Veja a previsão do tempo na sua região para 2050

Por , em 25.09.2014

No dia 23 de setembro, em uma reunião da cúpula da ONU sobre o clima, meteorologistas de 13 países apresentaram um boletim meteorológico fictício, de algum dia do ano de 2050.

O propósito destes boletins meteorológicos é alertar sobre o que já se sabe que pode acontecer, caso a temperatura média mundial continue aumentando, e servir como apoio para a Cúpula do Clima do dia 23 de setembro.

Exatamente o que vai acontecer ninguém sabe. No entanto, acredita-se, baseado em dados atuais, que teremos mais eventos climáticos extremos, como secas, tempestades, furacões, vendavais, enchentes e outras coisas.

A partir destas informações, foram preparados os boletins meteorológicos. O do Brasil foi apresentado por Claudia Celli da RPC-TV, uma afiliada da Globo no Paraná, como um boletim para o dia 8 de junho de 2050.

A previsão do tempo apontou seca na região Nordeste e parte da região Norte, e chuvas com enchentes para a região Sul – mais ou menos como já está acontecendo, apenas com mais intensidade, conforme pode ser visto no seguinte vídeo:

O boletim meteorológico para o Japão mostra outra situação dramática: ondas de calor, tufões e problemas com o branqueamento de corais. Você pode conferir o boletim japonês abaixo:

Furacões na costa oeste, ondas de calor em Chicago e enchentes no sudoeste foram as previsões para os Estados Unidos. Na Islândia, a previsão foi de temperaturas mais altas, aumento da chuva e decréscimo da neve, com crescimento maior de florestas e aumento de insetos que se alimentam delas.

Os 14 vídeos que foram apresentados entre os dias 3 e 23 de setembro podem ser conferidos na playlist da World Meteorological Organization.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, fala no final de cada vídeo que as mudanças climáticas estão afetando todos os países, tornando o clima mais extremo e perturbando os padrões existentes. “Isto significa mais desastres e mais incerteza”, diz. Ele completa: “podemos reduzir os riscos limitando a emissão de gases de efeito-estufa e construindo economias que emitem pouco gás carbônico. Vamos trabalhar juntos para tornar nossas sociedades mais seguras e mais resilientes. Juntem-se a nós para a tomada de ações relativas à mudança climática”. [LiveScience]

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