Crianças bilíngües têm menos chances de desenvolver Alzheimer quando mais velhas

Por , em 17.10.2010

Crianças que falam duas línguas têm menos chances de desenvolver o Mal de Alzheimer quando ficam mais velhas – pelo menos é isso que afirma o lingüista americano Jared Diamond.

Nos anos 60, acreditava-se que crianças que, desde cedo, eram estimuladas a aprender línguas diferentes aprendiam cada idioma de forma mais lenta do que uma criança que era ensinada a falar em apenas uma língua. Mas esses dados foram desacreditados e, segundo Diamond, não há diferença na capacidade cognitiva de uma criança com educação normal para uma bilíngüe. Aliás, há áreas em que conhecer mais línguas se torna uma vantagem.

Crianças bilíngües, de acordo com pesquisas, se ajustariam mais facilmente a mudanças e podem se concentrar com menos esforços quando confrontadas com uma situação confusa. Outro estudo apontou que pessoas que falam mais de uma língua tem menos chances de desenvolver o mal de Alzheimer. A explicação é que, como os bilíngues exercitam seus cérebros de forma diferente, eles poderiam atrasar o desenvolvimento da doença. Diamond estima que pessoas que sabem falar mais de um idioma ficam protegidas por cinco anos a mais do Alzheimer. [BBC]

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4 comentários

  • jodeja:

    Na verdade, nós não somos o cérebro, ele é nossa ferramenta e, quanto mais soubermos usá-la, mais livres seremos e nos será possível controlar quase todo nosso corpo, livrando-o de todo tipo de doença. É, sendo assim, que farão os médicos? Perguntarão, naturalmente. Ora eles pesquisarão novas maneiras de sermos mais felizes.

  • nina:

    seria maravilhoso ter professores preparados infelismente isso ainda é raro no ensino publico então pra familia de baixa renda será dificil ter as crianças bilingues

  • Matheus:

    No geral, as pessoas deveriam no mínimo aprender corretamente o seu idioma nativo, não?

  • claudemir da silva:

    no geral todo mundo era pra aprender mais de uma lingua

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