10 crimes resolvidos por reviravoltas surpreendentes

Por , em 29.03.2015

A realidade é muitas vezes pior do que a ficção. Os casos abaixo começaram como crimes misteriosos, e reviravoltas ainda mais mirabolantes do que as inventadas por autores acabaram ajudando a polícia a descobrir os culpados.

10. Assassinato é resolvido quando criança ilegítima de homem falecido é identificada

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Na noite de 26 de novembro de 2010, Yara Gambirasio (foto acima), 13 anos, desapareceu enquanto caminhava para sua casa em Brembate di Sopra, na Itália. Seu corpo foi encontrado em um campo três meses depois. Ela havia sido esfaqueada várias vezes e morreu de exposição. Uma extensa investigação foi lançada – mais de 15.000 testes de DNA foram feitos em pessoas da região e comparados com amostras de DNA encontradas na cena do crime. A polícia descobriu que um homem chamado Damiano Guerinoni tinha um perfil de DNA semelhante. Assim, testes de DNA foram realizados em vários membros de sua família, incluindo um de seus tios, Giuseppe Guerinoni. Guerinoni já era falecido, mas os investigadores foram capazes de obter uma amostra a partir de um selo postal que ele tinha lambido. Para sua surpresa, o DNA foi uma combinação perfeita. O único problema era que Guerinoni tinha morrido 11 anos antes do crime.

Isso significava que o assassino tinha de ser filho de Guerinoni, mas seus três filhos legítimos foram eliminados como suspeitos. As autoridades logo ficaram sabendo que Guerinoni era um mulherengo e, como ele trabalhou como motorista de ônibus em constante interação com o público, mais de 500 mulheres foram investigadas. Uma chamada Ester Arzuffi acabou tendo DNA semelhante. Casada desde 1967, Ester tinha três filhos, incluindo gêmeos. Seu marido sempre assumiu que ele era o pai biológico dos gêmeos, mas uma vez que ela tinha tido um caso com Giuseppe Guerinoni, os garotos eram seus filhos ilegítimos. Teste de DNA confirmou que um dos gêmeos, Massimo Giuseppe Bossetti, era o assassino de Yara Gambirasio, e ele foi acusado em junho de 2014.

9. Homem é condenado, absolvido e condenado novamente do mesmo crime

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Em 12 de maio de 1985, Kathryn Eastburn (foto acima), a esposa de um capitão da Força Aérea que vivia com sua família em Fayetteville, Carolina do Norte, nos EUA, foi encontrada estuprada e morta a facadas em sua casa. Duas de suas filhas, Kara, cinco anos, e Erin, três anos, também haviam sido brutalmente assassinadas. Enquanto sua terceira filha, Jana, de 22 meses, foi poupada, ela ficou perto de morrer de desidratação em seu berço. A polícia acusou um suspeito do crime: Timothy Hennis, um sargento do exército americano atuando em Fort Bragg. Poucos dias antes dos assassinatos, Hennis esteva na residência de Kathryn para adotar seu cão, e uma testemunha afirmou ter o visto na vizinhança na noite do crime. Em 1986, Hennis foi considerado culpado de assassinato em primeiro grau e condenado a morte.

Porém, como as provas contra Hennis eram circunstanciais, muita polêmica cercou o veredicto. Seus advogados foram capazes de obter-lhe um novo julgamento três anos depois, no qual Hennis foi absolvido. Logo, ele retomou sua carreira no exército. Mas este não foi o fim da história. Em 2007, o inquérito foi reaberto, e testes realizados em amostras de sêmen da cena do crime mostraram que o DNA pertencia à Timothy Hennis. Em circunstâncias normais, Hennis não poderia ser acusado de assassinato novamente, por caracterizar dupla penalização (ah, a lei…). No entanto, como Hennis ainda era um membro do exército, ele pode ser julgado por um tribunal militar. Assim, em 2010, foi considerado culpado e recebeu a distinção de ser a única pessoa condenada à morte pelo mesmo crime duas vezes.

8. Homem de 34 anos encontra sua foto em site de crianças desaparecidas

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Em 1977, Mark Barnes e Charlotte Moriarty tiveram um filho juntos em Hau’ula, no Havaí. O garoto foi chamado de Marx Panama Moriarty Barnes (foto acima). Em 21 de junho, Charlotte saiu com o bebê de seis meses de idade, informando o marido que ia em uma loja. Nenhum voltou para casa naquele dia. Mark notificou a polícia e uma extensa investigação foi feita na ilha, mas nenhum vestígio de Charlotte ou Marx foi encontrado.

Charlotte havia fugido com o filho, e sido presa depois de invadir uma casa. Ela disse à polícia que seu nome era “Jane Amea” e o de seu filho era “Tenzin”. Charlotte foi internada em um hospital psiquiátrico, enquanto Marx foi enviado para um orfanato. Quando tinha três anos, ele foi adotado por Steve e Pat Carter, um casal de Nova Jersey que estava morando no Havaí. Eles não tinham ideia de que Marx tinha sido raptado de seu pai. Em 2011, com 34 anos, Marx viu uma notícia sobre Carlina White, bebê sequestrada que foi reunida com sua mãe biológica depois de 23 anos. Marx começou a suspeitar de que ele poderia ter sido sequestrado também, e resolveu navegar em sites de crianças desaparecidas. Ele encontrou o perfil de Marx e ficou chocado com o quanto a fotografia de previsão de aparência para sua idade atual se assemelhava a ele. Teste de DNA confirmou que ele era o filho desaparecido de Mark Barnes, e Marx foi reunido com seu pai biológico. O atual paradeiro de Charlotte Moriarty é desconhecido.

7. Homem desaparecido é encontrado morto dentro de um baú na casa de uma drag queen

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Bobby Worley nasceu em Fairmont, Carolina do Norte (EUA), e era o caçula de sete filhos. Em 1963, ele foi acusado de estuprar uma mulher e condenado a três anos de prisão. Pouco depois de sua libertação, Worley mudou seu nome para “Bobby Wells” e passou a viver com um de seus irmãos no Bronx, em Nova York. Em 1968, ele entrou em uma briga com uma vizinha e agrediu um de seus filhos. Quando a mulher ameaçou chamar a polícia, Worley desapareceu. Esta foi a última vez que sua família o viu, e ele continuou a ser uma pessoa desaparecida por 25 anos. No entanto, em 1993, após a morte de uma drag queen famosa chamada Dorian Corey, o corpo de Worley foi descoberto.

Dorian Corey nasceu Frederick Legg, mas assumiu sua nova identidade depois de receber implantes mamários nos anos 1960. Corey logo se tornou em uma figura popular no circuito drag queen de Nova York. Em 29 de agosto de 1993, Corey morreu de complicações relacionadas com AIDS e deixou para trás um apartamento em Manhattan. Quando ele estava sendo limpo, um grande baú foi descoberto. Para o espanto de todos, o corpo parcialmente mumificado de um homem estava dentro dele. Uma checagem de impressões digitais identificou o corpo como sendo de Bobby Worley. Worley tinha sido baleado na parte de trás da cabeça e estava morto por 15 a 25 anos, segundo a autópsia. Os detalhes exatos de como o corpo de Worley acabou nesse baú são desconhecidos, mas antes do seu desaparecimento, seu irmão lembrava dele ter mencionado um relacionamento com um travesti chamado “Dorian”. O boato mais prevalente é que Worley foi morto em legítima defesa, após ter tentado atacar Dorian. Seu corpo mumificado estava escondido dentro do baú para evitar um escândalo.

6. Caso antigo de 36 anos é solucionado por chiclete mastigado de sem-teto

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Em 12 de junho de 1976, os vizinhos de Blanche Kimball contataram as autoridades para notificar que não viam o residente de 70 anos de idade da cidade de Augusta, Maine (EUA), há dias. Quando a polícia chegou à casa de Kimball, viu uma cena de assassinato brutal. O homem estava morto no chão da sua cozinha, esfaqueado dezenas de vezes. A investigação se voltou para o sem-teto Gary Robert Wilson, então com 27 anos, que havia morado brevemente na casa de Kimball antes do assassinato. Pouco tempo depois, Wilson foi pego invadindo uma outra casa no bairro, mas rapidamente saiu da cidade. Uma vez que o principal suspeito não foi encontrado, o assassinato de Kimball permaneceu sem solução.

Em 2010, o morador de rua já idoso Gary Raub entrou em uma briga com um homem em Capitol Hill, Seattle (EUA), que terminou com Raub cortando o estômago do homem. Nenhuma acusação foi feita porque a vítima não pôde ser localizada, mas a polícia encontrou a faca de Raub e fez uma descoberta surpreendente: o DNA no objeto era o mesmo da cena do assassinato de Blanche Kimball. Gary Raub era Gary Robert Wilson, e tinha sido preso várias vezes desde que deixou Augusta, em 1976. Assim, a polícia do estado de Maine pediu que a polícia de Seattle obtivesse uma amostra de DNA de Raub para ter certeza de que ele era o assassino. E eles fizeram isso de uma forma bizarra. Depois de encontrar Raub vagando pelas ruas, um policial disfarçado pagou-lhe para participar de uma pesquisa falsa para uma marca de goma de mascar, o que exigia que Raub experimentasse diferentes sabores de chiclete. A polícia guardou a goma e a usou para obter o DNA do sem-teto, o que o ligou definitivamente à morte de Kimball. Raub/Wilson foi preso e acusado do crime (foto acima).

5. Mulher leva polícia até vítima de assassinato após suposta visão psíquica

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Em dezembro de 1980, Melanie Uribe (foto acima), 30 anos, de Burbank, Califórnia (EUA) desapareceu. Dois dias depois, a polícia recebeu uma ajuda surpreendente de uma mulher chamada Etta Smith. Smith soube do desaparecimento de Melanie pelo jornal e alegou que isso desencadeou uma visão psíquica do corpo da vítima em uma área rural. Etta disse ter seguido seus instintos e localizado o corpo de Melaine em um local conhecido como Lopez Canyon.

Melanie havia sido estuprada e espancada até a morte. Quando Etta denunciou o corpo para a polícia, os investigadores imediatamente começaram a suspeitar de sua história e a acusaram de estar envolvida com o crime. Etta foi interrogada por 10 horas seguidas, mas recusou-se a admitir qualquer envolvimento. Embora tenha passado por dois exames de polígrafo, os detetives mentiram sobre os resultados e, eventualmente, a prenderam como cúmplice do assassinato. Ela ficou na prisão por quatro dias. Porém, a polícia logo rastreou e prendeu os três homens que de fato mataram Melanie Uribe, determinando que Etta não tinha conexão com o assassinato. Assim, ela foi liberada. Enquanto algumas pessoas permaneceram céticas sobre as supostas habilidades psíquicas de Etta Smith, ela foi capaz de mover uma ação judicial contra a polícia e, em 1987, um juiz determinou que ela tinha sido injustamente presa sem provas e concedeu-lhe mais de US$ 26.000 (cerca de R$ 83.000) em danos.

4. Homem inocente é exonerado após o verdadeiro assassino confessar o crime

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Em 11 de agosto de 1989, Victoria Cushman, 29 anos, foi encontrada morta dentro de seu apartamento em Warwick, Rhode Island (EUA), espancada até a morte com um extintor de incêndio. Os investigadores encontraram uma carta que Victoria tinha escrito ao oficial da polícia Jeffrey Scott Hornoff (foto acima), exigindo que ele deixasse sua esposa e recusando-se a aceitar a sua decisão de acabar com o seu caso. A polícia começou a suspeitar de Hornoff quando ele negou ter um affair com Victoria, mas a desconfiança desapareceu quando a esposa de Hornoff e seus amigos confirmaram que ele estava em uma festa na noite do crime.

No entanto, depois de enfrentar muita pressão política, a polícia de Rhode Island decidiu, em 1994, acusar Hornoff de assassinato. Eles destruíram o álibi do homem afirmando que ele fugiu da festa por uns minutos para assassinar Victoria. Mesmo que nenhuma outra evidência ligasse Hornoff ao crime, a carta da vítima mostrou-se forte o suficiente para garantir um veredicto de culpado ao policial, e ele recebeu uma sentença de prisão perpétua. Hornoff afirmou sua inocência e fez numerosos apelos, mas tinha muito pouca esperança de sair livre, até que uma inacreditável reviravolta ocorreu em novembro de 2002. Um carpinteiro de 45 anos chamado Todd Barry simplesmente confessou ter assassinado Victoria Cushman. De acordo com Barry, ele tinha tido um caso com Victoria, matando-a em um acesso de raiva. Barry nunca tinha sequer sido investigado como suspeito, mas a sua consciência pesou ao ponto em que ele não podia mais viver com a ideia de um homem inocente cumprindo pena por seu crime. Barry se declarou culpado de assassinato em segundo grau e recebeu uma sentença de 30 anos. Jeffrey Hornoff foi inocentado.

3. Desaparecimento de casal é ligado a um notório golpista

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Em 8 de fevereiro de 1985, John e Linda Sohus deixaram sua casa em San Marino, Califórnia (EUA), para procurar emprego em Nova York. Eles nunca mais voltaram e foram dados como desaparecidos dois meses depois. Nos anos seguintes, os amigos e a família de Linda receberam cartões postais da França, mas suspeitam que ela nunca os tenha escrito. Por volta de 1994, os novos proprietários da antiga residência dos Sohus decidiram cavar uma piscina no quintal. Eles descobriram restos de esqueletos masculinos enterrados em três sacos plásticos. Os restos mortais foram identificados como pertencentes a John Sohus. E nada de Linda.

No passado, os Sohus tinham alugado sua casa de hóspedes para um inquilino chamado Christopher Chichester (foto acima), que disse a mãe de John que o casal tinha saído em uma missão secreta do governo. Chichester logo desapareceu, mas foi visto tentando vender a caminhonete de John em Connecticut. Mais de uma década depois, em 2008, um golpista conhecido como Christian Gerhartsreiter recebeu atenção da mídia depois de ter sido preso pelo sequestro de sua filha. Durante anos, Gerhartsreiter tinha se passado por Clark Rockefeller, um rico membro da família Rockefeller. Quando Gerhartsreiter foi exposto como uma fraude, se divorciou de sua esposa e se envolveu em uma disputa acirrada pela custódia da filha. Após Gerhartsreiter ser preso, uma verificação de impressões digitais revelou que ele era o misterioso Christopher Chichester. Ele acabou preso também sob a acusação de assassinato de John Sohus. Foi condenado e recebeu uma sentença de prisão perpétua em 2013. Até o momento, Linda Sohus ainda não foi encontrada, mas acredita-se que Gerhartsreiter a matou também.

2. Mulher é assediada – recebe mais de 2.000 chamadas de telefone – por um objeto inanimado

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Em 1995, Donna Graybeal foi atormentada e assediada pelo telefone. Ao longo de seis meses, ela recebeu um total de 2.688 chamadas estranhas em sua casa em Billerica, Massachusetts (EUA). Seu telefone tocava em intervalos constantes de 90 minutos, e sempre que ela atendia, não ouvia a voz de ninguém. Em vez disso, tudo que escutava era uma lufada de ar por alguns segundos antes de a chamada cair. Graybeal finalmente decidiu envolver a polícia, e eles rastrearam as chamadas até a casa de Theodore e Elisabeth James, um casal em Potomac, Maryland (EUA). No entanto, os James eram completamente inocentes.

As chamadas misteriosas haviam sido feitas, na verdade, por um culpado muito improvável. O agressor era um tanque de aquecimento a óleo no porão da casa. O tanque não estava mais sendo usado, porém, oito anos antes, um dispositivo de autodiscagem havia sido instalado no tanque pelo seu fabricante original, Steuart Petroleum. O dispositivo foi projetado para ligar automaticamente para a empresa e informá-los sempre que estivesse com pouco combustível. O número foi desligado em fevereiro de 1995. Mais tarde, Donna Graybeal obteve um número para um negócio que estava gerenciando de sua casa, exatamente o mesmo do dispositivo de discagem automática. Pouco tempo depois, o dispositivo do tanque reativou sozinho e começou a fazer uma série ininterrupta de chamadas para a residência de Graybeal. No final das contas, ela foi contatada mais de 2.000 vezes por um objeto inanimado.

1. Assassino guarda evidência de seu crime por 54 anos

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Na noite de 3 de dezembro de 1957, Maria Ridulph, sete anos de idade, estava brincando na rua com sua amiga em Sycamore, Illinois (EUA), quando elas foram abordadas por um jovem que se apresentou como “Johnny”. A amiga de Maria voltou para casa para pegar alguma coisa, mas, quando retornou, Maria e Johnny tinham desaparecido. Em 26 de abril de 1958, restos do esqueleto da garota foram descobertos em um campo a 160 km de distância. Um suspeito potencial era o vizinho de 17 anos de idade, John Tessier (foto acima), que se parecia com o homem visto pela última vez com Maria. No entanto, como Tessier tinha feito uma viagem de trem para Rockford para se alistar na Força Aérea na noite do desaparecimento da menina, aparentemente tinha um álibi.

54 anos depois, uma série notável de eventos resolveu o assassinato de Maria Ridulph. Em 1994, a mãe de Tessier estava doente e supostamente fez uma confissão no seu leito de morte de que seu filho era responsável pelo assassinato de Maria. Como uma das irmãs de Tessier tinha sido abusada sexualmente por ele durante sua infância, ela convenceu a polícia a reabrir o caso. A esta altura, Tessier havia mudado seu nome para Jack McCullough. A única coisa apontando para sua inocência era seu álibi original, e uma evidência improvável fez com que desmoronasse. Quando uma das ex-namoradas de McCullough forneceu a polícia um porta-retratos com uma fotografia dos dois, os investigadores encontraram o bilhete de trem de McCullough para Rockford escondido dentro. O bilhete não estava carimbado, o que significa que não tinha sido utilizado e McCullough na verdade não tinha saído de Sycamore naquela noite. Em 2011, McCullough foi finalmente acusado do assassinato de Maria Ridulph, e graças ao testemunho ocular da amiga de infância de Maria, foi condenado e sentenciado à prisão perpétua. [Listverse]

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