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Eduardo Martins em 1.10.2008 as 22:58 e atualizado em 5.10.2008 as 15:07

adolescente anti-social

Uma conexão entre níveis baixos do ‘hormônio do estresse’ (cortisol) e comportamento anti-social em jovens rapazes adolescentes foi descoberta por uma equipe de pesquisa da Universidade de Cambrige, na Inglaterra.

O cortisol é produzido pelo corpo durante experiências estressantes como falar em público, fazer uma prova ou passar por uma cirurgia. Ele melhora a formação de memórias e deve fazer as pessoas se comportarem de maneira mais cuidadosa, regulando algumas emoções, principalmente o temperamento e os impulsos violentos.

A nova pesquisa mostra que adolescentes com comportamento anti-social severo não exibem os mesmos aumentos nos níveis de cortisol quando estão sob estresse do que aqueles sem comportamento anti-social. Estas descobertas sugerem que comportamento anti-social, ao menos em alguns casos, pode ser visto com uma forma de doença mental que está ligada a sintomas fisiológicos (envolvendo um desequilíbrio químico de cortisol no cérebro e no corpo).

Adolescentes foram recrutados para passar por situações estressantes controladas. Mas anteriormente seus níveis de cortisol foram acompanhados por vários dias para determinar o nível normal em condições de repouso. Em seguida eles passaram por uma situação que foi criada para induzir frustração. Antes, durante e depois deste experimento foram feitas coletas de amostras de saliva para determinar o nível de cortisol.

As diferenças de flutuação nos níveis de cortisol foram grandes entre os jovens comuns durante a situação estressante, mas entre aqueles com comportamento anti-social severo os níveis de cortisol se comportaram de maneira oposta e caíram.

Isto sugere que comportamento anti-social pode ter mais base biológica do que se pensa, já que alguns indivíduos são mais vulneráveis à depressão ou ansiedade, devido ao ser perfil biológico.

Os pesquisadores pensam que se for possível detectar precisamente a causa da inabilidade da resposta hormonal ao estresse, talvez seja possível criar novos tratamentos para problemas comportamentais graves. [Scientificblogging]


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3 Comentários »

  1. então eu to doente? ushasuhasuhsa :P
    eu não gosto muito de gente .-.

  2. Olá:

    Achei esta página bem interessante!
    Acho a ‘natureza humana’ uma coisa bastante complexa, uma das áreas ‘que se sabe pouco’ da Medicina; e que ainda requer muitos estudos…
    Sempre me pergunto: “O que leva alguém a matar? O que leva alguém a maltratar os animais?”, entre outras coisas ainda…
    Coisas que acho que ajudam BASTANTE, e funcionam, na maioria das vezes:

    - Ler livros de auto-ajuda,
    - Viajar para lugares diferentes; sair da rotina,
    - Ter hábitos saudáveis (fazer exercícios, boa alimentação, se beber; que seja moderadamente, não usar drogas, ficar longe de ‘coisas erradas’; fofoca, desavenças, gente que não vale à pena…),
    - Aprender sempre mais (idiomas, informática, fazer cursos ligados à arte, ao artesanato);
    - Tirar uns minutos do dia (pode ser de 2 em 2 dias) para fazer uma ‘auto reflexão’; como: planos para o futuro, ver o que há de ruim e tentar melhorar, e também lembrar de coisas boas; o que se conseguiu realizar até o presente momento (como ‘realização de sonhos’)…

    Garanto que, se fizerem METADE do que foi mencionado acima, a vida melhora e MUITO!!!

  3. ola, meu nome e adriani tenho 38 anos.

    meu problema e solidao sempre fui social tive amigos namorei era saudavel na juventude, mas depois de uns tempos nao consigo conviver com niguem nem com sogra, irmao so me sinto bem sozinha mas essa atitude esta me depremindo, parece incomodo a compania das pessoas , gosto de crianca mas nao tenho filhos, sou mau humorada e nao gosto de gente, vejo o mundo de uma maneira deprimida. Por favor ajude-me a ser mais sociavel , pois estou me sentindo doente.

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