Foto: Na Sombra de Saturno

Por , em 19.09.2011

Foram descobertas maravilhas inesperadas na sombra de Saturno. Quem nos mostrou isso foi à sonda espacial Cassini, que orbita o planeta gigante. A sonda flutuou pelas sombras de Saturno por 12 horas em 2006 e se colocou em direção ao sol eclipsado.

Cassini conseguiu uma visão de Saturno diferente de qualquer outra já vista até então. Inicialmente, foi possível perceber que o lado noturno do planeta é visto parcialmente iluminado pela luz refletida pelo seu majestoso sistema de anéis.

Os anéis parecem escuros quando tem suas silhuetas projetadas contra Saturno, mas na realidade são muito brilhantes, como podemos perceber quando os anéis são vistos a distância. Eles dispersam um pouco da luz solar, como podemos ver nessa imagem de cores exageradas.

Os anéis de Saturno possuem um brilho tão intenso que foi possível descobrir novos anéis, embora eles sejam difíceis de encontrar nessa imagem.

Podemos ver um detalhe espetacular nessa imagem: o Anel E de Saturno. Ele foi criado pela recém descoberta fonte de gelo da lua Encélado e é o anel mais externo visível acima. Ao longe, à esquerda, logo acima dos anéis brilhantes principais, está o quase ignorado pálido ponto azul da Terra. [NASA]

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19 comentários

  • Wagner Lima:

    Mais lindo do que qualquer ilustração feita em computador. É, isso é o universo, estando no lugar certo, na hora certa, mesmo que indiretamente, pode-se ver as coisas mais belas e que talvez nunca imaginaríamos ver.

  • Emerson Harasem:

    A BELA BOATE DE SATURNO…LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!

  • Brunna:

    han ? Saturno uma estrelaa ? sem eu querer me achar a ssabe tudo mais como saturno era uma estrela, as estrelas são pontudas e brilhantes e saturno tem apenas um anel brilhante em volta dele , é cada um hein

  • Andromeda:

    Olha só, é bastante engraçado esse Glauco né? Tira o foco da informação e consegue chamar a atenção pra si, todo mundo fica correndo atrás dele e ele adora isso! Ninguém percebeu? Parabéns Glauco, você é mestre.

    • Glauco:

      Eu sei, obrigado, obrigado!

      Mas não mudei o foco de nada. Leia meus comentários novamente e você verá que falei apenas de Saturno, suas luas e seus anéis.

      Comentário inútil…

  • Heaven:

    Esta imagem estar muito estranha para ser uma foto real, tá mais para uma representação artistica de algo.

    • Alisson:

      é Mesmo.

    • Hugo:

      “como podemos ver nessa imagem de cores exageradas”

    • Bruno Juncklaus:

      Essa foto é real sim, só porque… ela já existe há tempos ._.
      hypescience cada vez melhor \o/

  • Glauco:

    “(…)o Anel E de Saturno. Ele foi criado pela recém descoberta fonte de gelo da lua Encélado(…)”
    Esse anel não surgiu graças ao gelo de uma lua, esses anéis são constantemente renovados. Saturno é uma estrela apagada. Seus anéis são renovados constantemente pelo “Vento Estelar” que é emanado por ele, assim como o nosso Sol possui o “Vento Solar”.

    Isso é o Modelo Elétrico do Prof. James McCanney, e esse conceito foi o responsável pela predição correta a 30 anos atrás de uma lua até então desconhecida pela comunidade científica internacional, e encontrada finalmente em 2009. O nome do trabalho publicado pelo Prof. é “Saturn Sweeper Moon Predicted”, disponível em adsabs.harvard.edu.

    • Jadson:

      Vai me dizer que saturno era uma estrela? O meu conceito de estrelas diz que para um objeto ser considerado uma estrela deve ter uma massa grande suficiente para haver produção de luz e calor… E é muito estranho pensar em duas estrelas num sistema planetário como o nosso onde a estrela estaria separando o sistema solar no meio.
      E como explica o formato concêntrico dos anéis perfeitamente estáveis, com esse “vento estelar” que emana de saturno.
      Muito estranha essa teoria aí.

    • Glauco:

      O seu conceito de estrela está errado pois vc segue o conceito aceito pela comunidade científica internacional. Para um corpo celeste ser uma estrela, ele com certeza precisa ser um objeto grande, pelo menos do tamanho de Saturno ou pouco menor. Mas a conversão do hidrogênio em energia não necessita das grandes pressões que os astrofísicos calculam – os astrofísicos nem possuem formação em Física Avançada. Para haver a conversão do hidrogênio, o corpo celeste precisa ser grande o suficiente para atrair gravitacionalmente grande quantidade de hidrogênio do espaço ao seu redor – pois o combustível das estrelas não é próprio -, e um campo eletromagnético suficiente para provocar descargas elétricas em sua atmosfera, causar o efeito Pinch – reação eletromagnética que produz fortíssima pressão -, e finalmente a combustão de hidrogênio em energia na atmosfera – e não no núcleo. As estrelas, nesse modelo, possuem núcleo rochoso, e se parecem mais com planetões do que com bolas de gás. Para descartar a teoria atualmente aceita pela comunidade científica, basta verificar que nesse modelo o consumo de energia é bilhões de vezes maior do que a quantidade de matéria existente no Sol através da velha conhecida fórmula E=MC2. Essa fórmula deixa bem claro que o combustível do Sol não pode ser sua própria matéria, mas sim externa coletada do ambiente ao redor dele.

      Quanto à formação dos anéis de Saturno, saiba que eles são totalmente influenciados por dois fatores: as luas de Saturno e o fato dele não possuir fusão estelar total. Suas luas, ao percorrer o caminho ao redor de Saturno, descarregam o capacitor elétrico local dessa pequena estrela, dragando material para seus núcleos e limpando o que tiver ao seu redor. Foi assim, aliás, que o Prof. McCanney descobriu uma estrela escondida entre os anéis C e D na década de 70: ele percebeu, ao analisar os dados que retornavam das Voyager – ele era Prof. de Física em Cornell na época -, que estranhos sinais elétricos vinham de uma região específica dos anéis, mas ignorados pelos outros cientistas por parecer “falha no equipamento”. Juntando isso com sua Teoria do Universo Elétrico que já estava completa na época – e nunca precisou ser revisada -, ficou claro de que aquilo era sinal óbvio de uma lua não identificada interagindo com o campo eletromagnético desse planeta. Embora esse trabalho tenha sido publicado pela própria Cornell na época, o mesmo foi ignorado totalmente pela comunidade científica da época, mas essa mesma lua veio a ser descoberta 30 anos depois, em 2009.

      É assim que funciona um modelo científico de verdade: as observações sempre se encaixam nas teorias criadas, não importa quanto tempo passe. Esse mesmo modelo, quando aplicado às ciências atmosféricas – e lançado sob o livro Principia Meteorologia -, foi capaz de prever a data, local, horário e intensidade de furacões ao redor do mundo com precisão total com até um ano de antecedência. Claro que as condições climáticas do Sistema Solar estavam propensas para isso na época.

    • Bovidino:

      De onde tirou essa idéia de Saturno ser estrela?

    • Glauco:

      Não sou eu, é coisa do Prof. McCanney, e isso implica diretamente todo o seu trabalho à respeito do Universo Elétrico.

      Se Saturno não fosse uma estrelinha apagada, todo o resto do trabalho dele também não faria sentido.

    • Glauco:

      Não sou eu, é o Prof. McCanney.

    • Marcelo:

      Criticas sobre o prof. mccanney:

      http://www.badastronomy.com/bad/misc/mccanney/index.html

      apenas para informação.

    • Glauco:

      Qualquer um que já tenha ouvido ao menos um único programa do Prof. McCanney sabe que o Phil Plait e sua turma do badastronomy.com não se preocuparam em pesquisar nem mesmo por uma hora a respeito do McCanney antes de criticá-lo. Logo esse site é um site de desinformação.

    • Bruno Juncklaus:

      Tens que te atualizar Glauco

    • Glauco:

      Vc tb precisa. Já leu os livros do McCanney ou ouviu seus programas de rádio? Badastronomy.com não é o site do McCanney, e buscar informações dele no site de outro não faz sentido nenhum.

      Eu, pelo menos, passei a vida inteira lendo e acreditando na literatura de vocês, mas hoje em dia sei que não passa de lixo.

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