5 monumentais erros científicos

Por , em 19.05.2013
Mario Livio  erros científicos

Mario Livio

Da próxima vez que cometer um erro, ao invés de se lamentar, lembre-se que muitos gênios da história só chegaram a grandes descobertas graças a falhas. Para comemorar esses erros que tiveram final feliz, o astrofísico Mario Livio, do Space Telescope Science Institute em Baltimore, Maryland, EUA, lançou o livro “Tolices Brilhante” (Simon & Schuster), em que conta a história de cinco grandes erros científicos.

Erros científicos, porque a ciência não é humanas, mas também erra

Separamos essas histórias que servem para mostrar como até mesmo o mais inteligente entre nós pode errar e, principalmente, que grandes riscos são necessários.

Noção de hereditariedade de Darwin

Charles Darwin conseguiu uma façanha incrível quando apresentou a teoria da seleção natural em 1859 que ainda é uma das teorias de maior sucesso da ciência. “Darwin foi um gênio incrível. Sua ideia de evolução por seleção natural é incrível. Além disso, Darwin não sabia nada de matemática, por isso sua teoria é totalmente não matemática”, explica Livio.

Este feito é ainda mais incrível dada a noção de hereditariedade (como as características são passadas de pais para filhos) que Darwin e os cientistas da época tinham: ela teria feito a seleção natural impossível. Na época, as pessoas pensavam que as características da mãe e do pai simplesmente se misturavam nos filhos como uma lata de tinta preta e uma lata de tinta branca se misturam para criar o cinza.

O erro de Darwin foi não reconhecer o conflito entre a ideia e sua nova teoria. “Se você introduzir um gato preto em um milhão de gatos brancos, a teoria da hereditariedade só iria diluir a cor preta por completo. Não há nenhuma maneira de acabar para sempre com os gatos pretos. Darwin não entendia isso”, explica.

Foi apenas no início de 1900, quando a herança mendeliana foi amplamente aceita e compreendida, que as peças do quebra-cabeça da seleção natural se encaixaram. Gregor Mendel propôs que, quando os traços dos dois pais se juntam corretamente, em vez de da mistura, ou um ou o outro é expresso.

A seleção natural talvez tenha sido sua maior descoberta e no seu livro Origem das Espécies Darwin deixou claro que sua idéias sobre hereditariedade eram pura especulação. Finalmente a descoberta do DNA deixou as coisas muito mais claras.

Estimativa da idade da Terra de Kelvin

No século 19, William Thomson, ou Lorde Kelvin, foi a primeira pessoa a usar a física para calcular a idade da Terra e do sol. Embora a estimativa fosse cerca de 50 vezes menor do que agora pensam que é, os cálculos foram reveladores.

Lord Kelvin baseou o seu cálculo sobre a ideia de que a Terra começou como uma bola quente e derretida, que foi resfriando lentamente ao longo do tempo. Ele tentou calcular quanto tempo teria levado para o nosso planeta chegar ao seu gradiente de temperatura atual. Seus números foram errados em parte porque os cientistas ainda não haviam descoberto a radioatividade, por isso ele não pode incluí-la em seu cálculo. Elementos radioativos na Terra, tais como urânio e tório, são uma fonte adicional de aquecimento no interior do nosso planeta.

Mas Livio diz que este não foi o maior erro de Kelvin – mesmo se ele tivesse incluído radioatividade, a sua estimativa da idade da Terra teria permanecido quase a mesma. Em vez disso, o grande erro foi ignorar a possibilidade de que mecanismos desconhecidos podem ter transportado calor em toda a Terra.

“Ele assumiu que o calor é transportado com precisamente a mesma eficiência de toda a profundidade da Terra”, disse Livio. Mesmo depois de outros sugerirem que o calor pode ser transportado de forma mais eficiente nas profundezas da Terra, Lord Kelvin descartou a possibilidade. “Kelvin estava acostumado a ser direito muitas vezes. A situação foi apresentada a ele, mas ele nunca a aceitou”.

Tripla hélice de Pauling

Francis Crick e James D. Watson são famosos pela descoberta da estrutura de dupla hélice do DNA em 1953, mas o químico Linus Pauling também propôs sua própria ideia para a estrutura do DNA, no mesmo ano.

“Pauling foi talvez o maior químico que já existiu”, disse Livio. “Ele ganhou o Prêmio Nobel duas vezes. Mas brilhante como ele era, Pauling correu para publicar sua teoria de DNA, que acabou por ser fatalmente falha. Em vez das fitas duplas de entrelaçamento em uma hélice, que os cientistas sabem agora que compõem moléculas de DNA, Pauling teorizou três vertentes interligadas”.

Em parte, Livio disse, Pauling foi excessivamente confiante por causa de seu sucesso anterior em deduzir um modelo de estrutura de proteínas. “Seu modelo foi construído de dentro para fora, em comparação com o modelo correto, e tinha três vertentes no seu interior, em vez de dois. Ele foi vítima de seu próprio sucesso”.

Big Bang de Hoyle

O astrofísico Fred Hoyle, do século XX, foi um dos autores do modelo popular “estado estacionário” do universo, o qual sugere que o universo está no mesmo estado em que sempre esteve e sempre estará. Como os cientistas sabiam que o universo estava se expandindo, a teoria necessitava da criação contínua de matéria nova no universo para manter a sua densidade e constante estado.

Hoyle ficou sabendo de uma teoria conflitante que dizia que o universo havia começado em um único evento, poderoso, que ele apelidou de “Big Bang”. Mas logo descartou a ideia, mantendo-se fiel ao modelo de estado estacionário.

“Foi um belo princípio e por cerca de 15 anos ou mais era muito difícil fazer a distinção entre este modelo e o modelo do Big Bang. Então, seu erro não foi propor o modelo. Seu erro foi, quando a evidência acumulada contra este modelo tornou-se avassaladora, não as ter aceitado. Ele continuou tentando inventar maneiras de manter o modelo de estado estacionário”.

Hoyle nunca se arrependeu, mesmo quando o resto da comunidade da física, finalmente, veio a abraçar a teoria do Big Bang.

Constante cosmológica de Einstein

Albert Einstein, sem dúvida uma das maiores mentes da história, não era imune ao erro. Suas equações que descrevem como a gravidade funciona em sua teoria da relatividade geral, publicadas em 1916, foram significativas, embora ele tenha cometido um erro.

Entre os termos nas equações de Einstein, há um chamado “constante cosmológica”, que ele introduziu porque achava que o universo era estático. A constante cosmológica alcançava um universo estático por contrariar a força para dentro da gravidade. Mais tarde, quando os astrônomos descobriram que o universo estava realmente se expandindo, Einstein lamentou ter incluído a constante e depois a removido de suas equações.

Diz a lenda que Einstein chamou a criação da constante cosmológica de seu “maior erro” (embora Livio acredite que ele nunca tenha usado essa palavra). Mas, na verdade, o verdadeiro erro de Einstein foi ter tirado a constante. Em 1998, depois da morte do cientista, descobriu-se que não só o universo estava em expansão, mas que essa expansão estava se acelerando ao longo do tempo. Para explicar por que isso estava acontecendo, os cientistas reintroduziram a constante cosmológica nas equações da relatividade geral.[LiveScience]

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20 comentários

  • Cícero:

    Einstein quando acrescentou um “fator indeterminante” a suas equações sobre o big-bang para evitar implicações Teístas do Início do universo; acabou sendo humilhado mais tarde quando sua fraude foi descoberta. Felizmente, ele eventualmente admitiu seu erro e concluiu que o universo foi criado. Então escreveu sobre seu desejo de saber como Deus criou esse mundo. Disse: “Não estou interessado nesse ou naquele fenômeno, no espectro desse ou daquele elemento, quero conhecer seu pensamento, o resto é detalhe”. (N.Herbert,A realidade quântica p.177).

    Além de dizer também:
    “Deus não joga dados no universo”.
    “ciência sem religião é manca, religião sem ciência é cega”.
    “Deus é a lei e o legislador do Universo. Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente.” – Albert Einstein

    • Jonatas:

      Cícero:
      “Deus não joga dados no universo”. Einstein não se refere a Deus, Einstein se refere a sua posição contrária a ideia da aleatoriedade. Essa ideia ganhou corpo num campo ao qual Einstein não teve aproximação direta, a quântica. A teoria do caos mostra que sim, pode surgir ordem da não ordem, o Universo é uma entre outras possibilidades de estruturação aleatória – fractais.
      “ciência sem religião é manca, religião sem ciência é cega” – os religiosos adoram essa, mas qualquer um que ler o texto desse contexto verá que Einstein se refere a um outro tipo de religiosidade, a universal, não a pessoal – ele foi em vida completamente contra a atividade religiosa, contra os dogmas, contra essa ideia de que deus controla sua vida e seu destino e lhe castiga se tu faz algo errado ou contra os preceitos – e ele foi um dos muitos do pensamento científico que imediatamente percebeu as incoerências e mitologias da bíblia, e também foi contra a teologia – quando encara a si própria como verdade e a filosofia como uma mera tentativa de entender a verdade. Quanto a religiosidade Universal, consiste essencialmente na fascinação pelo mistério e pelo desconhecido da grandeza complexa do cosmos, e esse tipo de religiosidade alimenta muitos cientistas, incluindo os ateus.
      Confirme uma fonte e que seja confiável, não lembro de Einstein ter dito a terceira frase.
      Einstein sempre colocou uma distinção muito clara entre ateísmo, sua descrença de um deus pessoal e a religião – uma diferença que as pessoas se recusam a entender. O ateísmo, na época, teria fechado muitas portas e muitos deixariam de ler sua obra, mais por isso creio que ele nunca tenha se declarado ateu, embora eu também não saberia definir, Einstein era ateu ou teísta?
      Depende do ponto de vista:
      Pra quem crê no deus pessoal, como o religioso e o agnóstico em sua maioria, provavelmente Einstein era ateu.
      Pra quem crê num ponto supremo de maestria por trás de todas as implicações da natureza, uma inteligência coletiva complexa e universal, Einstein teísta.
      Pra mim, pouco importa o que Einstein acreditava, o que importa foram suas descobertas, sua genialidade e sua obra.

    • Marcelo Ribeiro:

      Vale ler a carta de Einstein sobre Deus.

    • Cícero:

      Jonatas,
      Os testes de fractais são um belo exemplo de DI, que requerem alguém pra fazer o programa…

      Einstein, apesar de não aceitar diretamente o Deus-judaico-cristão, suas declarações são perfeitamente teístas exigindo uma Causa Criadora Inteligente Inicial.

    • Jonatas:

      Cícero, o mal do crente é que não consegue ver as coisas como são, só consegue ver como realmente QUER ver. Não sou ateu porque quero, mas porque vejo desnecessariedade de DI no cosmos, a Teoria do Caos, que usa os fractais, mostra isso *ordem que advém da não-ordem, em contrapartida inúmeras outras formas de pensar mostram isso, recursividade, quântica, hologramas.
      Sobre os fractais, o que fazemos em computador é simular condições de processos que também ocorrem a natureza, não programos para acontecer – acontecem por conta, como na natureza; Matemática, não programa – posteriormente a seleção natural entre em cena e os vegetais acabam com os melhores desenhos de folhas para seu ambiente, por exemplo.
      Sobre Einstein, as frases prontas e selecionadas por teístas servem pra religiosos bisonhos e papagaios, quando se lê a obra, profundamente, nota que a coisa é bem diferente, como expliquei no post anterior.

    • Cícero:

      Jonatas,
      Caos o nome já diz, só geraria mais caos, desordem, bagunça. Forças cegas são impessoais, amorais, ininteligiveis, mesmo gerando alguma ordem, logo iriam gerar outra desordem; pois não há constância. Por que? porque não possuem INFORMAÇÃO ESPECÍFICA nos inúmeros processos visto no universo. Não há NADA no universo que não esteja debaixo delas: Leis Universais Mantenedoras.

      Nos programas de fractais são ordenadas funções de probabilidades; então obviamente, depois de algum tempo os arranjos serão como desejarmos!
      Mas sugiro o seguinte: convide cientistas e façam um enorme compartimento à vácuo com o menos de existência possível (nada). E esperem surgir um mini big-bang e dali também alguns corpos celestes: planetas, estrelas, cometas, meteoros etc e esperem mais um pouco e vejam se em algum planeta surge vida orgânica complexa…
      Se conseguirem; então crerei fielmente no seu deus “nada-acaso-sorte-caos”. 😉

      Não queira mutilar e deturpar aquilo que Einstein quis dizer de forma obvia e lógica sobre a Entidade Sobrenatural.
      [Certa vez, perguntado qual a definição de luz]
      A luz… é a sombra de Deus…” – Albert Einstein.

    • Jonatas:

      Caos só geraria bagunça? reveja seus conceitos. Formação de sistemas planetários parece uma mesa de bilhar – resultado, um sistema. Bigbang que até os religiosos já aceitam, uma explosão – o máximo do caos é um evento explosivo e expansivo – e seu resultado, um universo ordenado, um conjunto de moedas atiradas pode cair em inúmeras distribuições diferentes, em uma podem formar uma palavra, a possibilidade é a mesma de ficarem sem uma forma que conheçamos, mas mesmo assim poderia ser conhecida de outra língua, de outra espécie, de outro planeta.
      Leis Universais Mantenedoras, não sei daonde esse termo, talvez se refira as quatro forças fundamentais. São parte inicial do processo, o primeiro nível formado após a grande explosão inicial, são também um fruto do caos – prova de que hierarquicamente, o caos leva a ordem – essas energias não são comportadas, mas níveis acima dela, presos e sujeitos a elas, irão ser menos livres, menos caóticos, e princípios posteriores, ficarão ainda mais atrelados, até estruturas que são mais ordenadas consequentemente.

      Você não tem que crer no deus caos-acaso ou outra deidade, caos não é deus, nem meu nem de ninguém, ciência não é deusa, ciência é busca por conhecimente legítimo e não precisa de deidades, essa é nossa maior diferença, e nem quero que pense como eu, mas já que vem aqui criticar a nossa posição ateísta e científica, criticar o darwinismo que tem inúmeras evidências querendo encaixar um DI ilusório num cosmos que é caótico e cheio de variantes desde o seu começo, no código genético que é cheio de variantes e sequências de mutações desde os seres mais simples, defendo minha opinião sim, não preciso recorrer ao sobrenatural pra explicar o natural.

      Nesse caso, mostro que evidentemente você não acredita em deus racionalmente, você raciocina acreditando em deus, tudo TEM QUE TER DEUS, me entende? acaba citando que eu tenho um mesmo eu focado em dizer que não tenho, só apresento o que vejo, e com clareza máxima que consigo.

      E, barbaridade tu não leu nada profundamente da obra de Einstein pelo jeito, por favor leia *, você é que está deturpando a visão dele pra apoiar tua opinião. Ele se refere muito claramente ao sobrenatural como crença, não como fato, e já da um diagnóstico exato de pessoas como você Cícero, que são maioria no Planeta: necessidade e desejo profundo de acreditar no sobrenatural, ele cita isso ao analisar as pessoas, em mais de uma vez.

      Leia a carta sobre deus também, verás que é um teísmo muito distinto, em parte acho que já entendeu.

      Mas principalmente, leia a obra **ela nunca vai matar tua fé, porque essa fé vem profundamente da tua personalidade, mas vai te abrir um horizonte tão vasto que quando se der conta, independente de teísta entre ateístas e outras visões, você conseguirá entender mais do que hoje, sei disso por que nem li toda a obra a já consigo isso*, se conseguir entender o Universo einsteniano, poderá entender a minha forma de pensar e as minhas razões, sem a necessidade de concordar.

    • Cícero:

      Jonatas,
      O problema é a incrível ordem que segue o Big-Bang.
      Vc quer forçar de forma ilógica, irracional e incoerente um caos (explosões só geram caos e não ordem) em organização inteligente de poeira, gases, radiação, partículas em formação de sistemas planetários, nebulosas, galáxias, etc com processos OPERADOS nas Leis Universais que mantém o universo em harmonia.
      O caos e acaso não tem poder de gerar, ordenar e manter as próprias Leis Universais junto com o próprio universo!
      Seria o mesmo que vc afirmar que seu micro foi gerado do nada/acaso/sorte/caos sem nenhuma interferência inteligente ordenadora;… apenas do próprio caos!

      E mesmo que o nada/acaso/caos pudessem gerar, as tais moedas (que já são complexas e possuem desenho!). Moedas de 0,10, 0,25, 0,50,1,00 jogadas pra cima não iriam formar a frase: “nós somos moedas deste país” ou “nós somos moedas”. Isso para CADA ETAPA dos processos até chegar a nós humanos inteligentes.
      Não percebes quão absurda e ilógica é a tua fé?
      Por isso não tenho fé suficiente pra ser ateu.

      Vc confunde ciência com evolução. Se evolução fosse ciência ou uma Lei comprovada empiricamente não haveriam cada vez mais cientistas destroçando ela; inclusive os próprios evolucionistas não raras vezes emitem declarações e críticas duríssimas e constrangedoras contra ela. É apenas a maioria ateísta no meio científico e acadêmico que ainda a suporta.
      A religião e filosofia darwinista tem como deus as entidades inexistentes irracionais, impessoais, amorais: acaso, sorte, caos.

      Robert Jastrow fundador do Instituto Goddard da NASA disse:
      “Agora vemos como a evidência astronômica leva a uma visão bíblica da origem do mundo. Os detalhes divergem, mas os elementos essenciais presentes tanto nos relatos astronômicos quanto na narração do Gênesis são os mesmos: a cadeia de fatos que culminou com o homem começou repentinamente e num momento preciso no tempo, num flash de luz e energia.”

      “Deus nunca fez um milagre para convencer um ateu porque suas obras comuns já mostram provas suficientes”.
      Ariel Roth – zoólogo PHD.

      “Ele se refere muito claramente ao sobrenatural como crença, não como fato”
      É o que o próprio Einstein sentia em suas declarações. Mesmo não aceitando o fato do Deus-Bíblico.

    • Jonatas:

      Cicero, meu caro, não sei em que universo você vive, pois o nosso é tudo, exceto harmonioso. Mas tudo bem, sua vida é um piscar de olho no tempo cósmico, em um planeta com boa atmosfera numa região galática mais amena, nem se preocupe com os telescópios observando supernovas e colisões galáticas, e nem verá o Sol mais quente daqui um bilhão de anos destroçar seu planeta amigável de onde imagina um universo harmonioso.

    • Cícero:

      Jonatas,
      Essas transformações galáticas de vários tipos de corpos celestes mostram a grandeza e poder de Deus! dentro de suas leis, constantes e ordens pré-determinadas, para o homem se extasiar, se maravilhar, e estudar sem correr perigo aqui!

    • Jonatas:

      Cícero, o próprio histórico da Terra evidencia que o Universo, ou deus se preferir, não se importam com nós. Extinções, eras glaciais e outros fatos geológicos são evidências de que nossa sorte é temporária. Acha mesmo que um pedregulho com micróbios pensantes ocupam um lugar especial? A Terra pode sumir junto com todos nós em uma explosão solar, o Universo vai continuar o mesmo. Suas leis pre-determinadas são imaginária, a não ser que se refira às quatro forças fundamentais *mas elas também não são absolutas, existem corpos celestes que as desobedecem, como os Buracos Negros, Quasares, Pulsares, nem a luz e nem a gravidade, tudo se distorce em zonas de caos que surgem comumente.

  • Guilherme Euripedes:

    Quer dizer então que até errando o Eistein acertava?!

    Vai ser gênio assim lá na Terra!

    • Jonatas:

      Esse foi o famoso “Erro útil” de Einstein. 🙂

  • Jonatas:

    Isso ajuda a evitar que a ciência se torne “a nova deusa do século XXI”, essa conciência de que ela é humana, sujeita a erros e que todos, cientistas e colaboradores – *sempre somos colaboradores, até em um link sobre ciência que postar no facebook*, participem de sua constante melhoria e aprimoramento.

  • Matianelus:

    Tudo é relativo, inclusive a verdade e a própria ciência!

  • Falcone Big:

    Fantástica a matéria!!!!

  • Matheus Cavalieri:

    Existem vários erros na ciência, bases que fazem a mesma evoluir. Inicialmente a saída do senso comum para a ciência ‘e revestida de vários equívocos, que as vezes duram anos para serem erradicados. Creio, assim como as correntes da razão sempre apregoaram, que daqui a 50 anos, muitas coisas não serão mais como vemos conceitualmente hoje.

  • luizpicolo:

    Einstein nunca errou, ele simplesmente se enganou :D.

  • Jivago Chaves:

    Então o maior erro de Einstein foi pensar que estava errado? kkkkkkkkkkk

  • Gabriel Souza:

    para min entre esses os mais hilários foram o “erro” de Darwin e o do Einstein

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