Bizarro: seis esquilos bebês acidentalmente se amarram uns aos outros pelas caudas

Por , em 20.05.2018

Autoridades de controle animal precisaram fazer um resgate incomum em Nebraska, nos Estados Unidos: salvar seis esquilos bebês que acidentalmente se amarraram uns aos outros pelas caudas.

O grupo Nebraska Humane Society recebeu a ligação de um morador de Elkhorn, Craig Luttman, informando que havia se deparado com os seis filhotes aflitos, com as caudas emboladas em nós.

Craig levou um susto ao escutar um barulho vindo de uma árvore em seu quintal. Quando saiu de casa para olhar, notou que os esquilinhos, ansiosos ao ficarem embolados, faziam uma espécie de cabo de guerra, cada um indo em uma direção diferente.

Os animais foram entregues com segurança à Nebraska Wildlife Rehab, para receber cuidados imediatos.

Fenômeno raro, mas não incomum

Por mais incrível que pareça, a situação não é nada inédita. Conforme explica Laura Stastny, diretora executiva da Nebraska Wildlife Rehab, eles recebem esse tipo de telefonema a cada um ou dois anos.

Esse fenômeno também acontece com outros pequenos roedores, como ratos, dando origem inclusive a lendas como a do “Rei dos Ratos”, por exemplo, que seria justamente uma coleção desses animais com rabos entrelaçados, ligada a diversas antigas superstições e mitologias.

Nos esquilos, o emaranhamento ocorre com mais frequência por causa da seiva pegajosa das árvores, que pode tornar mais fácil para suas caudas darem nós enquanto os filhotes brincam e lutam em seus ninhos. Às vezes, a culpada é um fio ou corda que de alguma forma vai parar no ninho.

Antes que Stastny começasse a desenredar os esquilos, deu-lhes analgésicos leves e cobriu-os com uma toalha para que ficassem mais calmos no escuro. Demorou cerca de uma hora até todos serem separados com segurança.

Sucesso

Os esquilos saíram saudáveis da situação, embora alguns ainda tenham que passar por cirurgia nas partes de suas caudas que foram danificadas.

Se Craig não tivesse pedido ajuda, porém, o resultado poderia ser bem diferente. Se os filhotes tivessem permanecido amarrados, poderiam morrer de fome ou se tornar um alvo fácil para predadores famintos.

Felizmente, os animais devem se recuperar totalmente. Eles serão liberados de volta na natureza nas próximas semanas. [ScienceAlert]

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