20 imagens que misturam ciência e arte

Por , em 6.11.2013

Há quase 40 anos a Nikon Small World Photomicrography Competition desafia fotógrafos e/ou cientistas a produzir fotomicrografias que unam arte e ciência.

Na edição de 2013, o fotógrafo irlandês Wim van Egmond foi o primeiro colocado, com uma imagem tridimensional do plâncton Chaetoceros debilis.

“Ao longo de 20 anos, eu tenho olhado através de microscópios, e toda vez vejo coisas que não havia visto anos”, conta Egmond. “É um mundo interminável – há muitas espécies e muitos estágios de vida diferentes desses organismos”.

Egmond já participou onze vezes da competição, e 19 de suas imagens ficaram entre as finalistas. Não é por acaso que ele considera sua admiração pela fotomicrografia como uma espécie de “vício” – saudável, claro.

Confira, a seguir, o trabalho dele e de outros 19 finalistas da edição mais recente da Nikon Small World Photomicrography Competition.

1. Plâncton Chaetoceros debilis, por Wim van Egmond (Micropolitan Museum)

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2. Retina da tartaruga Chrysemys picta, por Joseph Corbo (Washington University School of Medicine)

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3. Minhoca marinha por, Alvaro Esteves Migotto (Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo)

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4. Paramécio, por Rogelio Moreno Gill

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5. Neurônio de hipocampo recebendo estímulos, por Kieran Boyle (University of Glasgow’s Institute of Neuroscience and Psychology)

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6. Embrião de um Chamaeleo calyptratus [cartilagem em azul e ossos em vermelho], por Dorit Hockman (University of Cambridge)

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7. Palma adesiva do besouro Coccinella septempunctata, por Jan Michels (Institute of Zoology, Functional Morphology and Biomechanics, Christian-Albrechts-Universität zu Kiel)

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8. Planta Barbilophozia sp. e cianobactéria, por Magdalena Turzańska (University of Wrocław)

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9. Inseto envolto por teia de aranha, por Mark A. Sanders (University Imaging Centers, University of Minnesota)

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10. Seção de osso de dinossauro, por Ted Kinsman (Department of Imaging and Photo Technology, Rochester Institute of Technology)

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11. Olho de um camarão Macrobrachium, por Vitoria Tobias Santos (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Rodrigo Evo (Devo Group)

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12. Dióxido de silício, por Pedro Barrios-Perez (National Research Council of Canada/Information and Communication Technologies)

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13. Seção de vértebra de rato, por Michael Paul Nelson e Samantha Smith (Department of Pathology/Neuropathology, University of Alabama at Birmingham)

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14. Nervos periféricos de embrião de rato, por Zhong Hua (Department of Molecular Biology & Genetics, Johns Hopkins University School of Medicine)

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15. Células filamentosas do fungo Podospora anserina, por Christian Q. Scheckhuber (Goethe University)

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16. Aranha Pityohyphantes phrygianus com larva de vespa parasita no abdômen, por Geir Drange

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17. Neurônios do cérebro de um rato, por Alexandre William Moreau (Institute of Neurology, University College London)

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18. Larva de anelídeo, por Christian Sardet (Department of Life Sciences, Centre National de la Recherche Scientifique)
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19. Seção de músculos e nervos, por David Ward (dgward.com)

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20. Transporte de açúcar em células de gordura, por James Burchfield (The Garvan Institute)

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2 comentários

  • Fabio De Vascomcelos Vasconcelos:

    interessante!

  • pmahrs:

    Não é o tipo de arte que aprecio, mas se fosse para escolher eu ficaria com a que mais se expressa com sua ação na realidade que é a última que parece uma explosão vermelha bem sugestivo ao açúcar e gordura no sangue. Em segundo lugar eu ficaria com o Dióxido de silício que parece com certo poder de arte de afastar um pouco o cérebro da percepção convencional.

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