Você acha que tem o “Gene do Guerreiro”?

Publicado em 23.01.2009

guerreiro

Parece que um “Gene do Guerreiro” pode gerar respostas agressivas contra provocações. É o que afirma o estudo co-liderado por Rose McDermott, professora de ciência política da Universidade de Brown, no Reuni Unido.

No experimento, o primeiro a examinar a medida de um comportamento de vingança perante a uma provocação, pessoas tiveram a oportunidade de causar dor física em outras que foram acusadas de roubarem dinheiro das primeiras. A dor física seria causada por meio de oferecimento de molhos picantes muito fortes.

A ‘monoamina oxidase A’ é uma enzima que decompõe importantes neurotransmissores no cérebro, como dopamina, noraepinefrina e serotomina. A enzima é regulada pelo gene da monoamina oxidase A (MAOA). Os humanos têm diferentes tipos de genes que resultam em diferentes níveis de enzima. As pessoas que possuem altos níveis do gene MAOA (MAOA-H), produzem mais enzimas, já aqueles que possuem menores níveis do gene (MAOA-L), produzem menos enzimas.

A maioria dos estudos até agora têm mostrado uma correlação entre baixos níveis do gene e a agressividade. Apenas um terço das populações ocidentais possui baixos níveis do MAOA. E dois terços das populações que mais guerrearam, historicamente, possuem níveis mais baixos do gene. Isso constitui uma controvérsia para o apelido dado ao gene de “gene do guerreiro”.

O objetivo do estudo foi determinar porque, exatamente, pessoas com baixos níveis de MAOA apresentam comportamento mais agressivo. Os estudos demonstraram que o ambiente influencia muito mais o comportamento do que o gene. O baixo nível de MAOA pode ter evitado que certas pessoas respondessem de forma agressiva a pequenas provocações, mas quando se trata de provocações de “grande porte”, quase todas as pessoas reagem da mesma maneira.

Mesmo parecendo que o papai e a mamãe tenham feito mais estrago que o gene em nossa forma de reagir, responda aqui se você acha que possui o Gene do Guerreiro? [Science Saily]

Autor: Sergio de Souza

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31 Comentários

  1. Eu acho que eu tenho esse gene. Isso ou eu sou só muito reativa.
    Às vezes, pra descontar a raiva eu dou uma de compactador de lixo. Costumo amassar, quebrar ou rasgar as coisas quando vou jogar fora. Ou simplesmente destruo alguma coisa que está me atrapalhando. Se ela for inútil, claro. Agredir objetos inanimados é a melhor terapia pra raiva que eu conheço.
    Tem muita coisa que as pessoas fazem que eu olho e penso “Só matando um/a idiota desses/as!” ou (a gauchíssima) “Isso é falta de laço!”.
    O que quer que eu esteja fazendo que dá errado, eu xingo as coisas e a mim mesma como se tivesse sido ofendida.
    Com certeza a família influencia e contribui muito com o comportamento agressivo. Na minha família é todo mundo muito irônico e sarcástico. Deboche na ponta da língua. Era difícil ter uma conversa séria sem uma piadinha pra quebrar a tensão do momento. Aliás, se tem uma coisa que me “põe nas tintas” (como dizem nossos patrícios) é deboche. Não raro eu respondo a isso com agressão física, sem dizer uma palavra. E quando respondo verbalmente… era melhor ter dado só um tapa. Mas, na maioria das vezes só mando “o olhar” (vide o filme: Querem Acabar Comigo). Essa coisa do tapa eu fazia mais na infância e exclusivamente os guris é que apanhavam de mim. Até o meu pai já levou uns tapas de mim, mas porque a nossa relação era assim “paizão e filhão” de brincar de lutinha e tal (sei que meu nick não deixa bem claro, mas eu sou mulher). Eu nunca soube como responder às provocações das gurias e das mulheres. Meu pai me ensinou uma verdadeira cartilha da auto-defesa “Se te derem um tapa, tu dá dois. Se te derem dois tapas, tu fecha a mão e dá no meio.” e me aconselhou isso quando eu entrei pra 5ª série, porque (palvras dele) quietinha e estudiosa como sempre fui, os guris com certeza iam se prevalecer disso pra me incomodar. Desde muito pequena que meu pai me aconselhava a me defender sozinha. Dos guris, não das gurias. Não por isso eu odeio os homens, pelo contrário: eu odeio as mulheres. Quando criança, eu achava que era melhor ser homem. Ao menos na minha família e no meio social em que cresci, as mulheres são em sua maioria insatisfatórias como bons exemplos pra mim.

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  2. Creio q tenho este gene, pq qualquer coisa me irrita e nao consigo controlar minha raiva, principalmente quando sou alvo de brincadeiras pateticas e sem graça. Mais eu nao desconto toda a minha raiva nas pessoas pq sei q poderia machuca-la pq quando estou com muita raiva fico com uma força fora do normal que nem eu mesmo consigo explicar e com isso ou eu gurdo pra mim mesma ou desconto tudo em um objeto, qualquer objeto pra mim serve pq quando estou com essa raiva eu acabo nao sentindo muita dor, mais mesmo assim me preocupo caso eu me machuque gravimente, minhas almofadas sofrem muito com isso, mais de vez em quando acaba sobrando para as pessoas.

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  3. Aquele que tem o gene guerreiro realmente, nao sabe que tem, mas imagino que como guerreiros, a base eh objetivo planejamento, estrategia e execução, para tudo, inclusive e principalmente em momentos de reflexos, saber agir da forma mais sensata de acordo com a situação. Aí me pergunto: – Será que eu tenho o gene guerreiro? sinceramente, não sei!!

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  4. KKKK acho mt engraçada as pessoas dizendo que tem o gene guerreiro kkkk basicamente todo mundo diz que tem esse gene mais nem metade das pessoas que falaram tem realmente recomendo que assistao o estudo da NatGeo sobre gene guerreiro bando de boçais FDP.

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  5. É engraçado como todos os comentários versam sobre pessoas que acham que tem o gene, porque respondem muito mal a certas provocações… Como se isto os desculpasse por não saberem controlar sua raiva perante as frustrações da vida. O próprio estudo realizado concluiu que o ambiente é muito mais influente no modo como controlamos nossas emoções do que o gene maoa, mas as pessoas insistem em se esconderem atrás da famosa frase: “a carne é fraca”. Pessoal, a carne não é fraca nem forte, somos nós, como seres humanos civilizados e conscientes que determinamos como iremos reagir perante os desafios da vida, e essa capacidade maior de autocontrole só pode ser conquistada através de um conselho secular difundido por Sócrates: “conhece-te a ti mesmo.

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    • A civilização é uma convenção. O ser humano é só mais um animal sobre a face da terra. Reflete mais um pouco sobre essa frase do Sócrates. Tem mais coisa aí do que supõe tua limitada visão do ser humano.

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  6. Eu acredito que possuo tao ” gene guerreiro”, pois analisando minha vida da infância até a fase adulta, é nítido (para quem me conhece)ver que tenho uma extrema propensão à violência. Hoje controlo mais meu “ataques de violência”, usando métodos de controle emocional e pelo treinamento em artes-marciais. A paternidade também me ajudou muito com isso, tendo que respirar fundo antes de explodir em agressividade diante de certas situações que tiram o centro de controle emocional de qualquer um. Alem é claro de ter uma enorme satisfação em expressar essa agressividade. Por esses e outro acredito ter tao gene. Há família de descendência europeia, mais especificamente espanhola.

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  7. Eu acredito que sim, pois eu nasci agressiva, minha mãe mesma disse que a qualquer incomodo eu ficava muito irada, ela disse que quando recem nascida eu não chorava eu berrava até cansar e por horas, ela disse que muitas vezes ficou desesperada comigo rsrsrs, aprendi a andar rápido mas a falar demorou até os 7 anos, eu batia, mordia e gritava, era desafiadora, desobediente, irritadiça, mal-humorada, briguenta ( ainda sou, mas hoje já tenho muito mais controle do meu temperamento ).

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  8. O meu haplogrupo é o I1A;esta varonia é a de um povo guerreiro: os viquingues. A minha família é muito consanguínea, de tal modo que descendo por 15 linhas da família RIBEIRO. Sofri maltratos na infância. Tenho pouca resistência a um melindre ou ofensa, a que posso responder com muita agressividade, inclusivé mordendo.Tenho acessos de raiva que controlo com dificuldade. Faço psicoterapia há décadas.Suponho que é por isso que ainda não conheci uma cadeia.

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