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Competição desafia participantes a dar a volta ao mundo usando tecnologias “verdes”

Por , em 19.08.2010

Dois motoristas, três rodas, 350 dólares e nenhuma emissão de carbono. É exatamente assim que Nick e Jason Jones, pai e filho, australianos, pretendem dar a volta ao mundo.

A dupla se juntou aos competidores suíços e alemães para iniciar uma corrida de volta ao mundo que irá mostrar ao planeta as tecnologias “verdes”. O objetivo é completar uma jornada de cerca de 30 mil quilômetros sem emitir carbono – meta que o organizador do evento, Louis Palmer, acredita que pode ser cumprida.

Palmer tem experiência no assunto – há dois anos atrás ele deu a volta ao mundo usando um táxi movido a energia solar, sem colocar no seu veículo uma gota sequer de combustíveis fósseis.

A corrida irá passar por 150 cidades, incluindo Cancun, Los Angeles, Shangai, Berlim e Moscou. Ela deve terminar em um Resort no México, em novembro, onde estará acontecendo uma conferência para tratar das mudanças climáticas.

E os veículos que serão usados são impressionantes. O competidor suíço, Toby Wuesler, diz que seu carro consegue andar por 350 km sem precisar recarregar a bateria, e pode alcançar uma velocidade de 250 km/h.

Já os Jones dizem que a economia é seu trunfo e que, para recarregar o seu veículo dando a volta ao mundo, eles irão gastar apenas 350 dólares em eletricidade.

Mas, mesmo com todo o equipamento, o desafio não será simples. Durante 80 dias os participantes deverão passar por 16 países. E você, encararia o desafio? [MSNBC]

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5 comentários

  • Thiago dos Reis:

    ah tá, e vão atravessar o oceano num barco à vela?

    vsf bando de ambientalistas hipócritas que não têm onde enfiar dinheiro.

    em 80 dias vc n atravessa nem a américa, quanto mais o MUNDO.

  • Jin:

    Mas é a cor (espectro de luz visível) da radiação.

  • Fanta:

    Na verdade o Uränio tem coloração branco prateada quando em estado puro.

  • Jin:

    Cuidado para não confundirem a tecnologia verde com a cor verde da radiação do urânio.

  • Rodrigo:

    Pela importância da idéia embutida na façanha, o artigo podia ser mais detalhado.

    Como atravessarão oceanos, por exemplo, sem nenhuma emissão de CO2? Porque já existem navios movidos a energia solar… mas fica a pergunta…

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