Os 7 piores dias do planeta Terra

Por , em 20.03.2013

O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos, e nestes anos já viu muitos dias ruins (realmente ruins, com colisões planetárias, chuvas de fogo, gelo de polo a polo, nuvens tóxicas e tudo o mais). Confira sete dos piores dias que o globo já passou:

7. O Planeta Terra e O impacto com Theia

planeta terra impacto

A formação do planeta Terra foi um período de grandes impactos.

O que era um anel de gás e poeira foi formando “grumos”, que por sua vez se juntaram para dar forma ao planeta. Depois de alguns milhões de anos, a crosta da Terra já havia esfriado e solidificado, quando uma aproximação com um outro planeta acabou da pior forma possível: em uma colisão que lançou a atmosfera e parte da crosta terrestre no espaço.

O planeta hipotético que teria colidido com a Terra no início da sua “vida” recebeu o nome de Theia, e teria se formado ao mesmo tempo que o nosso, na mesma órbita. Com 10% da massa da Terra, mais ou menos o tamanho de Marte, o núcleo de Theia afundou e se tornou parte do núcleo terrestre, enquanto um pedaço de sua crosta se misturou a nossa crosta e também à massa que entrou em órbita.

Essa massa que entrou em órbita formou primeiro um disco de matéria, como os anéis de Saturno, e depois se agregou em um novo corpo, a lua. Com sua órbita inclinada, o satélite estabilizou a rotação da Terra que, sem o seu constante puxão gravitacional, estaria sujeita ao dos outros planetas, o que desestabilizaria seu eixo.

6. O intenso bombardeio tardio

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Levou cerca de 150 milhões de anos para a crosta terrestre resfriar e se solidificar novamente, quando outro “dia ruim” chegou: o intenso bombardeio tardio.

Por alguma razão desconhecida, depois que os planetas rochosos já estavam formados (e por isto o nome de “tardio”), uma chuva intensa de trilhões de asteroides e cometas atingiu o sistema solar interior. As causas podem ser alguma instabilidade nas órbitas dos gigantes gasosos, embora existam outras hipóteses.

Neste bombardeio, asteroides imensos atingiram o planeta. Alguns cientistas supõem que foi um período em que a vida se formava para em seguida ser apagada por um asteroide, e isto teria se repetido várias vezes.

Mas não há evidências na crosta terrestre deste bombardeio, que durou cerca de 200 milhões de anos. Qualquer cratera da época, cerca de 4,1 bilhões de anos atrás, foi apagada pela erosão.

As evidências deste bombardeio estão na lua, que tem algumas de suas maiores crateras datando daquela época. Qualquer chuva de asteroides que tenha atingido o satélite naquela época certamente atingiu a Terra também, além de Vênus, Mercúrio e Marte.

Mas há um ponto positivo no intenso bombardeio tardio. Alguns cientistas especulam que os metais que utilizamos hoje, entre eles platina, prata e ouro, foram depositados por estes asteroides, já que os metais que faziam parte do planeta teriam mergulhado para seu centro durante a fase em que a Terra estava liquefeita.

5. Terra bola de neve

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Este foi um cataclismo que durou centenas de milhares de anos, chamado Terra bola de neve, um período em que a Terra congelou completamente. E não só uma vez, mas várias vezes.

Durante uma era do gelo típica, as geleiras avançam dos polos em direção ao equador, atingindo, do lado norte, as regiões que hoje correspondem à Nova Iorque, nos Estados Unidos, e Paris, na França. Mas quando aconteceram os eventos “Terra bola de neve”, toda a superfície do planeta congelou, de polo a polo.

Os piores episódios de congelamento do planeta teriam acontecido primeiro a 2,4 bilhões de anos, e depois, 600 milhões de anos atrás. Não há evidências diretas destes períodos de congelamento, mas a hipótese da Terra congelada explica porque há depósitos de glaciares em áreas que já foram o equador do planeta.

E o que teria causado este cataclismo gelado? Talvez a própria vida. Quando surgiu a vida, o gás que ela respirava era metano, um gás de efeito estufa, que teria mantido o planeta aquecido até que surgiu a clorofila na Terra, e os microrganismos passaram a produzir oxigênio.

O oxigênio oxidou o metano e produziu dióxido de carbono, e as criaturas que viviam de metano morreram na assim chamada catástrofe do oxigênio. O desaparecimento da camada de metano acabou com o efeito estufa da época, e o planeta congelou.

A era do gelo provavelmente acabou por causa da atividade vulcânica do planeta, que era mais intensa na época, o suficiente para descongelar o planeta.

Curiosamente, depois de ambos os períodos de congelamento, a vida floresceu no planeta com vigor renovado, causando a diversificação de vida microbiana 2,4 bilhões de anos atrás, e a vida animal 600 milhões de anos atrás.

4. A extinção ordoviciana

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99% de todas a espécies que já existiram estão extintas, a maioria por causa de eventos de extinção em massa. O primeiro destes aconteceu durante o período ordoviciano, 450 milhões de anos atrás.

De todas as extinções em massa, a do ordoviciano é a mais misteriosa. Como ela aconteceu há mais tempo do que todas as outras, as pistas sobre o que ocorreu são as mais tênues.

A princípio, os cientistas acreditaram que a extinção foi causada por uma era do gelo, mas uma nova hipótese está se formando: a de que a Terra foi banhada por um disparo de raios gama. Este tipo de evento acontece quando uma estrela explode ao longo de seu eixo, nas duas direções, norte e sul.

Um disparo de raios gama que atingisse a Terra vaporizaria 1/3 da camada de ozônio, expondo os seres vivos à doses letais de radiação e à radiação UV, prejudicial a nós. Além disso, o raio gama romperia as moléculas de nitrogênio e oxigênio, produzindo um nevoeiro de dióxido de nitrogênio, o que causaria um desastre secundário – uma era do gelo.

Não há certeza se a suposta era do gelo foi causada por um disparo gama, mas é certo que as criaturas vivas que se arrastavam na superfície e camadas mais altas do oceano sofreram um decréscimo enorme, sugerindo que foram mortas por raios UV.

Outra hipótese mais fantástica é a de que a Terra sofreu as consequências de uma onda de choque. A galáxia viaja por um fluxo de gás intergaláctico, e quando a Terra afasta-se acima ou abaixo do disco galáctico, é exposta a raios cósmicos causados pelo aquecimento deste gás na onda de choque à frente do sistema solar.

Isto acontece a cada 64 milhões de anos, o que corresponde a uma diminuição e aumento da biodiversidade da vida a cada 62 milhões de anos, que aparece no registro fóssil. Estarão ligados, estes eventos? É uma hipótese que ainda está sendo desenhada e não foi testada, mas parece poder explicar algumas extinções em massa na Terra.

3. A extinção KT

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A extinção KT (do nome das camadas que ela separa, o Cretáceo e o Terciário) é a mais famosa. Aconteceu há 65 milhões de anos e foi causada pela queda de um asteroide, Chicxulub, na região do Iucatã que tem o mesmo nome. Ela liquidou os dinossauros e abriu caminho para o domínio dos mamíferos.

A novidade é que existe uma hipótese de que o asteroide Chicxulub não foi o único causador da extinção KT; ele teria sido apenas um coadjuvante. Um derramamento de lava que jorrou material suficiente para cobrir mais de um milhão de quilômetros quadrados, jogando gases tóxicos na atmosfera que poderiam alterar o clima da Terra, parece ser o principal culpado.

Este derramamento de lava já estaria acontecendo quando o asteroide Chicxulub deu o golpe de misericórdia nos dinossauros, na época já em declínio.

Também pode ser que tal golpe de misericórdia tenha sido múltiplo, com vários asteroides atingindo a Terra – Chicxulub não seria nem o maior deles.

Os defensores dos múltiplos impactos apontam para uma estrutura misteriosa no fundo do mar próximo da costa da Índia, que recebeu o nome de cratera Shiva. Mas os críticos apontam que a estrutura pode nem mesmo ser uma cratera de impacto.

E para quem está se perguntando se poderemos ter o mesmo fim dos dinossauros, a resposta é sim. A passagem do asteroide 2012 DA14 e a explosão do meteoro sobre a Rússia servem de aviso – isto pode acontecer novamente. Foguetes e tecnologia serão suficientes para nos salvar?

2. A Grande Mortandade

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Esta é a maior extinção em massa do planeta Terra, e uma que ainda tem mistérios não resolvidos. Aconteceu a 250 milhões de anos atrás, e resultou na morte de 95% de todos os seres vivos que haviam no planeta. Mais vidas morreram então do que em qualquer tempo antes e depois, até hoje.

Durante décadas, os cientistas procuraram por pistas para a causa de tanta morte, e um dos culpados supostos seria um supervulcão da Sibéria cuja erupção durou um milhão de anos e produziu o maior fluxo de lava de que se tem notícia. O derramamento teria queimado plantas, liberando gases tóxicos e de efeito estufa, causando um aquecimento global.

O problema é que até as plantas que conseguem sobreviver com gás carbônico sucumbiram. O que poderia ter causado sua morte?

Recentemente, uma nova hipótese foi levantada: a de que houve também formação do gás sulfato de hidrogênio, que, combinado com o calor, poderia ter causado a extinção em massa da época.

O mais assustador é que a química dos gases jogados na atmosfera na Grande Mortandade é muito similar do que estamos fazendo com nossa atmosfera agora.

1. Apocalipse Solar

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Em cinco bilhões de anos, o sol vai mudar: vai passar de anã amarela para gigante vermelha quando seu hidrogênio acabar e ele passar a fundir hélio para formar carbono. Neste processo, deve se expandir e ficar 200 vezes maior.

Enquanto expande, o sol vai engolir primeiro Mercúrio, depois Vênus, e talvez a Terra – o destino do nosso planeta ainda não é conhecido; ele pode ser empurrado para uma órbita mais alta ou engolido também.

De qualquer forma, o planeta Terra de então será bem diferente do atual.

A cada bilhão de anos, o sol fica 10% mais brilhante, o que significa que em menos de 1 bilhão de anos o planeta estará brilhante o suficiente para arrancar o gás carbônico da atmosfera, matando as pantas que dependem deste gás para crescer e realizar a fotossíntese.

E não é só isso. Para nossa desgraça (literalmente), os oceanos vão evaporar e toda a vida do planeta será extinta. A Era dos Animais deve terminar em cerca de 500 milhões de anos.[The Universe: Worst Days on Planet Earth]

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37 comentários

  • Beatriz Bacelar:

    Isso nos faz refletir o quanto somos insignificantes,mesmo com toda nossa tecnologia e conhecimento diante da ordem natural das coisas, tudo que nasce morre… É o que acontece com os seres, plantas, especies e ate com o nosso planeta e o glorioso sistema solar!! Seria bem legal pensar diferente… 🙁

    • rebeca alves:

      é pq agra nos achamos que o mundo antes não tinha coisas boas gora me refleti vendo que o mundo podia acabar rápido mas deus esta dando mais uma chance 🙂

    • rebeca alves:

      acho que agora me arrependo de falar que o mundo antigamente é ra tudo bom mas por incrivel deus esta dando mais uma chance de viver ser feliz pq antes os dinossauro sofreram e morreram agora tudo que podemos fazer é tentar muda o mundo para melhor

  • Mikael Souza:

    Todos esses acontecimentos estão listados no documentário do history channel chamado o universo. Vários episódios legendados estão no YouTube, quem quiser assistir é só dar uma procurada.

  • Tiago Taddei:

    pera se não fosse o bombardei tardio nós não teriamos platina, prata e ouro ?

    • Hélio Miyamoto:

      Parece que sim. Não teríamos o Minério de Ferro pra exportar e fabricar nossas geladeiras ;_;

  • Ricardo Pereira:

    A Grande Mortandade = EXTINÇÃO PERMO-TRIÁSSICA.

    SERÁ TÃO DIFÍCIL ASSIM ESCREVER A INFORMAÇÃO COMPLETA?

  • osmanij:

    Cesar, posta link das noticias que voce falou ai em português, se achar, obrigado

  • Catarina Lopes:

    Incrivel … talvez um dia a humanidade olhe para trás e veja alguma destas teorias como ridiculas.

  • Andre Luis:

    Se compararmos a idade da Terra com a idade da humanidade, percebe-se que esta geração viveu apenas um curto momento da história do nosso planeta!

  • Angelo Pierre:

    500 milhões de anos??? se em alguns mil a tecnologia já pode ser suficiente para começar a corrigir problemas
    daqui a 500 milhões de anos, já vai existir um app para substituir o sol, fazer a terra girar, fazer chover, etc.

    • Gabriel Souza:

      kkkk gostei do comentario, que fala de um fato logico e sério, e que em seu comentario ficou bem ironico e inteligente! (Angelo Pierre)

      mais acredito que vai ser mais fácil migrar para a estrela mais perto e que possa sustentar vida por um longo tempo, e vivermos migrando de estrela para estrela, até o decaimento de todas as materias (isso se ja não conseguirmos um calculo prciso, que possa construir uma tecnologia para impedir o tal, digamos brincar de deuz ou ser o tal).

    • Cesar Grossmann:

      Na verdade já foi feita uma sugestão de como mandar a Terra para uma órbita mais distante, usando apenas um asteroide de bom tamanho, fazendo ele passar perto da Terra e transferir momentum de Júpiter para a Terra.
      http://www.scienceforums.net/topic/69665-saving-the-earth-from-the-sun-when-it-becomes-a-red-giant/
      http://io9.com/5923828/dont-worry-people–nasa-has-a-plan-for-moving-the-earth

      Ou então lançar corpos da nuvem de Oort de forma que passem perto da Terra, transferindo à mesma parte da sua energia cinética (mesmo processo acima, mas com milhões de corpos, em vez de um só).
      http://www.newscientist.com/article/dn14983-moving-the-earth-a-planetary-survival-guide.html

    • osmanij:

      Posta link em Portugues pra nós, se achar. Obrigado.

    • Gabriella Rissardo:

      Isso se não nos extinguirmos antes…De qualquer maneira, um dia tudo vai acabar…

  • otavio junior:

    Embora já soubesse sobre esses ítens enumerados, o agrupamento desses episódios numa única matéria faz pensar quanto nosso universo é ostil.

  • Evandro Oliveira:

    Faltou só dizer que tudo isso são teorias entre muitas outras.

    • Cesar Grossmann:

      O que você quer dizer com isso? Que não aconteceu ou não vai acontecer?

  • Hugo:

    Pior que isso tudo aí foi a semana que minha sogra ficou aqui em casa…

    • Willian Pereira:

      Nossa cara, destrutivel demais isso, ainda bem que voce sobreviveu a esse evento de proporções imaginaveies.

  • Jonatas:

    Talvez outro mal dia será quando perdermos a Lua. 🙁

    • Duda Weyll:

      Eu acho o dia em que Júpiter instabilizar a órbita de Mércurio, mas se só se ele não der de cara com o Sol, não bombardear Vênus nem sair limpo pelo sistema. ;D

    • Gargwlas:

      e quando será isso?

    • Cesar Grossmann:

      Talvez não venhamos a perdê-la. À medida que se afasta, a velocidade da órbita da Lua diminui, e também diminui a velocidade de rotação da Terra. Talvez, em algum momento do futuro, a rotação da Terra e o período da órbita lunar estejam em sincronismo. Quando isso acontecer, acaba a troca de momento e a Lua deve parar de se afastar.

    • Romário Huebra:

      Imagino que o Sol se vá antes mesmo da Lua.

  • John jones:

    faltou uma coisa nessa matéria:o dia em que a humanidade surgiu pois esse sim foi um péssimo dia pro planeta!!

    • Neto Borges:

      Ou não, afinal foi aí que o planeta passou a ter consciência de si próprio…

    • LoNinja J.:

      Pois é pessoas como você foram indiretamente criadas, tá reclamando do que? você é humano, aff..

    • Duda Weyll:

      ui, revoltada.

    • Regis Henrique Olivetti:

      John fique tranquilo. Como o sistema solar, assim como todos os braços da nossa Galáxia, giram em volta do buraco negro central, caso não existisse (em todas as Galáxias), ou tirássemos ele do centro da Galaxia, os sistemas solares (todos) escapariam em movimento retilíneo uniforme, com a dissolução da Galáxia. Mas o quer eu quero dizer mesmo, é que estamos a entrar em uma região repleta de asteroides e cada vez mais, veremos o que aconteceu na Russia. Lembre-se que no centro desse complexo existem meteoros bem maiores que não saem com buzina. rsrsrsrrs

    • Saprugo:

      O especismo da quase totalidade dos seres humanos os impede de ver e aceitar isso, a maioria se acha a coisa mais maravilhosa que a engenharia da natureza já produziu, mas esquece que, em uma analogia ao próprio corpo humano, a mesma genial bioengenharia que produz nossas células úteis e saudáveis, também produz células cancerosas, daninhas e parasitas, que visam apenas sua própria reprodução descontrolada, sem contribuir em nada para o corpo (planeta?) onde vivem, terminando por matá-lo.

    • Flavio Augusto:

      Falou o E.T.

    • Paulo Henrique de Oliveira:

      parece que ninguém aqui leu a matéria! Já houveram mais de uma extinção em massa, colisões gigantescas, e a possibilidade de aniquilação total do planeta. Não gosta de seres-humanos e acha que devemos deixar o planeta em paz? Pega tua malas e cai fora então. Ou se mata, sei lá. O planeta nada mais é que um pequeno aglomerado de matéria. Podemos fazer o quiser com ele que nem se compara com os fenômenos citados. Cada espécie que dê seu jeito para sobreviver e conseguir uma boa qualidade de vida, mesmo havendo competição entre si e com outras espécies.

  • Gargwlas:

    o que me intrigou foi:

    “.. Isto acontece a cada 64 milhões de anos, o que corresponde a uma diminuição e aumento da biodiversidade da vida a cada 62 milhões de anos, que aparece no registro fóssil. Estarão ligados, estes eventos? É uma hipótese que ainda está sendo desenhada e não foi testada, mas parece poder explicar algumas extinções em massa na Terra….”

    e quando foi a ultima vez que aconteceu?

  • Raphael Rosa:

    Acho que também seria válido incluir o link do vídeo dublado: http://www.youtube.com/watch?v=ZB0mI1k0_nc

  • Tibulace:

    Olha,500 milhões de anos, é um tempo TÃO GRANDE, que, se AINDA existirmos como SOCIEDADE TECNOLÓGICA nessa época,vai ser MUITO DIFÍCIL para o Universo, acabar conosco.Sem dúvida, as viagens interestelares, serão ROTINA para os terráqueos, há milhões de anos, já, o Sol vai engolir nosso planeta, SEM acabar com nossa espécie, o verdadeiro ” câncer da Terra “.Estaremos vivendo em outros planetas, dos muitos que teremos terraformados.Viveremos em tantos planetas, que seremos, como espécie, à prova de cataclismos.

    • José Marchã:

      “Viveremos em tantos planetas, que seremos, como espécie, à prova de cataclismos.” de Tibulace mas de facto temos que admitir que Planeta como este é dificil de esquecer todos os momentos passados aqui e toda a vida contida neste eleva nos ao patamar de nos sentirmos completos. Assim dizendo: Earth was,is,it will be our home for ever.

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