Cientistas podem medir felicidade?

Por , em 11.04.2011

A ciência avança todos os dias. Mas será que nossos pesquisadores conseguem medir felicidade?

A resposta é sim – mas não precisamente. Em 1881 um cara chamado Francis Edgeworth, economista britânico, criou o que ele batizou de hedonômetro, uma medida da felicidade de alguém por seus momentos prazerosos.

E em 2001 um professor de Stanford chamado Brian Knutson resolveu fazer experimentos com ressonância magnética que faria exatamente isso. Ele pedia que os participantes do estudo apertassem um botão quando vissem algumas formas geométricas – se eles apertassem o botão na hora certa, ganhariam uma recompensa. Os participantes, obviamente, ficavam felizes quando acertavam e os seus padrões neurais mostrados na ressonância magnética comprovaram isso.

Mas isso significa medir felicidade? O que você acha, leitor? Deixe sua opinião nos comentários. [PopSci]

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8 comentários

  • thew lima:

    pegue uma trena e mede o tamanho da sua boca qdo vc tá sorrindo

  • joão paulo:

    Felicidade em comprimido já inventarão e a muito tempo alias. Vide biografia de Albert Hoffman

  • :P:

    Sera que eles vão conseguir fazer felicidade em comprimido. =D

  • Danilo:

    Rapaz…
    Meio difícil dizer, mas… acho que sim.
    Se a ressonância magnética mostrava que os padrões neurais das pessoas mudavam, isso pode ser um indício de quem sim, a ciência pode medir a felicidade, não creio que com perfeição mas pode.

    Falando sério, a cada matéria que eu leio, e vejo que a ciência está evoluindo cada vez mais e mais, mim dar um felicidade e tanta.
    Espero o dia em que as pessoas vão usar a lógica e a razão para explicar as coisa, e não ficar usando um monte de fábulas que tem por aí.

    Boa matéria parabéns ao site.

  • Wilian:

    Se for pelo salario estou em berros…

  • Levy Oliveira:

    A pergunta que se pode fazer é com que recorte do conceito Felicidade estamos trabalhando. Se estivermos falando da sensação psicológica de felicidade essa não pode ser medida, tal como a sensação de liberdade por exemplo. Mas se estiver tratando do homem enquanto um objeto de estudo, coisa que tanto o humanismo luta para banir, poderíamos verificar as condições de possibilidade da ocorrência da Felicidade e sua quantidade. Creio que essa discussão remete a um assunto muito interessante, tema ao qual minha pesquisa se encontra, sobre Filosofia da Mente, Ciências Cognitivas e Neurociência, onde o que esta em jogo é a qualidade (conhecido como qualia) da Felicidade e não sua quantidade (mensurar ou identificar por exemplo a quantidade de Serotonina emitida no cérebro. Neste caso, o que é importante definir é em que Universo de Discurso esta inserida essa afirmação, e em que tendência se crê sobre uma questão de certa forma Antropológica, que diz respeito a nossa relação com o mundo não de forma sociologica mas em um sentido Filosofico, respondendo a questão sobre o que é o homem e qual sua essencia, se essa existe?! E o que define no fundo esse ideia, é saber se existem boas razões para crer que somos seres limitados e determinados biologicamente ou se somos algo além de um amontoado de células.

    • Regis hueb:

      Acho que temos boas razões para acreditarmos que somos um impressionante amontoado de células, e que para cada movimento psíquico há um movimento eletro-químico em nosso cérebro e bem pouco além disso.

  • Roberto Nunes:

    Puxa, essa é mesmo uma questão difícil.
    Eu acho que não…Acho que a felicidade verdadeira vai além da química do nosso cérebro. O que você acha, Luciana?

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