
Mulheres acima do peso sofrem com uma enorme queda na auto-estima quando olham para fotos de modelos de qualquer peso, de acordo com uma nova pesquisa. O mesmo estudo revela que mulheres com pouco peso têm um aumento da auto-estima, independente do peso das modelos mostradas.
Os autores do estudo, da Holanda, Alemanha e Estados Unidos, pesquisaram o modo com que pessoas com corpos diferentes reagem quando são expostos a modelos magras ou com sobrepeso. A pesquisa foi realizada com mulheres com diferentes Índices de Massa Corporal (IMC), cálculo que mostra a relação entre a altura e o peso dos indivíduos.
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“A pesquisa confirma pesquisas anteriores que mostram que mulheres com o IMC normal podem ter variações na auto-estima dependendo da pessoa para quem olham”, afirmam os autores. “Mulheres com o IMC normal – entre 18 e 25 – têm níveis de auto-estima mais altos quando são expostas a mulheres moderadamente magras, pois se sentem similares a elas, e também quando olham para mulheres obesas, pois se sentem diferentes delas”, diz a pesquisa.
Entretanto, a auto-estima baixa quando as participantes do estudo são expostas a mulheres com leve sobrepeso, pois elas se sentem similares. O mesmo acontece com modelos extremamente magras, pois elas se sentem muito diferentes.
A pesquisa mostra novas descobertas sobre como a exposição à mídia afeta a auto-estima de mulheres com diferentes tipos de corpo. Os autores chamam a atenção para um fator interessante dos resultados: “A auto-estima de mulheres magras sempre aumenta, independente da modelo para quem olham”. Por outro lado, afirmam os autores, “a auto-estima de mulheres com sobrepeso sempre diminui, não importando para qual modelo elas olham”.
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Curiosamente, mulheres com sobrepeso e as abaixo do peso tinham níveis parecidos de auto-estima antes de observar as modelos. A pesquisa também mostrou que propagandas afetam os hábitos alimentares e intenções de dietas e exercícios das participantes. Por exemplo, as participantes com sobrepeso comiam menos doces e tinham maiores intenções de fazer dietas e praticar exercícios quando ficavam expostas a modelos mais gordinhas. [Science Daily]
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Ha cerca de 04 bilhões de anos, apesar do Sol ser cerca de 30% mais fraco do que ele é hoje e os Dias terrestre terem sido bem menores do que os dias atuais de 24 horas, impulsionado pelo fato de que no tempo dos dinossauros a temperatura média do planeta Terra era úmida e em torno dos 18ºC, contra os quase 16ºC atuais.
Devido a Terra ser uma Pangéia (Continente único, supercontinente), e não diversos Continentes.
E o oxigênio atmosférico ser cerca de 35%, ouve uma descomunal explosão na quantidade e variedade dos seres vivos.
Os físicos Lloyd V. Berkner e Lauriston C.Marshall (em um artigo publicado em 1965 na revista Nature), propuseram ter sido a abundância de oxigênio, com níveis extremamente elevados, quem exerceu o controle físico direto sobre a explosão da vida cambriana.
E ajudou criar inúmeros seres gigantescos.
Mas quando o oxigênio foi diminuindo, só 50% dos seres vivos conseguiram se adaptar a atual tacha de 21% de oxigênio.
Vários fatores como os vulcões, os meteoritos e a Pangéia ter se dividido em Continentes, foram responsáveis pela extinção dos dinossauros, mas as “algas tóxicas” foi o fator mais devastador, pois ao contrario do que se pensava, o oxigênio atmosférico depende mais das algas do que das plantas terrestres.