Assassino capturado por amar demais seu celular

Por , em 6.06.2009

Durante a investigação de um roubo a uma residência na Califórnia (EUA), policiais escutaram o toque de um celular. Do outro lado da linha, um homem perguntava se alguém tinha encontrado seu celular. Percebendo que o celular poderia ter sido deixado no lugar pelo ladrão, o policial Uri Nieves, fingindo ser alguém que tentava vender novamente o celular ao bandido, continuou a conversa e ofereceu devolver o aparelho em um encontro com a pessoa do outro lado da linha.

O criminoso Antony Ramirez apareceu no lugar combinado em um Nissan 350Z roubado e foi rapidamente abordado ela polícia, mas mesmo assim conseguiu fugir a pé. Mais tarde, a polícia descobriu que Ramirez também era procurado por três tiroteios que terminaram em morte em 2008.

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A polícia finalmente encontrou e prendeu o criminoso graças ao fato de que Ramirez não enxergou o óbvio sobre a entrega do celular: depois da emboscada, ele continuou a enviar mensagens de texto ao aparelho, tentando recuperá-lo. Infelizmente, não conseguimos descobrir qual era a marca do celular que era tão importante para o assassino se arriscar tanto para consegui-lo de volta. De qualquer jeito, nem um iPhone de ouro maciço valeria a pena. [Gizmodo]

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2 comentários

  • Lucas:

    Talvez o motivo de ele se preocupar tanto com o celular, não era o celular em si, mas sim a informação que ele possuía, talvez ele tivesse o número ou mensagens de outros bandidos, nesse caso, perda do aparelho seria um problema não acham?

  • Cesar:

    Bandidos não primam pela inteligência. Pelo contrário, bandidos inteligentes acho que nunca são pegos, por que os que são pegos, são todos idiotas.

    Há um caso interessante em que a polícia capturou muitos foragidos simplesmente enviando para o último endereço conhecido deles um aviso de que haviam ganho um prêmio e que deveriam retirar o mesmo (uma televisão de 40 polegadas, ou algo assim) pessoalmente. Os otários apareciam, inclusive trazendo documentação para provar que eram eles mesmos.

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