O anti-laser

Por , em 15.03.2011

Pesquisadores da Universidade de Yale criaram um aparelho que absorve feixes de laser para dentro de uma cavidade óptica feita de silicone. A cavidade prende a luz e a faz quicar naquele espaço até toda sua energia ser dissipada em forma de calor. Para chegar neste resultado, na verdade, os cientistas estavam estudando as teorias que explicavam quais materiais poderiam ser utilizados para criar lasers, então, pensaram que talvez pudesse existir a possibilidade de fazer o contrário, absorver luz.

A criação conseguiu absorver 99,4% da luz de uma frequência específica, uma propriedade que pode ser utilizada como um interruptor óptico em projetos de computação que usam luz ao invés de elétrons para realizar suas operações. Na prática, este computador poderia “desligar” certas ondas de luz sem afetar outras de comprimentos diferentes, possibilitando maior controle dentro do sistema do computador.

A novidade também poderia ser utilizada na medicina diagnóstica, captando imagens através de tecidos biológicos opacos.

Só não vai servir para acabar com a brincadeira daquele vizinho chato que insiste em ficar mirando aquelas canetas com ponta de laser dentro da sua sala. [PopSci]

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8 comentários

  • adelimar:

    /*RABENS SEU INVENTO PODE MELHORAR APARELHOS DIVERSOS7

  • Marcelo:

    É Luis, essa piadinha foi tosca hem ‘.’

  • Luis Souza:

    Desculpe a falha,mas deu pra entender.

  • Guilherme Euripedes:

    Spielberg? Não seria George Lucas? =]

  • Luis Souza:

    É Spilberg, lá se foram as espadas lasers da série Star Wars…

  • bob:

    Talvez num futuro não muito distante possa ser usado como um escudo contra armas de raios lazer iguais as que o exército americano usa para interceptar mísseis e morteiros .

    • Mimimimi:

      Vai por mim amigo…
      Menos filmes meu caro 😉

  • Jorginho:

    Como se percebe , não passa de ser uma cavidade.
    Veja as raias -indicando curto em 1/4 de onda.
    Em outras palavras, criaram filtros capaz de curto-circuitar as ondas.
    Ao menos é isso que vejo, quando encaro a luz como ondas eletromagnéticas.

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