Quando a esposa é íntima dos amigos do marido, crescem as chances de impotência

Por , em 14.08.2011

A Universidade de Chicago (EUA) publicou, na última semana, um estudo que lança um novo olhar sobre impotência sexual. Aparentemente, um homem de meia idade tem maior chance de enfrentar problemas de intimidade se a esposa for muito próxima dos seus amigos.

O estudo foi feito com 3.005 homens, com idades entre 57 e 85 anos. De princípio, os cientistas consideraram apenas os fatores básicos pelos quais um homem pode ter disfunção erétil. Além da idade, indicadores de saúde como diabetes, obesidade e problemas do coração foram levados em conta.

A conclusão foi de que alguns homens, mesmo mais jovens e mais saudáveis, enfrentavam maior dificuldade com ereções do que outros mais velhos e com um quadro médico menos animado.

Essa variável, segundo os pesquisadores, é justamente o fator social: o tal homem jovem com problemas de ereção, em geral, tinha uma esposa que se relacionava melhor com os amigos dele. Mais precisamente, a chance de disfunção erétil em homens nessas condições era 92% maior.

De cada quatro homens pesquisados que relataram ter esposas “sociáveis”, um sofria com disfunção erétil. E a partir daí surgiu uma descoberta interessante: à medida que o homem envelhece, a mulher participa menos da vida social dos amigos do marido, ou seja, o homem se sente mais seguro no relacionamento, apesar da eficiência natural do corpo não ser mais a mesma de antes.

O homem pode lidar com impotência a partir dos cinquenta anos, por motivos diferentes: até os setenta, as razões são menos fisiológicas e mais sociais e psicológicas, como esta diagnosticada pelos pesquisadores de Chicago. Tais conceitos, segundo os cientistas, pode facilitar o trabalho do urologista que busca saber a razão da impotência de cada paciente. [ScienceDaily]

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5 comentários

  • Uma simples garota:

    Além de um chifre, fica impotente. Brasil complicado, esse!

  • Mochileiro:

    O impacto de um relacionamento causa a liberação de varias substancias, principalmente de dopamina – relacionada a sensação de bem-estar e as dependencias quimicas. Isso quer dizer que a paixão ativa o sistema de recompensa do cerebro da mesma form que a cocaina e a jogatina.

    O corpo encara esse turbilhão de sensações como um estresse positivo.

    Concordo com cada palavra que a Flor de Lis disse no post acima (ganhou o meu polegar de aprovação!) mas vou deixar a minha opinião tambem: na duvida namore apenas desconhecidas e não por mais de 6 meses, alguns estudos sugerem que esse é o tempo maximo de duração dessa fase de euforia.

    • Flor de Lis:

      Obrigada, mochileiro, por aprovar meu comentário. Bjos.

  • Flor de Lis:

    Pode até ser que essa pesquisa realmente esteja correta; mas há um fato que não pode jamais ser desconsiderado: não ser uma esposa sociável pode render o fim do casamento, ou tornar a esposa, consequentemente, relegada ao esquecimento pelo marido. É fato, minha gente! Sou mulher, mas cá pra nós, ninguém merece uma esposa antissocial. Por isso homens, sintam-se orgulhosos de suas esposas sociáveis; e mulherada, também não é pra ser tão amiga a ponto de deixar o marido com a pulga atrás da orelha, ok? bjos.

    • CABLOCK:

      EU Sou bom no que faço, porque nunca gostei de mulher muito dada,as mulheres dos outros são dificeis para mim, por que é que a minha tem que ser facil para os outros. Se eu sentir que ela não está me dando o valor necessário, não tem como eu lhe retribuir o valor que ela possa merecer, a vida é um jogo de toma lá da cá,podem me crucificar se quiserem, mas eu é que não vou ficar caido,para satisfazer o égo de mulher nenhuma.

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