma” de um homem, ele é venerado por milhões de peregrinos que vão até a catedral de Turim, na Itália. Mas cientificamente falando, o manto é falso.
Análises de carbono realizadas no Sudário revelaram que ele não data do tempo de Cristo, mas do século 14. Coincidentemente, foi a época em que apareceu para o público. Em um documento do bispo Pierre d’Arcis, da França, de 1390, ele afirma que o Jesus do manto foi pintado e inclusive assinado pelo artista.

Uma relíquia similar é o Sudário de Oviedo, um pano com machas de sangue que foi supostamente enrolado na cabeça de Cristo quando ele morreu, e que desde o ano 718 fica na catedral da Espanha. O sangue no sudário é do tipo AB, comum no Oriente Médio, mas não na Europa, levando muitos a acreditar que não é de Cristo. Também, Joe Nickerll, autor do livro “Relíquias de Cristo”, afirma que o Sudário foi datado com carbono muitas vezes, e sempre aparece como do ano 695, não muito antes de aparecer em Oviedo.

Setenta livros de metal foram descobertos em uma caverna no Jordão, no ano passado, e aclamadas como os documentos cristãos mais antigos. Supostamente datando de poucas décadas após a morte de Jesus, os religiosos as chamaram os códigos de a descoberta arqueológica mais importante da história.
Mas os códigos são falsos – uma série de dialetos anacrônicos e imagens forjadas nos últimos 50 anos. “A imagem que eles dizem se tratar de Cristo é o deus solar Hélio de uma moeda que veio da ilha de Rhodes”, afirma o arqueólogo de Oxford, Peter Thonemann. “Há também algumas inscrições sem sentido em hebraico e grego”.

Uma das descobertas arqueológicas mais importantes realmente data da época de Jesus, e pode ou não evidenciar sua existência, dependendo de para quem você pergunta. Os Manuscritos do Mar Morto, encontrados em uma caverna de Israel, na década de 40, foram escritos entre 150 antes de Cristo e 70 depois de Cristo. Em um dos pontos, os documentos se referem a um “professor do caminho correto”. Alguns dizem se tratar de Jesus. Outros argumentam que poderia ser qualquer um.

De acordo com os textos sagrados, antes de Jesus ser crucificado, os soldados romanos colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça. Muitos cristãos acreditam que o instrumento de tortura ainda existe hoje, dividido em pedaços pela Europa. Uma coroa quase completa está na Catedral de Notre Dame, em Paris. A história dessa coroa data de pelo menos 16 séculos, mas não chega até Cristo. E, além do mais, a de Notre Dame não possui espinhos.

O melhor argumento em favor de Jesus como pessoa viva é, claro, a Bíblia Sagrada. Existem muitos detalhes diferentes em vários evangelhos, mas com o tempo, os teólogos conseguiram criar um perfil de Jesus.
“Nós sabemos algumas coisas sobre o Jesus histórico – menos do que alguns cristãos pensam, porém mais do que os céticos acham”, afirma Marcus Borg, estudioso da Bíblia, autor e professor aposentado de religião e cultura. “Apesar de alguns livros recentes argumentarem que Jesus nunca existiu, as evidências de que ele viveu são persuasivas para a maior parte dos estudiosos, sejam cristãos ou não”. [Life'sLittleMysteries]


Vamos reescrever a biblia neste site, pelo jeito.
Se Jesus é um personagem real ou fictício, a mim muito pouco impota.
Como espiritualista independente, posso navegar por todas as religiões, doutrinas e mitologias, delas tirando as lições que me acrescentam.
Nas parábolas e ensinamentos atribuídos a Jesus, Ramacrishna, Yogananda, Blavatski, Sócrates, “Doma Maria da Silva, lavadeira da barranca do rio São Francisco” entre muitos, há tantas lições de vida.
Pouco me importa a fonte, desde que que a mensagem seja racional e ética. O resto é discussão infindável ao gosto da escolástica medieval.
A parábola do bom samaritano, atribuída à Jesus, é um belíssimo ensinamento a ser seguido e pouco me interessa a fonte, mas sim, o seu conteúdo.
É o que penso.
É isso aí Sílvio, estou com você e não abro. Não li os 400 e tantos comentários porque tem muita baboseira.
Quantos índios e negros nos deixaram belíssimas mensagens racionais e não são citados por serem considerados inferiores, não é mesmo?
Que pena que vc. pensa assim, Silvio…
É por isto que muitos irão SURPREENDER-SE
extremamente no futuro… Jesus está muito
acima de todos os personagens que vc. citou
e dos que não foram citados tbm. > Jesus
tinha descido do céu e retornou em glória
para a presença de DEUS PAI. Ele adquiriu
com o Seu sangue; o direito de acentar-se
à direita de Deus e todo o poder foi-lhe
dado em todos os lugares. É óbvio que Ele
ainda não está exercendo a plenitude do
Seu poder, pois terá que tomar parte dele
que ainda encontra-se nas mãos dos
usurpadores do poder. EM TEMPO… As
palavras ditas pelo Mestre, não se perdem
nem misturam-se com as tantas vozes que já
passaram ou ainda irão passar sobre este
mundo, pois elas contém: ESPÍRITO e VIDA!
As pessoas deste mundo e os espíritos das
trevas, não gostam de ouvir isto que digo
agora, mas; é a verdade: “Todo olho verá
à Cristo, todo joelho se dobrará diante
dEle e toda a lingua confessará que Jesus
Cristo é O Senhor!” > Eu e meus irmãos,
já fazemos isto com muita alegria em
nossos corações.
É verdade, você encontrará ainda muitas histórias que te façam refletir, a diferença é que essas pessoas de alguma forma falharam em suas vidas, porém JESUS foi o único que não falhou, é por isso que vale muito apena ler as passagens bíblicas uma por uma sem dispensar nada, por que elas foram totalmente inspiradas por um homem que foi perfeito.
Ese tratando de reflexões de alguém, essa feita por vc é algo que não vale a pena ler.
O Cristo dos Pagãos
Tom Harpur (por Assis Utsch). Tradução: Henrique Amat Rêgo Monteiro
Editora Pensamento – SP – 2008 – 240 p
Sobre o autor:Tom Harpur, um ex-pastor, além de professor de grego e de Novo Testamento na Universidade de Toronto, é escritor de renome internacional sobre temas religiosos e éticos, sendo autor de oito best-sellers.
Comentário de capa do livro:
“Muito tempo antes do advento de Jesus Cristo, os egípcios e outros povos acreditavam na vinda de um messias, …, na concepção por uma virgem, e na encarnação do Espírito na carne. A Igreja cristã primitiva adotou essas verdades antigas como dogmas próprios da religião cristã, mas repudiou as origens [dos dogmas]”.
A ideia central do livro é a de que muito antes do cristianismo já se acreditava em um Cristo, um Messias, um Salvador herdado de outras crenças, particularmente, das religiões egípcias. Tom Harpur, um ex-pastor, confessa que ainda assim mantem-se religioso, é um cristão. É até paradoxal, pois segundo ele o Novo Testamento é uma montagem de religiões antigas, um arranjo vindo principalmente dos livros do antigo Egito.
Além de uma bibliografia expressiva, ele se fundamenta sobretudo nas obras de Godfrey Higgins (1771-1834), Gerald Massey (1828-1907) e Alvin Boyd Kuhn (1880-1963).
Fragmentos do livro – colhidos por Assis Utsch:
“o pensamento de grande parte do Ocidente civilizado tem se fundamentado em uma “história” que nunca aconteceu, e … a Igreja cristã teria sido fundada sobre uma série de milagres que literalmente nunca se deram”. (p.17)
“As semelhanças existentes entre as crenças cristãs e as primeiras religiões pagãs sempre eram rapidamente desprezadas [pelos cristãos]”.
“Ninguém jamais sugeriu … que a Bíblia em geral e o Novo Testamento em particular na realidade copiam ou repetem temas ou ideias estabelecidas ao longo de muitos séculos …”.
“Eu [já] tinha conhecimento do comentário impiedoso de Sigmund Freud de que a Bíblia era um “plágio total” das mitologias sumérias e egípcias, mas o desconsiderara”.
“Também cheguei a tomar conhecimento da opinião da doutora Anna Bônus Kingsford, de que os “livros sagrados hebraicos” eram todos “de origem egípcia”. (p.19)
Este livro – O Cristo dos Pagãos – em seus vários capítulos oferece farta documentação sobre a criação mitológica do Cristo.
Abaixo transcrevo mais um texto:
“Seria uma novidade para mim (Tom Harpur) que … houvesse um Jesus nas tradições egípcias”. “O nome dele era Iusu, ou Iusa (aparecem as duas versões), com o significado de “o Filho divino que virá para curar ou salvar”.
Eu não sabia nada então sobre um Khristós egípcio, ou Cristo, chamado Hórus.
Ele e a mãe, Ísis, foram os predecessores da Madona com o Filho dos cristãos e juntos constituíam uma imagem dominante … antes dos Evangelhos. Como teria sido diferente a minha pregação e o meu ministério se entendesse que esse Hórus mítico antecipou … a maior parte das palavras e dos milagres de Jesus Cristo – … e que em um de seus papéis fora “um pescador de homens com doze seguidores”.” (p.19/20)
“Marta e Maria figuram em uma história sobre a ressurreição de El-Asar, ou Lázaro, dentre os mortos, em uma Betânia egípcia cerca de 4 mil anos atrás”. (p.20)
“ … as letras KRST que aparecem em caixões de múmias egípcias … na realidade Karast ou Krist, significando Cristo”. “o fundamento da doutrina cristã no início: a encarnação do espírito na carne humana”. (p.20)
“Vou documentar claramente que não há nada do que o Jesus dos Evangelhos alguma vez disse ou fez – desde o Sermão da Montanha até os milagres, desde a fuga de Herodes, … até a própria Ressurreição – que não possa ser mostrado como tendo se originado … nos ritos de mistérios egípcios e em outras liturgias sagradas, como o Livro dos Mortos egípcio”. (p.24)
“Tudo – da estrela no Oriente até a “caminhada” de Jesus sobre as águas, do pronunciamento do anjo até o suposto massacre dos inocentes por Herodes, da tentação no deserto à conversão da água em vinho – já existia nas fontes egípcias. O Egito e o seu povo já se ajoelhavam ante a visão da Madona com o Filho, Ísis e Horus, … antes de qualquer Maria … amparar nos braços o seu Jesus”. (p.24)
“Hoje, desde a tradução dos livros do Egito antigo – o Livro dos Mortos, os Textos da Pirâmide, o Amduat e o Livro de Tot … há provas irrefutáveis”. “todo o corpo da doutrina cristã é simplesmente um egipcismo adaptado e mutilado”. (p.24)
“a Igreja dos séculos III e IV, quando questionada pelos críticos pagãos quanto às verdadeiras fontes dos evangelhos, dogmas e rituais, reagiu com hostilidade feroz, caçando e eliminando sistematicamente todos os vestígios do seu passado pagão. Ela exterminou a todos, cristãos ou não, que ousassem testemunhar as antigas verdades. … perseguiu os envolvidos nas diversas religiões de mistérios greco-romanas, queimou … livros e arrojou a acusação de heresia – com a pena de excomunhão – a todos os que ameaçassem questionar a linha do partido ortodoxo. Muitos foram mortos.
A herança pagã foi negada ardorosamente em todos os lugares. Esse foi o começo de um processo violento que se repetiria ao longo dos séculos e redundaria em um cristianismo que Frye uma vez caracterizou com lucidez como “um fantasma arrastando atrás de si as correntes de um registro histórico de crueldade louca”. (p.25/26)
Jesus Exsitiu?
Leia mais em: http://irreligiosos.ning.com/main/search/search?q=Geral+Massey
Lembrete (leia sobre Mitologias): O mérito da antiguidade desses contos não vem só dos Egípcios, mas dos Sumérios, muito antes deles, pela crença no Deus Sol.
Colaborou Oiced Mocam
é impressão minha ou no manto o barbudinho tá usando um relogio?
Flavius Josephus, 37-103 d.C.
era um fariseu que nasceu em Jerusalém, vivia em Roma e escreveu “História dos judeus” (79 d.C.) e “Antiguidades dos judeus” (93 d.C.). Apologistas cristãos (defensores da fé) consideram o testemunho de Josephus sobre Jesus a única evidência garantida da historicidade de Jesus. O testemunho citado se encontra em “Antiguidades dos judeus”. Ao contrário dos apologistas, entretanto, muitos estudiosos, inclusive os autores da Encyclopedia Britannica, consideram o trecho “uma inserção posterior feita por copistas cristãos”. Ele diz que:
“Naquele tempo, nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos, Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes, do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa”.
Por que este trecho é considerado uma inserção posterior?
1. Josephus era um fariseu. Só um cristão diria que Jesus era o Cristo. Josephus teria tido que renunciar às suas crenças para dizer isto, e Josephus morreu ainda um fariseu.
2. Josephus costumava escrever capítulos e mais capítulos sobre gente insignificante e eventos obscuros. Como é possível que ele tenha despachado Jesus, uma pessoa tão importante, com apenas algumas frases?
3. Os parágrafos antes e depois deste trecho descrevem como os romanos reprimiram violentamente as sucessivas rebeliões judaicas. O parágrafo anterior começa com “por aquela época, mais uma triste calamidade desorientou os judeus”. Será que “triste calamidade” se refere à vinda do “realizador de mil coisas milagrosas” ou aos romanos matando judeus? Esta suposta referência a Jesus não tem nada a ver com o parágrafo anterior. Parece mais uma inclusão posterior, fora de contexto.
4. Finalmente, e o que é ainda mais convincente, se Josephus realmente tivesse feito esta referência a Jesus, os Pais da Igreja pelos 200 anos seguintes certamente o teriam usado para se defender das acusações de que Jesus seria apenas mais um mito. Contudo, Justino, Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria e Orígenes nunca citam este trecho. Sabemos que Orígenes leu Josephus porque ele deixou textos criticando Josephus por este atribuir a destruição de Jerusalém à morte de Tiago. Aliás, Orígenes declara expressamente que Josephus, que falava de João Batista, nunca reconheceu Jesus como o Messias (“Contra Celsum”, I, 47).
Não somente a referência de Josephus a Jesus parece fraudulenta como outras menções a fatos históricos em seus livros contradizem e omitem histórias do Novo Testamento:
1. A Bíblia diz que João Batista foi morto por volta de 30 d.C., no início da vida pública de Jesus. Josephus, contudo, diz que Herodes matou João durante sua guerra contra o rei Aertus da Arábia, em 34 – 37 d.C.
2. Josephus não menciona a celebração de Pentecostes em Jerusalém, quando, supostamente: judeus devotos de todas as nações se reuniram e receberam o Espírito Santo, sendo capazes de entender os apóstolos cada qual em sua própria língua; Pedro, um pescador judeu, se torna o líder da nova igreja; um colega fariseu de Josephus, Saulo de Tarso, se torna o apóstolo Paulo; a nova igreja passa por um crscimento explosivo na Palestina, Alexandria, Grécia e Roma, onde morava Josephus. O suposto martírio de Pedro e Paulo em Roma, por volta de 60 d.C., não é mencionado por Josephus. Os apologistas cristãos, que depositam tanta confiança na veracidade do testemunho de Josephus sobre Jesus, parecem não se importar com suas omissões posteriores.
A Encyclopedia Britannica afirma que os cristãos distorceram os fatos ao enxertar o trecho sobre Jesus. Isto é verdade? Eusébio (265-339 d.C.), reconhecido como o “Pai da história da Igreja” e nomeado supervisor da doutrina pelo imperador Constantino, escreve em seu “Preparação do evangelho”, ainda hoje publicado por editoras cristãs como a Baker House, que “às vezes é necessário mentir para beneficiar àqueles que requerem tal tratamento”. Eusébio, um dos cristãos que mais influenciou a história da Igreja, aprovou a fraude como meio de promover o cristianismo! A probabilidade de o cristianismo de Constantino ser uma fraude está diretamente relacionada à desesperada necessidade de encontrar evidências a favor da historicidade de Jesus. Sem o suposto testemunho de Josephus, não resta nenhuma evidência confiável de origem não cristã.
Leia mais em:
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/jesus-o-incomodo-silencio-da-historia.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-75-jesusesqual-deles.html
http://www.umanovaera.com/Fraudes_Religiosas/Cristo_Nunca_Existiu.htm
Oiced,
há sim sérias suspeitas entre os historiadores modernos de que o texto original de Flávio Josefo sobre Jesus tenha sido interpolado por algum copista cristão; porém, mesmo retirando tais interpolações (em colchetes), ainda assim se confirma a existência histórica de Jesus Cristo:
“…
Flávio Josefo, que viveu de 37 d.C. até o ano 100, de acordo com os textos que chegaram até nós teria se referido a Jesus como o Cristo em seu livro Antiguidades Judaicas, livro 18, parágrafos 63 e 64, escrito em 93 em grego koiné:
“Havia neste tempo Jesus, um homem sábio [, se é lícito chamá-lo de homem, porque ele foi o autor de coisas admiráveis, um professor tal que fazia os homens receberem a verdade com prazer]. Ele fez seguidores tanto entre os judeus como entre os gentios.[Ele era o Cristo.] E quando Pilatos, seguindo a sugestão dos principais entre nós, condenou-o à cruz, os que o amaram no princípio não o esqueceram;[porque ele apareceu a eles vivo novamente no terceiro dia; como os divinos profetas tinham previsto estas e milhares de outras coisas maravilhosas a respeito dele]. E a tribo dos cristãos, assim chamados por causa dele, não está extinta até hoje.
…”
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Testimonium_Flavianum
Obs.: Vale a pena ler o artigo completo da wikipedia!
—–
Mas, já que é para especular, por quê não indagar:
- Se Jesus não existiu ou foi um falso profeta por quê seus discípulos (que conviveram com ele e fugiram quando ele foi crucificado) deram a própria vida pela fé cristã?
- Se Jesus não existiu ou foi um falso profeta por quê o apóstolo Paulo – Saulo de Tarso (cuja existência não se nega), um culto fariseu convicto e perseguidor de cristãos, se converteu ao cristianismo (durante uma perseguição aos cristãos) após ter tido uma visão e acabou também dando a vida por Cristo?
- Se Jesus não existiu por quê os romanos e judeus da época nunca negaram sua existência e sua crucificação para impedir o avanço do cristianismo?
- Se Jesus não existiu ou não era Deus por quê existem milagres autênticos (comprovados pela ciência) na Igreja fundada por ele?
—–
”
EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS CRISTO É INQUESTIONÁVEL, AFIRMAM ESPECIALISTAS:
Fontes cristãs, judaicas e pagãs evidenciam historicidade do homem.
Menções lacônicas fora do Novo Testamento mostram desimportância.
Viciados em teorias da conspiração adoram a idéia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam mera colagem de antigos mitos egípcios e babilônicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também morreram e ressuscitaram.
No entanto, para a esmagadora maioria dos estudiosos, sejam eles homens de fé ou ateus, a tese não passa de bobagem. A figura de Jesus pode até ter “atraído” elementos de mitos antigos para sua história, mas temos uma quantidade razoável de informações historicamente confiáveis sobre ele, englobando pistas de fontes cristãs, judaicas e pagãs.
De Paulo a Tácito
Começamos, no Novo Testamento, com as cartas de São Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré.
Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o século 1 terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é a mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém sai por aí dizendo que Heródoto inventou Leônidas, o rei casca-grossa de Esparta.
Outra fonte crucial é FLÁVIO JOSEFO, autor da obra “Antigüidades Judaicas”, também do século 1. O texto de Josefo sofreu interferências de copistas cristãos, mas é possível determinar sua forma original, bastante neutra: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que batem com o Novo Testamento).
Esses dados mostram duas coisas: a historicidade de Jesus e também sua relativa desimportância diante das autoridades romanas e judaicas, como um profeta marginal num canto remoto e pobre do Império.
“.
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL730858-9982,00-EXISTENCIA+HISTORICA+DE+JESUS+CRISTO+E+INQUESTIONAVEL+AFIRMAM+ESPECIALISTAS.html
Como um site que se diz científico pode ser tão parcial e esconder outras provas? O que vocês fizeram se aproxima da molecagem pondo objetos de cultos católicos como “provas”.
Não citaram o historiador Flávio Josefus da época de Cristo que o citou. Também ignoraram que mesmo e com a perseguição implacável de judeus aos cristãos e Jerusalém ter sido destruída pelo romanos depois, a mensagem de Cristo foi tão forte que décadas depois havia mais e mais seguidores da mensagem de Cristo. Seria impossível isso acontecer se ele não houvesse existido e sido testemunhado por tanta gente numa época que pouca gente sabia ler e escrever.
Caramba! vocês se “estapiaram” uns aos outros com 447 comentários de um tema, que ao meu ver incomoda mesmo! Não me refiro aos que acreditam na existência de Jesus, mas principalmente aos que, mesmo não acreditando, não conseguem ver o tema com uma certa tranquilidade. Eu acho que o que incomoda mais em tudo isso é a incerteza que a própria vida produz em nós face a certeza da morte e a incerteza do que está além dela. Por essa razão aconselho a aqueles que não encontraram a resposta em Deus ou na existência como fato, que se desprendam de tanto ódio contra as religiões, porque isso é uma forma sutil de demonstrar suas frustrações pessoais quanto ao exercício da verdadeira fé, que não se basea em mitos, mas em fatos, com uma sutil inclinação ao transcendente. Pois é o equilibrio entre o aqui-agora e o além-porvir que faz com que tenhamos paz interior.
Parabéns, belo e sensato comentário!
Com todo o respeito, você está imaginando coisas que não existem.
Como você afirma que o correto é seguir a “VERDADEIRA FÉ, que não se basea em mitos, mas em fatos, com uma sutil inclinação ao transcendente.” – incrível, com bilhões de galáxias, cada um delas contendo trilhões de estrelas, você que está em um minúsculo e pálido ponto azul acredita conhecer a VERDADE? A VERDADEIRA FÉ? HA HA HA
Os humanos NÃO são o motivo do Universo!
Quanto arrogância…
Eu questiono o porquê de um assunto no qual nos é permitido fazer comentários ter se tornado algo tão competitivo entre pessoas que parece ser muito cultas. Eu percebo que quando disseram que “Há mais mistério entre o céu e a terra do que a Vã Filosofia consegue explicar” é a maior verdade, pois, assuntos que são apenas para se fazer comentários se tornam uma verdadeira guerra de palavras. Penso que poderíamos usar o espaço e a oportunidade para falar daquilo que estamos tentando conhecer e aprender ao invés de criarmos uma guerra virtual.
Este é um assunto muito polêmico e que tenho certeza cada um de nós, seres humanos estamos muito distantes de termos certeza de alguma coisa, a única certeza que tenho é que estamos passando por processos no qual o ser humano parece mais uma barata tonta ou quem sabe um beija-flor, cada dia está tentando alicerçar os próprios pés, mais quase sempre encontra-se em solo escorregadio, já não consegue se quer manter-se de pé, e se não existe o alicerce então começamos a mergulhar em busca de algo que nos sustente e é nesse momento que podemos descobrir uma nova vida, um novo sentido para tudo.
Bovidino. infelizmente esta é uma verdade que não liberta
pelo contrário aprisiona mais ainda. “feliz daquele que nunca viu e creu” Como vou acreditar naquilo que nunca vi?
Quem acredita, é um ingenuo ou idiota.
como vc desde os 6 anos corri atras das religiões várias dela cheguei a ler cerca de 1038 livros por ano 6 horas por dia de 1984 a 2004. acredite se quiser. A biblia contém muitos mitos, e por aí afora.
Sônia,
Se você também precisa VER PARA CRER, aconselho a estudar (se ainda não o fez) os grandes milagres da Igreja.
Pois acredito que os milagres autênticos são a maior prova objetiva da existência de Deus e da veracidade da Igreja. São o elo entre a razão e a fé, entre a ciência e a religião, entre Deus e os homens. São como que a assinatura de Deus para provar sua existência, sua Igreja e sua verdadeira doutrina.
Pesquise você mesma e veja se alguma outra religião ou entidade do mundo (mesmo cristã) tem milagres permanentes como um SANTO SUDÁRIO (que nada mais é do que a foto radiográfica e tridimensional de um homem ressuscitando), uma IMAGEM DE GUADALUPE (cujo olho reflete a cena do milagre e cuja pupila dos olhos reage à presença de luz como se fosse um olho VIVO, cuja imagem mantem a temperatura de um corpo humano e têm batidas de coração, etc.), uma SANTA CASA DE LORETO (a casinha onde viveu a Virgem Maria milagrosamente transportada de Nazaré até Loreto, passando por outras cidades, durante a invasão islâmica à Terra Santa), um MILAGRE EUCARÍSTICO DE LANCIANO (cuja hóstia e vinho virou carne e sangue de uma pessoa viva atualmente), um COXO DE CALANDA (cuja perna reapareceu após enterrada por quase três anos), um ESPINHO DA COROA DE CRISTO (cujo sangue coagulado se liquefaz a cada 11 anos, toda vez que a sexta-feira da paixão ocorre num dia 25 de março, o suposto dia da crucificação de Cristo), CORPOS E ÓRGÃOS INCORRUPTOS DE SANTOS (que exalam perfume e destilam água e óleo por séculos) e tantos outros ESPANTOSOS MILAGRES?
Já que você parece gostar tanto de ler, indico:
- http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br/
- http://oepnet.sites.uol.com.br/milagres.htm
- Documentário do History Channel “GUADALUPE: UMA IMAGEM VIVA” http://www.youtube.com/watch?v=7yTwabUjgYQ
- Documentário do Discovery Channel “O Mistério do Santo Sudário” e sua continuação “O Sudário de Turim”:
http://www.youtube.com/watch?v=M9j38PmEGWA
http://www.youtube.com/watch?v=h_1_ag_H6Kk
- Os livros: “Milagres – A Ciência Confirma a Fé” ou “Os Milagres e a Ciência”, do Pe. Oscar Quevedo.
É incrível a semelhança com que a elite e o governo conseguem manter as mentes dos brasileiros ocupadas com o falso nacionalismo do futebol, das olimpiadas e outros circos, e a igreja católica consegue manter seus fiéis cativos com a indústria dos milagres. O nome disso é lavagem cerebral.
É verdade, somente a Igreja Católica tem uma indústria de milagres.
Só que, ao contrário das falsificações, quem produz esses milagres autênticos não são os padres da Igreja, mas o próprio Deus!
Você pode ter lido a Bíblia e muitos livros, mas você nunca teve experiência com Deus. As suas teorias e de todos os MARXISTAS e DARWINISTAS já caíram por terra no auge do comunismo idiota implantado na antiga URSS. Essa revolta contra o cristianismo surgiu com muita força no século XIX devido ao mal testemunho de vários falsos cristãos da época (não que hoje não exista muitos falsos cristãos), mas o verdadeiro cristão segue os ensinamentos de JESUS CRISTO, e jamais ensinamentos de homens. Nós, cristãos seguimos os ensinamentos de Deus, o CRIADOR, vocês seguem os ensinamentos de homens arrogantes.NÓS RECEBEMOS UMA LAVAGEM CEREBRAL PELO O ESPÍRITO SANTO DE DEUS, E VOCÊS RECEBERAM UMA LAVAGEM CEREBRAL POR ESSES IDIOTAS: POBRES DE TUDO. Qual a diferença de ter uma lavagem cerebral por Deus ou pelos os ideais utópicos de HOMENS arrogantes? É simples; Deus se responsabiliza pelos seus ensinamentos e o homem está sempre ou quase sempre equivocado. Por acaso, você nunca leu na Bíblia que todos os mistérios da ciência estão ocultos em Deus? E que Deus só revela para os seus servos? Você que já estudou tanto nunca chegou ao conhecimento de que os maiores cientistas do mundo (estou falando dos maiores, aqueles que fizeram as maiores descobertas científicas) que todos eles eram tementes ao DEUS CRIADOR? As suas ideologias são somente ressacas de um mundo utópico de político parasita. Pois em todas as nações que foram implantadas essas babaquices o povo gemeu e geme; como é o caso de CUBA E DA COREIA DO NORTE. É ISSO QUE VOCÊ CHAMA DE PADRÃO DE VIDA? Então vá morar lá que você vai ver o que é bom pra tosse.
Este Irair está irado e é leitor de VEJA. Não enxerga mais nada.
Irair,
“você nunca teve experiência com Deus”
Ninguém jamais teve experiência com Deus.
Infelizmente o sr.Oiced só rebate e debate olhando apenas por uma direção… Esquecendo que há muito trabalho pela frente quando deparado com os enigmas desse Planeta.
Não precisando ir longe para mostrar que mesmo a ciência Não pode responder as mais simples questões de grande relevância!
Agora, negar a existência de um Mentor é até fácil… difícil é provar à falta de respostas para todos sistemas de coisas.
Pelo que vejo, sua “bíblia” também não explica Is, Dn e Ez.
Fazer o quê?…
Contudo, isso não chega à beira que quero chegar!
A BÍBLIA COMO VOCÊ NUNCA LEU
INCESTO no Livro Sagrado
Incesto é errado, certo? Pois nos primeiros livros da Bíblia, lá no Antigo Testamento, não faltam casais entre parentes. Enquanto algumas uniões foram pacíficas e formaram casais felizes, algumas histórias de incesto do Livro Sagrado são de arrepiar os cabelos.
E ainda tem gente aqui,afirmando que que o iludido e insano sou eu! Cesai de afirmar que “a Bíblia é de inspiração divina e que deuses existem”, e eu cessarei de contestar e negar as outras idiotices e crueldades inventadas pelo religioso, que tambem são fáceis de identificar.
Segundo a lógica da Bíblia, como a humanidade surgiu de um único casal (Adão e Eva), no início todas as relações eram incestuosas! Irmãos com irmãos e quem sabe até os pais com os filhos. Isso é óbvio!
O primeiro de todos, Caim e Eva (ou Caim e suas irmãs, a desculpa inventada pra ele não ter dormido com a própria mãe)… é, melhorou muito!
Refletindo sobre a história absurda da “Queda” de Adão ( o caso original de alguém ser criado livre e então sufocado com proibições impossíveis de obedecer). Que se Adão foi condenado à morte por pecar, sua morte deve ter sido adiada, já que ele conseguiu criar uma grande posteridade antes de realmente morrer!
Abraão e Sara
Eram filhos do mesmo pai, mas com mães diferentes. Permaneceram juntos até a morte de Sara, aos 127 anos (Gên. 20:12)
Nahor e Milca
O irmão de Abraão se casou com a sobrinha, filha do seu irmão morto, Harã. Milca é irmã de Ló, que também teve uma relação incestuosa. Mas sobre essa, a gente fala daqui a pouco (Gên. 11:27, 29)
Anrão e Joquebede
Joquebede era tia de Arão por parte de pai. Eles tiveram três filhos juntos: Aarão, Moisés e Miriã. Sim, aquele Moisés, o do Egito (Êxo. 6:20)
Amnon e Tamar
Amnon estuprou Tamar. Ambos eram filhos de David, mas de mães diferentes. Dois anos após o estupro, Absalom, irmão de Tamar por pai e mãe – e meio-irmão de Amnom – finalmente vingou sua irmã. Para isso, ele preparou uma festança para a qual todos os filhos do rei David foram convidados e mandou seus servos matarem Amnom quando ele estivesse muito bêbado (II Sam. 13:2, 14, 28-29)
Ló e suas duas filhas (aí são dois casais – e uma história bizarra)
Não é só incesto, é menage? Não, cada uma dormiu com o pai um uma noite. Mas poderíamos classificar as duas noites como abuso sexual. E o pai foi a vítima!
Mas calma, vamos do começo: Ló, sobrinho de Abraão, morava em Sodoma com sua família. Antes de Sodoma e Gomorra serem destruídas pela fúria de Deus, dois anjos foram enviados dos céus para tirarem Ló, sua mulher e duas filhas virgens (a Bílbia não fala seus nomes) de lá, pois eles não eram pecadores como o resto dos habitantes da região.
Eles deveriam fugir sem olhar para trás. Mas a mulher de Ló não resistiu, olhou e virou uma estátua de sal – pã! Uma vez longe das “cidades do pecado”, Ló e suas filhas se escondem em uma caverna.
E é aí que a coisa perde os limites: as filhas de Ló o embebedam – uma em cada noite – e dormem com ele. Ló não se lembra de nada. Mas, depois de nove meses, vê o resultado: nascem os netos-filhos Moabe e Ben-Ami (Gên. 19:30-38)
Bem, se tudo o que acontece é com permissão de Deus, e então Deus é conivente com a suruba das filhas de Ló, que sacanearam com o pai, se fosse honestidade não era preciso embebedar ninguém. A lição que fica? Desconfie do vinho, mesmo que ele seja oferecido pelo seu irmão ou pelas suas filhas.
Aaaaa sim, já estava me esquecendo que existe o “Livre Arbítrio” e que aí Deus em alguns casos não se mete. É verdade, sempre há uma saída pela tangente !
O OUTRO LADO DO LIVRO SAGRADO
SEXO NA Bíblia:
Você pode ler aqui:
http://www.bibliadocetico.net/sexo.html
E aqui:
http://www.bibliadocetico.net/index.html
E os alienígenas(Gn 6:4)?!?! rsrs
Oiced,
é por isso que, tirando os poucos eventos sobrenaturais, a história da Bíblia parece muito realista mesmo. Bem diferente dos escritos sagrados de outros povos que se apresentam bem mais fantasiosos, como a Epopeia de Gilgamesh, os Vedas, etc.
Se essa fosse apenas um estorinha inventada pelos judeus, dificilmente incluiriam esse episódio vergonhoso do incesto e a fraqueza de seus heróis; pelo contrário, ela mostra a realidade da fraqueza humana e as vitórias e fracassos de um povo muito sofrido e provado por Deus.
Por incrível que pareça, esses dias atrás assisti um documentário (acho que no NATGEO) de um arqueólogo que, duvidando dos atuais locais atribuídos por outros cientistas às cidades de Sodoma e Gomorra, encontrou duas ruínas de cidades cuja localização batia exatamente com a descrição bíblica. Após escavações no local, encontraram evidências de uma destruição em massa daquelas cidades.
O mais interessante em tudo isso é que os pesquisadores encontraram (se não me engano) amostras de rochas calcárias vitrificadas.
E o que isso tem a ver com o relato bíblico?
É que incêndios comuns ou mesmo lava de vulcões não produzem calor suficiente para vitrificar tal tipo de rocha.
Segundo documentário, até hoje só encontraram rochas semelhantes em dois únicos lugares do mundo: HIROSHIMA E NAGASAKI, após a explosão da bomba nuclear!
Por isso, não adianta querer ficar adivinhando o passado ou ficar fazendo especulações sobre ele baseando-se em nossas crenças e preconceitos; é preciso esperar e procurar por evidências históricas e científicas concretas e sérias!
Lembrando que o próprio Jesus Cristo cita SODOMA quando disse:
“…
Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que se dirigem aos colegas e dizem:
‘Tocamos flauta e não dançastes; cantamos uma música triste e não batestes no peito’.
Veio João, que não come nem bebe, e disseram: ‘Está com um demônio’.
Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo dos cobradores de impostos e dos pecadores’. Mas a sabedoria foi justificada pelas suas obras.
Então Jesus começou a falar contra as cidades onde havia realizado a maior parte dos seus milagres, porque elas não se tinham convertido.
Ele dizia: Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e Sidónia tivessem sido realizados os milagres que foram feitos no meio de vós, há muito tempo que elas teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza. Pois bem! Eu digo-vos: no dia do julgamento, Tiro e Sidónia terão uma sentença menos dura que vós.
E tu, Cafarnaum! Serás erguida até ao céu? Serás precipitada no inferno! Porque, se em SODOMA tivessem acontecido os milagres que em ti se realizaram, ela ainda hoje existiria! Eu te digo: no dia do julgamento, SODOMA terá uma sentença menos dura do que tu.
…” (Mateus 11, 16-24).
COMO INVENTARAM O CRISTIANISMO?
MITOLOGIAS
Toda fé religiosa do mundo se baseia em invencionices. Essa é a definição de fé – aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, que não podemos provar. Todas as religiões descrevem Deuses através de metáforas, alegorias e hipérboles, desde os primeiros egípcios até o catecismo moderno. Religiosos moderados já interpretam de forma simbólica que, que Jesus não nasceu do parto virginal de Maria, que Cristo não ressuscitou, não caminhou sobre as águas, não transformou água em vinho, nem que Jonas passou três dias na barriga de uma baleia…
Se os Evangelhos não são verdadeiros como fato, como história, não consigo ver como poderia ser verdadeiros de alguma maneira, ou de algum valor. Caso menosprezássemos um milagre, a coerência exige que rejeitemos todos eles. É um sentimento que muitos compartilham hoje. E é obvio demais!
O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como:
“QUEM ESCREVEU E, QUANDO?;
“COMO ELES SABIAM O QUE ESCREVER?”;
“SERÁ QUE ELES, NAQUELA ÉPOCA, realmente queriam dizer o que nós, em nossa época, entendemos que eles estão dizendo”?
“Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda que influenciava seus escritos?”
O que me parece interessante no livro de DAN BROWN é que ele levanta uma questão muito importante: se líderes da Igreja eliminaram tantas coisas da história do cristianismo primitivo, que outras informações nos teriam sido sonegadas? O que mais há para ser sabido? Os historiadores pensam que esse é um tema da maior relevância, porque a resposta pode significar muito.
A única diferença entre o Código da Vinci e os evangelhos é que os evangelhos são ficção antiga, enquanto o código da Vinci é ficção moderna.
Os Evangelhos que não entraram no cânone foram omitidos por aqueles eclesiásticos provavelmente porque incluíam histórias que eram ainda mais implausíveis que aquelas dos quatro canônicos. Como por exemplo o infantil Evangelho de Tomás que contém várias passagens sobre o menino Jesus abusando de seus poderes mágicos como uma fada travessa, transformando descaradamente seus coleguinhas em bodes, ou transformando a lama em pardais, ou dando uma mão ao pai na carpintaria, estendendo milagrosamente uma peça de madeira.
Alguém dirá que ninguém acredita mesmo em histórias de milagres brutos como as do Evangelho de Tomás. Mas NÃO HÁ NEM MAIS NEM MENOS MOTIVOS PARA ACREDITAR NOS QUATRO EVANGELHOS CANÔNICOS. TODOS TEM O STATUS DE LENDA, tão duvidosos em termos factuais quanto as histórias do rei Artur e seus Cavaleiros da Távola Redonda. E ainda tem gente que é convencida a acreditar em Deus pelas “evidências” das Escrituras.
“Um dos maiores protagonistas dessa operação de acobertamento foi um personagem .chamado EUSÉBIO que, no início do século IV, reuniu, com base em lendas, invenções e sua própria imaginação, a única história primitiva do cristianismo que existe até hoje…Todos que tinham uma perspectiva diferente…eram rotulados de hereges e eliminados. DESSA FORMA, falsidades compiladas no século IV chegaram até nós como se fossem fatos comprovados” . Ainda conforme, Timothy Freke e Peter Gandy e tantos outros: “Não há prova nenhuma de que Jesus histórico tenha algum dia existido”.
Conforme BART D. ERHMAN,
“Uma determinada forma de cristianismo…saiu vitoriosa dos conflitos dos séculos II e III. Qual era o ponto de vista cristão “correto”; estabeleceu quem podia exercer autoridade sobre a crença e a prática cristãs; e definiu quais formas de cristianismo seriam marginalizadas, excluídas, destruídas. Decidiu também que livros seriam canonizados como Escrituras e quais seriam excluídos como “heréticos”, portadores de falsas ideias…
Apenas vinte e sete entre os primeiros livros cristãos foram incluídos no cânone, copiados pelos escribas através dos tempos e finalmente traduzidos para o inglês para ocupar seus lugares nas estantes de praticamente todos os lares dos Estados Unidos. Outros acabaram rejeitados, desprezados, desacreditados, atacados, queimados, praticamente esquecidos – numa palavra perdidos.”
Desde o século XIX, teólogos acadêmicos vêm afirmando que os evangelhos não são relatos confiáveis sobre o que aconteceu na história o mundo real Todos eles foram escritos muito tempo depois da suposta morte de Jesus, e também das epístolas de Paulo, que não mencionam quase nenhum dos supostos fatos da vida de Jesus. Todos eles foram copiados e recopiados, ao longo de muitas “gerações de telefones sem fio”.
Por uma questão de concisão, eu mais uma vez devo me render igualmente a um outro grande escritor e pesquisador e citar o que, H. L. MENCKEN diz de forma irrefutável em seu Treatise on the Gods:
-“O fato simples é que o Novo Testamento, como o conhecemos, é uma acumulação atabalhoada de documentos mais ou menos divergentes, alguns deles provavelmente de origem respeitável, mas outros claramente apócrifos, e A MAIORIA DELES, tantos bons quanto os ruins, MOSTRAM SINAIS INEQUÍVOCOS DE TEREM SIDO ADULTERADOS”
Tanto Paine como Mencken, que por diferentes motivos se entregaram a um esforço honesto de ler os textos, foram confirmados por estudos bíblicos posteriores,
grande parte deles originalmente iniciada para mostrar que os textos ainda eram relevantes
Nascer de uma virgem e voltar ao mundo dos mortos, qualquer pessoa com instrução, sabe que é um mito. Há cento e cinquenta anos, as pessoas pensavam que Adão e Eva tinham sido personagens reais – e ainda há quem acredite nisso. Não são história, e isso provavelmente também vai ser percebido em algumas décadas em relação a Jesus.
Acrescento no que acredito, de que muitos cristãos, não sabem a história de sua fé.
No coração dos Mistérios havia mitos concernentes a um deus-homem morto e ressuscitado, conhecido por diferentes nomes: Osíris no Egito, Dioniso na Grécia, Átis na Ásia Menor, Adônis na Síria, Baco na Itália e Mitra na Pérsia. Todos esses deuses-homens eram em essência o mesmo ser mítico, a mesma anatomia mitológica. Quanto mais estudamos as várias versões do mito Osíris-Dioniso, mais se torna óbvio para nós que a história de Jesus contém todas as características desse relato imortal.
Muitos estudiosos alegam que a Igreja Católica Romana literalmente ROUBOU Jesus de seus seguidores originais, sufocando sua mensagem humana ao envolvê-la em um manto impenetrável de divindade e usando-a para expandir seu próprio poder.
Já no século V a. C., filósofos como Xenófanes e Empédocles ridicularizavam a interpretação literal das histórias dos deuses e deusas, as quais consideravam alegorias da experiência espiritual humana. Os mitos de Osíris-Dioniso não deviam, portanto, ser simplesmente entendidos como narrativas envolventes, mas como linguagem simbólica que contém codificados os ensinamentos místicos dos Mistérios internos. Por essa razão, embora seus detalhes tenham sido desenvolvidos e adaptados ao longo do tempo pelas diferentes culturas, o mito de Osíris-Dioniso permanecer essencialmente o mesmo.
Os vários mitos dos diferentes deuses-homens dos Mistérios compartilham o que o grande mitologista JOSEPH CAMPBELL chamou de “a mesma anatomia”.
Quanto mais estudamos as várias versões de Osíris-Dioniso, mais se torna óbvio para nós que a história de Jesus contém todas as características desse relato imortal. Acontecimento a acontecimento, descobrimos que podemos construir a suposta biografia de Jesus tambem com base em temas míticos anteriormente relacionados a Osíris-Dioniso;
Osíris-Dioniso é Deus tornado carne, o salvador e “Filho de Deus”.
Seu pai é Deus e sua mãe uma mortal virgem.
Ele nasceu numa gruta ou num humilde estábulo, em dezembro, diante de três pastores.
Ele oferece aos seus seguidores a chance de renascer por meio de ritos de batismo.
Ele transforma milagrosamente água em vinho numa cerimônia de casamento.
Ele entra triunfalmente na cidade montado num asno enquanto pessoas saúdam acenando com folhas de palmeira.
Ele morre na Páscoa em sacrifício pelos pecados do mundo.
Depois da morte, desce ao inferno, ressuscita no terceiro dia e ascende gloriosamente aos céus.
Depois da morte, desce ao inferno, ressuscita no terceiro e ascende gloriosamente aos céus.
Seus seguidores aguardam seu retorno como juiz dos Últimos Dias.
Sua morte e ressurreição são celebradas com uma refeição ritual de pão e vinho, que simbolizam o seu corpo e o seu sangue.
Temas populares da mitologia pagã foram enxertados na biografia de Jesus. Essa possibilidade é admitida até mesmo por alguns teólogos cristãos. Como se não bastasse, descobrimos que nem mesmo os ensinamentos de Jesus eram originais (editaram materiais anteriores), mas haviam sido antecipados pelos sábios pagãos!
ALGUNS ESTUDIOSOS SUGERIRAM QUE SERIA POSSÍVEL CONSTRUIR UM EVANGELHO INTEIRO A PARTIR DAS ESCRITURAS JUDAICAS, SEM CITAR UMA SÓ PALAVRA DITA OU ATRIBUÍDA A JESUS.
E, mais. Os escritores cristãos, liam as Escrituras hebraicas em grego e sempre que encontravam uma menção a um christós – fosse ele um rei, um profeta ou um sacerdote -, interpretavam-na imediatamente como uma referência codificada a Jesus. Sentiam-se atraídos também pela figura misteriosa do servo no Segundo ISAÍAS, cujo sofrimento havia redimido o mundo. O servo não havia sido uma figura messiânica, mas ao compará-lo constantemente com Jesus christós, usando a mesma técnica de fusão, eles estabeleceram pela primeira vez a idéia de um messias sofredor. Assim, três figuras separadas – servo, messias e Jesus – tornaram-se inseparáveis na imaginação cristã.
A exegese pesher (decifração) dos cristãos foi tão meticulosa que não há praticamente versículo algum no Novo Testamento que não se refira às Escrituras mais antigas. Os quatro evangelistas parecem ter usado a Septuaginta (3 a. C), tradução da bíblia hebraica Tanach (século 5 a.C.) como outra fonte para a biografia de Jesus.
Um exemplo.
Os carrascos de Jesus realmente lhe deram vinagre para beber e sortearam suas vestes, ou esse incidente foi sugerido por certos versículos dos Salmos?
Outro exemplo:
Teria Mateus contado a historia do parto virginal de Maria simplesmente porque ISAÍAS profetizara que uma “virgem” conceberia e daria à luz um filho chamado Immanu-El (a Septuaginta traduziu a palavra hebraica “almah”, “moça”, por “parthenos”, virgem)?
Se Jonas não passou três dias na barriga da baleia, teria Jesus realmente se levantado do túmulo?
Se Jesus podia curar um cego, por que não a cegueira?
Os milagres bíblicos são simplesmente tropos literários e não devem ser compreendidos literalmente, e , em sua maior parte, os eventos descritos na Bíblia.
Moisés não escreveu o Pentateuco e não poderia ter descrito a sua própria morte;
nem Davi escreveu os Salmos;
Isaías de Jerusalém não poderia ter composto a segunda metade do livro atribuído a ele, porque se referia a eventos que ocorreram muito depois de sua morte.
NÃO TEMOS OS ORIGINAIS de nenhum dos livros do Novo Testamento que foi forjado e ainda cheio de erros, discordâncias, discrepâncias e contradições.
O que acontece a uma crença que é radicalmente desmentida pelos acontecimentos da história? Deus tem a última palavra?
Mas não há Deus Pai ou Deus Filho lá em cima, logo acima do céu, esperando para “descer” aqui ou para levar nos levar lá para cima. Que não há um Deus que queira tostar crianças inocentes e outros no “inferno” porque, por acaso, eles não aceitam um determinado credo religioso.
Religião e igrejas são fabricadas, e que esse fato evidente é óbvio demais para ser ignorado. Ética e moralidade independem de fé, e não podem derivar dela. E, entrando no campo psicológico, parece mais possível que as pessoas consigam melhorar acreditando em algo em vez de acreditando em nada, por mais inverídico que seja esse algo. Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas.
Penso que todos, que são crentes, agnósticos, devem estar dispostos a mudar as idéias se chegarem à conclusão de que elas, afinal, estão erradas. Todas as posturas de submissão e rendição devem ser parte de nossa pré-história.
Desejo sinceramente que essas fontes sejam úteis aos interessados em tirar suas próprias conclusões e formular suas próprias idéias a respeito do tema quanto o foram para mim. Vida, inteligência e questionamento começam exatamente no ponto em que a fé termina
È isso, que eu lhe ofereço, a liberdade abstrair, pesquisar, e de pensar por si mesmo para ser mais livre!
Oiced Mocam, colaborou!
Leia mais em:
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/jesus-o-incomodo-silencio-da-historia.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-75-jesusesqual-deles.html
http://www.umanovaera.com/Fraudes_Religiosas/Cristo_Nunca_Existiu.htm
Oiced,
“Toda fé religiosa do mundo se baseia em invencionices.”
Meu caro. Toda fé e crença não religiosa também se baseia em invencionices. Tudo que você transcreve se baseando em outros invencionadores, também não passam de invencionices. Aproveita-se talvez com muito esforço, 1% das suas escritas. Você está obcecado com uma idéia fixa de Salvador do Mundo, ou seja, igualzinho aos que você critica. A maior parte dos suas invencionices, são confusas e contraditórias. Você precisa urgente de um tratamento psiquiátrico.
Você pode ter lido a Bíblia e muitos livros, mas você nunca teve experiência com Deus. As suas teorias e de todos os MARXISTAS e DARWINISTAS já caíram por terra no auge do comunismo idiota implantado na antiga URSS. Essa revolta contra o cristianismo surgiu com muita força no século XIX devido ao mal testemunho de vários falsos cristãos da época (não que hoje não exista muitos falsos cristãos), mas o verdadeiro cristão segue os ensinamentos de JESUS CRISTO, e jamais ensinamentos de homens. Nós, cristãos seguimos os ensinamentos de Deus, o CRIADOR, vocês seguem os ensinamentos de homens arrogantes.NÓS RECEBEMOS UMA LAVAGEM CEREBRAL PELO O ESPÍRITO SANTO DE DEUS, E VOCÊS RECEBERAM UMA LAVAGEM CEREBRAL POR ESSES IDIOTAS: POBRES DE TUDO. Qual a diferença de ter uma lavagem cerebral por Deus ou pelos os ideais utópicos de HOMENS arrogantes? É simples; Deus se responsabiliza pelos seus ensinamentos e o homem está sempre ou quase sempre equivocado. Por acaso, você nunca leu na Bíblia que todos os mistérios da ciência estão ocultos em Deus? E que Deus só revela para os seus servos? Você que já estudou tanto nunca chegou ao conhecimento de que os maiores cientistas do mundo (estou falando dos maiores, aqueles que fizeram as maiores descobertas científicas) que todos eles eram tementes ao DEUS CRIADOR? As suas ideologias são somente ressacas de um mundo utópico de político parasita. Pois em todas as nações que foram implantadas essas babaquices o povo gemeu e geme; como é o caso de CUBA E DA COREIA DO NORTE. É ISSO QUE VOCÊ CHAMA DE PADRÃO DE VIDA? Então vá morar lá que você vai ver o que é bom pra tosse. QUER SABER? O MEU COMENTÁRIO NÃO VAI SER POSTADO PORQUE EU ESTOU CONTRA AS IDEOLOGIAS IDIOTAS; SEM APREÇO PELO O SER HUMANO. E PESSOAS QUE PENSAM COMO VOCÊ EXCLUI QUALQUER OUTRA QUE NÃO PENSA COMO VOCÊ. JESUS NUNCA EXCLUIU NINGUÉM, MAS NOS ENSINOU O VERDADEIRO MANDAMENTO.SE EU SENTAR COM VOCÊ EM UMA MESA DE DEBATE, VOCÊ VAI APANHAR TANTO QUE VAI FICAR ZONZO.
“Toda fé e crença não religiosa também se baseia em invencionices.”
É por isso que átomos e cálculos sobre a precisão de eclipses são invencionices!!! E o conjunto de tolices do Bovidino cada vez aumenta mais …
Vai usar algum ad hoc para sustentar a tolice mencionada ?
Suas baboseiras non sense não merecem resposta.
Mas o que foi mostrado como baboseira non sense foi sua postagem, Bovidino. Veja temos respostas por um meio, por uma construção humana que se mostram objetivas – essa construção é a ciência. Ela difere radicalmente das crenças religiosas e metafísicas (sejam elas sobre deuses ou espíritos) na forma como é montada: baseada em hipóteses que sejam falseáveis, e que precisam ser testadas. Assim ela consegue respostas diferentes de “invencionices”( e pelo que sei, nas suas crenças pessoais, há uma série de “invencionices”, as quais vc não consegue admitir que sejam …).
Devemos lembrar que quem acabou com os deuses mitológicos foi o próprio cristianismo; tanto que os primeiros cristãos eram considerados ateus pelos romanos porque não acreditavam em seus deuses.
E onde estão agora os deuses egípcios, gregos e romanos?
Quantos hoje são seus seguidores?
Além disso, não podemos esquecer das profecias bíblicas sobre Cristo.
No artigo da Wikipedia sobre ‘CRISTO’ mostra dezenas de passagens do Antigo Testamento (escritas séculos antes do nascimento de Cristo) que se cumpriram na pessoa de Cristo, inclusive: que ele nasceria de uma virgem, falaria em parábolas, faria milagres, seria rejeitado e traído por trinta moedas de prata, seria acusado injustamente, seria rejeitado e ferido por nossas iniquidades, seria cuspido e esbofeteado, teria os pés e mãos transpassados, oraria pelos inimigos,lançariam sorte para repartir suas vestes, o fariam beber vinagre, não teria os ossos quebrados, um rico o sepultaria, ressuscitaria no terceiro dia, etc., etc., etc.
Alguns céticos argumentam que Jesus poderia ser um charlatão que aproveitou-se de algumas dessas profecias do Antigo Testamento. Porém, poderia ele ter forjado a profecia de sua própria crucificação, um instrumento de pena de morte usado pelos Romanos?
“E Iahweh respondeu-lhe: Faze uma serpente abrasadora e coloca-a em uma haste. Todo aquele que for mordido e a contemplar viverá.” (Números 21,8)
“Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem.” (João 3,14)
“Porquanto cães me cercaram; a assembléia de malfeitores me rodeou; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles estão-me encarando e mirando. Repartem entre si os meus vestidos, e deitam sortes sobre a minha vestidura.” (Salmos 22,16-18)
“Então o crucificaram. E repartiram as suas vestes, lançando sorte sobre elas, para saber com o que cada um ficaria.” (Marcos 15,24)
“Ele, então, lhes disse: “Insensatos e lentos de coração para crer tudo o que os profetas anunciaram! Não era preciso que o Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória? E, começando por Moisés e por todos os Profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras o que a ele dizia respeito.” (Lucas 24,25-27)
Quanto aos evangelhos apócrifos, na sua grande maioria, são textos gnósticos (que acreditavam que existia o deus do bem e o deus do mal, e que o deus do mal é que criou a matéria e a carne e que nosso espírito deveria se libertar dela, etc.) escritos bem depois e baseados nos evangelhos canônicos e que também contem muita fantasia. Nem por isso, a Igreja, embora não os considere como inspirados por Deus, despreza sua importância histórica; ela até mesmo retira alguns dados de tais evangelhos, como os nomes dos avós de Jesus “São Joaquim” e “Santa Ana” (que não tem na Bíblia).
Veja um pouco sobre o que o catolicismo pensa sobre os livros apócrifos:
http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=90&scat=155&id=4820
e
http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=90&scat=155&id=448
Sinceramente, eu não entendo como você, que parece ser uma pessoa tão culta, ainda leva a sério o “Código Da Vinci” e Dan Brown. Se você ainda não leu, leia esse esclarecimento da CNBB sobre CDV:
http://www.cnbb.org.br/documento_geral/CodigoDaVinciPresbiteros.doc
Se Jesus não existiu ou não fez milagres quando veio ao mundo e nem ressuscitou, com certeza, também não faz milagres agora; e, portanto, todos (repito: todos) os milagres da Igreja têm de ser falsos! Por isso, insisto tanto no estudo dos grandes milagres da Igreja (como Lanciano, Guadalupe, Santo Sudário, Sangue de São Genaro, Santa Casa de Loreto, Coxo de Calanda, corpos e órgãos incorruptos de santos e tantos outros).
Mesmo porque, segundo alardeia o Pe. Quevedo e outros estudiosos do assunto, milagres autênticos (que passam pelo crivo da própria ciência) só ocorrem na Igreja Católica e em nenhuma outra religião do mundo. Isso é um fato espantoso que ocorre no mundo e que não deveria ser ignorado por ninguém. Pois, tais milagres, são a maior prova objetiva da existência de Deus, da autenticidade da Igreja e da veracidade de suas doutrinas.
E, convenhamos, que é muito mais fácil estudar os milagres permanentes (que existem de fato e podem ser investigados pela ciência) do que tentar adivinhar se Jesus existiu ou não, se fez milagres ou não, ou o que ocorreu de fato há mais de dois mil anos atrás!
Pois, se Jesus faz milagres agora, por quê não teria feito quando veio ao mundo? Se ele é capaz de fazer um milagre tão espantoso como o de Guadalupe, por quê não seria capaz de andar sobre as águas ou mesmo de ressuscitar?
Caro Oiced, respeito seu ponto de vista.
Mas, gostaria de ter sua opinião aos capítulos que mencionei…
Também gostaria de lhe dizer que, seu conceito de “Não existir um Arquiteto” é muito vazio e sem fundamento científico.
Sua negação, como deve saber, não tem nenhum respaldo científico.
…Por não provar sua existência, não afasta a lógica e à existência de Um.
Tudo teve princípio e teve sua razão… E posso lhe garantir que não conhecemos 0,01% na sua forma absoluta.
Sendo assim, se não posso provar por métodos, menos ainda poderá negar por esses mesmos métodos.
E,Poderia dá-lhe mil motivos para isso.
Saiba também que minha primícia não está enraizada a pontos religiosos, mesmo porque não preciso desse apego para apresentar o conceito de Um.
Todavia, gostaria de ter uma resposta às minhas perguntas referidas, já que me parece um narrador quase traumático.
Aguardo retorno ou encerro por aqui mesmo!
Grato.
O MAIOR ACOBERTAMENTO da HISTÓRIA – CRESTUS
Como inventaram o Cristianismo?
Acrescento no que acredito, de que muitos cristãos, não sabem a história de sua fé.
Cerca de 100 anos antes de Cristo os essênios já praticavam muitos rituais do cristianismo como a eucaristia e já falavam em um salvador que chamavam de CRESTUS. Como pode?
Antes mesmo de Jesus nascer os essênios já praticavam inúmeros rituais do cristianismo?
Isso deu margem à errônea interpretação de que Jesus era um essênio e que aprendeu muitos rituais e liturgias deste povo. Os essênios valorizavam a humildade e a vida acética, a caridade e falavam por parábolas – coisa que os budistas também já faziam antes mesmo dos essênios. Praticavam a cerimônia do pão e do vinho como se fossem o sangue e o corpo de CrEstus. Isso tudo muito antes do suposto Jesus Cristo ter nascido.
Os romanos simplesmente assimilaram esta crença, assim como tinham feito com a religião grega e depois com o mitraismo, modificando-a para seus próprios interesses. Crestus era um mito para os essênios. Talvez eles mesmos não acreditassem na sua existência de fato. Os romanos tomaram esse mito e depois lhe deram vida própria. Destruíram tudo e todos que pudessem se contrapor a esta “verdade”. No ano 70 da era cristã os romanos invadiram Jerusalém e destruíram todos os documentos dos essênios para que não fossem comparados o Cristo da igreja romana com o Crestus dos essênios e não questionassem o dogma de Jesus.
Jesus só passou a ser visto com “Filho de Deus” no Concílio de Nicéia, depois que esse título foi proposto e aprovado por votação. E um resultado apertado, por sinal. Em Nicéia, não era a verdade , ou a veracidade, das visões religiosas ou morais que estavam em xeque. A aceitação ou rejeição das concepções dizia respeito unicamente à política e ao poder.
No coração dos Mistérios havia mitos concernentes a um deus-homem morto e ressuscitado, conhecido por diferentes nomes: Osíris no Egito, Dioniso na Grécia, Átis na Ásia Menor, Adônis na Síria, Baco na Itália e Mitra na Pérsia. Todos esses deuses-homens eram em essência o mesmo ser mítico, a mesma anatomia mitológica. Quanto mais estudamos as várias versões do mito Osíris-Dioniso, mais se torna óbvio para nós que a história de Jesus contém todas as características desse relato imortal.
Porém, declarar que Jesus tinha origem divina era fundamental para a posterior unificação do Império Romano e para lançar as bases do novo poderio do Vaticano. Confirmando oficialmente Jesus como filho de Deus. Constantino transformou Jesus em uma divindade que existia além do alcance do mundo humano, uma entidade cujo poder seria incontestável. Isso não só evitava mais contestações pagãs à cristandade, como os seguidores de Cristo só poderiam se redimir através do canal sagrado estabelecido – a Igreja Católica Romana.
Tudo não passou de uma disputa de poder. Cristo, como o Messias, era fundamental para o funcionamento da IGREJA e do ESTADO. Muitos estudiosos alegam que a Igreja Católica Romana literalmente ROUBOU Jesus de seus seguidores originais, sufocando sua mensagem humana ao envolvê-la em um manto impenetrável de divindade e usando-a para expandir seu próprio poder.
CONSTANTINO tirou vantagem da substancial influência e importância de Cristo. E, ao fazer isso, moldou a face da cristandade como a conhecemos hoje em dia. Constantino promoveu Jesus a divindade quatro séculos depois de sua possível morte, “existiam” milhares de documentos contendo crônicas da vida Dele como homem mortal.
Para reescrever os livros de história, Constantino sabia que ia precisar tomar uma iniciativa ousada. Recrutou e financiou uma equipe para manipular os textos existentes. Surgia naquele momento o fato crucial para a história cristã.. Constantino mandou fazer uma Bíblia novinha em folha, que omitia os evangelhos que falavam do aspecto humano de Cristo e enfatizava aqueles que o tratavam como divino. Os evangelhos anteriores foram considerados heréticos, reunidos e queimados. Qualquer pessoa que escolhesse os evangelhos proibidos, em vez da versão de Constantino eram considerados hereges. Aqueles que “escolheram” a história original de Cristo foram os primeiros hereges do mundo.
Felizmente, para os historiadores, alguns evangelhos que Constantino tentou erradicar conseguiram se preservar. Os manuscritos do Mar Morto foram encontrados em 1947, escondidos em uma caverna perto de Qumram, no deserto da Judéia. Conforme, John Collins, entre os judeus da comunidade dos Manuscritos do Mar Morto havia a expectativa de que haveria dois Messias, um deles sacerdote e o outro possivelmente um rei como Davi. E, naturalmente, haviam sido encontrados os manuscritos coptas, em 1945, em Nag Hammadi. Além de contarem a verdadeira história, esses documentos falam do ministério de Cristo em termos muito humanos. Os gnósticos de Nag Hammadi pareciam ter menos necessidade de padres e igrejas. Dão a impressão de que se sentiam inteiramente à vontade interpretando seus Evangelhos e livros sem intermediação de ninguém – idéia que para o cristianismo institucionalizado, era com certeza bastante ameaçadora.
Naturalmente, o Vaticano, mantendo a sua tradição de enganar os fiéis, tentou com todas as forças evitar que esses manuscritos fossem divulgados.. E por quê? Acontece que os manuscritos apontam certas discrepâncias e invencionice históricas, confirmando claramente que a bíblia moderna foi compilada e revisada por homens com um objetivo político, promover a divindade do homem Jesus Cristo e usar sua influência para solidificar a própria base de poder desses mesmos homens.
É importante lembrar que o desejo da Igreja moderna de suprimir esses documentos vem de uma “crença” sincera em sua visão estabelecida do Cristo. O Vaticano é composto de homens profundamente “piedosos” que de fato acreditam que esses documentos controvertidos só podem construir um falso testemunho. O clero de hoje acredita que esses documentos que contradizem a divindade de Cristo são um falso testemunho. É compreensível. A Bíblia de Constantino (agora na sua última versão Green Bible e Bíblia para Surfistas), vem sendo considerada verdadeira depois que Roma assumiu o monopólio da fé há milênios. Não há ninguém mais doutrinado do que o próprio doutrinador. È claro, que os Evangelhos gnósticos não são a Bíblia. Na verdade existem indícios de que a Bíblia foi padronizada e canonizada justamente para excluir esses livros, que os líderes da Igreja consideravam heréticos por muitas razões. Teodósio II (401-50) fez do cristianismo a fé oficial do Império
Acontecimento a acontecimento, descobrimos que podemos construir a suposta biografia de Jesus com base em temas míticos anteriormente relatados a Osíris-Dioniso. Temas populares da mitologia pagã foram enxertados na biografia de Jesus. Essa possibilidade é admitida até mesmo por alguns teólogos cristãos. Como se não bastasse, descobrimos que nem mesmo os ensinamentos de Jesus eram originais (editaram materiais anteriores), mas haviam sido antecipados pelos sábios pagãos!
Os escritores cristãos, liam as Escrituras hebraicas em grego e sempre que encontravam uma menção a um christós – fosse ele um rei, um profeta ou um sacerdote -, interpretavam-na imediatamente como uma referência codificada a Jesus. Sentiam-se atraídos também pela figura misteriosa do servo no Segundo ISAÍAS, cujo sofrimento havia redimido o mundo. O servo não havia sido uma figura messiânica, mas ao compará-lo constantemente com Jesus christós, usando a mesma técnica de fusão, eles estabeleceram pela primeira vez a idéia de um messias sofredor. Assim, três figuras separadas – servo, messias e Jesus – tornaram-se inseparáveis na imaginação cristã.
A exegese pesher (decifração) dos cristãos foi tão meticulosa que não há praticamente versículo algum no Novo Testamento que não se refira às Escrituras mais antigas. Os quatro evangelistas parecem ter usado a Septuaginta (3 a. C), tradução da bíblia hebraica Tanach (século 5 a.C.) como outra fonte para a biografia de Jesus.
Um exemplo.
Os carrascos de Jesus realmente lhe deram vinagre para beber e sortearam suas vestes, ou esse incidente foi sugerido por certos versículos dos Salmos?
Outro exemplo:
Teria Mateus contado a historia do parto virginal de Maria simplesmente porque ISAÍAS profetizara que uma “virgem” conceberia e daria à luz um filho chamado Immanu-El (a Septuaginta traduziu a palavra hebraica “almah”, “moça”, por “parthenos”, virgem)?
ALGUNS ESTUDIOSOS SUGERIRAM QUE SERIA POSSÍVEL CONSTRUIR UM EVANGELHO INTEIRO A PARTIR DAS ESCRITURAS JUDAICAS, SEM CITAR UMA SÓ PALAVRA DITA OU ATRIBUÍDA A JESUS.
Toda fé do mundo se baseia em invencionices. Essa é a definição de fé – aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, que não podemos provar. Todas as religiões descrevem Deuses através de metáforas, alegorias e hipérboles, desde os primeiros egípcios até o catecismo moderno. Religiosos moderados já interpretam de forma simbólica que, Buda não nasceu de uma flor de lótus, que Jesus não nasceu do parto virginal de Maria, que Cristo não ressuscitou, não caminhou sobre as águas, não transformou água em vinho, Jonas passou três dias na barrida de baleia…
Se os Evangelhos não são verdadeiros como fato, como história, não consigo ver como poderia ser verdadeiros de alguma maneira, ou de algum valor. Caso menosprezássemos um milagre, a coerência exige que rejeitemos todos eles. É um sentimento que muitos compartilham hoje.
Se Jonas não passou três dias na barriga da baleia, teria Jesus realmente se levantado do túmulo?
Se Jesus podia curar um cego, por que não a cegueira?
Os milagres bíblicos são simplesmente tropos literários e não devem ser compreendidos literalmente, e , em sua maior parte, os eventos descritos na Bíblia.
Moisés não escreveu o Pentateuco e não poderia ter descrito a sua própria morte;
nem Davi escreveu os Salmos;
ISAÍAS de Jerusalém não poderia ter composto a segunda metade do livro atribuído a ele, porque se referia a eventos que ocorreram muito depois de sua morte.
Não temos os originais de nenhum dos livros do Novo Testamento que foi forjado e ainda cheio de erros, discordâncias, discrepâncias e contradições.
O que acontece a uma crença que é radicalmente desmentida pelos acontecimentos da história? Deus tem a última palavra?
Mas não há Deus Pai ou Deus Filho lá em cima, logo acima do céu, esperando para “descer” aqui ou para levar nos levar lá para cima. Que não há um Deus que queira tostar crianças inocentes e outros no “inferno” porque, por acaso, eles não aceitam um determinado credo religioso. Religião e igrejas são fabricadas, e que esse fato evidente é óbvio demais para ser ignorado. Ética e moralidade independem de fé, e não podem derivar dela. E, entrando no campo psicológico, parece mais possível que as pessoas consigam melhorar acreditando em algo em vez de acreditando em nada, por mais inverídico que seja esse algo. Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas.
O que estou querendo dizer: é quase tudo mentira o que nossos pais nos ensinaram (por causa de uma reunião de bispos) sobre Jesus Cristo. É que adoramos os deuses dos nossos pais!.Que os textos canônicos que temos (hoje) vêm dos “vencedores”, mesmo não sendo os originais do cristianismo.
Quando perdi minha fé, não apenas na Bíblia como palavra inspirada por Deus, mas em Cristo como forma de salvação, e depois na visão de que o próprio Cristo era divino e, além disso, me tornei agnóstico; na visão de que há um Deus todo-poderoso criador encarregado deste mundo, me tornei ateu. Eu já não acredito em um Deus que se envolve ativamente com os problemas deste mundo.
Penso que todos, que são crentes, agnósticos, devem estar dispostos a mudar as idéias se chegarem à conclusão de que elas, afinal, estão erradas. Todas as posturas de submissão e rendição devem ser parte de nossa pré-história. Vida, inteligência e questionamento começam exatamente no ponto em que a fé termina È isso, que eu lhe ofereço, a liberdade abstrair, pesquisar, e de pensar por si mesmo para ser mais livre!
Leia mais em:
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/jesus-o-incomodo-silencio-da-historia.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-75-jesusesqual-deles.html
http://www.umanovaera.com/Fraudes_Religiosas/Cristo_Nunca_Existiu.htm
Antes de JAVÉ Como Forjaram o Deus Cristão:
https://mail.google.com/mail/?shva=1#inbox/12c0c75c99b1985e
Deus bíblico pode ser fusão de vários deuses pagãos, dizem especialistas
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL652419-9982,00-DEUS+BIBLICO+PODE+SER+FUSAO+DE+VARIOS+DEUSES+PAGAOS+DIZEM+ESPECIALISTAS.html
Com um pouquinho de esperança, a todos aqueles que não conheço e que vivem em mundos nos quais a superstição ainda dominam,
Oiced Mocam
Livre Pensador.
Pelo jeito, “Zeitgeist” e “O Código Da Vinci” (CDV) fizeram ‘escola’ mesmo!
Uma hora JESUS é Horus, outra é Tamuz, outra é Mitra, outra hora é Buda, outra é Baco, depois é Krishna, depois ainda é Esculápio, agora é CRESTUS?
Será que os ativistas ateus não percebem que esse argumento se contradiz a si mesmo? Deveriam, pelo menos, decidir de qual personagem histórico ou mitológico JESUS foi copiado e não fazer uma verdadeira salada deles.
“O OUTRO LADO DA MOEDA”:
…
5- OS LIVROS APÓCRIFOS
No CDV há algumas referências sobre os livros apócrifos. Os livros apócrifos são aqueles que não estão contidos na Bíblia, mas contam a história do povo de Deus (já os livros canônicos são aqueles que foram inseridos na Bíblia). Alguns dos apócrifos são fantasiosos, outros até podem ser verdadeiros, mas fogem demais da idéia central da Bíblia: a mensagem de Jesus Cristo. Por isso a Igreja não os colocou na Bíblia. Em CDV, no entanto, Brown afirma que a Igreja ignorou totalmente esses livros porque eles seriam a prova de que Jesus não era divino, foi casado com Maria Madalena e não quis fundar nenhuma religião.
Mais uma vez, o autor do CDV foge à realidade.
Primeiro porque a Igreja Católica não ignora totalmente os apócrifos. Alguns deles, embora não considerados como divinamente inspirados, são a fonte de várias crenças da Igreja, tais como: a descida de Jesus aos infernos ou à mansão dos mortos (nos Evangelhos sobre a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo), a virgindade perpétua de Maria (nos Evangelhos sobre a Natividade e a Infância de Jesus), a Assunção corporal de Maria (nos Evangelhos sobre a Dormição)… Além disto, os apócrifos transmitem os nomes dos genitores de Maria – Joaquim e Ana – venerados como Santos aos 26 de julho; a Apresentação de Maria no Templo aos três anos de idade, celebrada na Liturgia aos 21 de novembro; o nascimento de Jesus numa gruta com a presença do boi e do burro; os nomes dos três magos, tidos como reis – Gaspar, Belquior e Baltasar; os nomes dos dois ladrões crucificados com Jesus, a saber: Dimas e Gesta; o nome do soldado ou centurião que abriu o lado de Jesus: Longino (o que vem do grego logchos, lança); a história de Verônica, que enxugou o rosto de Jesus…
A arte cristã valeu-se muito dos apócrifos. Sejam recordados os ícones bizantinos, a Divina Comédia de Dante Alighieri, o Paraíso Perdido de Miíton, a Messíade de Klopstock.
É de lembrar ainda que até o fim do século IV houve cristãos que atribuíram a alguns apócrifos (a Didaqué, as epístolas do pseudo-Barnabé, o Pastor de Hermas…) o valor de palavra inspirada. As dúvidas cessaram em 393, quando o Concílio regional de Hipona definiu o catálogo (cânon) sagrado como ele é hoje na Igreja Católica, com seus 73 livros; a mesma definição foi repetida pelos Concílios de Cartago III (397), Cartago IV (419), Trulos (692), pelo Concílio geral de Florença (1442), pelo de Trento (1546) e pelo do Vaticano I (1870).
Mas há ainda apócrifos que desmerecem qualquer credibilidade. Um exemplo seria o Evangelho de Barnabé. Estudos provam sua falta de autenticidade, revelando características medievais neste livro, com diversos trechos idênticos aos escritos de Dante, mostrando que provavelmente esse apócrifo foi escrito na Idade Média e se baseou em Dante (são inúmeras as coincidências entre os 2 autores).
Outra prova da não contemporaneidade desse apócrifo e Jesus é a afirmação que o autor faz de que o jubileu judaico era comemorado a cada 100 anos. Na verdade sabe-se que tal jubileu era comemorado a cada 50 anos. Ora, Barnabé, sendo judeu, deveria saber disso! Logo, não foi Barnabé quem escreveu esse livro.
Há ainda no apócrifo de Barnabé inúmeros erros geográficos e históricos em relação a palestina. Tal livro fala de Jesus chegando a Nazaré e Jerusalém de barco! Não há oceano, nem lagos navegáveis nestas cidades! Será que Barnabé, que viveu na palestina, iria se esquecer disso? O autor desse apócrifo também fala que de Nazaré, Jesus subiu a Cafarnaum, quando na verdade sabemos que o caminho de Nazaré a Cafarnaum é uma descida! E foi em Cafarnaum que Jesus chegou de barco. Será que Barnabé, sendo palestino, não saberia em quais destes lugares haveria mar? Mesmo que ele não tenha ido com Jesus a estes lugares, todos naquela região sabiam que não há mar em Jerusalém! O autor do livro de Barnabé (que acabamos de ver não pode ter sido Barnabé, nem ninguém que viveu na palestina) também registra erros históricos: erra sobre a história de Daniel; afirma que houve uma grande revolta em toda a Judéia por causa de Jesus (o que ninguém mais registrou. Nenhum outro historiador da época registraria uma revolta tão grande?); afirmou que o chefe dos sacerdotes judeu reverenciou Jesus, quando sabemos que tal chefe era um dos inimigos de Jesus, etc.
Este é apenas um dos exemplos que mostram como nem todo apócrifo é autêntico. Há ainda apócrifos que falam que Jesus, quando criança, incinerava seus coleguinhas quando estes esbarravam nele. Outros, como o apócrifo de Tomé, afirmam que Jesus teria dito que transformaria Maria Madalena em um homem, para que ela pudesse fazer parte da Igreja: “Simão Pedro disse a eles: Que Maria se afaste de nós, pois as mulheres não merecem viver.
Jesus disse: Ó conduzi-la-ei, para eu possa torná-la homem, para que ela possa também tornar-se espírito vivente, à semelhança de vós, homens. Pois toda mulher que se fizer homem entrará no reino do céu”. (Apócrifo de Tomé)
Será que estes apócrifos merecem estar na Bíblia?
O autor de CDV menciona em especial, dois apócrifos: O evangelho de Felipe e o evangelho de Maria Madalena. Primeiro erro: Brown afirma que estes escritos foram descobertos em Nag Hammadi, próximo ao Mar Morto na década de 50. Esperava-se que pelo menos nas datas Dan Brown fosse capaz de acertar. Mas não. O nosso grande pesquisador errou na data! Esses evangelhos apócrifos foram descobertos na década de 40 e não na década de 50.
Outro fato interessante que prova como Brown manipula os dados: ele cita os 2 já mencionados evangelhos apócrifos, mas não cita que um outro evangelho apócrifo, o de Tomé, que também foi encontrado em Nag Hammadi na mesma época. Porquê? Como já vimos é neste evangelho que Jesus teria dito que “toda mulher que se fizer homem entrará no reino do céu.” Obviamente, se Brown mencionasse este escrito, toda a sua teoria de que Jesus quis elevar Maria Madalena como deusa feminina cairia por terra. A saída de Brown para apagar esta contradição entre os apócrifos foi simplesmente esquecer o apócrifo de Tomé.
Mas no livro CDV há referências de que todos os apócrifos podem ser verdadeiros. Mas como, se entre eles há muitas contradições?
Dan Brown fala do apócrifo de Felipe como sendo referência para o “casamento” de Jesus e Maria Madalena. Cita trechos do apócrifo de Maria Madalena que provavelmente também é falso, mas este não fala que Jesus e Maria Madalena eram “casados”, apenas relata que Madalena conhecia segredos de Jesus. Se os apócrifos que Dan Brown cita são verdadeiros, como num deles pode haver referência sobre o “casamento” de Jesus e em outro (escrito pela suposta “esposa” de Jesus) não haver alusão clara a isso? Será que Maria Madalena não citaria em seus escritos (se é que ela sabia escrever) que ela era casada com Jesus, se assim o fosse? Bom, isso só mostra que esses apócrifos são muito contraditórios, portanto nem todos podem ser verdadeiros.
Dan Brown vai ainda mais longe. Ele afirma que no apócrifo de Felipe está escrito que Jesus provocava ciúmes nos apóstolos, pois beijava Maria Madalena constantemente na boca. Pura invenção! O apócrifo de Felipe foi danificado pela ação do tempo, faltando fragmentos neste pergaminho. Desta forma não aparece a palavra boca nesta citação. A única coisa que podemos ler neste trecho deste apócrifo é (as partes entre colchetes são ilegíveis no original): “E a companheira de [...] Maria Madalena [amou] a ela mais que a [todos] os discípulos e [costumava] beija-la [sempre] na [...]“. A partir deste texto Dan Brown, e outras pessoas inventam o resto e escrevem: “E a companheira de [Jesus foi] Maria Madalena. [Ele amou] a ela mais que a [todos] os discípulos e [costumava] beija-la [sempre] na [boca]“. Onde Brown afirma estar escrito boca, poderia muito bem estar escrito face, testa, mão. Mas claro, se Brown não usasse a palavra boca, ele não criaria polêmica.
Se não bastasse essa mentira, Dan Brown comete o erro de afirmar no CDV, ainda sobre este trecho do apócrifo de Felipe: “Como qualquer estudioso do aramaico poderá lhe explicar, a palavra companheira naquela época literalmente significava esposa” (p.233) Estudioso em aramaico? Mas o evangelho de Felipe foi escrito em copta (egípcio) e não aramaico. Que tipo de estudioso é Dan Brown? Sem contar que a palavra referida Koinonos, que é uma palavra grega e não aramaica, significa amizade; comunidade; companheirismo. Se a intenção fosse afirmar um casamento a palavra mais usada seria Gyné, que significa esposa.
O apócrifo de Felipe também é um livro duvidoso. Este escrito afirma que Jesus mudava de aparência para se apresentar a certas pessoas; diz que não se deve rezar no inverno, porque o inverno é o mundo, e o verão é o outro mundo e pior; afirma que só as mulheres virgens entrarão no paraíso (o que impede a reprodução humana!). É este livro que Dan Brown queria que a Igreja colocasse na Bíblia como palavra inspirada por Deus? Sobre ele, Philip Jenkins, professor de História e Estudos Religiosos da Penn State University, afirma em seu livro, Hidden Gospels (Evangelhos Secretos): “O Evangelho de Felipe não data de jeito nenhum do século I, os estudiosos o datam do século III, cerca de 200 anos após Jesus ter vivido, e, portanto, não é produto do discípulo Felipe do livro de Atos, a menos que ele tenha vivido pelo menos 310 anos! Isto seria tão distante do nosso tempo como a Revolução Americana, e certamente este é um Evangelho não preferencial em relação aos canônicos, os quais mesmo designados com datas tardias por alguns estudiosos (80-100 D.C.) são muito mais próximos da sua fonte. O documento de Nag Hammadi, por sua vez, não foi escrito antes de 350 D.C.”
Outro apócrifo citado no CDV, como já dito, é o apócrifo de Maria Madalena. Mas este livro também não é um dos mais confiáveis. Ele é um documento gnóstico que não reflete a realidade encontrada entre os judeus palestinos do século I (o gnosticismo acredita que Jesus não se encarnou, mas que o espírito de Cristo se apossou dele no seu batismo e o abandonou na sua morte). Jenkins nota que os fragmentos mais antigos datam do século III, e a maioria dos estudiosos não o datam de antes de 180-200 d.C. Logo, não foi escrito por Madalena.
É óbvio que Dan Brown não se ateve a estes dados que mostram como esses apócrifos não são confiáveis. Aliás, qual teria sido a intensidade de estudo sobre os apócrifos feitos por Brown? Afinal, até a data de sua descoberta, como já vimos, ele desconhece e mostra claramente isso ao afirmar: “Felizmente para os historiadores [...] alguns dos evangelhos que Constantino tentou erradicar conseguiram sobreviver. Os pergaminhos do mar morto foram encontrados nos anos 1950 escondidos em uma caverna próxima a Qumran, no deserto da Judéia.” (p.234). Se Brown estudasse 3 anos a mais talvez saberia que estes pergaminhos foram descobertos em 1947 e não na década de 50.
Todos esses erros cometidos em CDV sobre os apócrifos bastam? Não. Brown conseguiu errar ainda mais. No livro há a afirmação de que a Igreja Católica “tentou bastante suprimir a liberação desses pergaminhos” e impede que estudos sejam realizados sobre eles. É, mais uma vez o autor mentiu, ou desconhece os fatos, pois os textos de Nag Hammadi estão sob custódia do Estado de Israel e pesquisadores de todos os credos trabalham livremente com eles. A Igreja não tem nada a ver com isso.
Disto tudo, só podemos concluir que os apócrifos não constituem uma fonte confiável sobre a vida de Jesus, diferentemente dos evangelhos canônicos, que, a crer nos estudiosos, são autênticos.
…
FONTE:
http://www.cnbb.org.br/documento_geral/CodigoDaVinciPresbiteros.doc
Já se mostra muito sabedor dos históricos bíblicos,Oiced; Poderia nos dizer algo referente de Isaías 53, Ezequiel 28 e Dn 7:25?
Sobre os autores dos Evangelhos – IRINEU -TERTULIANO
D.R. comentou:
- “…No entanto, não há qualquer registro sobre tal fato, pelo contrário, autoria dos Evangelhos nunca foi questão de disputa entre os primeiros cristãos.O testemunho mais antigo e portanto o mais significativo é do Pápias (já respondido e contestado). Vejamos: Santo IRENEU de Lião, no final do séc II também pôe por escrito o testemunho dos antigos quanto à autoria dos Evangelhos…”
Comentário e esclarecimentos de Oiced, sobre:
Os TESTEMUNHOS DE IRINEU um dos Pais da Igreja e OUTROS
Por que os Evangelhos são tão diferentes uns dos outros!
Durante muito tempo houve um debate acalorado sobre quais dos “Evangelhos” deveriam ser considerados divinamente inspirados. Alguns defendiam esses, e alguns, outros, e muitas vidas se perderam de forma horrível em função disso. Ninguém se deu ao trabalho de dizer que todos foram escritos pelo homem muito depois do suposto drama ter terminado, e o “Apocalipse” de São João parece ter sido contrabandeado para o cânone por causa do nome (bastante comum) de seu autor.
A primeira referência aos quatro Evangelhos está nos escritos de IRINEU, um dos Pais da Igreja. Em um ataque em cinco volumes às heresias cristãs, ELE NOMEIA OS QUATRO Evangelhos da IGREJA como Mateus, Marcos, Lucas e João. Não surpreende que na época de Irineu (180 d. C.) os Pais da Igreja quisessem saber quem tinha escrito esses livros anônimos. Havia muitos outros Evangelhos circulando nos primórdios da Igreja – a maioria deles na verdade alegando terem sido escritos por discípulos de Jesus, como Pedro, Tomé e Filipe.
COMO DECIDIR quais Evangelhos seriam considerados apostólicos?
Era um problema espinhoso, já que a maioria desses “outros” Evangelhos representava perspectivas teológicas consideradas heréticas por gente como Irineu.
COMO alguém poderia saber quais eram os verdadeiros ensinamentos de Jesus?
Apenas aceitando Evangelhos que tivessem sido escritos por seus seguidores ou por companheiros íntimos de seus seguidores.
Mas os Evangelhos considerados confiáveis no círculo de Irineu eram originalmente anônimos.
A SOLUÇÃO para o problema de validar esses textos era óbvia: eles precisavam ser atribuídos a autoridades reais estabelecidos. Havia décadas circulava uma tradição de que Mateus tinha escrito um Evangelho; então aquele que é hoje nosso primeiro Evangelho passou a ser aceito como esse livro. Achava-se que Marcos tinha sido amigo de Pedro: nosso segundo Evangelho passou a ser associado a ele, disponibilizando a visão de Pedro da vida de Jesus.
O autor de nosso terceiro Evangelho escreveu dois volumes, o segundo dos quais, Atos, retratava Paulo como um herói. Os líderes da Igreja insistiram em que ele tinha de ser escrito por um companheiro de Paulo, portanto o atribuíram a….Lucas.
E, para terminar, o quarto Evangelho, que diz explicitamente não ter sido escrito por uma testemunha ocular, ainda assim foi atribuído a uma, João, um dos discípulos mais próximos de Jesus (ele na verdade nunca é citado no quarto Evangelho).
NENHUMA dessas atribuições remonta aos próprios autores. E NENHUM DOS EVANGELHOS FOI ESCRITO POR UM DOS SEGUIDORES DE JESUS, que eram todos galileus de classe baixa que falavam aramaico, não cristãos falantes de grego altamente educados de uma geração posterior.
E, assim, temos uma resposta para nossa grande questão:
Por que esses Evangelhos dão tão diferentes uns dos outros?
Eles não foram escritos por companheiros de Jesus ou por companheiros de seus companheiros. FORAM ESCRITOS DÉCADAS DEPOIS POR PESSOAS QUE NÃO CONHECERAM JESUS, viviam em um país diferente ou em países diferentes do de Jesus e falavam em língua diferente da dele.
Eles são diferentes uns dos outros em parte porque seus autores também não conheciam uns aos outros, em certa medida tinham informações distintas (embora Mateus e Lucas sejam baseados em Marcos ) e porque MODIFICARAM SUAS HISTÓRIAS em função de suas próprias compreensões de quem Jesus era.
O FATO de que os Evangelhos na verdade não foram escritos pelos apóstolos não os torna incomuns no Novo Testamento. Muito pelo contrário: os torna típicos. A maioria dos livros do Novo Testamento leva nomes de pessoas que não os escreveram. E as Epístolas forjadas de Paulo e as epístolas pastorais… Sobre as fontes históricas sobre Jesus (e seus milagres públicos foram escritos por pessoas que não tinham visto nenhuma dessas coisas acontecer, que se baseavam em histórias da tradição oral) produzidas 35 a 65 anos depois, amplamente inconsistentes e contraditórias e divergentes. E o nascimento virginal, o batismo, quanto tempo durou o ministério de Jesus, narrativas da Paixão, o julgamento perante Pilatos, a morte de Judas em Marcos e de Lucas, encarnação? E quanto as narrativas da Ressurreição?… Se você acredita, não é como historiador, mas sim como crente. Pessoas não ressuscitam, para nunca mais morrer, depois de estarem completamente mortas. Mas se Jesus fez isso? Se ele fez, violando as leis da natureza, é um milagre, e está além da demonstração histórica.
Os escribas não conseguem sequer concordar sobre os elementos míticos:
eles discordam abertamente sobre o Sermão da Montanha, a unção de Jesus, a traição de Judas e a obsedante “negação” de Pedro. Ainda mais chocante, eles não conseguem produzir um mesmo relato da Crucificação ou da Ressurreição. O livro no qual todos os quatro podem ter se baseado, especulativamente conhecido pelos estudiosos como “Q”, se perdeu para sempre, o que parece algo claramente descuidado da parte do deus que alegadamente o “inspirou”.
Há sessenta anos, em Nag Hammadi, no Egito, foi descoberto um tesouro de “Evangelhos” esquecidos perto de um sítio cristão copta muito antigo. Os pergaminhos eram do mesmo período e da mesma origem de muitos dos posteriores Evangelhos canônicos e “autorizados” e havia muito tinham recebido o nome genérico de “gnósticos”. Esse foi o título dado a eles por um certo IRINEU, um dos primeiros pais da Igreja, QUE OS BANIU como sendo heréticos. Entre eles estão aos “Evangelhos” ou a narrativas de personagens secundários, mas significativos, do “Novo” Testamento aceito, como o “Tomé Dídimo” e Maria Madalena. Há também o Evangelho de Judas, que havia séculos sabia-se que existia, mas que agora foi revelado e publicado pela Natinal Geographic Society em 2006.
O livro é basicamente baboseira espiritualista, como era de esperar, mas oferece uma versão dos “acontecimentos” que é um pouco mais crível do que o relato oficial. Para começar ele sustenta, assim como os outros textos de seu conjunto, que o suposto deus do “Velho” Testamento deve ser evitado, uma emanação horripilante de mentes doentias. (Isso torna fácil entender por que ele foi tão categoricamente banido e atacado: o cristianismo ortodoxo não passa de uma realização e conclusão daquela história cruel). O Vaticano mantendo sua tradição de enganar os fiéis, tentou com todas as forças evitar que esses manuscritos – falsos testemunhos – fossem divulgados. E por quê? Acontece que os manuscritos apontam certas discrepâncias e invencionices históricas, confirmando claramente que a Bíblia moderna foi compilada e revisada por homens com um objetivo político – promover a divindade do homem Jesus Cristo e usar Sua influência para solidificar a própria base de poder desses mesmos homens.
Isso é bem conhecido dos estudiosos desde o século passado e é amplamente ensinado (ou não é?) nos principais seminários e faculdades de teologia. Consequentemente, a maioria dos pastores também sabe disso. Mas para muitas pessoas nas ruas e bancos de igrejas isso é “novidade”. E por que isso não é mais conhecido? Seu palpite é tão bom quanto o meu!
Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas.
TERTULIANO um dos muitos Pais da Igreja que acharam difícil dar um relato convincente do paraíso, talvez tenha sido inteligente ao buscar o mínimo denominador comum e prometer que um dos prazeres mais intensos da outra vida seria contemplar eternamente as torturas dos condenados. Ele estava sendo mais verdadeiro do que sabia ao evocar as características humanas da fé.
Credible est, quia ineptum est, – como disse o “pai da igreja” Tertuliano, conciliadora ou irritantemente, dependendo, de suas preferências. “Sua própria improbabilidade torna-se crível”.
É impossível discutir seriamente tal visão. Se é preciso ter fé para acreditar em “algo”, então a probabilidade de esse algo ter verdade ou valor é consideravelmente reduzida. O trabalho duro de investigar, provar e demonstrar é infinitamente mais recompensador, e revelou a nós descobertas muito mais “milagrosas” e “transcendentes” que qualquer teologia.
Todos nós queremos as mesmas coisas: verdade, honestidade, valores, beleza, significado “Nós dois queremos o que é bom”,¨
Fui criado com a religião, então imagino que estou falando com a pessoa que eu era anos atrás. E respeito a sua opinião, embora discorde de dogmas e doutrinas.
REPETINDO:
…
4- OS EVANGELHOS FORAM FRAUDADOS?
Dan Brown comete o absurdo de afirmar que os evangelhos da Bíblia (Mateus, Marcos, Lucas e João) foram fraudados, de modo a divinizar Jesus, apagar a figura de Maria Madalena como líder dos cristãos e colocar os apóstolos como líderes da Igreja.
Este absurdo se esfacela quando estudamos a origem dos evangelhos, o que prova sua autenticidade.
Sabemos que os originais dos evangelhos foram perdidos devido a fragilidade do material em que foram escritos, o papiro (pele de ovelha).
O que temos hoje dos evangelhos são cópias desses originais chamados papiros (os mais antigos), códices unciais (escritos em códigos maiúsculos), códices minúsculos (escritos em códigos minúsculos) e os lecionários (textos para a liturgia).
São cerca de 5236 manuscritos comprovados como autênticos pelos especialistas. Estes manuscritos estão distribuídos pelo mundo em vários centros de pesquisas ou museus e a maioria deles não está sob poder da Igreja Católica. Existem escritos na Filadélfia, Florença, Viena, Paris, Londres, Estrasburgo, Berlim, Londres, Cambridge, Moscou, São Galo, Oxford, Gênova, Nova York, Cairo, etc. Só há um código, datado do século IV no Vaticano. Isso mostra que os evangelhos não estão sob poder da Igreja e que qualquer grupo de pesquisa pode estudá-los. A Igreja não tem o poder de decidir quem estuda sobre eles. Portanto, se há alguma fraude, ela pode ser descoberta. Os documentos estão à disposição para os pesquisadores.
De todos estes manuscritos o mais antigo é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra). Ele é do ano 120 d.C (aproximadamente) e contém os versículos de João 18, 31-33.37.38. O Evangelho de João (original) foi escrito por volta do ano 100. Desta forma, muito provavelmente, temos uma cópia do próprio original.
Quanto aos outros escritos do novo testamento, eles datam dos séculos III ao VI (estamos falando das cópias, não dos originais, estes foram escritos por volta do século I, logo após a vida de Jesus). Desta forma, temos cópias muito próximas dos originais. Se comparamos com outros clássicos da literatura, vemos que as cópias que temos deles hoje estão muito mais distantes dos originais do que as cópias dos evangelhos. Por exemplo, os escritos de Virgílio distanciam-se da 1ª cópia em cerca de 350 anos; os de Júlio César, em cerca de 900 anos; os de Platão, em cerca de 1300 anos; os de Tucídedes, em cerca de 1300 anos, os de Eurípedes, em cerca de 1600 anos! Ninguém questiona se esses escritos foram fraudados, mas quando se trata da Bíblia…
Mas Dan Brown não foi o único a levantar a hipótese falsa de que os evangelhos foram fraudados. Os racionalistas dos séculos XVII e XVIII se empenharam em destruir a autenticidade dos evangelhos. Querendo mostrar que os evangelhos eram uma farsa, estudaram-nos durante muito tempo, tendo a certeza de que iriam provar ao mundo que eram as grandes mentiras da Igreja. A que conclusões chegaram? Vejamos com suas próprias palavras:
Renan, racionalista francês: “Em suma, admito como autênticos os quatro evangelhos canônicos”.
Harnack, racionalista alemão: “O caráter absolutamente único dos evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica.”
Streeter, grande crítico inglês: “Os evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe.”
Hort e Westcott, os mais exigentes críticos do século XIX: “As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto.” E eles ainda disseram: “Trabalhamos febrilmente durante 50 anos para extrair as pedras da cantaria que servirão de pedestal à Igreja Católica?”
Sim, os críticos trabalharam para destruir os evangelhos durante 10, 20, 30, 40, 50 anos para desmentir os evangelhos canônicos, mas só conseguiram construir um pedestal para a Igreja. Como agora, Dan Brown em apenas alguns anos de estudos, conseguiria descredibilizar a Bíblia?
…
FONTE:
http://www.cnbb.org.br/documento_geral/CodigoDaVinciPresbiteros.doc
O TESTEMUNHO DE PÁPIAS
Deus existe? Jesus existiu? A Bíblia por testemunha!
Podemos confiar nos autores dos Evangelhos?
Apesar das evidências de que nenhum dos discípulos escreveu um Evangelho, temos de lidar com a tradição dos primórdios da Igreja que indica que alguns deles o fizeram. Como lidar com essa tradição?
Sua mais antiga fonte, um antigo Pai da Igreja chamado PÁPIAS, trata apenas de dois antigos Evangelhos cristãos, Marcos e Mateus.
Pápias, é um personagem enigmático que escreveu uma obra em cinco volumes chamada “Exposição dos oráculos do Senhor”. Estudiosos dataram a obra em algum ponto entre 110 e 140 d.C., de quarenta a setenta anos após o primeiro Evangelho ter sido escrito.
O livro de Pápias não sobreviveu: uma série de autoridades cristãs posteriores considerou as visões de Pápias ofensivas ou insuficientemente sofisticadas, de modo que não foi extensivamente copiado para a posteridade. Tudo o que sabemos sobre a obra vem de citações feitas por posteriores Pais da igreja.
Ainda assim, Pápias com freqüência foi apresentado como uma fonte útil para estabelecer a tradição dos primórdios da Igreja, em parte como ele diz ter recebido as informações. Em algumas das citações preservadas da Exposição, ele afirma ter conversado pessoalmente com cristãos que tinham conhecido um grupo de pessoas identificadas por ele como “os anciãos”, que conheciam alguns dos discípulos, e que estavam repassando informações que recebera deles. Assim, ao ler Pápias, temos acesso a informações de terceira ou quarta mão de pessoas que conheciam companheiros dos discípulos….
Sobre, Mateus:
“E assim Mateus,compôs os ditos na língua hebraica, e cada um os interpretou (traduziu?) segundo o melhor de sua capacidade (Eusébio, História da Igreja, 3,39).
Isso não é prova de que Mateus realmente escreveu Mateus (e de que Marcos realmente escreveu Marcos?)
Há algumas complicações muito sérias na tentativa de saber o valor das observações de Pápias. Vamos começar com Mateus.
A princípio, no caso de Mateus – diferentemente de Marcos – , nós não sabemos qual é a informação de Pápias, ou mesmo se ele tinha uma fonte . É de terceira mão? Quarta mão? Quinta mão? Se Pápias estava escrevendo, digamos em 120 ou 130, seria cerca de quarenta ou cinqüenta anos após Mateus ter sido escrito anonimamente. O Evangelho estava circulando anonimamente havia décadas. Não é possível que a tradição que Pápias apresenta tenha sido criada nesse meio-tempo?
Nesse sentido, é importante observar que as duas informações concretas que Pápias nós dá sobre Mateus não são verdadeiras para o “nosso Mateus. Nosso Mateus não é apenas uma coletânea de ditos de Jesus, e o Evangelho certamente foi escrito em grego, não em hebraico. Será que Pápias simplesmente recebeu uma informação errada? Ou está falando sobre algum outro livro escrito por Mateus – por exemplo, uma coletânea de ditos de Jesus – de que já não dispomos?
SE PÁPIAS NÃO É CONFIÁVEL em relação a Mateus, será confiável quanto a Marcos?
Nesse caso ele indica que estamos recebendo informações de terceira ou quarta mão. E, mais uma vez, um dos pontos que ele enfatiza certamente está errado: ele alega que um dos dois objetivos de Marcos era contar “tudo” o que tinha ouvido de Pedro sobre Jesus. Simplesmente não há como isso ser verdade. O Evangelho de Marcos leva cerca de duas horas para ser lido em voz alta. Após Pedro ter passado todos aqueles meses, ou anos, com Jesus, e depois de Marcos ter escutado Pedro pregar sobre Jesus dia e noite, devemos imaginar que Marcos só ouviu duas horas de informações importantes?
Seja como for, Pápias não parece nos dar o tipo de informação em que possamos confiar muito. Quanto a isso, Bart D. Erhman afirma e diz que os estudiosos quase unanimamente rejeitaram todo o restante do que Pápias teria dito nas referências sobreviventes à sua obra.
Se os estudiosos tendem a descartar o que Pápias diz em praticamente todos os outros casos, por que algumas vezes apelam ao seu testemunho para provar que temos uma antiga tradição que relaciona Mateus a um dos nossos Evangelhos e Marcos a outro?
Por que esses estudiosos aceitam parte do que Pápias disse, mas não tudo?
Suspeito de que seja porque eles precisam de embasamento para seus próprios pontos de vista (Mateus realmente escreveu Mateus) e decidiram confiar em Pápias quando ele confirma suas interpretações e não confiar quando ele não confirma.
O RESULTADO desse rápido estudo de PÁPIAS é que ele transmite histórias QUE OUVIU E AS ATRIBUI A PESSOAS QUE CONHECERAM OUTRAS PESSOAS QUE AS CONTARAM. Mas, quando ele pode ser verificado, APARENTA ESTAR ERRADO.
É possível confiar nele nos momentos em que ele não pode ser confirmado?
Se você tem um amigo que quase sempre está errado quando lhe dá as indicações para chegar a lugares com os quais você está familiarizado, vai confiar nele quando lhe fornecer a direção para algum lugar no qual você nunca esteve?
Não há registro de Pápias ter dito algo sobre Lucas ou João. Não sei por quê. Mas o resumo é o seguinte: NÃO TEMOS QUALQUER REFERÊNCIA SÓLIDA SOBRE OS AUTORES DE NOSSOS QUATRO EVANGELHOS EM QUE POSSAMOS CONFIAR (por exemplo, que o autor realmente está se referindo ao nosso Mateus e ao nosso Marcos) até quase o fim do século II – quase cem anos depois de os livros terem começado a circular anonimamente.
E, assim, temos uma resposta para a nossa grande questão. Eles não foram escritos por companheiros de Jesus ou por companheiros de seus companheiros de seus companheiros. Foram escritos décadas depois por pessoas que não conheceram Jesus!
Mas para muitas pessoas nas ruas e nos bancos de igrejas, nunca ouviram falar, isso é “novidade”. Espero que sua mente esteja aberta para ler a Bíblia de forma inovadora, crítica, histórica, horizontal! Mesmo que não tenhamos os originais dos livros do Novo Testamento, mas cópias que foram de carpintaria ruim feitas muito depois, séculos depois.
Um teste saudável para sua fé, mesmo que a mão de Deus não esteja por trás de tantas discrepâncias, contradições, plágios, falsificações, afirmações impossíveis e ideologias prejudiciais. Enfim, DEUS NÃO ESCREVEU ou PSICOGRAFOU A BÍBLIA, pessoas escreveram!
Colaborou, Oiced Mocam
consultorcomercial@gmail.com
Fonte de isnpiração, para conhecer mais revelações inéditas sobre as contradições da Bíblia, leia o livro best-seller, “Quem Jesus foi? Quem Jesus não foi?” (Ediouro)
REPETINDO:
A CONFIABILIDADE HISTÓRICA DOS EVANGELHOS
…
E o que dizer sobre o Evangelho de João? Ora, João era um dos 12 e era um dos três apóstolos mais íntimos de Jesus. “O mais interessante é que o evangelho de João é o único sobre o qual paira uma certa dúvida quanto à autoria. (…) Não há dúvida quanto ao nome do autor: era João mesmo. A questão é que não se sabe se foi João, o apóstolo, ou se foi outro. Segundo o testemunho de um escritor cristão chamado Pápias , em aproximadamente 125 d.C., havia João, o apóstolo, e João, o ancião, mas o contexto não deixa claro se ele se referia a uma única pessoa de duas perspectivas distintas ou a pessoas diferentes. Fora essa exceção, todos os demais testemunhos afirmam unanimemente que foi João, o apóstolo, o filho de Zebedeu, quem escreveu o evangelho.”
É importante notar que os Evangelhos na verdade são anônimos. Ora, se assim são, como é que lhes foi atribuída alguma autoria? A autoria dos Evangelhos foi transmitida ao longo do tempo através da Tradição da Igreja Católica. São testemunhos tão antigos, que remontam o tempo em que ainda estavam vivas pessoas que conheceram os Evangelistas, ou apóstolos. Qual é a importância disto? Ora, se fosse a autoria dos Evangelhos fosse falsamente atribuída a Mateus, Marcos, Lucas e João, as pessoas que viveram entre eles contestariam tal coisa. No entanto, não há qualquer registro sobre tal fato, pelo contrário, autoria dos Evangelhos nunca foi questão de disputa entre os primeiros cristãos.
O testemunho mais antigo e portanto o mais significativo é do Pápias. Vejamos:
Sobre o Evangelho de Mateus: “Mateus reuniu, de forma ordenada, na língua hebraica, as sentenças [de Jesus] e cada um as interpretava conforme sua capacidade”. (Pápias de Hierápolis, Fragmentos. Séc. II).
Sobre o Evangelho de Marcos: “O presbítero também dizia o seguinte: ‘Marcos, intérprete de Pedro, fielmente escreveu – embora de forma desordenada – tudo o que recordava sobre as palavras e atos do Senhor. De fato, ele não tinha escutado o Senhor, nem o seguido. Mas, como já dissemos, mais tarde seguiu a Pedro, que o instruía conforme o necessário, mas não compondo um relato ordenado das sentenças do Senhor. Portanto, Marcos em momento algum errou ao escrever as coisas conforme recordava. Sua preocupação era apenas uma: não omitir nada do que havia ouvido, nem falsificar o que transmitia’”. (Pápias de Hierápolis, Fragmentos. Séc. II).
Santo Ireneu de Lião, no final do séc II também pôe por escrito o testemunho dos antigos quanto à autoria dos Evangelhos:
“Mateus, no entanto, publicou entre os hebreus em sua própria língua um Evangelho escrito, enquanto Pedro e Paulo anunciavam a boa nova em Roma e lançavam os fundamentos da Igreja. Mas, após a morte deles, Marcos, discípulo e intérprete de Pedro, transmitiu-nos por escrito igualmente o que Pedro pregara. Lucas, porém, companheiro de Paulo, deixou num livro o Evangelho pregado por este último. Enfim, João, o discípulo que reclinou sobre o peito do Senhor [cf. Jô 13,25. 21,20], publicou também ele um evangelho, enquanto residia em Éfeso, na Ásia” (Contra as Heresias, séc II)
Portanto temos aqui o testemunho de Pápias (que foi discípulo pessoal de São João e companheiro de São Policarpo outro discípulo pessoal de São João) e de Santo Ireneu, que fora discípulo pessoal de São Policarpo. Os estudiosos consideram seus testemunhos muito confiáveis devido à proximidade que possuíam com a era apostólica.
…
As datas estabelecidas no meio acadêmico, mesmo nos círculos mais liberais, situam Marcos nos anos da década de 70, Mateus e Lucas na década de 80, e João na década de 90 (2). Há estudiosos como o já mencionado Dr. Craig Blomberg que defendem uma data mais recente para os Evangelhos. Segundo ele: “Atos termina, aparentemente, sem um conclusão. Paulo é a personagem principal do livro, e se encontra preso em Roma. É assim, abruptamente, que o livro acaba. O que acontece com Paulo? Atos não nos diz, provavelmente porque o livro foi escrito antes da morte dele. (…) Isso significa que o livro de Atos não pode ser posterior a 62. d.C. Assim, podemos recuar a partir desse ponto. Uma vez que Atos é o segundo tomo de um volume duplo, sabemos que o primeiro tomo – o evangelho de Lucas – deve ter sido escrito antes dessa data. E ja que Lucas inclui parte do evangelho de Marcos, isto significa que Marcos é ainda mais antigo. Se trabalharmos com a margem aproximada de um ano para cada um, chegaremos à conclusão de que Marcus foi escrito por volta de 60 d.C., talvez até mesmo em fins da década de 50. Se Jesus foi morto em 30 ou 33 d.C., temos aí um intervalo de, no máximo, 30 anos aproximadamente.”
Nestas datas ainda viviam testemunhas oculares da vida de Jesus, tanto aquelas que gostavam Dele, quanto àquelas que lhe foram hostis. E estas últimas serviriam de parâmetro de contestação caso houvesse nos Evangelhos algo estranho à vida de Jesus. Pouca gente sabe mas as duas biografias mais antigas sobre Alexandre, o Grande, foram escritas por Ariano e Plutarco depois de mais de 400 anos de sua morte, ocorrida em 323 a. C. E no entanto, os historiadores as consideram muito confiáveis. Se compararmos estes dados com as datas aceitas pela Academia em relação aos Evangelhos, podemos afirmar que os Evangelhos são notícia de última hora.
Neste intervalo de 30, ou -no pior das hipóteses- 40 anos entre os acontecimentos e a redação dos Evangelhos, será que foi possível o surgimento de lendas acerca de Jesus? Novamente retomando o caso de Alexandre, o Grande, todo material considerado lendário sobre ele só apareceu após as duas biografias antes mencionadas. Isso significa que por 500 anos a história de Alexandre ficou intacta.
Podemos ainda comparar os Evangelhos com outras literaturas.
Por exemplo, embora as Gathas de Zoroastro, que datam de 1000 a.C. sejam consideradas autênticas pela maioria dos estudiosos, grande parte de suas escrituras do zoroatrismo só foram postas por escrito no séc. III d.C. A biografia pársi mais popular de Zoroastro foi escrita em 1278 d.C. Buda que viveu no séc VI a.C., só teve sua doutrina e vida registrados no séc. I d.C. E ainda, as palavras de Mamoé foram registradas no Alcorão entre 570 e 632 d.C., mas sua biografia só foi escrita em 767, mais de um séc. depois de sua morte. Não é sem motivo que diante destas informações da Academia, o Dr. Edwin M. Yamauchi (um dos mais conceituados especialistas sobre história antiga da atualidade) declara: “O fato é que temos uma documentação histórica de melhor qualidade sobre Jesus do que sobre o fundador de qualquer outra religião.” (4).
Há ainda aqueles que afirmam que os evangelistas fantasiaram os relatos sobre a vida de Jesus fazendo empréstimos de lendas. Por exemplo, acusam os evangelistas de basearem os milagres e ressurreição de Jesus na biografia do fabuloso Apolônio. Segundo esta biografia, Apolônio de Tiana, foi um homem que viveu no séc. I, que teria curado pessoas e exorcizado demônios, ressuscitado uma jovem dentre os mortos, e ainda que teria aparecido a alguns de seus seguidores depois de ter morrido. Impressionante não a semelhança com Jesus não?
Filostrato redigiu a biografia de Apolônio a mais de um século e meio depois da sua morte, enquanto os Evangelhos foram escritos por pessoas contemporâneas de Jesus, e num intervalo de tempo pelo menos 3 vezes menor. Os relatos sobre os milagres de Jesus e sua ressurreição são corroborados por diversas fontes como os escritos do Apóstolo Paulo (que datam entre 35 a 40 d.C, por tanto anteriores aos Evangelhos), Flávio Josefo (historiador Judeu do séc. I) , o Talmude (obra que compila toda a doutrina judaica, não nega os milagres de Jesus, no entanto atribuía tais práticas à magia.) entre outros. No caso de Apolônio, nenhuma outra fonte corrobora seus relatos.
…
FONTE: http://www.veritatis.com.br/apologetica/106-biblia-tradicao-magisterio/591-a-confiabilidade-historica-dos-evangelhos
QUEM ESCREVEU A BÍBLIA?
Alunos em seu primeiro curso de nível superior sobre a Bíblia costumam achar surpreendente que não saibamos quem escreveu a maioria dos livros do Novo Testamento.
Como tantas pessoas podem reverenciar a Bíblia, achar que é a revelação inspirada de Deus a seu povo, e pessoas comuns nas ruas e nos bancos das igrejas e ainda assim saber tão pouco sobre ela e nunca ouviram falar? Será por que a fé não é uma questão de inteligência.
Como é possível?
Esses livros não trazem anexados os nomes dos autores?
Mateus, Marcos, Lucas, João, as epístolas de Paulo, 1 e 2 de Pedro e 1, 2,e 3 de João?
COMO NOMES ERRADOS PODEM ESTAR LIGADOS A LIVROS DE ESCRITURAS?
NÃO SÃO A PALAVRA DE DEUS?
As escrituras podem contem mentiras?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_b%C3%ADblica
- Com o tempo, o que foi assustador para mim ver foi ver como havia poucas provas reais das tradicionais atribuições de autoria que eu sempre considerara indiscutíveis e como havia tantas evidências de que muitas dessas atribuições eram erradas. Havia alguns livros, como os Evangelhos, que tinham sido escritos anonimamente e apenas mais tarde atribuídos a certos autores que provavelmente não os escreveram (apóstolos e amigos dos apóstolos). Outros livros tinham sido escritos por autores que alegavam cinicamente ser alguém que não eram.
O Novo Testamento contem fraudes forjadas, escritos por autores que alegaram falsamente ser apóstolos para enganar os leitores?
Embora evidentemente não seja o tipo de coisa que os pastores costumam contar às suas congregações, há mais de um século existe um forte consenso de que MUITOS DOS LIVROS do Novo Testamento, NÃO FORAM ESCRITOS PELAS PESSOAS CUJOS NOMES ESTÃO LIGADOS A ELES. João, não escreveu João, Mateus não escreveu Mateus…
Mas, se isso é verdade, QUEM OS ESCREVEU?
Então vejamos com quem está a verdade, pois detesto mentiras e falsidades.
QUEM ESCREVEU OS EVANGELHOS?
Conforme Bart D. Erhman, um dos maiores especialistas em estudos bíblicos e origens do cristianismo. É Ph.D em teologia e professor de estudos religiosos nos EUA, autor
De “O que Jesus disse? O que Jesus não disse?, e “ O problema com Deus” e mais de vinte livros.
OS EVANGELHOS COMO RELATOS DE TESTEMUNHAS
- Como já vimos, os Evangelhos estão repletos de pequenas e grandes discrepâncias. Por que há tantas diferenças entre os quatro livros?
Eles são chamados de Mateus, Marcos, Lucas e João porque se convencionou acreditar que tinham sido escritos por Mateus, um discípulo que era coletor de impostos; João, o “discípulo amado” mencionado no quarto Evangelho; Marcos o secretário do discípulo Pedro; e Lucas, o companheiro de viagem de Paulo. Algumas das coisas que ele diz sobre os ensinamentos e as viagens de Paulo estão em contradição com que o próprio Paulo diz em suas epístolas (essa é uma das razões para pensar que o livro não foi escrito por um dos companheiros de Paulo). ESSA TRADIÇÃO remonta A UM SÉCULO APÓS OS LIVROS TEREM SIDO ESCRITOS.
MAS, se Mateus e João foram escritos por discípulos reais de Jesus, por que são diferentes, em todos os níveis?
POR QUE CONTÉM TANTAS CONTRADIÇÕES?
Por que apresentam visões tão fundamentalmente distintas sobre quem Jesus era?
Mateus e Lucas não chegam a um acordo sobre o Nascimento Virginal ou a genealogia de Jesus.
Eles se contradizem completamente na “Fuga do Egito”, com Mateus dizendo que José foi “avisado em um sonho” a fugir imediatamente e Lucas dizendo que todos os três permaneceram em Belém até a “purificação de Maria de acordo com as leis de Moisés”, o que demoraria quarenta dias, e então retornaram a Nazaré através de Jerusalém.
O Evangelho de Lucas afirma que o nascimento milagroso ocorreu em um ano em que o imperador César Augusto ordenou um censo com objetivos fiscais, e que isso aconteceu na época em que Herodes reinava na Judéia e Quirino era governador da Síria. Isso é o mais perto da triangulação de datas históricas as que qualquer autor bíblico já chegou. MAS Herodes morreu quatro anos “a.C.”, e durante seu reinado o governador da Síria não era Quirino. Nenhum historiador romano faz menção a qualquer censo de Augusto, mas o cronista judeu Josefo menciona um que ocorreu – sem a exigência custosa de que as pessoas retornassem ao seu local de nascimento e seis anos após o suposto nascimento de Jesus. ISSO, evidentemente, é uma reconstrução oral truncada realizada em um momento consideravelmente posterior ao “fato”.
Os escribas não conseguem sequer concordar sobre os elementos míticos: eles discordam abertamente sobre o Sermão da Montanha, a unção de Jesus, a traição de Judas e a obsedante “negação” de Pedro. AINDA, MAIS CHOCANTE, eles não conseguem produzir um mesmo relato da Crucificação ou da Ressurreição. Assim, a única interpretação que temos de descartar é simplesmente a de que todas as quatro tem mandado divino.
O livro no qual todos os quatro podem ter se baseado, especulativamente conhecido pelos estudiosos como “Q”, se perdeu para sempre, o que parece algo claramente descuidado da parte do deus que alegadamente o “inspirou”.
Em Mateus, Jesus passa a existir quando é concebido, ou nasce, de uma virgem;
Em João, Jesus é o Verbo de Deus encarnado que estava com Ele no princípio e por intermédio de quem o Universo foi criado.
Em Mateus, não há uma só palavra sobre o fato de Jesus ser Deus;
Em João, ele é exatamente isso.
Em Mateus, Jesus prega o futuro Reino de Deus e quase nunca fala sobre si mesmo ( e nunca que é divino);
Em João, Jesus, prega quase exclusivamente sobre si mesmo, especialmente sua divindade.
Em Mateus, Jesus se recusa a operar milagres para provar sua identidade;
Em João, essa é praticamente a única razão para ele fazer milagres.
Será que dois seguidores reais de Jesus poderiam ter compreensões tão radicalmente diferentes sobre quem ele era?
É possível. Duas pessoas que trabalharam no governo George W. Bush podem muito bem terem visões radicalmente diferentes sobre ele (embora eu duvide de que qualquer uma delas o chamasse de divino).
Isso levanta uma importante questão metodológica que quero apresentar antes de discutir as evidências para a autoria dos Evangelhos.
Quando Jesus chegou a Jerusalém na entrada triunfal, quantos animais ele montava? A resposta em Mateus 21:7, ou…
Jesus paga o imposto: Dinheiro saindo da boca de um peixe?
Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas.
POR QUE SURGIU A TRADIÇÃO DE QUE ESSES LIVROS FORAM ESCRITOS POR APÓSTOLOS E POR COMPANHEIROS DOS APÓSTOLOS?
Em parte de modo a garantir aos leitores que eles foram escritos por testemunhas oculares e companheiros das testemunhas oculares.
Uma testemunha ocular merece a confiança de que iria contar a verdade sobre o que realmente aconteceu na vida de Jesus. MAS A REALIDADE É QUE não é possível confiar em que as testemunhas ofereçam relatos historicamente precisos. ELAS NUNCA MERECERAM CONFIANÇA E AINDA NÃO MERECEM.
Se testemunhas oculares sempre fizessem relatos historicamente precisos, não teríamos a necessidade de tribunais. Quando precisássemos descobrir o que realmente aconteceu quando um crime foi cometido, bastaria perguntar a alguém. Casos reais demandam muitas testemunhas, porque seus depoimentos diferem entre si. SE DUAS TESTEMUNHAS em um tribunal divergissem tanto quanto MATEUS e JOÃO, imagine como seria difícil chegar a um veredicto.
A VERDADE É QUE todos os Evangelhos foram escritos anonimamente, e nenhum dos autores alega ser uma testemunha.
Há nomes ligados aos títulos dos Evangelhos (“o Evangelhos segundo Mateus”, mas esses títulos SÃO ACRÉSCIMOS POSTERIORES aos próprios livros, conferidos por editores e escribas para informar aos leitores quem os editores achavam que eram as autoridades por trás das diferentes versões. Que os títulos não são originalmente dos Evangelhos é algo que fica claro com uma simples reflexão. Quem escreveu Mateus não o chamou de “Evangelho segundo Mateus”. As pessoas que deram esse título a ele estão dizendo a você quem, na opinião delas, o escreveu. Autores nunca dão a seus livros o título de “segundo fulano”
ALÉM DISSO, o Evangelho de Mateus é inteiramente escrito na terceira pessoa, falando sobre o que “eles” – Jesus e os discípulos – estavam fazendo, nunca sobre o que “nós” – Jesus e o restante de nós – estávamos fazendo. Mesmo quando o Evangelho fala sobre Mateus ser chamado a se tornar um discípulo, fala sobre “ele”, não sobre “eu”. Leia você mesmo o relato (Mateus 9:9). Não há nada nele que leve a suspeitar de que o autor fala de si mesmo.
Isso fica ainda mais claro em João. No fim do Evangelho, o autor fala do “discípulo amado”: “Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e foi quem as escreveu: e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro (João 21:24). Observe como autor se diferencia de sua fonte de informações, “o discípulo que dá testemunho” e ele mesmo: “sabemos que o seu testemunho é verdadeiro” Ele/nós: este autor não é o discípulo. Ele alega ter recebido algumas de suas informações do discípulo.
Quanto aos outros Evangelhos, Marcos não seria um discípulo, mas um companheiro de Pedro, e Lucas era um companheiro de Paulo, que também não era um discípulo. MESMO QUE ELES TIVESSE SIDO DISCÍPULOS ISSO NÃO GARANTIRIA A OBJETIVIDADE OU A VERACIDADE DE SUAS HISTÓRIAS. MAS NA VERDADE NENHUM DOS AUTORES FOI TESTEMUNHA, E NENHUM DELES ALEGA TER SIDO.
…e aguarde o “outro lado da moeda”!)
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012_05_11_archive.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/05/as-diferentes-religioes-o-cristianismo.html
“O OUTRO LADO DA MOEDA”
…
4- OS EVANGELHOS FORAM FRAUDADOS?
Dan Brown comete o absurdo de afirmar que os evangelhos da Bíblia (Mateus, Marcos, Lucas e João) foram fraudados, de modo a divinizar Jesus, apagar a figura de Maria Madalena como líder dos cristãos e colocar os apóstolos como líderes da Igreja.
Este absurdo se esfacela quando estudamos a origem dos evangelhos, o que prova sua autenticidade.
Sabemos que os originais dos evangelhos foram perdidos devido a fragilidade do material em que foram escritos, o papiro (pele de ovelha).
O que temos hoje dos evangelhos são cópias desses originais chamados papiros (os mais antigos), códices unciais (escritos em códigos maiúsculos), códices minúsculos (escritos em códigos minúsculos) e os lecionários (textos para a liturgia).
São cerca de 5236 manuscritos comprovados como autênticos pelos especialistas. Estes manuscritos estão distribuídos pelo mundo em vários centros de pesquisas ou museus e a maioria deles não está sob poder da Igreja Católica. Existem escritos na Filadélfia, Florença, Viena, Paris, Londres, Estrasburgo, Berlim, Londres, Cambridge, Moscou, São Galo, Oxford, Gênova, Nova York, Cairo, etc. Só há um código, datado do século IV no Vaticano. Isso mostra que os evangelhos não estão sob poder da Igreja e que qualquer grupo de pesquisa pode estudá-los. A Igreja não tem o poder de decidir quem estuda sobre eles. Portanto, se há alguma fraude, ela pode ser descoberta. Os documentos estão à disposição para os pesquisadores.
De todos estes manuscritos o mais antigo é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra). Ele é do ano 120 d.C (aproximadamente) e contém os versículos de João 18, 31-33.37.38. O Evangelho de João (original) foi escrito por volta do ano 100. Desta forma, muito provavelmente, temos uma cópia do próprio original.
Quanto aos outros escritos do novo testamento, eles datam dos séculos III ao VI (estamos falando das cópias, não dos originais, estes foram escritos por volta do século I, logo após a vida de Jesus). Desta forma, temos cópias muito próximas dos originais. Se comparamos com outros clássicos da literatura, vemos que as cópias que temos deles hoje estão muito mais distantes dos originais do que as cópias dos evangelhos. Por exemplo, os escritos de Virgílio distanciam-se da 1ª cópia em cerca de 350 anos; os de Júlio César, em cerca de 900 anos; os de Platão, em cerca de 1300 anos; os de Tucídedes, em cerca de 1300 anos, os de Eurípedes, em cerca de 1600 anos! Ninguém questiona se esses escritos foram fraudados, mas quando se trata da Bíblia…
Mas Dan Brown não foi o único a levantar a hipótese falsa de que os evangelhos foram fraudados. Os racionalistas dos séculos XVII e XVIII se empenharam em destruir a autenticidade dos evangelhos. Querendo mostrar que os evangelhos eram uma farsa, estudaram-nos durante muito tempo, tendo a certeza de que iriam provar ao mundo que eram as grandes mentiras da Igreja. A que conclusões chegaram? Vejamos com suas próprias palavras:
Renan, racionalista francês: “Em suma, admito como autênticos os quatro evangelhos canônicos”.
Harnack, racionalista alemão: “O caráter absolutamente único dos evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica.”
Streeter, grande crítico inglês: “Os evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe.”
Hort e Westcott, os mais exigentes críticos do século XIX: “As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto.” E eles ainda disseram: “Trabalhamos febrilmente durante 50 anos para extrair as pedras da cantaria que servirão de pedestal à Igreja Católica?”
Sim, os críticos trabalharam para destruir os evangelhos durante 10, 20, 30, 40, 50 anos para desmentir os evangelhos canônicos, mas só conseguiram construir um pedestal para a Igreja. Como agora, Dan Brown em apenas alguns anos de estudos, conseguiria descredibilizar a Bíblia?
…
FONTE:
http://www.cnbb.org.br/documento_geral/CodigoDaVinciPresbiteros.doc
Sinceramente fico surpreso com vossas paciências!
Pelo que percebo, somente as fonte do Oiced são verdadeiras!
Seus estudiosos não cometem erros e fraudes… Sendo absolutos seus tratados!
Elas(fontes) não receberam influência de suas épocas.
Que império levantaria questão contra si?
Por qual motivo esses historiadores não acusaram o Cristianismo de farsas… Mesmo que fosse revelada após suas mortes?
Todos escritos sofreram influências e Jamais podem ser colocados como verdades absolutas!
Toda história têm sua dose de pretensão!
O que me chama atenção é razão do “Existencialismo”, de como seu deu, etc e tal!
Alguém encarrega de responder sem rodeios?
Pelo que vejo Oiced, seus estudos também é uma questão fé (acreditar em história).
Que também reservou seu restante de vida para apresentar que “Cristo é mesmo uma invenção de homens” e isso é suficiente para explicar que não existe arquiteto, Design e tal. Apesar de narrar como acreditasse nelas.
…Morrerá dizendo isso, e pior, chegando do outro lado; levantará a questão de aquilo não ser verdade ou que esteja evidenciando ser alguma forma de morte irreal… E que a morte é um pesadelo eterno!
Como sou flexível,acredito que, Se somos meramente átomos; esse mundo é mesmo confuso e por isso não é digno de uma explicação lógica e nem mesmo pode conceber uma… Parecendo que o Cosmo se diverte a nossas custa!
Igualmente, coloco em dúvida esse Universo gastar tanto tempo nessa obra fabulosa(tornando-nos “átomos falantes”) afim de mais tarde retornarmos ser átomos fragmentados!
Considerando de forma sádica, sermos simplesmente objetos de diversão do próprio Cosmo!
Será que nossos intelectos pode enxergar o mundo como realmente é?
É muita pretensão de meros mortais tentar decifrar um enigma de 13,77777777777777777…. Bilhões de anos! (considerando ser sua real idade).
Meu caros colegas, entenda que há mais mistérios no céu que suponha nossa filosofia …de homens que acabara de sair das cavernas ou deixara de comer brotos e bananas!
(“Então o homem passou ser como um de nós, conhecedor do bem do mal…”)
Entenda também que é tão tolo aquele que acredita em tudo como aquele que não acredita em nada!
Não vejo outra explicação que não seja dizer que “esse galinheiro tem dono!”
No fundo, no fundo não sabemos nada!
A FRAUDE LITERÁRIA NO MUNDO ANTIGO
A fraude literária era um fenômeno comum no mundo antigo. Sabemos disso porque os próprios autores da Antiguidade falam sobre isso. É possível encontrar discussões sobre fraude nos textos de alguns dos autores mais conhecidos do mundo antigo.
Entre os gregos e romanos há referência e debates sobre fraude em autores conhecidos como Cicero, Suetônio, Heródoto, Quintiliano, Marcial, Galeno, Plutarco, Flilastrato e Diógenes Laércio.
Entre os ESCRITORES CRISTÃOS há discussões nos textos de personalidades conhecidas, com Irineu, Tertuliano, Orígenes , Eusébio, Jerônimo, Rufino e Agostinho.
Alguns estudiosos do Novo Testamento algumas vezes argumentam que A FRAUDE ERA TÃO COMUM NO MUNDO ANTIGO que ninguém a levava a sério.
Galeno na Roma do século II, teve que escrever um livrinho chamado “Como reconhecer os livros de Galeno”.
HÁ FALSIFICAÇÕES NO NOVO TESTAMENTO?
Dos 27 livros do Novo Testamento, apenas oito certamente remontam ao autor cujo nome atribuem.
19 Livros se encaixam em três grupos:
TEXTOS ERRONEAMENTE ATRIBUÍDOS.
Os Evangelhos provavelmente são equivocadamente atribuídos. O discípulo JOÃO NÃO ESCREVEU João, e MATEUS NÃO ESCREVEU Mateus. Outros livros anônimos foram equivocadamente atribuídos a alguém famoso. O livro de HEBREUS não identifica Paulo como seu autor, e quase certamente não foi escrito por Paulo. Mas acabou sendo aceito no cânone da Igreja, porque os Pais da Igreja “chegaram à conclusão” de que havia sido escrita por Paulo.
TEXTOS HOMÔNIMOS:
A palavra “homonímia” significa “ter o mesmo nome”. Um “texto homônimo” é aquele escrito por uma pessoa que tem o mesmo de alguém famoso. O livro de Tiago, por exemplo, sem dúvida foi escrito por alguém chamado Tiago, mas o autor não alega ser um Tiago específico. Era um nome extremamente comum. No mundo antigo, a maioria das pessoas não tinham sobrenome. Líderes da Igreja posteriores aceitaram o livro como parte das Escrituras alegando que esse Tiago era Tiago, irmão de Jesus. O livro propriamente dito não traz essa alegação.
ESCRITOS PSEUDEPIGRÁFICOS:
Alguns livros do Novo Testamento foram ESCRITOS EM NOMES DE PESSOAS QUE NA VERDADE NÃO OS ESCREVERAM . Os estudiosos sabem disso há mais de um século. A palavra que nomeia esse fenômeno é “pseudepigrafia”, literalmente “LIVRO CUJA AUTORIA É FALSA”. Os estudiosos não são inteiramente precisos no uso desse termo, e tendem a empregá-lo por não ter a conotação pejorativa associada à palavra “FRAUDE”. Mas qualquer que seja o termo escolhido, os estudiosos da Bíblia há muito argumentam que há livros do Novo Testamento cujos autores intencionalmente alegaram ser alguém que não eles mesmos.
Para BART D. ERHMAN, há muitas motivações para autores pagãos, judeus e cristãos forjarem textos literários. Especialmente nos primórdios do cristianismo. Eis 10 (DEZ) delas ( leia as explicações em Quem Jesus foi? Quem Jesus não foi?, :
1)GERAR LUCROS;
2)PARA SE OPOR A UM INIMIGO;
3)PARA CONTESTAR DETERMINADO PONTO DE VISTA;
4)DEFENDER A IDÉIA DE QUE SUA PRÓPRIA TRADIÇÃO TENHA INSPIRAÇÃO DIVINA;
5)POR HUMILDADE?
6)POR AMOR A UM PERSONAGEM COM AUTORIDADE;
7)PARA VER SE ERA POSSÍVEL ENGANAR;
8)PARA COMPLEMENTAR A TRADIÇÃO;
9)PARA CONTESTAR OUTRAS FRAUDES (produção de textos falsos com o objetivo de contestar posições defendidas em outras fraudes);
10)DAR AUTORIDADE AOS PONTOS DE VISTA DE ALGUÉM ( a mais comum nas antigas fraudes cristãs – produzir um livro e alegar que tinha sido escrito por um apóstolo).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_b%C3%ADblica
O Mazdaísmo influenciou o judaísmo. O rei Josias foi o Constantino do judaísmo (adotou o monoteísmo). Do Judaísmo veio o Cristianismo, juntos, isnpiraram os Islamismo. Portanto, as religiões monoteístas também , derivam das doutrinas do Egito (Akenaton-Faraó egípcio-Deus Sol=Aton) e da Babilônia, sincretizadas nos livros sagrados.
Foi assim que o cristianismo se espalhou, ANO APÓS ANO, DÉCADA APÓS DÉCADA, até que alguém finalmente escreveu as lendas, estórias e histórias. Com uma propaganda com o objetivo de converter pessoas a fé. Feita por indivíduos que já a tinham recebido (telefone sem fio) de quinta, sexta ou 19ª mão. São MITOS QUE PERMANECEM graças a um longo tempo de exposição à ignorância científica, de modo a perpetuar-se na memória dos seus. São paradigmas que permanecem que mantém crentes dispostos a matar ou morrer por seus credos. Promessas diferentes feitas por um Deus diferente a pessoas diferentes.
Palavras do papa Leão X:
“Quantum nobis prodeste haec fabula Christi”! (“Quanto nos é útil esta FÁBULA de Cristo!”)
“A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro.” – Papa Leão X
“Não creria nos Evangelhos, se a isso não me visse obrigado pela autoridade da Igreja”. São palavras de Santo Agostinho. Com sua cultura e inteligência, poderia hoje estar no rol dos que não crêem.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_da_religi%C3%A3o
Assim, o culto estelar associado os ritos de morte não desapareceu, sítios com túmulos magalíticos foram construídos, os santuários druídas e mais recentemente as igrejas romanas. Numa tradição continua que se perpetua misteriosa e secretamente, por intermédio das forças invisíveis da mente humana, que procura manter o elo entre a vida terrestre e o céu.
Dessa forma, uma religião sucede outra, de modo que O ANTIGO CULTO DAS ESTRELAS cedeu lugar ao culto daquele que se supõe ser o seu criador. Nessa associação, os mistérios do cosmos foram usados pelos sacerdotes-astrônomos como poder e meio de domínio político-econômico daqueles que, adorando o seu criador, se deixaram seduzir por um lugar ao céu, na esperança de uma vida celestial.
Estamos destinados a viver apenas uma vida, aqui e agora e temos que aceitar o fato de que nossas vidas são curtas e duras.(ver Eclesiastes).
Pare de imaginar e fingir que és alguém especial, objeto pessoas de um plano divino. Que lhe fez e colocou no mundo que Ele fez, para Você e agora o supervisiona e cuida de vc mesmo quando está dormindo.
Imagine ainda mais. Que se Você seguir as regras e os mandamentos que ele estabeleceu, irá se qualificar para receber o prêmio máximo: A eternidade de bem-aventurança e tranquilidade no paraíso.
As religiões são UMA FRAUDE um a FRAUDE MENTAL. A religião fala sobre a bem-aventurança do próximo mundo, mas quer o poder neste. É de se esperar, pois foi feita pelo homem.
Deus está nú. Pode não ter muita graça. Essa é a realidade, nua e crua.
Só podemos evoluir quando agimos com consciência, bom senso e o livre pensamento!
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/05/por-que-nao-acredito-em-livros-ditos.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/05/ii-por-que-oiced-nao-acredita-em-livros.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/05/o-problema-do-mal-deuses-nao-existem.html
“Nenhum procedimento científico prova a realidade dessa saída do Egito, os longos anos de errância no deserto e a conquista da Terra Prometida…
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/10/capitulo-56-arqueologos-contestam.html
“O OUTRO LADO DA MOEDA”:
A CONFIABILIDADE HISTÓRICA DOS EVANGELHOS
…
Os 4 Evangelhos são comumente conhecidos como autoria de Mateus, Marcos, Lucas e João. Mas será que alguém não teria algum motivo para mentir e atribuir a autoria dos Evangelhos àquelas pessoas, quando na verdade não o fizeram? Na opinião do estudioso Craig L. Blomberg (1) isso é pouquíssimo provável por se tratar de pessoas bem singulares. “Marcos e Lucas nem sequer pertenciam ao grupo dos 12. Mateus sim, mas era odiado porque fora coletor de impostos; portanto, depois de Judas Iscariotes (que traiu Jesus!), seria ele a figura mais abominável. Compare isso com o que aconteceu quando os fantasiosos evangelhos apócrifos foram escritos muito tempo depois. As pessoas atribuíram sua autoria a personagens conhecidos e exemplares: Filipe, Pedro, Maria Madalena e Tiago. Esses nomes tinham muito mais prestígio que os de Mateus, Marcos e Lucas. (…) não haveria por que conferir a autoria a esses três indivíduos menos respeitáveis se não fossem de fato os verdadeiros autores.”
E o que dizer sobre o Evangelho de João? Ora, João era um dos 12 e era um dos três apóstolos mais íntimos de Jesus. “O mais interessante é que o evangelho de João é o único sobre o qual paira uma certa dúvida quanto à autoria. (…) Não há dúvida quanto ao nome do autor: era João mesmo. A questão é que não se sabe se foi João, o apóstolo, ou se foi outro. Segundo o testemunho de um escritor cristão chamado Pápias , em aproximadamente 125 d.C., havia João, o apóstolo, e João, o ancião, mas o contexto não deixa claro se ele se referia a uma única pessoa de duas perspectivas distintas ou a pessoas diferentes. Fora essa exceção, todos os demais testemunhos afirmam unanimemente que foi João, o apóstolo, o filho de Zebedeu, quem escreveu o evangelho.”
É importante notar que os Evangelhos na verdade são anônimos. Ora, se assim são, como é que lhes foi atribuída alguma autoria? A autoria dos Evangelhos foi transmitida ao longo do tempo através da Tradição da Igreja Católica. São testemunhos tão antigos, que remontam o tempo em que ainda estavam vivas pessoas que conheceram os Evangelistas, ou apóstolos. Qual é a importância disto? Ora, se fosse a autoria dos Evangelhos fosse falsamente atribuída a Mateus, Marcos, Lucas e João, as pessoas que viveram entre eles contestariam tal coisa. No entanto, não há qualquer registro sobre tal fato, pelo contrário, autoria dos Evangelhos nunca foi questão de disputa entre os primeiros cristãos.
O testemunho mais antigo e portanto o mais significativo é do Pápias. Vejamos:
Sobre o Evangelho de Mateus: “Mateus reuniu, de forma ordenada, na língua hebraica, as sentenças [de Jesus] e cada um as interpretava conforme sua capacidade”. (Pápias de Hierápolis, Fragmentos. Séc. II).
Sobre o Evangelho de Marcos: “O presbítero também dizia o seguinte: ‘Marcos, intérprete de Pedro, fielmente escreveu – embora de forma desordenada – tudo o que recordava sobre as palavras e atos do Senhor. De fato, ele não tinha escutado o Senhor, nem o seguido. Mas, como já dissemos, mais tarde seguiu a Pedro, que o instruía conforme o necessário, mas não compondo um relato ordenado das sentenças do Senhor. Portanto, Marcos em momento algum errou ao escrever as coisas conforme recordava. Sua preocupação era apenas uma: não omitir nada do que havia ouvido, nem falsificar o que transmitia’”. (Pápias de Hierápolis, Fragmentos. Séc. II).
Santo Ireneu de Lião, no final do séc II também pôe por escrito o testemunho dos antigos quanto à autoria dos Evangelhos:
“Mateus, no entanto, publicou entre os hebreus em sua própria língua um Evangelho escrito, enquanto Pedro e Paulo anunciavam a boa nova em Roma e lançavam os fundamentos da Igreja. Mas, após a morte deles, Marcos, discípulo e intérprete de Pedro, transmitiu-nos por escrito igualmente o que Pedro pregara. Lucas, porém, companheiro de Paulo, deixou num livro o Evangelho pregado por este último. Enfim, João, o discípulo que reclinou sobre o peito do Senhor [cf. Jô 13,25. 21,20], publicou também ele um evangelho, enquanto residia em Éfeso, na Ásia” (Contra as Heresias, séc II)
Portanto temos aqui o testemunho de Pápias (que foi discípulo pessoal de São João e companheiro de São Policarpo outro discípulo pessoal de São João) e de Santo Ireneu, que fora discípulo pessoal de São Policarpo. Os estudiosos consideram seus testemunhos muito confiáveis devido à proximidade que possuíam com a era apostólica.
…
As datas estabelecidas no meio acadêmico, mesmo nos círculos mais liberais, situam Marcos nos anos da década de 70, Mateus e Lucas na década de 80, e João na década de 90 (2). Há estudiosos como o já mencionado Dr. Craig Blomberg que defendem uma data mais recente para os Evangelhos. Segundo ele: “Atos termina, aparentemente, sem um conclusão. Paulo é a personagem principal do livro, e se encontra preso em Roma. É assim, abruptamente, que o livro acaba. O que acontece com Paulo? Atos não nos diz, provavelmente porque o livro foi escrito antes da morte dele. (…) Isso significa que o livro de Atos não pode ser posterior a 62. d.C. Assim, podemos recuar a partir desse ponto. Uma vez que Atos é o segundo tomo de um volume duplo, sabemos que o primeiro tomo – o evangelho de Lucas – deve ter sido escrito antes dessa data. E ja que Lucas inclui parte do evangelho de Marcos, isto significa que Marcos é ainda mais antigo. Se trabalharmos com a margem aproximada de um ano para cada um, chegaremos à conclusão de que Marcus foi escrito por volta de 60 d.C., talvez até mesmo em fins da década de 50. Se Jesus foi morto em 30 ou 33 d.C., temos aí um intervalo de, no máximo, 30 anos aproximadamente.”
Nestas datas ainda viviam testemunhas oculares da vida de Jesus, tanto aquelas que gostavam Dele, quanto àquelas que lhe foram hostis. E estas últimas serviriam de parâmetro de contestação caso houvesse nos Evangelhos algo estranho à vida de Jesus. Pouca gente sabe mas as duas biografias mais antigas sobre Alexandre, o Grande, foram escritas por Ariano e Plutarco depois de mais de 400 anos de sua morte, ocorrida em 323 a. C. E no entanto, os historiadores as consideram muito confiáveis. Se compararmos estes dados com as datas aceitas pela Academia em relação aos Evangelhos, podemos afirmar que os Evangelhos são notícia de última hora.
Neste intervalo de 30, ou -no pior das hipóteses- 40 anos entre os acontecimentos e a redação dos Evangelhos, será que foi possível o surgimento de lendas acerca de Jesus? Novamente retomando o caso de Alexandre, o Grande, todo material considerado lendário sobre ele só apareceu após as duas biografias antes mencionadas. Isso significa que por 500 anos a história de Alexandre ficou intacta.
Podemos ainda comparar os Evangelhos com outras literaturas. Por exemplo, embora as Gathas de Zoroastro, que datam de 1000 a.C. sejam consideradas autênticas pela maioria dos estudiosos, grande parte de suas escrituras do zoroatrismo só foram postas por escrito no séc. III d.C. A biografia pársi mais popular de Zoroastro foi escrita em 1278 d.C. Buda que viveu no séc VI a.C., só teve sua doutrina e vida registrados no séc. I d.C. E ainda, as palavras de Mamoé foram registradas no Alcorão entre 570 e 632 d.C., mas sua biografia só foi escrita em 767, mais de um séc. depois de sua morte. Não é sem motivo que diante destas informações da Academia, o Dr. Edwin M. Yamauchi (um dos mais conceituados especialistas sobre história antiga da atualidade) declara: “O fato é que temos uma documentação histórica de melhor qualidade sobre Jesus do que sobre o fundador de qualquer outra religião.” (4).
Há ainda aqueles que afirmam que os evangelistas fantasiaram os relatos sobre a vida de Jesus fazendo empréstimos de lendas. Por exemplo, acusam os evangelistas de basearem os milagres e ressurreição de Jesus na biografia do fabuloso Apolônio. Segundo esta biografia, Apolônio de Tiana, foi um homem que viveu no séc. I, que teria curado pessoas e exorcizado demônios, ressuscitado uma jovem dentre os mortos, e ainda que teria aparecido a alguns de seus seguidores depois de ter morrido. Impressionante não a semelhança com Jesus não?
Filostrato redigiu a biografia de Apolônio a mais de um século e meio depois da sua morte, enquanto os Evangelhos foram escritos por pessoas contemporâneas de Jesus, e num intervalo de tempo pelo menos 3 vezes menor. Os relatos sobre os milagres de Jesus e sua ressurreição são corroborados por diversas fontes como os escritos do Apóstolo Paulo (que datam entre 35 a 40 d.C, por tanto anteriores aos Evangelhos), Flávio Josefo (historiador Judeu do séc. I) , o Talmude (obra que compila toda a doutrina judaica, não nega os milagres de Jesus, no entanto atribuía tais práticas à magia.) entre outros. No caso de Apolônio, nenhuma outra fonte corrobora seus relatos.
…
FONTE: http://www.veritatis.com.br/apologetica/106-biblia-tradicao-magisterio/591-a-confiabilidade-historica-dos-evangelhos
QUEM ESCREVEU A BÍBLIA?
Ela é divina, é inspirada?
Dos 27 LIVROS do Novo Testamento, APENAS OITO quase certamente FORAM ESCRITOS PELOS AUTORES aos quais são tradicionalmente atribuídos: as sete inquestionáveis epístolas de Paulo e o Apocalipse de João, que poderia ser classificado como homônimo, já que não alega ter sido escrito por um João específico; isso era reconhecido até mesmo por alguns autores primórdios da Igreja. Alguns estudiosos muito bons acreditam que Paulo escreveu 2 Tessalonicenses, que Tiago o irmão de Jesus, escreveu Tiago ou que Pedro escreveu 1 Pedro. Mas a maioria dos estudiosos críticos há muito duvida dessas atribuições, e quase não se discutem alguns dos livros do Novo Testamento, como 1 Timóteo e 2 Pedro. ESSES LIVROS NÃO FORAM ESCRITOS POR SEUS SUPOSTOS AUTORES.
Dúvidas sobre a autoria de textos que se tornaram o cânone foram levantadas nos primórdios da Igreja, mas na época moderna, a partir do século XIX, os estudiosos fortaleceram os argumentos com raciocínios convincentes. Ainda hoje, muitos estudiosos relutam em chamar os documentos forjados do Novo Testamento de fraudes – afinal, é da Bíblia que estamos falando. MAS A REALIDADE é que, por qualquer definição do termo, é isso o que eles são. Um grande número de livros dos primórdios da Igreja foi escrito por AUTORES QUE ALEGARAM FALSAMENTE SER APÓSTOLOS PARA ENGANAR OS LEITORES e fazê-los aceitar seus livros e os pontos de vista que representavam.
Essa visão de que o Novo Testamento contém livros escritos sob nome falso é ensinada em praticamente todas as grandes instituições de ensino superior por todo o Ocidente, com exceção de faculdades fortemente conservadoras. É a visão ensinada em todos os grandes livros sobre o Novo Testamento utilizados nessas instituições. É a visão ensinada em seminários e faculdades DE TEOLOGIA. É o que os pastores aprendem quando se preparam para o ministério.
E POR QUE ISSO NÃO É MAIS CONHECIDO? Por que as pessoas nos bancos das igrejas – para não falar das pessoas nas ruas – não sabem nada sobre isso? Seu palpite é tão bom quanto o meu.
Leia mais em:
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/jesus-o-incomodo-silencio-da-historia.html
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-75-jesusesqual-deles.html
http://www.umanovaera.com/Fraudes_Religiosas/Cristo_Nunca_Existiu.htm
Antes de JAVÉ, Como Forjaram o Deus Cristão:
https://mail.google.com/mail/?shva=1#inbox/12c0c75c99b1985e
Deus bíblico pode ser fusão de vários deuses pagãos, dizem especialistas
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL652419-9982,00-DEUS+BIBLICO+PODE+SER+FUSAO+DE+VARIOS+DEUSES+PAGAOS+DIZEM+ESPECIALISTAS.html
Oiced,
Isso tudo o que você disse também tem muita especulação. Pode até ser que alguns livros não foram escritos por tais autores (como se sabe dos evangelhos apócrifos, que foram escritos bem depois da morte de seus supostos autores), já que era prática comum na antiguidade usar nomes de pessoas importantes em títulos de livros.
Mesmo assim, já que você considera as epístolas de Paulo como autênticas, então, tem que reconhecer a existência do seu autor e também do seu testemunho, que confirma os evangelhos.
Pelo jeito, você ainda acredita no pseudo-documentário Zeitgeist e suas variações. Esse negócio de tentar dizer que Jesus é um mistura de deuses mitológicos e agora até Javé ser mistura de deuses de Canaã, também não passa de pura especulação sem sentido; já que a própria Bíblia condena o culto a Baal e a todos os deuses pagãos.
Basta ler a história de tais deuses mitológicos (como Ísis, Horus, Osíris, Seth, Baal, Mitra, etc.) para ver o quanto são fantasiosos e mudam de acordo com o tempo e o lugar onde são cultuados, ao contrário do Deus bíblico. Compare a história do Antigo Testamento com a Epopeia de Gilgamesh para ver a diferença.
Se até sobre a Segunda Guerra Mundial (onde há vários filmes e documentos históricos) ainda há controvérsias e tem quem negue o próprio HOLOCAUSTO, imagina sobre fatos ocorridos há milhares de anos atrás!? Cada um especula o que quiser!
Querer negar o ÊXODO (cuja passagem os judeus comemoram até hoje na páscoa judaica, com pão ázimo e ervas amargas) é o mesmo que negar o HOLOCAUSTO.
A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA !!!
A Bíblia está repleta de discrepâncias e contradições, muitas delas contradições inconciliáveis. MOISÉS não escreveu o Pentateuco (OS CINCO PRIMEIROS LIVROS DO Antigo Testamento). E Mateus, Marcos, Lucas e João não escreveram os Evangelhos. Há outros livros que não fazem par da Bíblia, mas em que um momento ou outro foram considerados canônicos – outros por exemplo, supostamente escritos por seguidores de Jesus, como Pedro, Tomé e Maria. O ÊXODO PROVAVELMENTE NÃO ACONTECEU COMO DESCRITO no Antigo Testamento. A CONQUISTA DA TERRA PROMETIDA PROVAVELMENTE É BASEADA EM UMA LENDA.
E o que pensar, quando lemos na Bíblia: “Feliz de quem agarrar e esmagar teus bebês (babilônios) contra a rocha! “. ESMAGAR OS MIOLOS DE BEBÊS babilônios para se vingar do que seus pais soldados fizeram? ISSO ESTÁ NA BÍBLIA? Isso é inspiração divina? é digno de um Deus bíblico?
E o que pensar de 1 Timóteo 2:11-5, 1 Coríntios 14:35-36(, falsificado em nome de Paulo por alguém que viveu depois e que se opunha com tal veemência a que a mulher participasse ativamente da Igreja. Que ordenou que ela ficasse calada e não “ensine ou domine o Homem”. ISSO É ÓTIMO -
AS MULHERES DEVEM SER CALADAS, SUBMISSAS e GRÁVIDAS. Não é exatamente uma visão liberal e FEZ MUITO MAL AO MUNDO AO LONGO DOS ANOS. E bem atual ainda no mundo islâmico. Outras idiotices e crueldades inventadas pelo religioso também são fáceis de identificar. E não vejo a mão de nenhum Deus, por trás de tudo. Isso não foi obra de intervenção divina. Foi o resultado de simples mortais (todos eles homens), fazendo de tudo para decidir o que era certo ou errado. DEUS NÃO ESCREVEU A BÍBLIA, pessoas escreveram.
Os Evangelhos se contradizem em muitos e incluem material não histórico. É DIFÍCIL SABER SE MOISÉS UM DIA EXISTIU OU O QUE EXATAMENTE O JESUS DISSE e FEZ. As narrativa históricas do Antigo Testamento estão REPLETAS DE INVENÇÕES LENDÁRIAS . O livro de Atos dos Apostólos do Novo Testamento contém informação histórica não confiável sobre a vida e a pregação de Paulo.
Muitos dos livros do Novo Testamento são assinados por pseudônimos – escritos não pelos apóstolos, mas por autores posteriores “alegando” serem os apóstolos. E A LISTA CONTINUA.
Mas Deus (hipótese) permitiu falsidade e inconsistências em seu livro dito sagrado? Se Deus queria que tivéssemos suas palavras, por que não as preservou?
Com cada vez mais evidências sobre as discrepâncias (genealogia, do nascimento a vida e relatos sobre Jesus…), muitos descobrem que sua fé na inequivocidade e na absoluta fidelidade histórica da Bíblia começa a fraquejar. O relato da ressurreição de Jesus no Evangelho de Marcos só foi acrescentado muitos anos depois. Simplesmente há evidências demais, e conciliar todas as centenas de diferenças entre as fontes bíblicas demanda tanta especulação e tamanhas complexas artimanhas interpretativas que isso acaba sendo demais para eles. NÃO HAVENDO TESTEMUNHAS CONFIÁVEIS ou consistentes no período do tempo necessário para atestar alegação tão extraordinária , finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não a obrigação, de nos respeitarmos, o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que , ou até que, sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E alegações excepcionais demandam provas excepcionais.
No Novo Testamento, o autor de Mateus não está dizendo a mesma coisa que Lucas. Marcos é diferente de João. Paulo pode não se entender com Tiago. Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas. O autor do Apocalipse parece ser diferente de todos os outros.
E quando se joga o Antigo Testamento nessa mistura, AS COISAS FICAM MUITO CONFUSAS.
Os autores de Jó AFIRMAM explicitamente QUE NÃO HÁ VIDA APÓS A MORTE .
Durante muito tempo houve um debate acalorado sobre quais os “Evangelhos” deveriam ser considerados divinamente inspirados. Alguns defendiam esses, e alguns , outros, e muitas vidas se perderam de forma horrível em função disso. Ninguém se deu ao trabalho de dizer que todos foram escritos pelo homem muito depois do suposto drama ter terminado. Este é um dos melhores argumentos para a altamente questionável existência de Jesus. Discípulos sobreviventes analfabetos não nos deixaram qualquer registro, e de qualquer forma nunca poderiam ter sido “cristãos”, já que nunca iriam ler esses livros posteriores em que os cristãos , precisam afirmar a crença, e de qualquer forma não teriam qualquer ideia de alguém iria um dia fundar uma igreja com base nos pronunciamentos do seu mestre. Também não há só uma palavra em qualquer dos Evangelhos posteriormente montados que indique que Jesus queria ser o fundador de uma Igreja. Religião é criação é criação do homem e os Evangelhos são a prova disso.
Ou os Evangelhos são de certa forma essencialmente verdade, ou toda a coisa é fundamentalmente uma fraude e talvez uma FRAUDE MORAL. Bem, pode ser afirmado com certeza, que os Evangelhos quase certamente NÃO SÃO VERDADE LITERAL. Isso significa que muitos dos “ditos” e ensinamentos de Jesus são ouvir dizer em cima de ouvir dizer. A disse a B, que ouviu de C, que aprendeu com D. O que ajuda a explicar a sua natureza truncada e contraditória.
Alguns se recusam a ouvir – É QUASE COMO SE TAPASSEM OS OUVIDOS E CANTAROLASSEM ALTO PARA NÃO TER DE ESCUTAR NADA QUE OS FAÇA DUVIDAR DE SUAS ESTIMADAS CRENÇAS SOBRE A Bíblia e os mitos da caverna
Outros estão ansiosos por se libertar inteiramente dos limites da igreja e da religião, devorando as informações que dou como se isso fosse uma licença para desacreditar. Mas a maioria das pessoas nas ruas e nos bancos das igrejas nunca ouviu isto antes. Isto é uma vergonha, e chegou o momento de fazer algo para resolver esse problema.
Assim, portanto, deixemos os defensores e partidários da religião confiarem apenas na fé, e que eles sejam corajosos o bastante para admitir que é isso o que estão fazendo.
“Conhece a si mesmo”, disseram os gregos, gentilmente sugerindo os consolos da filosofia.
De “brinde” com um pequeno incentivo para conscientizar e se livrar de vez do vício da religião, de qualquer crença em um Deus sobrenatural-superpoderoso que existiu, exista ou ainda venha a ser inventado. Com a entrevista de SAM HARRIS, em:
http://veja.abril.com.br/261207/p_084.shtml
e o vídeo de DANIEL DENNETT
http://personalogia.wordpress.com/2011/05/01/daniel-dennett-fofo-sensual-doce-e-engracado/
Oiced Mocam,
colaborou sobre as confusões mentais acerca de Deus e seu apego a um Deus imaginário. E, talvez, com um pouquinho de esperança.
Oiced,
isso tudo que você disse por acaso é prova de que Deus não existe ou de que Jesus não existiu, fez milagres e ressuscitou?
Se existe tais relatos na Bíblia (muitas vezes constrangedores ao povo hebreu, a Cristo e ao próprio Deus) é só mais uma prova de que a Bíblia não é um mero “conto de fadas” feito para enaltecer um povo ou os feitos de um deus mitológico. Aliás, a veracidade da inspiração divina da Bíblia se comprova pelas suas profecias cumpridas e não por algumas supostas contradições; muitas delas realizadas na pessoa de Jesus Cristo.
Basta ver o artigo da Wikipedia sobre ‘Cristo’ que mostra dezenas de passagens do Antigo Testamento (escritas séculos antes do nascimento de Cristo) que se cumpriram na pessoa de Cristo, inclusive: que ele nasceria de uma virgem, falaria em parábolas, faria milagres, seria rejeitado e traído por trinta moedas de prata, seria acusado injustamente, seria rejeitado e ferido por nossas iniquidades, seria cuspido e esbofeteado, teria os pés e mãos transpassados, oraria pelos inimigos,lançariam sorte para repartir suas vestes, o fariam beber vinagre, não teria os ossos quebrados, um rico o sepultaria, ressuscitaria no terceiro dia, etc., etc., etc.
Não podemos comparar a sociedade da nossa época com o contexto daquela época. Mesmo assim, tanto a religião judaica como a religião cristã era muito mais coerente, culta, sábia, justa, misericordiosa e avançada do que as outras religiões pagãs da época. Enquanto o cristianismo aboliu o sacrifício de animais que havia no judaísmo, muitas religiões pagãs sacrificavam crianças e até mesmo seus próprios filhos!
Vocês céticos, às vezes, se parecem mais com um crítico invejoso diante da obra prima de um grande artista; que, em vez de apreciar a beleza total da obra e o talento do autor, fica procurando defeitos em alguns pequenos detalhes.
Mas não se engane:
Deus é bom, mas não é bobo!
A misericórdia de Deus é infinita, mas sua justiça não é menor!
O Deus do Novo Testamento é o mesmo Deus do Antigo Testamento.
Se, na sua primeira vinda, Jesus veio na humildade e na misericórdia para nos salvar a todos; na sua segunda vinda, ele virá na glória e na justiça como terrível juiz para nos julgar a todos!
A própria Bíblia ensina que o princípio da sabedoria é o temor a Deus.
A quem você, infelizmente, parece não ter o menor temor!
Breve Biografia de VOLTAIRE (por INGERSOLL)
O ARGUMENTO DO LEITO DE MORTE
Voltaire começou a pensar, a duvidar . Ele estudou a história da igreja, das crenças. Ele descobriu que a religião de sua época se apoiava na inspiração das escrituras – a infalibilidade da igreja – os sonhos de eremitas insanos — os absurdos dos Pais da igreja – os erros e falsidades dos santos – a histeria das freiras – a astúcia dos padres e a estupidez dos povos.
Ele descobriu que o Imperador Constantino, que levou o cristianismo ao poder, assassinou sua esposa, Fausta, e seu filho mais velho, Crispus no mesmo ano em que ele convocou o concílio de Nice, para decidir se Cristo era um homem ou o filho de Deus. O concílio decidiu no ano de 325 que Cristo havia sido consubstanciado com o Pai.
Ele descobriu que a igreja estava ligada a um marido que assassinou sua esposa, um pai que matou o filho por ter colocado em dúvida a questão embaraçosa da divindade do Salvador.
Ele descobriu que Teodósio convocou um concílio em Constantinopla em 381 no qual foi decidido que o Espírito Santo provinha do Pai.
Que Teodósio, o jovem, convocou um concílio em Éfeso, em 431, que declarou que a Virgem Maria havia sido a mãe de Deus.
Que o imperador Marciano convocou outro concílio em Calcedon, em 451, que decidiu que Cristo tem dois arbítrios – e que em 1274 o concílio em Lion decidiu que o Espírito Santo provinha simultaneamente do Pai e do Filho.
Portanto, passaram-se 1300 anos para que se estabelecessem umas poucas questões que haviam sido reveladas por um Deus infinito à sua igreja infalível.
Voltaire percebeu que essa crença insana havia enchido o mundo de crueldade e medo. Percebeu que paramentos eram mais sagrados do que virtudes – que imagens e cruzes – que fragmentos de ossos e pedaços de madeira eram mais preciosos do que os direitos e vidas de homens, e que os guardadores dessas relíquias eram inimigos da raça humana.
Com toda a energia de sua natureza, com toda a capacidade de sua mente, ele atacou esta “Besta Triunfante”.
Voltaire era o apostolo do bom senso. Ela sabia que poderia não ter existido uma língua primitiva da qual as demais derivaram. Ele sabia que cada língua era influenciada pelo ambiente. Ele sabia que a língua do gelo e neve não era a língua das palmeiras e flores. Ele sabia também que não havia milagre algum na língua. Ele sabia que era impossível que a história da torre de Babel tivesse acontecido. Ele sabia que tudo o que existe no mundo é natural. Ele era inimigo da alquimia, tanto na língua como na ciência. Uma frase sua é suficiente para mostrar sua filosofia a este respeito: “Para transformar ferro em ouro, duas coisas são necessárias: primeiro, a aniquilação do ferro, e segundo, a criação do ouro”.
Voltaire nos deu a filosofia da história.
Voltaire era um homem de bom humor, de boa índole e alegre. Ele desprezava com todo o coração a filosofia de Calvino, a crença da sombra, do rigor, do sobrenatural. Ele tinha dó daqueles que necessitavam da religião para ser honestos e para ser felizes. Ele tinha a coragem de aproveitar o presente para prever o que o futuro traria.
E, no entanto, por mais de cento e cinqüenta anos o cristianismo tem combatido esse homem e sujado sua memória. Em todo púlpito seu nome tem sido pronunciado com escárnio, e todo púlpito tem sido um arsenal de ofensas. Ele é um homem do qual nenhum clérigo tem dito a verdade. Ele tem sido combatido igualmente por católicos e protestantes.
Padres, pastores e bispos e missionários, deões e papas têm enchido o mundo com ofensas e calúnias contra Voltaire. Acho curioso que os pastores não digam a verdade sobre o inimigo da igreja. Na verdade, por mais de mil anos quase todo púlpito era uma fábrica onde eram cunhadas as difamações.
Voltaire usou sua mente para combater as superstições de sua época.
Ele lutou com toda arma e todo argumento que de que ele dispôs. Ele era o maior de todos os caricaturistas e usava toda o seu divino veneno sem piedade. Em pura e cristalina ironia ele não teve similar. A arte da ironia foi levada por ele quase à categoria de ciência. Ele conhecia e praticava qualquer subterfúgio. Ele combateu o exército da hipocrisia e pretensão, o exército da fé e da falsidade.
Voltaire foi incomodado pelos mais baixos e insignificantes espíritos de sua época, pelos covardes e bajuladores, por aqueles que desejavam ganhar os favores dos padres, pelos apadrinhados dos nobres. Algumas vezes ele se deixou ser incomodados por esses miseráveis; algumas vezes ele os atacava; mas por esses ataques ele poderia ser perdoado há muito tempo. No âmbar de seu gênio, Voltaire preservou esses insetos, essas tarântulas, esses escorpiões.
“Dois dias antes de sua morte um sobrinho seu foi buscar o curador do santo suplício e o abade Gautier e o trouxe para o quarto do seu tio doente. ‘Ah, bom’, disse Voltaire. ‘Dê a ele meus cumprimentos e meu agradecimento’. O abade pronunciou umas palavras para ele pedindo-lhe paciência. O curador então se aproximou, apresentou-se, e perguntou a Voltaire, elevando sua voz, se ele reconhecia a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. O doente então empurrou com sua mão a estola do abade, e gritou, virando subitamente para o outro lado: “Deixe-me morrer em paz”. O cura aparentemente considerou-se desonrado e sua estola profanada pelo toque de um filósofo. Ele fez com que a enfermeira o escovasse e se foi com o abade Gautier.
A igreja tem demonstrado grande esforço para divulgar que os últimos momentos de um grande infiel (aquele que a igreja não conseguiu queimar) foram infinitamente dolorosos e desesperados. Alegavam que palavras não conseguiam descrever os horrores por que passava um infiel à beira da morte. Todo bom cristão deveria acreditar, e realmente acreditava nessas histórias. Isto era afirmado e reafirmado em todo e qualquer púlpito deste mundo. Os pastores protestantes repetiam as mentiras inventadas pelos padres, e os católicos, numa espécie de comitê teológico, juravam as mentiras contadas pelos protestantes. Neste ponto eles sempre estiveram juntos, e estarão, desde que esta falsidade possa ser usada pelos dois.
Biografia Resumida completa sobre VOLTAIRE e outros artigos no Link abaixo Racionalista e Humanista Secular:
http://www.mphp.org/racionalismo/voltaire—robert-g.-ingersoll.html
Aprofunde conhecimentos, seja curioso, pesquise em outras fontes:
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/12/capitulo-73-ingersoll-sobre-biblia.html
O Que Substituiria a Bíblia Como Um Guia Moral?
http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/12/capitulo-72-ingersoll-0-que-substitui.html
Oiced
Sobre Constantino (que só se batizou cristão no fim de sua vida), temos que ver qual era o contexto da época e o que é fato comprovado ou não. O que importa para os cristãos é que ele, através do Edito de Milão, acabou com três séculos de perseguição e extermínio de cristãos pelo Império Romano.
E se os homens fizeram tantas barbaridades em nome de Deus, a história mostrou que são capazes de fazer atrocidades bem piores quando deixam de acreditar e sequer temer a Deus e um juízo eterno. E muito dessas tragédias (como a do flagelo do Comunismo) se deveu à influência desses pensadores laicistas dos últimos séculos.
Diferentemente dessas estorinhas de conversão de ateus que vemos na internet; essa do arrependimento de Voltaire foi feita por um catedrático de filosofia, Carlos Valverde, baseado numa declaração publicada em uma antiga revista laicista de Filosofia da época; declaração essa assinada pelo próprio Voltaire e outras testemunhas. Como mostra o próprio artigo da WIKIPEDIA sobre VOLTAIRE:
“…
As ideias presentes nos escritos de Voltaire estruturam uma teoria coerente, mas por vezes contraditória, que em muitos aspectos expressa a perspectiva do Iluminismo.
Defendia a submissão ao domínio da lei, baseava-se em sua convicção de que o poder devia ser exercido de maneira liberal e racional, sem levar em conta as tradições.
Por ter convivido com a liberdade inglesa, não acreditava que um governo e um Estado liberais, tolerantes fossem utópicos. Não era um democrata, e acreditava que as pessoas comuns estavam curvadas ao fanatismo e à superstição. Para ele, a sociedade deveria ser reformada mediante o progresso da razão e o incentivo à ciência e tecnologia. Assim, Voltaire transformou-se num perseguidor ácido dos dogmas, sobretudo os da Igreja Católica, que afirmava contradizer a ciência, no entanto, muitos dos cientistas de seu tempo eram padres jesuítas.
Sobre essa postura, o CATEDRÁTICO DE FILOSOFIA Carlos Valverde escreve um surpreendente artigo, no qual documenta uma suposta mudança de comportamento do filósofo francês em relação à fé cristã, registrada no tomo XII da FAMOSA REVISTA francesa Correpondance Littérairer, Philosophique et Critique (1753-1793). Tal texto traz, no número de abril de 1778, páginas 87-88, o seguinte RELATO literal de Voltaire:
‘Eu, o que escreve, declaro que havendo sofrido um vômito de sangue faz quatro dias, na idade de oitenta e quatro anos e não havendo podido ir à igreja, o pároco de São Suplício quis de bom grado me enviar a M. Gautier, sacerdote. Eu me confessei com ele, se Deus me perdoava, morro na Santa Religião Católica em que nasci esperando a misericórdia divina que se dignará a perdoar todas minhas faltas, e que se tenho escandalizado a Igreja, peço perdão a Deus e a ela. Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa do marqués de Villete, na presença do senhor abade Mignot, meu sobrinho e do senhor marqués de Villevielle. Meu amigo.’
Este relato foi reconhecido como AUTÊNTICO por alguns, pois seria confirmado por OUTROS documentos que se encontram no número de junho da mesma revista, esta de CUNHO LAICO, decerto, uma vez que EDITADA por Grimm, Diderot e outros enciclopedistas. Já outros questionam a necessidade de alguém que já acredita em Deus ter que se converter a uma religião específica, como o catolicismo. No caso de Voltaire não teria ocorrido reconversão.
Voltaire morreu em 30 de maio de 1778. A revista lhe exalta como ‘o maior, o mais ilustre e talvez o único monumento desta época gloriosa em que todos os talentos, todas as artes do espírito humano pareciam haver se elevado ao mais alto grau de sua perfeição’.
A família quis que seus restos repousassem na abadia de Scellieres. Em 2 de junho, o bispo de Troyes, em uma breve nota, proíbe severamente ao prior da abadia que enterre no Sagrado o corpo de Voltaire. Mas no dia seguinte, o prior responde ao bispo que seu aviso chegara tarde, porque – efetivamente – o corpo do filósofo já tinha sido enterrado na abadia. Livros históricos afirmam que ele tentou DESTRUIR a IGREJA a favor da MAÇONARIA.
A Revolução trouxe em triunfo os restos de Voltaire ao Panteão de Paris – antiga igreja de Santa Genoveva – , dedicada aos grandes homens. Na escura cripta, frente a de seu inimigo Rousseau, permanece até hoje a tumba de Voltaire com este epitáfio:
‘Aos louros de Voltaire. A Assembléia Nacional decretou em 30 de maio de 1791 que havia merecido as honras dadas aos grandes homens’.
… “.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire
QUEM SERÁ QUE ESTÁ MENTINDO?
Oiced,
“Se Você se sente aprisionado na religião em que foi criado, valeria a pena se perguntar como isso aconteceu. A resposta normalmente é alguma forma de doutrinação infantil. Se Você é religioso fervoroso, a imensa probalidade é de que tenha a mesma religião de seus pais.”
Não meu caro, nada disso. Fui criado na religião católica, mas bem cedo percebi que algo estava errado, ou melhor, tudo estava errado. Daí para frente foi uma busca incessante da ‘verdade’. Passei por praticamente todas as empresas pseudo religiosas com o prefixo de ‘igreja’ e frequentei os mais variados cultos de outras tradições ‘religiosas’. Frequentei grupos de gnose, sociedades esotéricas e outras do gênero. Li bastante e estudei um bocado. Tudo isso é apenas um caminho. Todavia, a ‘RELIGIÃO’ é uma experiência pessoal libertadora que mais cedo ou mais tarde todos buscadores terão. Isso sim é a verdade que liberta de todos os grilhões das ‘religiões’, das ‘doutrinas’ ou do ‘ateísmo’ que é simplesmente um estágio de revolta contra as injustiças e as hipocrisias das ‘religiões’ pelo qual também já passei.