O universo em um clique

Deus existe? – A sua opinião

Por em 14.05.2008 as 23:30

Revista HypeScience

É comum a ciência esbarrar na religião, e quando isso ocorre geralmente é para contradizer alguma crença. E um dos tópicos mais controversos, anunciados por todas as religiões, é Deus.

A pergunta principal que a quipe HipeScience deixa para você é:

  • Ele existe? E em caso positivo, qual a prova científica de sua existência?

Lembre-se de manter os comentários amigáveis e use bons argumentos para expor suas idéias, do contrário eles não poderão aparecer aqui.

Perguntas complementares:

  • Cada religião tem a sua própria personificação de Deus. Qual está certa? Porque?
  • É possível conceber Deus sem a crença, portanto, fora da esfera dogmática?

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550 comentários

  1. “OS MILAGRES SE TORNARAM ABSOLETOS”

    Lawrence Krauss: ” DEUS SE TORNOU REDUNDANTE”

    O físico Lawrence Krauss, em fevereiro deste ano. Ele afirmou que nosso Universo surgiu do nada. “ OS MILAGRES SE TORNARAM ABSOLETOS”

    A ciência finalmente chegou ao ponto de poder explicar a criação do Universo. E Deus não tem nada a ver com isso, afirma o físico americano.
    Lawrence Krauss: “Deus se tornou redundante”, em entrevista a Revista Época.

    O ateísmo militante está na moda. depois do biólogo Richard Dawkins e do físico Stephen Hawking, chegou a vez de o Cosmologista americano Lawrence Krauss atacar as crenças na existência de Deus. Krauss, de 57 anos, é mundialmente conhecido por seu trabalho teórico, por livros como A física de Jornada nas Estrelas e por seus programas no Discovery Channel.
    Em seu novo livro, A universe from nothing (Um universo a partir do nada, ainda inédito no Brasil), ele parte das leis da física para dizer que os mistérios em torno da origem do Universo são uma mistificação. Nesta entrevista, ele diz que a ciência finalmente é capaz de explicar como o Universo surgiu. “Os religiosos afirmam saber que Deus criou o Universo. Isso é preguiça intelectual”, afirma.

    ÉPOCA – O que aprendemos sobre a origem do Universo, graças ao avanço da ciência, tornou obsoleta a crença em Deus?

    Lawrence Krauss – Até o século XVI, a religião detinha o monopólio da explicação dos mistérios da criação. A responsabilidade pela criação de tudo era divina, e ai de quem duvidasse! Aquele monopólio da fé começou a ser solapado a partir da obra de Copérnico (Nicolau Copérnico, astrônomo polonês do século XV) e a de Galileu (Galileu Galilei, astrônomo italiano do século XVI), que substituíram o milagre metafísico pela realidade física. Quando, há 300 anos, Newton (Isaac Newton, físico e matemático inglês do século XVII) explicou que o movimento dos planetas podia ser compreendido por meio de leis físicas bem simples que não requeriam a intromissão dos anjos, tudo mudou. O avanço da física, da química e da biologia nos fez desvendar o funcionamento da matéria e dos fenômenos biológicos. Ao mesmo tempo, esse avanço foi reduzindo o alcance do termo milagre até deixá-lo restrito ao que teria existido antes do big bang, a explosão primordial que criou o Universo há 13,7 bilhões de anos. Agora, o milagre divino perdeu esse último bastião. A cosmologia do século XX chegou ao ponto em que podemos falar sobre a criação e a evolução de todo o Universo, um tema que não é mais do domínio exclusivo da teologia.

    ÉPOCA – Os religiosos sempre disseram que há algumas questões fundamentais para as quais nenhuma teoria científica jamais encontrou respostas. Ainda não é o caso?

    Krauss – Não é nem nunca foi o caso. A religião alegava ter as respostas para as perguntas mais básicas do Universo e da vida antes mesmo de essas perguntas terem sido feitas. A religião também afirma que suas respostas são verdades inquestionáveis. Ora, nós, cientistas, somos movidos pela dúvida. O que move nossa curiosidade é a busca de respostas para os mistérios da natureza. Sabemos que não temos todas as respostas e que as respostas que temos não são verdades definitivas. Que questões ficariam sem resposta? Só o tempo e o esforço concentrado de pesquisa dirão. Por isso, não podemos nos deixar satisfazer com as respostas científicas já reveladas nem descansar sobre os louros conquistados, relegando a busca de novas respostas que tenham o poder de revelar uma visão mais profunda da natureza.

    ÉPOCA – Os religiosos afirmam que a humanidade jamais descobrirá as verdades mais fundamentais, como a origem do Universo e como surgiu a vida.

    Krauss – Jamais saberemos se essas são de fato verdades inatingíveis se não tentarmos elucidá-las. Os religiosos afirmam que conhecem as verdades fundamentais… É inacreditável. Eles afirmam saber que Deus criou o Universo. Isso é preguiça intelectual. A ciência lida muito bem com a existência de mistérios à espera de ser revelados. Sempre haverá perguntas sem resposta e mistérios a descobrir. Os milagres se tornaram obsoletos.

    ÉPOCA – A ciência ensina que o Universo começou com o big bang e que antes dele não havia nada.

    Krauss – A ciência nos ensina que houve um big bang, mas não diz o que havia antes. Em meu livro, explico por que, com base nos conhecimentos de ponta atuais, é plausível imaginar a hipótese de que o Universo tenha surgido a partir do nada. E, a partir do nada, o Universo teria evoluído por meio de processos naturais que levaram à formação de átomos, moléculas, estrelas, planetas, galáxias e vida.

    ÉPOCA – Como o Universo surgiu do nada?

    Krauss – Nosso Universo tem todas as características de um universo criado a partir do nada. Uma das descobertas mais notáveis da física moderna é que o vácuo espacial não é vazio. O vácuo pode ser inteiramente vazio de matéria, mas não de energia. Se pudéssemos observar o vácuo em dimensões infinitamente pequenas e lapsos de tempo infinitamente curtos, muito menores e mais curtos do que a tecnologia atual é capaz de fazer, veríamos que o vácuo é tudo, menos estático, e que nele partículas pipocam a partir do nada e desaparecem instantaneamente. Em determinadas condições, entretanto, essas partículas virtuais não precisariam necessariamente desaparecer. Elas poderiam não só continuar existindo, como se multiplicar, dando origem a um big bang e a um novo universo em expansão. A evidência de que isso pode ter sido realmente o caso da origem de nosso Universo é um feito notável.

    ÉPOCA – Aconteceu apenas uma vez? O pipocar de partículas não poderia ter criado outros universos?
    Krauss – Sim, tudo leva a crer que é o caso, embora não tenhamos como provar. Podemos viver num “multiverso”. Nosso Universo pode ser apenas um entre infinitos outros de um “multiverso que é eterno e infinito”.

    ÉPOCA – Os religiosos afirmam que Deus é anterior ao Universo e existiria antes do big bang.

    Krauss – O principal problema dessa noção da criação é que ela requer a existência de alguma coisa que anteceda o Universo, de modo a poder criá-lo. É aí que quase sempre entra a noção de Deus, alguma entidade que existiria em separado do espaço, do tempo e da realidade física. Para mim, Deus não passa de uma solução semântica fácil para uma questão tão profunda como a criação. Os religiosos nunca tocam na questão da criação de Deus, pois essa é ainda mais confusa do que a solução religiosa que deram para a criação do Universo. Para os religiosos, Deus simplesmente existe, não importando quantas e quão fortes sejam as evidências que a ciência fornece para indicar a extrema improbabilidade de tal coisa ser verdade.

    ÉPOCA – O Universo se expandirá para sempre? Num futuro remoto, as galáxias desaparecerão, as estrelas evaporarão e o cosmos voltará ao nada? Saber disso não torna a vida sem sentido?
    Krauss – A vida não precisa ter nenhum sentido, a não ser aquele que damos a ela. Por que ficarmos deprimidos? Para mim, essa é uma imagem revigorante. Justamente porque a vida é efêmera, todos nós deveríamos tirar o máximo proveito do breve momento que desfrutamos sob o sol. Deveríamos aproveitar ao máximo o fato de evoluirmos com uma consciência que nos possibilita apreciar a beleza do cosmos, ao mesmo tempo que buscamos melhorar a vida na Terra. Prefiro viver num universo onde a vida é breve e preciosa a noutro onde o sentido da vida nos é ditado por um Saddam Hussein dos céus!

    ÉPOCA – O senhor diz que vivemos num momento especial da história do Universo. Como assim?
    Krauss – O Universo tem 13,7 bilhões de anos. Ele é muito antigo. Quando olhamos o infinito futuro a nossa frente, o Universo ainda é muito jovem. Todas as evidências de que um dia há 13,7 bilhões de anos aconteceu um big bang ainda podem ser vistas por meio de nossos observatórios astronômicos. É o que acontece quando os astrônomos verificam que todas as galáxias estão se afastando cada vez mais rápido umas das outras. Num futuro distante, as galáxias estarão tão longe de nossa Via Láctea que não poderão mais ser observadas. Elas desaparecerão no breu cósmico. Para todos os efeitos, será como se jamais tivessem existido. Uma civilização que viva num planeta da Via Láctea naquele futuro jamais saberá como o Universo surgiu.

    ÉPOCA – Para entender e aceitar a origem do Universo como descrita pela ciência, é preciso ter bom nível cultural e intelectual, pois não se trata de conceitos simples. A religião lida com conceitos que podem ser apreendidos por qualquer criança.

    Krauss – Ninguém precisa ser um especialista em cosmologia para apreciar o panorama do surgimento e da evolução do Universo, da mesma forma como não é preciso ser músico para apreciar a música de Bach (que, aliás, era muito complexa!). Sim, as versões da ciência são mais complicadas que as da religião, mas também são muito mais interessantes. O Universo tem uma imaginação muito maior que a nossa e seus fenômenos que observamos, como a explosão de supernovas ou a criação de buracos-negros, são muito mais fascinantes do que os contos de fadas criados por gente que viveu há milhares de anos, muito antes de descobrirmos que a Terra orbita o Sol e que não estamos no centro do Universo.

    ÉPOCA – Nos últimos anos, muitos cientistas e intelectuais começaram a defender a bandeira do ateísmo. É o caso de dois célebres ingleses, o biólogo Richard Dawkins e o físico Stephen Hawking. O senhor pertence a esse movimento?

    Krauss – Acho que sim. As pessoas com frequência me colocam ao lado de Dawkins e Hawking, o que me enche de orgulho. Mas prefiro pensar em mim não como um ateu, e sim como um antiteísta. Não posso provar sem sombra de dúvidas que Deus não existe, mas posso afirmar que preferiria muito mais viver num universo em que ele não exista.

    ÉPOCA – Deus se tornou irrelevante para a humanidade?

    Krauss – Porque eu penso que Deus é uma invenção da humanidade, minha resposta é não. Se existisse um Deus, ele certamente teria deixado de se preocupar com os desígnios do cosmos logo depois de criá-lo, há 13,7 bilhões de anos, pois tudo o que aconteceu desde então pode ser explicado pela ciência. Não, Deus talvez não seja irrelevante. Ele é redundante.

    “Prefiro viver num universo onde a vida é breve e preciosa a noutro onde o sentido da vida nos é ditado por um Saddam Hussein dos céus!” Lawrence Krauss

    Colaborou, Oiced Mocam (pesquise no Google sobre o Blog de Oiced com 135 artigos- digite na caixa de pesquisas)

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  2. Pediram uma prova cientifica, a única prova de existência de Deus é como o universo é regido, e tu influi perfeitamente em nossa vida

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  3. Vitor Ribeiro /

    boa noite,

    O problema que a maioria diz que deus não existe, e porque essas pessoas estão maior parte das vezes a pensar em bens materiais, estão presas ao sistema do mundo, dai a não terem a precessão das grandeza de deus, porque, tem tudo de mão beijada assim que isso parar de acontecer cada um vai ter de falar com o seu eu interior ai Deus vais falar com qualquer um de nos porque a humildade esta no seu estado mais puro e livre de vícios.

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  4. Eu por ser um gênio, posso responder essa questão com tremenda razão!
    Ele existe? E em caso positivo, qual a prova científica de sua existência?
    “ninguem sabe e nao se pode provar… obs: ninguem q discute isso é normal.

    mas como pessoas assim não se conformam com a realidade…:

    Deus existe, nao importa qual a suadefinição dele, um pai, um criador, um tirano, um mito. Se ele existe nao vai se alterar com nada disso e vai continuar sendo, bom… sendo Deus. Em minha desefesa eu digo da complexidade irreutivel;
    e nao existem varias religioes, existem varios nomes para religião; da pra simplesmente organizar em 2 grupos, mas isso nao interessa por provavelmente estao todas erradas.

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  5. O Deus Divindade, este que todas as religiôes “oram” para ele, este nunca existiu. Porque a palavra Deus devidamente traduzida siginifica doutrina. Como se ora para uma doutrina?
    Veja bem a doutrina é uma só, ou seja a teologia. Teologia explicada por professores como Tomás de Aquino, Santo Agostinho etc..

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    • ricardoluiz7 /

      Carlos,
      com todo o respeito, não posso deixar de aproveitar o trocadilho:
      tua colocação lembra o Dr. Smith (era esse mesmo o nome?) da série Perdidos no Espaço.
      Como o personagem do teu sobrenome você está “perdido no espaço”.
      Ainda que fosse etimologicamente correto, o termo já teria suplantado sua própria origem.
      Assim, apenas para você raciocinar, o fato de teu nome ser “Smith” não o torna mentiroso como o da série… Será?
      Vamos estudar!

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  6. é uma pergunta dificil de responderm, afinal você sabe que o amor existe, mais você não o vê. Sabe que o ódio existe, mais você não o vê. Enquanto a Deus, apenas é possivel sentir a tranquilidade e a paz que ele lhe traz.

    O problema do mundo de hoje é justamente esse, tão pouco estamos ligando pro que sentimos, pelo que estamos passando ou como superar nossas dificuldades, apenas fazemos isso por força e vontade propria, ou seja, uma nova especie de obrigação de nossa vida social, tornando a paz que Deus nos oferece um infimo do que precisamos, quando na realidade precisamos com a mais alta urgência.

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  7. Por que não podemos conciliar ciência e religião como meu filho de 12 anos faz ele não intende essas coisa de partículas que colidiram e formaram o universo por que ou quem fez com que essas tais partículas colidisem e fosse formado o nosso universo ou vocês acham que isso foi obra do acaso so isso que tenho a dizer e que DEUS tenha miséricordia de todos que blasfemam seu nome amém.

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    • Alexsandro Reis /

      Porque ele entenderia essas coisas, se você nem entende que não é intender, mas sim entender. Nem sequer entende a utilidade da pontuação na língua portuguesa. Vê se me intendi!

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  8. Fé é a crença ilógica na existência do improvável.
    Afinal, é mais fácil seguir à um líder imaginário do que ser responsável por si próprio.

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  9. DEUS existe, é a Grandeza das leis Físicas de Energia Constante. Não é espírito ou divindade espiritual Autor dessa descoberta física nuclear é o cientista J F Santiago

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  10. DESIGN INTELIGENTE = O DEUS DAS LACUNAS
    SE É PRECISO TER FÉ PARA ACREDITAR EM ALGO…

    As lacunas diminuem conforme a ciência avança!
    SE DEUS CRIOU O UNIVERSO, O QUE CRIOU DEUS? QUEM PROJETOU O PROJETISTA OU CRIOU O CRIADOR?

    Religiões são tentativas humanas (muito bem-sucedidas) de se aproveitar da fé que as pessoas têm na divindade. Deuses são apenas e tão somente as interpretações que se fazem deles.Será que alguém poderia me explicar como se chega a essa conclusão sem recorrer à fé? Isso porque fé não é nada além da vontade de que as coisas sejam e/ou aconteçam do jeito que a vocês crentes gostariam, obrigadas que são a acreditar num deusIlusão só porque todas aquelas pessoas em volta das quais nasceu acreditam.

    Se Deus existe, (hipótese improvável) se é todo-poderoso, se é o que você acha que é, deixe que ele mesmo se revele a cada um, sem ajuda externa.
    Vocês crentes acreditam que os primeiros membros da espécie humana foram modelados do barro e do hálito divino e mulheres feitas de costelas em um jardim com uma cobra falante; em frutas mágicas; nascimento virginal, arbustos em chamas, burras falantes; em centenas de milhares de espécies de animais convivendo pacificamente dentro de uma arca onde os dinossauros sobreviveram aos pares…Que Jesus nascido de uma mulher virgem sem um pai biológico vai voltar como super-herói para julgar os vivos e os mortos.

    Que os mártires muçulmanos vão direto para o Paraíso. Já, eu não acredito em deuses invisíveis com poderes sobrenaturais, criador da evolução do universo com seu minúsculo planeta Terra e capaz de ler e interpretar a mente de cada mortal.

    SE É PRECISO TER FÉ PARA ACREDITAR EM ALGO , então a probabilidade de esse algo ter qualquer verdade ou valor é consideravelmente reduzida. O trabalho duro de investigar, provar e demonstrar é infinitamente mais recompensador, e revelou a nós descobertas mais “milagrosas” e transcendentes” que qualquer teologia com suas “provas” forjadas.
    Essas evidências e essas provas incluem argumentos do projeto, revelações, punições e milagres.
    Os Criacionistas procuram avidamente uma lacuna no conhecimento ou na compreensão atuais. Se uma aparente lacuna é encontrada “assume-se” que Deus, por padrão, deve preenchê-la. Mas o que preocupa os teólogos é que as lacunas diminuem conforme a ciência avança, e Deus fica ameaçado de acabar sem nada para fazer, e sem ter onde se esconder. É uma parte essencial no empreendimento científico admitir a ignorância, até mesmo exultar na ignorância, já que elas é um desafio para conquistas futuras.
    Agora que o monopólio da religião foi quebrado, com a sua contínua mensagem de submissão, gratidão e medo, está ao alcance de qualquer ser humano ver essas evidências e provas como as invenções pusilânimes que são.

    Demócrito não teve acesso aos aparelhos eletrônicos de nossa época. Na verdade a sua única ferramenta foi a sua razão. Mas a razão não lhe deixou escolha.
    Não acreditava numa “força” ou numa “inteligência”, que pudesse intervir nos processos naturais.

    As únicas coisas que existem são os átomos e o vácuo dizia ele. Homens e animais são compostos de átomos. Ele não acreditava na interferência de forças espirituais sobre a vida. Além, disso, não acreditava na vida após a morte, que o homem possuía uma alma imortal. Nem os animais. E como ele só acreditava no “material” nós o chamamos de materialista. Nesse caso ele era extremamente útil contra a religião e a superstição.

    A ciência descobriu que os átomos podem ser divididos em partículas ainda menores, as “partículas elementares” e partículas mínimas através das quais a natureza se constrói. Saiba que SOMOS FEITOS DE ÁTOMOS. Átomos geram eletricidade e movimentos. Elétrons se comportam como nuvens de energia. Tudo no Universo é energia vibrando, inclusive o que chamamos matéria. Tudo a partir deles. Acho que você sabe disso, mas quer complicar ou personalizar uma explicação. Átomos! Natureza! A natureza não é inteligente. É casual e evolui conforme o ambiente em que existe.

    Inteligência faz parte do cérebro. Em todas as escalas, desde um passarinho ao homem. Não sou ninguém para decifrar os mistérios do cérebro, mas NÃO INVENTO PSEUDOCIÊNCIA. Já acabou o tempo de colocarmos nas costas de deuses tudo aquilo que ignoramos. E acho mesmo, que esse negócio de inteligência cósmica é exatamente risível.

    INTELIGÊNCIA CÓSMICA ou DESING INTELIGENTE, pra mim é uma dissimulação da palavra Deus. Vocês não conhecem o suficiente de biologia para encontrar uma explicação do por que um coração bate, então dizem que é por causa da inteligência cósmica, ou outro nome que vocês inventam.

    APRENDA SOBRE BIOLOGIA aprofunde EVOLUCIONISMO. Pode continuar os seus estudos pesquisando sobre a Origem do Universo, Biologia Evolutiva, Explosão Cambriana, Micro evolução, A Origem das moléculas orgânicas, Síntese das moléculas, O Século do Gene, Genoma Humano, Complexidade Genética, Leis da Natureza ou sobre a Natureza das Coisas…etç, etç, etç… .

    Ainda há muito trabalho a fazer, é claro, e tenho certeza de que ele será feito. Esse trabalho jamais seria feito se os cientistas ficassem satisfeitos com um padrão preguiçoso como o estimulado pela “teoria do design inteligente”. Esta é a mensagem que um “teórico” imaginário do design poderia transmitir aos cientistas:
    Quer dizer que o coração de um passarinho bate por causa da inteligência cósmica!
    Você está flutuando no espaço cósmico! Viajando na literatura! Você está sim, jogando nas costas do divino, aquilo que não sabe como funciona. Que nem índios de antigamente, que achavam que o Sol era um deus! E não adianta espernear. Não estou criticando a nomenclatura Inteligência Cósmica, mas o que ela está definindo ou representando para você. Você coloca Inteligência cósmica (um design) no mesmo patamar de um deus e quer negar isso. Um algo sobrenatural que comanda a natureza racionalmente.

    Mesmo que aceitássemos que o universo simplesmente tinha de ser projetado por um “projetista”, isso não indicaria que esse projetista é o Deus bíblico, nem que Ele aprova o cristianismo.
    Se vocês não entendem como funciona, não tem problema: simplesmente desistam e digam que Deus a criou. Vocês não sabem como um impulso cerebral funciona? Tudo bem! Não entendem como as lembranças são depositadas no cérebro? Tudo bem! Excelente! Maravilha! Por favor, não saiam trabalhando em cima do problema, apenas desistam e apelem a Deus. Caro cientista, não “estude” seus mistérios. Traga seus mistérios a nós, podemos usá-los. Não desperdice a ignorância preciosa pesquisando por aí. Precisamos dessas gloriosas lacunas para o último refúgio de Deus.

    O Deus cristão já é esculhambado por si. Eu só costumo mostro os livros, as pesquisas científicas, mitologias, capítulos e versículos que confirmam isso. Eles se destinam a provar que a crença em Deuses é apenas fé religiosa, ridícula, ou, no mínimo, uma ilusão. A religião não tem mais justificativas. Se ela um dia foi capaz, por seu completo controle de uma visão do mundo, de impedir o surgimento de rivais, hoje só pode perturbar e retardar – ou tentar reverter – os consideráveis avanços que fizemos.

    “Conhece a si mesmo”, disseram os gregos, gentilmente sugerindo os consolos da filosofia. Aceite a crítica. É assim que se evolui.

    E QUEM ESTÁ FORA DO MERCADO DA FÉ ? Os ateus, os céticos, os humanistas seculares, os racionalistas. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – reconverter um ateu.
    Para quem não acredita na existência de Deus ou deuses, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.

    Santo Agostinho, disse de forma bem clara:
    “Existe outra forma de tentação, ainda mais cheia de perigo. É a doença da curiosidade. É ela que nos leva a tentar descobrir os segredos da natureza, segredos que estão além de nossa compreensão, que nada nos podem dar e que nenhum homem deveria querer descobrir”.

    Sendo assim, filosofe e pesquise à vontade, conscientize-se e descubra por si só.

    Não concordo, não concordo com os BurroCriacionistas! É a minha opinião e tenho direito de usá-la.

    SE DEUS CRIOU O UNIVERSO, O QUE CRIOU DEUS? QUEM PROJETOU O PROJETISTA OU CRIOU O CRIADOR?

    Irrespondível, pois religião, teologia e teodicéia têm constantemente fracassado em superar essa objeção!Se responder que é preciso ter “fé” para acreditar em algo, então a probabilidade de esse algo ter qualquer verdade ou valor é consideravelmente reduzida.
    Colaborou, Oiced Mocam- Cético e Livre Pensador!

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  11. pablo /

    Tudo na natureza é criado por algo superior a si.Observe os ninhos nas árvores, são feitos pelos pássaros.Veja agora uma maçã,ela é produzida por uma macieira.O televisor,computador,aspirador etc é criado pelo homem. Deus foi o nome que os homens deram para identificar o criador fenomenal de tudo o que está a nossas vistas. A explicação é simples nós é que complicamos as coisas com tantas teses,certificados,estudos que não passam da soleira de um laboratório. Acabamos por esquecer de nosso conhecimento natural olhe ao seu redor e descubra o mundo pois ele ainda não foi descoberto. Quem achar o meu por favor me avise kkkk adoro brincar com coisa seria.

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    • Existe uma diferença para realidade e outra para metáfora.

      Veja o caso de Adão e Eva, é uma metáfora.

      Quem vai dizer que um átomo não tem inteligência, só não sabemos como.

      Agora a mente engana muito, ela esta sempre suscetiva a truques e dogmas, cuidado.

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  12. CRÍTICA RELIGIOSA e a minha opinião

    Para a maioria dos teístas religiosos, a sua religião e sua crença em Deus são muito importantes para elas – mesmo que constitui o centro eo foco de suas vidas. Dado o quão importante é a religião e teísmo são para as pessoas, não é surpreendente que as pessoas vão reagir à crítica negativa e ficar na defensiva.
    Isso, no entanto, não justifica a rotulagem discordância e crítica como “intolerante”.
    As razões que as pessoas têm para os ateus que são podem ser tão numerosas como os ateus em si, mas no Ocidente, pelo menos, os ateus irreligiosos que são críticos da religião tendem a compartilhar uma série de perspectivas e atitudes – inclusive no que diz respeito à religião.
    Seria justo dizer que uma religião relação significativa maioria e teísmo como erradas, vezes irracional, sem fundamento, e em tolas ou até mesmo perigoso (embora em diferentes graus).
    Eles acreditam que a religião e o teísmo têm sido as forças de violência, intolerância, e muitos outros danos na sociedade ao longo da história humana.

    As CRÍTICAS da religião são projetados PARA EXPLICAR QUAIS SÃO OS PROBLEMAS, porque são problemas, e convencer as pessoas a mudar, dando-se a religião e o teísmo em troca de pensamentos humanistas seculares livres, ateus , filosofias ateístas.
    Desacordo ateu com a religião e teísmo pode variar de leve a vociferante – o ateu mesmo pode discordar de algumas religiões muito mais fortemente do que outros .Nenhuma desta, no entanto, é o mesmo como “intolerância.” Dizer que alguém está errado não é a intolerância. Dizer a uma pessoa que eles adotaram uma crença que é irracional, mal fundamentadas, ou até mesmo perigoso não é intolerância – mesmo se as críticas acontecem a ser enganado ou afirmou muito fortemente.
    Mesmo zombar, ridicularizar, e tirando sarro de crenças não é intolerância. Algumas crenças, reclamações, ideias e opiniões são realmente muito bobas e merecem zombaria. Às vezes, o absurdo da ideia e é melhor demonstrada através de zombaria do que através de uma análise fundamentada, lógico. Às vezes, as crenças não devem ser tratados com a seriedade de uma análise lógica, porque isso dá-lhes uma respeitabilidade que não merecem.
    Humor político e charges políticas são todo um gênero de críticas que se fundamenta apenas estes princípios e que, a meu conhecimento, ninguém argumentou devem ser eliminados.

    Na mitologia romana, o deus Jano – uma figura com dois rostos virados para lados opostos – representa o contraditório. Não é uma referência tão distante de nós. Seu nome batizou o mês de janeiro, quando olhamos para trás para contemplar o ano que passou e, ao mesmo tempo, para frente, aguardando o inesperado.

    Foi assim com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que se posicionou no cenário político nacional como uma das vozes mais contundentes na defesa da ética e da moral.
    Diálogos telefônicos divulgados nos últimos dias, no entanto, mostram uma proximidade entre o parlamentar e o empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, preso no final de fevereiro em uma investigação sobre a exploração ilegal de jogos de azar. Trata-se de uma surpresa ou do tradicional feijão com arroz da política nacional?
    O senador Pedro Simon (PMDB), 82 anos, considera a revelação sobre Demóstenes Torres, 51 anos, “um choque muito violento”:
    — Antes de mais nada, é um caso de psiquiatria. Ele tem duas personalidades. Não pode estar conosco durante anos, mostrando ser uma pessoa, e de repente aparecer um outro lado que revela ser outra pessoa — afirma o parlamentar gaúcho, acrescentando: — Esse rapaz é uma das pessoas pelas quais eu tinha maior respeito e carinho. Torci por ele, mas os fatos que apareceram são tão brutais, as gravações, a voz. O que ele podia fazer é renunciar antes de ser desfiliado do Democratas.

    Na verdade, a política é um excelente exemplo de como discordância e crítica não são normalmente tratados como formas de intolerância. Se, é legítimo usar o ridículo e zombaria para apontar problemas em um líder político, instituição ou ideologia, por que, de repente, ser ilegítima a fazer o mesmo no contexto da religião, líderes religiosos, instituições religiosas e crenças religiosas?

    É verdade que a política e ataques políticos pode sair do controle, mas se você olhar atentamente você verá que “fora de controle” é um rótulo aplicado na maioria das vezes quando as pessoas se envolvem em ataques pessoais, violência defensor, demonizar adversários, ou se comportam de outras formas muito extremas. Divergências profundas, críticas duras, críticas contundentes, e zombarias mesmo irreverentes de crenças políticas, ideias, princípios, posições e opiniões são aceitas como totalmente justificado.

    Por quê? Porque quando uma pessoa coloca suas crenças políticas na arena pública, eles têm que esperar todo o tipo de crítica e não pode exigir que os outros tratassem essas crenças como se fossem especiais. Não há nenhuma boa razão para pensar que as normas e regras para lidar com as crenças religiosas devem ser diferentes.

    CRÍTICA BÍBLICA – é o “estudo e a investigação das escrituras bíblicas que procura discernir e discriminar julgamentos sobre essas escrituras” .
    Ela pergunta quando e onde um texto particular se originou. Como, por quais razões, por quem, para quem, e em que circunstâncias ele foi produzido;
    que influências se expressam em sua produção;
    que fontes foram usadas em sua composição e a mensagem que o texto deveria passar. A Bíblia, como única verdade?

    Ela também se interessa pela natureza do texto, incluindo o significado das palavras e a forma como são usadas, sua preservação, história e integridade. A crítica bíblica se vale de uma ampla gama de disciplinas acadêmicas, incluindo a arqueologia, antropologia, lingüística, etc.

    A respeito da CRÍTICA REDACIONAL, a Bíblia de Jerusalém, salienta que a presença de “um problema literário é fato inegável para quem se inclina atentamente sobre os textos. Desde as primeiras páginas do Gênesis encontram-se duplicatas, repetições e discordâncias: dois relatos das origens, que apesar de suas diferenças, contam de maneira dupla a criação do homem e da mulher ; duas genealogias de Caim-Cainã (4,17 e 5,12-17); dois relatos combinados do dilúvio (6-8). Na história patriarcal, há duas apresentações da aliança com Abrahaão ; três relatos da desventura da mulher de um patriarca em país estrangeiro ) provavelmente duas histórias combinadas de José e de seus irmãos nos últimos capítulos do Gênesis. Em seguida, há dois relatos da vocação de Moisés ), dois milagres da água em Meriba); dois textos do Decálogo ); quatro calendários litúrgicos . Poderiam ser citados vários outros exemplos”. As incoerências internas ao texto bíblico são várias vezes apontadas, como em Êxodo 2, 18, “Os textos não concordam quanto ao nome e à pessoa do sogro de Moisés. Aqui temos Ragüel, sacerdote de Madiã; em 3,1; 4,18; 18,1 ele se chama Jetro. Nm 10,29 fala de Hobab, filho de Ragüel, o madianita, e Jz 1,16; 4,11, de Hobab, o quenita”.

    A expressão “mito de Jesus” refere-se à teoria, sustentada na atualidade por uma crescente comunidade de estudiosos, que a história de Jesus de Nazaré, tal como narrada pelas fontes cristãs, é na realidade um MITO. As semelhanças dogmáticas com as religiões de mistério provariam que o cristianismo NÃO É O RESULTADO DE UMA REVELAÇÃO DIVINA , mas o produto de um sincretismo religioso . A maioria dos estudiosos que sustentam esta teoria, mas não todos, mantêm posições céticas sobre a historicidade de Jesus de Nazaré.

    A teoria do mito de Cristo (algumas vezes chamada o mito de Cristo, o mito de Jesus, ou hipótese de inexistência) é a afirmação de que Jesus de Nazaré não existiu como uma pessoa histórica , que o Jesus do cristianismo primitivo era a personificação de um ideal de salvador ou ser mítico, semelhantes em alguns aspectos a Krishna, Osíris e Mitra, a quem acontecimentos terrenos foram posteriormente anexados.

    Os defensores de uma origem mítica do cristianismo , por vezes, permitem que algum material dos evangelhos pode ter sido extraído de um pregador histórico ou pregadores, mas que estes indivíduos não foram em nenhum sentido “os fundadores do cristianismo”, mas alegam que o cristianismo surgiu organicamente do judaísmo . Os defensores da teoria traçam a evolução do cristianismo através de uma compreensão conjectural da evolução da literatura do Novo Testamento e, portanto, dão primazia às epístolas sobre os evangelhos para determinar os pontos de vista dos primeiros cristãos. A pessoa de Jesus, de acordo com essa tese, seria o resultado de uma elaboração teológica posterior, com o objetivo de construir uma base concreta para assegurar a difusão de uma nova religião.

    Estes argumentos são desenvolvidos ao longo de duas linhas complementares de argumentação:

    Por um lado, não há provas nem evidências arqueológicas que atestem a existência de Jesus de Nazaré: os textos cristãos não são confiáveis, e os textos não-cristãos são de autenticidade duvidosa ou podem ser um eco do discurso cristão;

    Em segundo lugar, da identificação de evidências que podem sugerir ser um mito ou ficção.

    Todos relacionam de alguma forma a Igreja Católica e a religião judaica com a Astrologia e afirmam que CRIOU-SE O MITO de Jesus para que as instituições religiosas pudessem ter poder social e econômico explorando o medo dos analfabetos ao inferno. .

    CRÍTICA DA RELIGIÃO é a crítica do conceito, validade, práticas e consequências da religião.

    A crítica religiosa tem uma longa história, desde o primeiro século antes da era comum, em Roma, e prossegue até os dias atuais com o advento do novo ateísmo. A religião tem sido apontada pelos críticos como prejudicial para o indivíduo e para a sociedade, além de promover a irracionalidade e encorajar o terrorismo.
    Muitos críticos da religião veêm dificuldades significativas no fato de que porções da população em geral continuam a subscrever essas antigas tradições.

    A preocupação deles é não só de que esse resquício de concepções relativamente primitivas de vida entre nós atrapalhe os modernos desenvolvimentos científicos e a evolução dos valores culturais, mas também que isso tenha um impacto negativo sobre as questões éticas e sociais atuais.

    Colaborou com o compromisso com a verdade ,
    Oiced Mocam
    Livre Pensador

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  13. Lucas Silva de araujo /

    Com certeza não!
    Depois de uma profunda reflexão do todo iremos descobrir que a ideia de dinvidade está limitada apenas a mente humana, não é algo real.

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  14. Claudio Bucci /

    Voce acredita em deus , ou deuses.?Eu não . E daí ?qual o seu problema? Seja feliz com ele por que estou muito feliz assim.Fique na sua e deixe os outros nas deles . Ponha ele em sua vida e não fique enchendo o saco com teu deus na vida dos outros. Voce torce para um time , e eu para outro , certo? Já imaginou eu ficar tentando fazer voce passar a torcer para o meu?É mais ou menos por aí. Deu para entender?????Meu time é outro , só isso. Voce me da licença de pensar assim? Obrigado.E não se fala mais nisso.

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  15. Domenico /

    DEUS EXISTE E É TAO CERTO QUANTO O AR QUE TU RESPIRA TODOS OS DIAS PORÉM NÃO ENXERGA E NÃO SENTE. QUE O SENHOR TENHA MISERICÓRDIA DE TI.

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  16. Deus não existe, fim de papo. Pensem: seria este o melhor mundo possível? Ainda que o homem tenha ferrado com tudo, um ser que pode ajudar pessoas mas nada faz é digno de crença? A omissão se tornou benevolência?

    =P

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  17. Domênico Francesco Covello /

    Haverá uma grande explosão, da confirmação de existência do SENHOR de todos, a quem ler este texto. O único DEUS vivo vai se revelar a vocês!

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  18. junior /

    o Deus verdadeiro haje dentro da revelação só podemos conhece lo se ele quiser se revelar. não me pergunte é soberania de Deus.

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  19. denison /

    Primeiramente e necessario definir o que é Deus, o criador?
    Em um nivel tão elevado, Deus em sua grandesa seria imcapaz de observar até mesmo nossa galaxia, quem dirá o ser humano. Nessa escala seriamos somos imperceptiveis, Deus como o criador e improvavel, porém, se imaginarmos o universo como um organismo vivo… plausivél, deus seria o proprio universo ou o universo parte de Deus.
    Mas o que me leva a crer em um Deus não está na grandesa do universo, mas sim em nós seres humanos, na grandesa de sermos entre 300 milhoes (ou mais), de especies de seres vivos, fora as que já não mais existem, somos a unica que tem conciencia de que está vivo, em toda a complexidade do universo essa é de longe a mais estraordinaria, pórem nem tanto, em um ambiente dinamico como a terra não me é tão espantoso assim, não é a natureza que nos deus essa abilidade, é sim o dinamico ambiente em que abitamos.
    Então como posso crer em Deus se eu mesmo digo que o mesmo não existe?
    A partir do momento em que lá nos primordios da humanidade algum ancião filho da puta teve que dar uma de sabe tudo foi questionado sobre a complexa dinamica do ambiente em que ele vivia, sua resposta s´ha uma Deus.
    Apartir desse momento deus passou a ser resposta para tudo, bem quase, pois em um determinado momento criaram o diabo pra levar a culpa pela desgraça alheia.
    Imposto a nós o conseito de deus, bem e do mal etc…
    Se deus existe ele não faz nem ideia de que estamos aqui. assim como nem fazemos ideia de quantos organismos vivem em nosso corpo.
    Do lado interno do universo tudo e previsivel e matematico do bigbang até nossa conciencia E é em nossa conciencia que deus existe e isso que vem nos tornando cada vez mais evoluidos que as demais formas de vida, a necessidade por resposta vai acabar por nos tornar Deus.

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  20. lucas /

    Eu creio que Deus de fato exista, não como um homem que mora em um paraíso e escreve num caderno de linhas tortas a história de cada pessoa na terra, esse Deus tenho quase certeza que não existe, eu creio que Deus seja a soma de tudo no universo, seja a energia que levou a criação de tudo.Não é algo que tenha uma forma definida(mas como qualquer teoria eu posso estar errado)….

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  21. Ciência ou Religião?

    Mito:
    Ateus adoram a ciência. A tecnologia é a sua igreja, a evolução é o seu credo, Darwin é o seu profeta, e os cientistas são os seus sacerdotes.

    Resposta de Christopher Hitchens:

    “Nós não nos baseamos unicamente na ciência e na razão, porque esses são fatores mais necessários que suficientes, mas desconfiamos de tudo o que contradiga a ciência ou afronte a razão. Podemos diferir em muitas coisas, mas respeitamos a livre investigação, a mente aberta e a busca do valor das idéias.”

    Mais respostas :
    Teístas religiosos que acreditam que todos adoram e tem algum tipo de religião que, por vezes, concluim que a religião dos ateus devem ser ciência. Ciência não é apenas humanismo secular e ateu, mas também foi responsável por derrubar muitos dos mitos, doutrinas e crenças que têm sido fundamentais para as religiões. Ciência tem conflitos com as religiões não porque é uma religião em si, mas porque as religiões conflitam geralmente com a realidade.
    A característica mais comum e fundamental da religião é a crença em seres sobrenaturais – geralmente, mas nem sempre, inclusive os deuses. Poucas são as religiões que não têm essa característica, mas a maioria das religiões são fundadas sobre elas.
    A ciência envolve a crença em seres sobrenaturais como deuses?
    Não – muitos cientistas são teístas e ou religiosos de diversas maneiras, enquanto muitos outros não são. A própria ciência como disciplina e profissão é ateista e secular, não promove nenhuma crença religiosa ou teísta. A diferença entre o Ateísmo e o Teísmo, tem grande significado. Do ceticismo, razão, lógica, e ciência de um lado e fantasia, intuição, e tradição na outro.

    Ciência é provavelmente a instituição mais importante e influente no mundo moderno. Utilizando o método científico, que deu à humanidade, com mais conhecimento, mais benefícios e mais vantagens do que qualquer outra coisa no passado – incluindo a religião. Dado o grau em que as estruturas da ciência com a vida, o nosso futuro, e outras instituições sociais, não é surpreendente que alguns teístas religiosos viriam a ver paralelos entre as duas – mesmo para o ponto onde eles pensam que a ciência serve a totalidade ou parte as mesmas funções que a religião faz por eles e usado para fazer por toda a sociedade.
    Nenhuma das opções acima torna a ciência uma religião, no entanto. As definições da religião são geralmente divididos em duas categorias: materiais e funcionais. As definições de fundo procuram identificar uma “essência” básica que existe em todas as religiões, as escolhas mais comuns incluem a crença em deuses ou crença em algo “sagrado”. Embora essas definições sempre confiam em algo que não se aplica a algumas religiões, nenhuma delas descreve qualquer “essência” da religião que se aplica à ciência.
    Definições funcionais da religião buscam identificar as funções sociais, políticos ou psicológicos que as religiões servem para os seres humanos. Escolhas comuns para isso incluem fornecimento de estrutura social, o ensino moral, criar comunidades. Nenhum desses realmente descrevem a ciência, quer, no entanto eles podem vir um pouco perto Muitas das instituições sociais que criam a estrutura social ou criam comunidades estão fortemente influenciados pela ciência. Isso não é porque a ciência é intrinsecamente religioso, no entanto, mas porque a ciência no mundo moderno não pode ser ignorado.

    A idéia de que a evolução é um “credo” para os ateus e Charles Darwin um “profeta” é baseado na crença popular entre os conservadores cristãos evangélicos que a evolução é anti-cristã e anti-Deus. Nada disso é verdade, no entanto. Os ateus não colocam nenhuma importância maior na evolução do que em outros aspectos da ciência, é improvável que os ateus creditariam qualquer atenção especial para a evolução, se não fosse para os cristãos de passar tanto tempo e esforço tentando prejudicá-lo, a fim de promover a sua agenda teológico, político e social. Os sucessos científicos e técnicos, que melhoram a civilização e a qualidade de vida, se somam ao progresso científico e batem de frente com os dogmas religiosos em sua totalidade.
    As teorias da Física (principalmente a Teoria quântica) e da Biologia Evolutiva (com a Teoria da Evolução de Darwin), as descobertas da Neuriciência/Psicologia (pela qual o sentimento religioso é um fenômeno interno ou mesmo neurológico), superam as explicações místicas e espirituais.
    É justo dizer que os ateus dão muita confiança na ciência, mas isso não é “fé” no sentido religioso e como religiosos teístas, deístas, panteístas, normalmente usam o conceito.

    Ateus colocam sua confiança na ciência porque ela tem demonstrado quão confiável ela é. A fé por séculos, foi mais forte e mais influente e mais poderosa que a ciência. O choque entre as duas tem raízes profundas na história da humanidade.
    O método científico tem provado ser um meio eficaz para separar a verdade da falsidade, durante o período relativamente curto que a ciência tem existido, ela tem conseguido muito mais do que qualquer coisa tem – inclusive as religiões.
    A ciência moderna é em grande parte uma conseqüência do Iluminismo, um período em que as instituições religiosas e as autoridades eclesiásticas começaram a realmente perder seu poder sobre a maioria dos aspectos da vida das pessoas. O Iluminismo foi totalmente secular em que não derivam seu ímpeto ou princípios de tradição religiosa ou de autoridade. Os valores mais fundamentais da ciência ateus são, portanto, também os valores da modernidade: o empirismo ceticismo e secularismo. Não é uma coincidência que a ciência e a modernidade desenvolvidos lado a lado: a ciência sem Deus(es) reforçou a modernidade secular, enquanto, desde que o ambiente em que a ciência ateísta poderia prosperar.
    A modernidade secular fornece a liberdade e espaço para as pessoas seguirem suas consciências e explorar as suas crenças e descrenças religiosas. A ciência sem Deus tem valor inestimável para a nossa sobrevivência como espécie.

    A ciência é muitas vezes criticada por ser ateísta, mas a impiedade é em grande parte porque a ciência é bem sucedida: ser ateu significa que a ciência não é devedora de qualquer ideologia religiosa ou perspectiva. Se fosse teísta, então não seria verdadeiramente livre para seguir a evidência onde ela leva. Ciência também é muitas vezes criticado por falta de valores, mas a ciência tem muitos valores – é só que eles são valores que são fundamentais para a nossa modernidade secular humanista e ateísta. É isso que incomoda a maioria dos críticos, porque esses valores estão provando sua superioridade sobre os valores religiosos que teólogos anti-modernos preferem promover.
    Estas são todas razões para pensar muito de ciência e tentar protegê-la contra possíveis ameaças. Nenhum deles, porém, com razões para pensar que as pessoas em qualquer ciência necessitam “adoração” forma ou de tratá-lo como uma religião. É até argumentável que a ciência é menos um sistema de crenças do que uma metodologia: um método e meios para a compreensão de que é a realidade em vez de um conjunto de doutrinas e dogmas que somos moralmente obrigados a acreditar em ameaças de punição. O discurso científico se opõe à superstição e ao obscurantismo e a pseudociência..
    É comumente alegado pela crítica e adeptos que a ciência moderna é livre de valores. Isso é falso, embora seja verdade que a ciência não possui muitos dos valores tradicionalmente atribuída à religião e não faz qualquer juízo de valor sobre o uso do conhecimento científico. Por outro lado, a capacidade da ciência para funcionar como ela faz, e com tanto sucesso, depende de um conjunto de valores muito importantes. Alguns desses valores são explicados aqui.

    Trabalho e Disciplina:

    A ciência é um campo difícil de ser bem sucedido. Nada é feito em ciência sem uma grande quantidade de trabalho duro, por longas horas, e muita disciplina é necessária para trabalhar essas horas de duração. Muito pouco em ciência pode ser descrito como “fascinante” – a maioria dos trabalhos científicos envolve se debruça sobre grandes quantidades de dados e pequenos detalhes que fazem os olhos da maioria das pessoas simplesmente perderem o interesse. Esse trabalho é necessário, no entanto, porque constrói as bases para novas descobertas.

    Honestidade:

    Toda profissão depende de seus membros serem honestos para a profissão funcionar. Na ciência, essa exigência pode ser ainda mais importante. Muitos cientistas trabalham de forma independente e os resultados são então incorporados ao trabalho de outros cientistas. Dados defeituosos podem, portanto, assumir uma vida própria, infectando o trabalho honesto de pesquisadores ao redor do mundo Felizmente, existem sistemas adequados para capturar e eliminar a trapaça, mas nem sempre detectar os problemas imediatamente.

    Motivo:
    .
    Um dos valores mais importantes da ciência é o uso da razão. Os problemas não são considerados para ser resolvido por tradição, a fé, ou simplesmente a palavra de alguém de confiança. O uso da razão ajuda a garantir que as explicações e as soluções são baseadas em realidade e não da preferência pessoal, o que é politicamente correto, ou o que é ideologicamente conveniente. A razão pode, naturalmente, ser abusiva, mas não mais do que qualquer outra coisa – e, até agora, a razão tem provado ser mais confiável do que qualquer outra coisa.

    Comunidade:

    Embora seja comum para os cientistas a trabalhar sozinho, a ciência não é realmente uma profissão solitária. Os cientistas fazem parte de uma comunidade científica mais ampla, uma que engloba tanto os do mesmo campo e aqueles envolvidos em outros aspectos da investigação científica. Todos estão interligados, de tal forma que os resultados alcançados por qualquer um pode ajudar o trabalho dos outros. É certo que estes se encontram dispersos através do mundo, mas nem por isso estão menos unidos por laços extremamente estreitos; lêem os mesmos jornais, feitos para e por eles e que são praticamente os únicos a consultar; têm o mesmo vocabulário e os mesmos interesses científicos; a sua educação vai muni-los de modelos e de critérios metodológicos comuns que determinam os problemas a resolver e as soluções admitidas pelo grupo. A comunidade também ajuda a garantir a confiabilidade do trabalho de todos porque, para ser adequadamente a investigação científica, devem ser revistos por pares.

    Questionar a autoridade e Pensamento Crítico:
    .
    Apesar de existirem figuras de autoridade em ciência, como há em toda profissão, essa autoridade não é absoluta. Os cientistas são encorajados a questionar e desafiar as reivindicações e os resultados que a autoridade oferecer números. Afinal, o maior nome seguinte na ciência vai ser alguém que possa provar que uma teoria anterior estava errada, ou pelo menos incompleta, e, portanto, que as figuras de autoridade atual podem ter sido enganados. Cada cientista tem interesse em questionar a autoridade.

    Imaginação:

    É comum pensar dos cientistas, focado na lógica, mas uma imaginação muito boa pode ser mais necessário para ser um bom cientista. A imaginação é importante porque permite que se pense em novas possibilidades que podem não ser evidente a partir dos dados brutos sozinho. A imaginação também nos permite desenvolver novas explicações que também não são imediatamente apoiadas pelos dados, e isso dá um impulso de olhar para as descobertas.

    Progresso e Melhoria:

    Uma característica importante da ciência é que ela nunca é estática. Nenhuma explicação é definitiva ou completa e sempre há novos dados que tem de ser explicados, por isso nunca há qualquer sentimento de que o trabalho dos cientistas é concluída. Isto significa que os cientistas estão procurando sempre a melhoria e progresso em todos os momentos. A ciência trabalha para o aperfeiçoamento da humanidade e da sociedade, ajudando-nos a todos avançar ao invés de simplesmente estar satisfeito com onde estamos agora.

    Metodologia:

    Um valor da ciência que pode faltar é a ênfase no foco na metodologia adequada sobre as conclusões. O que isto significa é que o trabalho não deve ser feito por uma questão de se chegar a conclusões particulares e favorecidas. Em vez disso, deve-se concentrar em seguir a metodologia científica adequada e raciocínio. Isso ajuda a garantir qual é a mais provável para se chegar a conclusões corretas e explicações corretas, independentemente do que eles podem ser. Imagine se em outras áreas, como política, trabalhassem dessa forma.

    Mais conclusões:

    A ciência procura a verdade. E não descrimina. Para o melhor e para o pior compreende as coisas. A ciência é humilde. Sabe o que sabe e o que não sabe. Baseia as suas conclusões e crenças na evidência dura – evidência que constantemente é atualizada e melhorada. Não se sente ofendida quando os fatos aparecem. E abraça o corpo de conhecimento. Não se segura em práticas medievais porque são tradição. Se [a ciência] acreditasse nessas coisas, não conseguiria descobrir a vacina de penicilina, colocava uma sanguessuga pelas calças a dentro e começava a rezar. Independente do que se possa “acreditar”, isto não será efetivo como medicina. Uma vez mais pode-se dizer que “para mim, funciona”, mas também funcionam os placebos.

    O Humanismo está em sintonia com a ciência de hoje. Os humanistas reconhecem, portanto, que vivemos em um universo natural de grande tamanho e idade, que evoluímos neste planeta no decorrer de um longo período de tempo, que não existe uma evidência premente de “alma” dissociável, e que os seres humanos têm determinadas necessidades inatas que formam efetivamente a base de qualquer sistema de valores orientado para o homem.
    O Humanismo está em sintonia com novos avanços tecnológicos. Os humanistas têm boa-vontade em participar de descobertas científicas e tecnológicas emergentes, de modo a exercerem sua influência moral sobre essas revoluções à medida que surgem, especialmente no interesse de proteger o meio ambiente.

    “A ciência tem provas sem certeza. Os teólogos têm certeza sem qualquer prova.”
    -Ashley Montagu

    Colaborou Oiced Mocam (com mais 100 artigos no seu Blog)

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    • Rômulo Mauriz /

      O homem, lua, saturno, galaxias, vida em si o UNIVERSO contradiz a ciência é a razão!!!!!

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  22. Thomas /

    O Céu e a terra segundo o livro dos Salmos, são um exemplo de seu poder e criação.
    Como o nada pode ser transformar em algo?
    Essa é a questão!

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  23. Alexandre /

    Deus não existe, depois de muitos anos de análise, estudo, meditação, informação, de ambos os lados, não tenho a menor duvida disto. As pessoas estão tão certas que deus existe quanto o romanos que Netuno (deus dos mares) existia. A crença da civilização atual é a mitologia da próxima.

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  24. Domenico /

    O SENHOR é SENHOR mesmo alguns não acreditando, DEUS não precisa de você mas você precisa muito de DEUS assim como eu. Aceitem ao SENHOR JESUS e modifiquem suas vidas para algo que vale a pena, deixem a sabedoria do SENHOR tomar conta dos seus sentimentos e pensamentos. Que o SENHOR se revele a cada um de vocês como se revelou a mim.
    O ser humano não é capaz nem de controlar a sua própria respiração e quer diagnosticar e receber provas do SENHOR.
    DEUS é que nem o oxigênio que você não enxerga mas sabe que existe, sabe porquê precisa e não porque vê, então é por isto que eu provo a vocês que ELE existe pois eu preciso DELE e todos vocês também precisam do SENHOR.
    GRAÇAS A DEUS PELAS NOSSAS VIDAS!!!

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  25. Eder /

    Acredito que não.

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  26. Se ele existe, me mostrem ele? quero ver se é verdade.

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    • MARCELO /

      se voce gabriela, comeu bacalhau ou outro peixe ou prato que lembre a tradiçao no dia de sexta-feira santa e tambem deseja presentear alguem no natal(celebraçao de nascimento de Jesus Cristo)PARABENS, você é uma cristã. em ultima analise: não está longe do reino de Deus.

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    • o natal é uma celebração pagã do culto ao deus sol que foi surrupiado depois pelo cristianismo, é caro amigo se nem sua religião conhece direito quem é você pra dizer se outra pessoa é ou não é dela ?

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  27. E o homem disse:

    “Que se faça Deus”

    Deus é uma criação do homem,nada mais,nada menos.

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  28. laissa gabriela faria coelho /

    A estrada para o sucesso não é uma reta…há uma curva chamada fracasso…um trevo chamado confusão…quebra molas chamado amigos…faróis de advertência chamados familia…e peneus furados chamados empregos…mas se vc tiver um estepe chamado FÉ e um motorista chamado JESUS,vc chegará a um lugar chamado SUCESSO!!!

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    • Isto é uma piada de motor fundido.

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    • Rômulo Mauriz /

      SHOW DE BOLA!!!!!!!!

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  29. burro /

    ‘Eu tenho certeza que existe,e a minha opnião,’;O que vale é a lógica de cada pessoa,uns acreditam outros não;É a diversidade religiosa.

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  30. Pandemônio /

    Ele existe? E em caso positivo, qual a prova científica de sua existência?

    Inversão de planos, A ciência não versa sobre o metafísico, como a matemática não versa sobre a arte. Deus está acima do escrutínio da ciência, não se ”fatia” uma mente com um bisturi.

    Cada religião tem a sua própria personificação de Deus. Qual está certa? Porque?

    Nem uma nem outra, ”acreditar” é escolha pessoal. São apenas interpretações temporais imperfeitas de algo atemporal perfeito.

    É possível conceber Deus sem a crença, portanto, fora da esfera dogmática?

    Se chama Deísmo.

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  31. JPX /

    Caro Arnaldo,

    Fiquei um tato confuso com seu texto, mas, se entendi corretamente, você se proclama, ou foi proclamado, um “novo Cristo” ou alguem com a mesma missão que Ele. Estou certo?

    Att.

    João Paulo

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  32. FEIO /

    -Sigam as suas opiniôes se existe ou não existe,no final todos vamos descobrir.

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  33. Pedro Henrique /

    Esta primeira pergunta é estúpida, não se pode “provar” que Deus existe, mas também não se pode provar que ele não existe, então ele é uma incógnita. Eu acredito em Deus, então, o máximo que eu posso fazer é puxar a razão para o meu lado o máximo possível.
    Em primeiro lugar, definamos as divisões do ser, que são corpo, mente, e alma. Mente e alma são uma incógnita aqui, então tentarei puxa-las ao máximo para o lado da razão.
    Todos sabem que um corpo é constituído de orgãos>tecidos>células>organelas>moléculas>átomos. Partamos do último elemento, e então, façamos a questão : Um átomo pensa? Obviamente não, mas pensemos em um conjunto um pouco mais complexo de átomos, que formam uma molécula, que formam uma célula. Uma célula pensa? Um órgão pensa? Não. No cérebro, ninguém achou a parte que é responsável por pensar, agir conscientemente, raciocinar, definir o que é certo e o que é errado, ninguém definiu ainda uma parte responsável pela mente. Logo, é mais provável que a mente seja um elemento separado do corpo. Se a mente é separada do corpo, agora não fica mais tão difícil de se acreditar que existe um terceiro elemento nesta história, a alma.
    Quanto ao fato de Deus existir, pensemos bem na exigência requerida acima. Eles querem uma explicação científica para isto. Mas como podem exigir uma explicação científica para Deus, algo tão grande, quando a ciência não pode ter explicações científicas o suficiente para os acontecimentos mais simples que ocorrem no dia a dia?
    Ex: Por que a pedra cai? Por causa da gravidade. E de onde vem a gravidade? Vem da terra. E de onde vem a terra? Da galáxia. E de onde veio a galáxia? Do universo. E de onde veio o universo? Do Big-Bang. E de onde veio o Big-Bang? Agora vem a resposta “Não sei”. O caso é, tudo vai chegar a uma causa irredutível, que ninguém vai saber qual é. Deus não se originou de lugar algum, sempre existiu, e foi o grande causador de tudo. aA diferença entre acreditar que Deus sempre existiu e que a matéria sempre existiu é que junto com a matéria, vem incluídas as leis da física, e tudo o mais, as quais também necessitam de explicações para o seu desconhecido princípio, já que nada tão perfeito e tão impressionante pode simplesmente sempre haver existido, isto exige a mão de um ser perfeito para funcionar, e então, é muito mais plausível acreditar em Deus do que na matéria. Simplesmente, quanto mais eu penso nisto tudo, mais certeza eu tenho de que Deus existe, tomara que meus argumentos ao menos faça alguém pensar sobre a existência de um Deus.

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    • Rômulo Mauriz /

      Seus argumentos são de fato, uma bela verdade universal!!!!

      Parabéns você esta no Hall dos Cientistas Divinos!!!!!!

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  34. Moabe /

    è só observar o universo, todo os dias os cientistas ficam boquiabertos com tanta coisa que os surpriende, só um tolo acredita que o NADA tem força suficiente pra criar alguma coisa com regras específicas e leis, um ser humano não consegui criar uma especie nova. imagine bilhoes de galaxias com bilhoes de estrelas como bilhoes de anos luz de espaço conhecido 1 ano luz= 1 trilhao de quilometros….ufa ja desiti de medir e ainda
    tem gente que diz que o NADA fez tudo isso!!!

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  35. Samuel C. /

    Realmente não sei sequer se tenho opinião a respeito disso. Talvez seja melhor que não exista, ou se existir, que seja muito bom com todo mundo. Justo. Então nos resta esperar quando morrermos, ou cometer suicídio. (:))

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  36. Ivani Medina /

    Quando se fala em Deus, refere-se ao da bíblia. Esta questão nada tem a ver com teologia, filosofia ou com as ciências exatas. Tem a ver com a história. A maioria das pessoas desconhece isso http://www.debatesculturais.com.br/a-questao-deus/ Dê uma lidinha.

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  37. O mito constitui uma realidade antropológica fundamental, pois ele não só representa uma explicação sobre as origens do homem e do mundo em que vive, como traduz por símbolos ricos de significado o modo como um povo ou civilização entende e interpreta a existência.
    Mito é uma narrativa tradicional de conteúdo religioso, que busca explicar os principais acontecimentos da vida. O conjunto de narrativas desse tipo e o estudo das concepções mitológicas encaradas como um dos elementos integrantes da vida social são denominados mitologia.
    A narração mitológica envolve basicamente acontecimentos relativos a épocas primordiais, ocorridos antes do surgimento dos homens (história dos deuses) ou com os “primeiros” homens (história ancestral). O verdadeiro objeto do mito, contudo, não são os deuses nem os ancestrais, mas a apresentação de um conjunto de ocorrências fabulosas com que se procura dar sentido ao mundo. O mito aparece e funciona como mediação simbólica entre o sagrado e o profano, condição necessária à ordem do mundo e às relações entre os seres. Sob sua forma principal, o mito é cosmogônico ou escatológico, tendo o homem como ponto de interseção entre o estado primordial da realidade e sua transformação última, dentro do ciclo permanente nascimento-morte, origem e fim do mundo.
    As semelhanças com a religião mostram que o mito se refere – em seus níveis mais profundos – a temas e interesses que transcendem a experiência imediata, o senso comum e a razão: Deus, a origem, o bem e o mal, o comportamento ético e a escatologia (destino último do mundo e da humanidade). Crê-se no mito, sem necessidade ou possibilidade de demonstração. Rejeitado ou questionado por diversas teorias, o mito é convertido em fábula ou ficção. Porém, nada é mais verdadeiro que os mitos em seus significados, em sua profundidade e sabedoria.
    Alguns especialistas, como Mircea Eliade, estudioso de história comparada das religiões, atribuem importância especial ao contexto religioso do mito. Com efeito, são muito frequentes os mitos que versam sobre a origem dos deuses e do mundo (chamados, respectivamente, mitos teogônicos e cosmogônicos), dos homens, de determinados ritos religiosos e de preceitos morais. Em certas religiões, os mitos formam um corpo doutrinal e estão estreitamente relacionados com os rituais religiosos.
    Nas religiões monoteístas, as mitologias, sobretudo as teogonias, são geralmente repudiadas como exemplos de ateísmo ou politeísmo, pois representariam uma desvirtuação do Deus único e transcendente, à medida que o relacionam a manifestações ou representações de outras criaturas. Entretanto, essas mesmas religiões também recorrem a descrições fantásticas, de caráter simbólico, para explicar a origem do mundo e do pecado, o fim do mundo e a vida ultraterrena, e não deixam de atribuir a Deus reações e sentimentos humanos.
    O mito, portanto, é uma linguagem apropriada e universal para a religião. Isso não significa que a religião, tampouco o mito, conte uma história falsa, muito pelo contrário, ambos traduzem numa linguagem cabível ao entendimento dos homens, uma realidade que transcende o senso comum e a racionalidade humana e que, portanto, não cabe em meros conceitos analíticos.
    Como forma de comunicação humana, o mito está obviamente relacionado com questões de linguagem e também da vida social do homem, uma vez que a narração dos mitos é própria de uma comunidade e de uma tradição comum.
    Algumas concepções mitológicas podem exemplificar a complexidade e a variedade das relações entre mito e sociedade. A tribo lugbara (do noroeste de Uganda e do Congo) utiliza um sistema conceitual para relacionar sua ordem sociopolítica a dois heróis ancestrais, relacionados, em contrapartida, à criação do universo. As narrações sobre a evolução da tribo a partir de seus heróis ancestrais são apresentadas na forma de saga, embora a história mais primitiva seja contada em mitos.
    A China antiga não apresenta um amplo sistema de mitos e, a esse respeito, difere marcadamente da China pós-clássica, com vasto número de mitos e deuses. Na China antiga, são feitas referências literárias a figuras e evoluções históricas muito anteriores à época em que foram escritas. Muitas dessas referências, especialmente em palavras atribuídas a Confúcio, abordam a natureza do estado e a qualidade dos governantes.
    A existência do inconsciente coletivo permite compreender a universalidade dos símbolos e dos mitos, pois que estes se revelam em todas as culturas e em todas as épocas de modo idêntico.
    Pelo caráter simbólico que reveste, o mito pode ser considerado manifestação artística e geradora de arte. Em cada povo e civilização, os mitos são fonte de inspiração para as mais diversas obras de arte. Os monumentos megalíticos, a disposição dos túmulos e a maneira de construir os templos são a expressão plástica da crença num destino ultraterreno e num vínculo do homem com a Terra e o universo.
    O mito é originalmente uma narração oral espontânea que se cristaliza ao longo de gerações. A literatura, como veículo de maior abrangência, tende a explicar, a clarificar e desenvolver o mito que havia nascido de forma fragmentária, afim de perpetuá-lo.
    Os mitos enfim, não se rebaixam a uma mera literatura fantástica e fantasiosa. E por isso deve ser cuidado para que suas características originais não se diluam ao serem adaptados à esfera e às dimensões da vida humana, e não se tornem apenas lendas, contos ou novelas.
    Tipos de Mitos
    Mitos cosmogônicos – Dentre as grandes interrogações que o homem permanece incapaz de responder, apesar de todo o conhecimento experimental e analítico, figura, em todas as mitologias, a da origem da humanidade e do mundo que habita. É como resposta a essa interrogação que surgem os mitos cosmogônicos. As explicações oferecidas por esses mitos podem ser reduzidas a alguns poucos modelos, elaborados por diferentes povos.
    É comum encontrar nas várias mitologias a figura de um criador que, por ato próprio e autônomo, estabeleceu ou fundou o mundo em sua forma atual. Os mitos desse tipo costumam mencionar uma matéria preexistente a toda a criação: o oceano, a escuridão ou a terra (nas mitologias africanas). A criação ex nihilo (a partir do nada, sem matéria preexistente) já reflete algum tipo de elaboração filosófica ou racional. A cosmogonia chinesa, por exemplo, atribui a origem de todas as coisas a Pan Gu, que produziu as duas forças ou princípios universais do yin e yang, cujas combinações formam os quatro emblemas e os oito trigramas e, por fim, todos os elementos. No hinduísmo, o Rigveda descreve graficamente o nada original, no qual respirou o Um, nascido do poder do calor.
    A água é o elemento primordial mais frequente das cosmogonias, sobretudo nas mitologias asiáticas e da América do Norte.
    A criação a partir do nada, unicamente pela palavra de Deus, aparece claramente no livro bíblico do Gênesis (associado, por sua vez, a mitologias mesopotâmicas) e em cosmogonias polinésias. Outro mito cosmogônico muito difundido (no Pacífico, na Europa e no sul da Ásia) é o do ovo primordial. Na tradição hindu, a oração do mundo é simbolizada pela quebra de um ovo.
    Alguns ciclos cosmogônicos se referem a um par ou casal primevo, geralmente o céu e a terra, que tiveram de ser separados violentamente para tornar possível a vida no espaço intermediário. Essa separação dolorosa se verifica em outros modelos, nos quais se menciona um sacrifício inicial ou uma batalha entre seres superiores, de cujos membros esquartejados brotam o cosmo e a vida terrestre. Na grande lenda babilônica da criação, o Enuma elish, Tiamat, personificação do mar, é morto por Marduk, o deus protetor da Babilônia, que então constrói o universo a partir dos despojos daquele e cria os homens com o sangue de Kingu, outro deus rebelde. O “hino do homem primordial”, nos Vedas, fala de Prajapati – o senhor dos seres, mais tarde identificado com o deus Brahma – como o homem cósmico cujo corpo é sacrificado e do qual surge a variedade do mundo das formas. Outros mitos, por fim, descrevem o surgimento da humanidade a partir das profundezas da terra (mitologia dos índios Zuni, da América do Norte) ou a partir de uma rocha ou de alguma árvore de importância cultural.
    Mitos escatológicos – ao lado da preocupação com o enigma da origem, figura para o homem, como grande mistério, a morte individual, associada ao temor da extinção de todo o povo e mesmo do desaparecimento do universo inteiro.
    Morte: a filosofia platônica e o orfismo, seguindo de tendências orientais, anunciavam a reencarnação. Zoroastro falou de Chinvat, uma ponte a ser atravessada após a morte, larga para os justos e estreita para os perversos, que dela caíam no inferno.
    Destruição escatológica: os mitos retratam frequentemente o fim do mundo como uma grande destruição, de natureza bélica ou cósmica. Como uma inspiração, para uma posterior expiração. Antes da destruição, surge um messias (“ungido”) ou salvador, que empreende uma batalha final contra as forças do mal e, após a vitória, inaugura um novo estágio da criação, um novo céu e uma nova terra.
    Os mitos da destruição escatológica manifestaram-se tardiamente, na literatura apocalíptica judaica, que floresceu entre os séculos II a.C. e II d.C., e deixou sua marca no livro do Apocalipse, atribuído ao apóstolo João. Exemplo típico de mito de destruição (embora não no fim dos tempos) são as narrativas a respeito de grandes inundações. É bastante conhecido o episódio do Antigo Testamento que descreve um dilúvio e o apresenta como castigo de Deus à humanidade. Esse tema tem origens mais remotas e provém de mitos mesopotâmicos. Em quase todas as culturas pré-colombianas encontram-se também mitos a respeito de dilúvios.
    Mitos sobre o tempo e a eternidade – os corpos celestes sempre atraíram a curiosidade e o interesse humano, em todas as culturas. A regularidade e precisão inalteráveis do movimento dos astros foram com certeza uma imagem poderosa na formação de uma idéia de “tempo transcendente”, concebido como eternidade, em contraste com o mundo de incessantes alterações e os acontecimentos inesperados vividos no tempo terreno. O retorno cíclico dos fenômenos siderais e de processos naturais terrestres projetou-se, em algumas culturas, na concepção cíclica do tempo.
    Nas escrituras hinduístas e budistas, elaborou-se um complexo sistema de mundos que desaparecem e ressurgem. Essa concepção cíclica determinou a adaptação de relatos védicos anteriores e o desenvolvimento de uma doutrina que explica a formação e absorção periódicas do universo como fases de atividade e repouso de energia. Os astecas e os maias acreditavam que o mundo atual havia sido precedido de outros quatro, o último dos quais teria sido destruído por um cataclismo; ambos os povos desenvolveram um complicado calendário, a cujo estudo se dedicavam vários sacerdotes astrônomos.
    Mitos de transformação e de transição – numerosos mitos narram mudanças cósmicas, produzidas ao término de um tempo primordial anterior à existência humana e graças às quais teriam surgido condições favoráveis à formação de um mundo habitável. Outras grandes transformações e inovações, como a descoberta do fogo e da agricultura, estão associadas aos mitos dos grandes fundadores culturais. Nos mitos, são frequentes as transformações temporárias ou definitivas dos personagens, seja em outras figuras humanas ou em animais, plantas, astros, rochas e outros elementos da natureza.
    As mudanças e transformações que se dão nos momentos críticos da vida individual e social são objeto de particular interesse mitológico e ritual: nascimento, ingresso na vida adulta, casamento, morte – acontecimentos marcantes para a pessoa e sua comunidade – são interpretados como atualizações de processos cósmicos ou de realidades míticas.
    Deuses e Heróis
    Em muitas mitologias, delineiam-se hierarquias de deuses, cada uma com um ou mais deuses supremos. A supremacia pode ser partilhada pelos membros de um casal, ou ser atribuída simultaneamente a dois ou três deuses distintos. Pode também variar com o tempo, segundo circunstâncias históricas, como por exemplo o domínio de um povo sobre outro ou o predomínio de determinados interesses e atividades (de tipo agrícola, guerreiro etc.). São frequentes os relatos de deuses supremos, por vezes identificados como criadores originais do mundo, que a seguir ficam inativos e deixam o governo a cargo de outro deus ou deuses. Em tais casos, a supremacia significa perfeição, autonomia, onipotência (relativa), mas não unicidade, como é o caso nas religiões monoteístas.
    Na mitologia grega, segundo a apresentação de Homero, Zeus é o “pai dos deuses e dos homens”. Essa expressão não significa que ele seja um deus criador, mas sim representante da figura do patriarca familiar.
    Os três grandes deuses escandinavos que ocupavam posição superior no grande templo de Uppsala eram Odin, Thor e Frey. Eles representavam as três funções da sociedade indo-européia: autoridade, poder e fecundidade. Odin era o deus da suprema autoridade cósmica, pai universal, rei dos deuses e senhor do Valhalla (a morada final dos guerreiros mortos em combate). Thor era o deus guerreiro e do trovão, correspondente ao deus védico Indra. É representado como um gigante de barba ruiva, e os mitos narram seus festejos pela vitória sobre as forças do caos. Durante o período das migrações e do florescimento dos viquingues (entre o século IX e XI da era cristã, aproximadamente), em que predominava o ideal guerreiro, a primazia sobre os deuses era atribuída a Thor. Frey era o deus da fecundidade. Governava a chuva e o brilho do sol e, conseqüentemente, o crescimento das plantas e as colheitas.
    No panteão hinduísta, há uma entidade divina tríplice – a Trimurti – formada pelos deuses Brahma, Vishnu e Shiva, criador, conservador e destruidor do universo, respectivamente. Em certos aspectos, Brahma é um deus personificado; em outros, é um princípio impessoal e infinito. Vishnu é o deus social por excelência e destruidor daqueles que ameaçam a boa ordem, enquanto Shiva representa a selvageria indomada.
    O interesse pelas próprias origens motivou a formação de mitos sobre os grandes ancestrais dos povos ou fundadores da sociedade. Na mitologia asteca, Huitzilopochtli conduziu seu povo até o lago Texcoco, onde se fundou a Cidade do México. A inimizade entre Tezcatlipoca e Quetzalcóatl representa a luta entre o povo asteca e o tolteca, e, quando este foi derrotado, o deus dos vencidos passou a figurar em lugar preeminente do panteão asteca. A tendência a incorporar os deuses dos povos conquistados é comum entre os povos politeístas.
    O pensamento mítico é uma constante atemporal, complementar e superior ao pensamento racional. A ciência que equipara os mitos, os símbolos religiosos, morais ou épicos a pura “ilusão” já está em declínio, devido à própria ciência nova que vai mais além e acaba descobrindo aquilo que os mitos há milênios já revelavam.

    Matéria publicada na EmDiv Magazine Kindle Edition – Maio 2011

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    • Muito interessante e esclarecedor a sua postagem, MÁRCIO!

      Para aprofundar o assunto, recomendo uma leitura da Revista SuperInteressante, edição especial de JULHO 2010 nº 280-A
      a qual ainda poderá ser encontrada em lojas que vendem revistas usadas.

      Com toda certeza, após lerem em revista “O LIVRO DAS MITOLOGIAS” um guia completo de deuses, heróis e lendas, acredito que nenhum crente terá a coragem, o audácia de vir aqui afirmar que seu deus existe e é único e verdadeiro.

      Só para lembrar que Cristo, Maomé, Abraão, Moisés,são figuras literárias a quem foram atribuídos estórias. Escritos de livros ditos sagrados, não garantem nada e ainda apresentam, muitas falsificações,contradições, discrepâncias e coloca muitas niss!, de civilizações mais antigas.

      Só acredita em deus, quem não pesquisou e aprofundou nada. Aliás, como aconteceu comigo, durante 50 anos de minha vida,pensava que nem Você cristão, quando não havia estudado sobre as origens do cristianismo, religiões e crenças do mundo, crítica superior à religião…

      Para mim, deuses não existem, e não aceito a mais fraca premissa de suas existências. Porque no início, bem no início o homem inventou as suas existências.

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  38. Francisco Ribeiro /

    A palavra de DEUS diz em Deuteronômio cap. 4, vesc. 35-36.
    A ti te foi mostrado para que soubesses que o SENHOR é DEUS; nenhum outro há, senão ele.
    Desde os céus te fez ouvir a sua voz, para te ensinar, e sobre a terra te mostrou o seu grande fogo, e ouviste as suas palavras do meio do fogo.
    Arrependei-vos dos vossos pecados, aprendei a ouvir a voz que vos liberta, dai ouvidos aos mandamentos do SENHOR, porque está próximo o fim, arrependei-vos enquanto há tempo.

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    • DEUTERONÔMIO 20-22-23

      4 – pois o SENHOR, vosso Deus, é o que vai convosco, a pelejar contra os vossos inimigos, para salvar-vos.
      - Deus viaja com as pessoas e briga em suas guerras.

      10 – Quando te achegares a alguma cidade a combatê-la, apregoar-lhe-ás,- Deus diz para os israelitas que escravizem os povos que eles conquistarem.

      13 – E o SENHOR, teu Deus, a dará na tua mão; e todo varão que houver nela passarás ao fio da espada,
      -Nas cidades que Deus “dará na tua mão” você matará todos os machos (incluindo os velhos, meninos, e bebês) com “fio da espada, salvo as mulheres… que tomarás para ti.”

      13 – Quando um homem tomar mulher, e, entrando a ela, a aborrecer,…
      -Se um homem se casar, e então decidir que não gosta da mulher, ele pode alegar que ela não era virgem quando se casaram. Se o pai dela não conseguir provas de sua virgindade (o lençol com sangue), então a mulher será apedrejada até a morte na porta da casa do pai dela.

      2 – Nenhum bastardo entrará na congregação do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SENHOR.
      Deus não deixará nenhum bastardo comparecer a igreja. Nem seus filhos até a “sua décima geração”.”
      -Assim se você planeja comparecer a igreja no domingo que vem, esteja pronto para provar que seus órgãos genitais estão intactos e não esqueça de sua certidão de nascimento e registros genealógicos pelo menos das últimas dez gerações. Não ria. Isto é importante para Deus.

      22 – Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel.
      -”Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão.”

      23 – Quando houver moça virgem, desposada com algum homem, e um homem a achar na cidade e se deitar com ela…
      -Se uma noiva virgem for estuprada na cidade e não gritar alto o bastante, então os homens da cidade a apedrejarão até a morte.

      25 – E, se algum homem, no campo, achar uma moça desposada, e o homem a forçar, e se deitar com ela, então, morrerá só o homem que se deitou com ela;
      -Se uma mulher é estuprada “no campo”, então o homem morrerá (desde que haja lá alguém que a ouça chamar.)

      28 – Quando um homem achar uma moça virgem, que não for desposada, e pegar nela, e se deitar com ela, e forem apanhados…
      -Se um homem se deitar com uma virgem, ele terá que pagar ao pai dela 50 siclos de prata e se casar com a moça. Estupre uma virgem e ganhe uma esposa!

      Saudações Deuterômicas, digo Cômicas!

      Oiced Mocam

      Livre Pensador

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  39. Caros amigos.
    A piedosa lenda de um hebreu Moisés, colocado numa cestinha no Rio Nilo, para livrá-lo das perseguições faraônicas, foi uma maneira sutil que os redatores da Bíblia encontraram para amenizar uma estranha contradição. Como justificariam para si próprio e para os seus descendentes que o homem que salvara seus antepassados e criara sua religião monoteísta era um egípcio da elite faraônica?

    Gravura antiga mostrando Moisés sendo recolhido do rio Nilo (reprodução)

    Moisés não tinham nada de hebreu. Era um legítimo príncipe egípcio. Seu nome deriva de Filho de Ra (Ra-Moses). Parece que os redatores do Êxodo, por volta de 500 aC, sequer procuraram um artifício mais complicado para explicar a história da origem de Moisés, que viveu por volta de 1500 aC. Copiaram a antiquíssima história do rei Sargão de Akkad (2334-2279 aC), colocado numa cestinha no rio Tigre, para ser recolhido por um funcionário real.

    Moisés era egípcio, provavelmente um alto sacerdote. E como tal, guardião de um objeto antiquíssimo, preservado hermeticamente em algum templo de Hórus. Era uma máquina perigosíssima, de finalidade ainda obscura: a Arca da Aliança!

    A misteriosa Arca da Aliança: herança dos Senshor-Hor (reprodução)

    Talvez Moisés tenha tido atrito com outros grupos de sacerdotes ou nobres. O certo é que, aproveitando o caos que se abateu sobre as nações mediterrâneas, causadas por um corpo celeste que por ali caiu ou pela erupção vulcânica da ilha de Santorini, Moisés, que devia ter como servos um pequeno grupo de hebreus, com eles fugiu do Egito. Foi o Êxodo. Era Moisés, seus sacerdotes egípcios, que ficaram conhecido como levitas e uns 5.000 hebreus.

    O Egito estava assolado por desordens meteorológicas, provocadas por um corpo celeste e/ou por atividades vulcânicas. Na Bíblia, o resultado da catástrofe ficou patente nas Dez Pragas, na abertura do Mar vermelho, nas colunas de fogo, etc.

    A Coluna de Fogo do êxodo: uma das manifestações da catástrofe natural que se abateu sobre o Egito (reprodução).

    O faraó egípcio jamais se importaria em perseguir uns poucos milhares de fujões e moisés, principalmente no meio do caos que se abateu sobre o seu reino. E, se o fez, foi porque o sumo-sacerdote Moisés roubou do templo de Hórus um segredo guardado há milênios entre os egípcios: a Arca da Aliança.
    A Arca da Aliança era talvez a última grande herança trazida ao vale do Nilo pelos Senshor-Hor, ouSérvos de Hórus, que, por volta do ano 4.000 aC, atravessaram o ainda razoavelmente verdejante Sahara, para se instalar no Vale do Nilo. A pátria dos Shenshor Hor nos é desconhecida.
    A Arca da Aliança foi, pois, a única razão pela qual os egípcios perseguiram os seguidores de Moisés, até então, todos politeístas, como o próprio Moisés.
    Abraços.
    Texto de Reinaldo Coutinho em http://groups.msn.com/schwennhagen
    Fonte: MISTÉRIOS DA ARCA PERDIDA (inédito) de Reinaldo Coutinho

    Obs.: Moises levou 3 anos para voltar com os 10 mandamentos, na verdade 9, depois incluíram mais 1. Ninguém nunca viu estes mandamentos, só em contos.

    Segundo escrita do EGITO em sua biblioteca difere da forma que a Bíblia anuncia 600 mil seguidores de Moises, na verdade eram apenas no máximo 600 famílias, nunca foram escrevo do Egito, trabalhavam e ganhavam sua remuneração, eram sim nômades.

    É impressionante, tudo que esta escrita do romance de Moises no Egito, em seu acervo, este foi copilado pela Bíblia, sendo que a Bíblia por sua vez, aumentou e inventou, distorcendo os verdadeiros fatos.

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    • Oiced Mocam /

      A Libertação do Egito o Êxodo

      O que diz a Bíblia:
      No Êxodo, Deus escolhe Moisés como libertador do povo hebreu. Envia as Dez Pragas e divide as águas do Mar Vermelho. No Monte Sinai, já a caminho da Terra Prometida, Moisés recebe as tábuas dos Dez Mandamentos.

      O que diz a Arqueologia e a análise filológica dos textos:
      Não há qualquer registro da existência de Moisés ou dos fatos descritos no Êxodo. Aliás, boa parte dos reinos e locais citados na sua jornada também não existiam no século XVIII a . C. e só surgiriam 500 anos depois. A escolha do lugar que passou a ser conhecido como Monte Sinai ocorreu entre os séculos IV e VI depois de Cristo, por monges bizantinos. Não havia portanto local chamado Monte Sinai, onde Moisés teria recebido os Dez Mandamentos. Sua localização atual no Egito, foi escolhida entre os séculos IV e VI d . C., por monges cristãos bizantinos, porque ele oferecia uma bela vista. As dez pragas são lendas. Abraão foi introduzido no Torá, mais de 1000 anos após sua suposta viagem. Hebreus e canaanitas são o mesmo povo A chegada dos hebreus teria sido um longo e pacífico processo de infiltração.

      Mitologia Babilônica e a relação com Moisés

      No ano de 1862 ,um jovem inglês chamado George Smith foi o primeiro a descobrir a história babilônica através das tabuletas encontradas na biblioteca do rei Assurbanipal, que governou a babilônia 3000 anos antes de Cristo.

      O herói dessa epopéia , não um Deus, mas um rei chamado Gilgamesh de Erech.
      Os babilônicos eram grandes aproveitadores de lendas e da literatura de outros povos.
      Algo parecido aconteceu com a história da criação e de Adão, de Noé e o Dilúvio e Moisés.

      SEJA curioso, aprofunde conhecimentos…

      http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/10/capitulo-56-arqueologos-contestam.html

      http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/10/capitulo-57-lendas-e-mitos-no-antigo.html

      http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/05/capitulo-39-deuses-vivos-na-civilizacao.html

      Colaborou OICED MOCAM

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  40. Gente…!!! Já perceberam, dando uma olhadinha para o passado, e se constatando que os DEUSEUS existentes na nossa cultura TODOS vieram de mulheres virgens.

    Um caso a típico, por exemplo: Lameque dito como sendo o Pai de Noé, na verdade não é o pai legitimo, quem é então!

    A mãe engravidou sem relação sexual, a Pai de Noé quis explicações, como!

    Então Enoque disse que foram os de lá de cima, os mesmo que o levaram para dar um passeio nas nuvens.
    E assim se acalmaram os ânimos.

    Noé ou Noach (do hebraico נח, “descanso, alívio, conforto” ) é o nome do heroi bíblico que “recebeu ordens de Deus para a construção de uma arca, para salvar a Criação do Dilúvio”. De acordo com o Pentateuco, os cinco primeiros livros do tradicional velho testamento da Bíblia escritos por Moises, Noé era filho de Lameque, que era filho de Matusalém, que era filho de Enoque, que era filho de Jarede, que era filho de Malalel, que era filho de Cainan ou Quenã, que era filho de Enos, que era filho de Sete, que era filho de Adão que era filho de Deus.

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  41. Nave /

    E nao estou enganado não

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    • Claro que não. 5% do nosso cadeia de DNA ainda é desconhecido.

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  42. Nave /

    PARA MARCIO B,

    Os ETs já chegaram na terra… Você é um deles

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  43. Muitos se enganam.

    Na verdade os chamdos 10 mandamentos, eram só nove, depois incluieram mais um.

    Fiquem atendo, os ETs estão chegando.

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  44. Francisco Ribeiro /

    Apocalipse cap. 22, vesc. 13-14.
    Assim diz o SENHOR:
    Eu sou o Alfa e o Ômega, o Principio e o Fim, o Primeiro e o Último.
    Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas.

    JESUS CRISTO nos ensina como devemos viver para DEUS, porque o SENHOR não abandona ninguém, mesmo quem não acredita, DEUS não deixará de Ama-los, pois somos obras das suas próprias mãos. a Biblia nos diz que nós seres humanos somos a única obra feitos pela própria mão de DEUS, no livro de Gênesis cap. 1, vesc. 26 diz: E disse DEUS: Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança… a passagem do texto de Apocalipse citado acima nos diz que DEUS é verdadeiro, é único e é o SENHOR sobre todas as coisas e que não há outro DEUS.
    Para sermos verdadeiramente chamados filhos de DEUS, devemos aceitar a JESUS como o nosso único e suficiente Senhor e Salvador das nossas vidas, arrependermos dos nossos pecados e confessarmos com a nossa boca diante de JESUS CRISTO, e no mais sermos simples e humildes assim como CRISTO foi, Amar a DEUS acima de todas as coisas e amar o próximo como a si mesmos e sempre estarmos em comunhão com o SENHOR e em oração conversando com DEUS, porque nós precisamos a todo momento da presença de JESUS em nossas vidas, ler a biblia, porque é o nosso manual de vida e seguir os madamentos de DEUS porque é precioso e nos matém vivos, e assim possamos ser dignos de habitar na cidade de DEUS e sermos chamados de seus filhos… honra e glória ao Senhor JESUS para todo o sempre, Amém.

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    • Paulo Roberto Liberato /

      Prezado Francisco também acredito na existência de um ser, e de seres superiores a nós, mas é evidente que não podemos basear nossa exitência somente na Bíblia. Primeiro, deve-se saber a história desse livro, como foi escrito,como chegou até nós, quais as mudanças que ele sofreu durante a história, quem foram seus escritores, qual o conhecimento que eles possuíam, sua cultura, suas crenças e quais as influências do meio em que viviam sobre o que eles escreveram. Não se pode afirmar todos os trechos da Bíblia como se fossem a verdade suprema. Há em muitos deles a visão do homem em relação ao seu espaço e não a visão de um ser superior passada para o homem. No livro de Genêsis, cap. 1, vers. 6, diz que os Céus estavam no meio das águas, sabe o motivo, o motivo é porque a ciência não era avançada como hoje e o homem acreditava que a terra possuía outra forma, até a própria igreja católica baseada na própria Bíblia acreditava que a terra era quadrada e que era o centro do universo e muitos estudiosos que não aceitaram isso foram mortos acusados de heresia. Com o tempo a Bíblia sofreu modificações dentro dos próprios mosteiros, através de copiadores, incluindo a terra na forma esférica. O livro de Genêsis em muitos trechos, principalmente os primeiros capítulos revela a visão do homem sobre o mundo, de forma poética, envolta num sentido simbólico, uma maneira que o homem da época usou para passar à sua geração o surgimento do universo. Imagine o escritor falando para aquela geração sobre os tipos de elementos químicos, sobre os átomos, etc. Muitos trechos da Bíblia é visivelmente a visão humana para explicar um fato através da fé pois não havia como comprovar racionalmente. Eles consideravam o raio um ataque divino, o trovão a voz de Deus, pense você naquela época um estudioso questionando isso,íria morrer com certeza.Hoje a ciência explica racionalmente esses fenômenos. Todas as catástrofes naturais eram consideradas na visão de um escritor não cientista, a ação de um ser superior enraivezido fazendo justiça, as pesquisas e estudos de hoje mostram claramente que muitas estão relacionadas ao próprio sistema da natureza e até de ações humanas. Até a ação de vulcões em erupção destruindo cidades como Sodoma e Gomorra, para aquele povo era a ação de Deus castigando o homem, pois quem escreveu o livro não aceitava o comportamento daquele povo como o correto, era sua visão. E quando acontece uma catástrofe envolvendo pessoas religiosas, seria um castigo divino? Pense em qual o motivo de um conselho religioso se reunir para decidir quais livros fariam parte do sacrado, do correto para o homem? Domínio, domínio da mente humana, com a finalidade de adquiri poder. Até hoje as religiõe tem esquecido a função do amor e estão ligadas ao capital, ao dinheiro, usando o temor humano de morrer e ir para o inferno, que aliás procure saber como surgiu o inferno ao longo dos tempos, pois antes era considerado como Seol um lugar de punição por tempo determinado e não por tempo indeterminado como passou a ser. Qual o interesse da Igreja em relação a isso? Veja na história, milhares de mortos e acúmulo de riquezas e consequentemente de poder. Qual o motivo de não existir nenhum livro na Bíblia falando sobre a vida de Jesus durante sua adolescência até a vida adulta? Por que a Igreja dominou o conhecimento durante vários anos e a maior parte do conhecimento antigo ainda é protegido por ela? Deve-se pensar nisso. A arma mais poderosa do ser humano é o pensamento, e ninguém tem o direito de impedir o conhecimento, de dizer que a “verdade” é a minha e não existe outra, isso é ditatura do saber, do conhecer. Ainda bem que existem pessoas que tem buscado o conhecimento sem se apegar em ideologias arcaicas, desprovidas de racionalidade e conhecimento.Se Lutero não tivesse questionado a religião? Se a ciência fosse barrada até hoje pela Igreja e com que intenção? Não dividir o poder. É falta de respeito considerar o indívuduo como ateu só porque não acredita literalmente na Bíblia, só porque discorda de determinada visão de mundo. Não se deve manipular ninguém utilizando o desconhecido. Usar o homem como marionete, um ser robotizado que diz pra ele que aquilo é a verdade e ele não deve questionar, pois vai perecer eternamente num lugar infernal, que aliás, se compararmos esse julgamento bíblico proveniente de um Deus misericordioso e justo, é incontroverso, pois nem um tribunal humano, e o homem é cheio de erros, seria capaz de tanta pervesidade. Respeito a opnião de cada um, mas me impedir de pensar é radical demais e as religiões cristãs devem mudar isso, o homem não é mais o primata, o medieval ou o analfabeto, ele está se conhecendo, conhecendo seu mundo, seu espaço e conhecer não o torna incapaz de crer.

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  45. Francisco Ribeiro /

    À Gabriela…
    e quanto aos 10 mandamentos foi DEUS quem instruiu o homem a escreve-los. leia os 10 mandamentos ( Deuteronômio capitulo 5) e vc verá que só nos ensina coisas boas, no tempo em que os 10 mandamentos foram escritos, o povo vivia em um caos, ninguém respeitava ninguém, traições, mortes, humilhações. DEUS viu que era preciso fazer algo para que as pessoas não se perdessem no pecado. os 10 mandamentos nos diz que matar e roubar é ruim, vc não acha? que devemos honrar pai e mãe, vc nã vai querer ser honrada por seus filhos não?
    que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmo, vc também não quer que as pessoas amem vc não? que não podemos cometer adultério, vc quer que o seu marido (ou futuro) traia vc? que devemos amar o nosso DEUS acima de todas as coisas, e somente a ele adorar, pq ele é único e não há outro deus além dele.
    Leia a Biblia, a Biblia não é religião não, é o amor de DEUS por vc, é o manual para que possa viver bem, feliz…
    JESUS CRISTO te abençõe…

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  46. Francisco Ribeiro /

    Olá Gabriela, bom dia.
    A palavra de DEUS não está relecionada a religião, religião é algo criado pelo homem. a Biblia relata claramente o que DEUS quer de nós, não está escrito na Biblia que devemos ser pessoas egoistas, pessoas ambiciosas e interessadas em coisas materiais, que devemos ser mal educados ou que não podemos ter sonhos, não está escrito que devemos ser indiferentes com o nosso próximo, que não devemos ajudar o irmão que precisa de ajuda. também não encontraremos na biblia palavras de desprezo, palavras que nos incentiva a odiar as outras pessoas ou as coisas, não tem nada disso não…
    pelo contrário, a palavra de DEUS, através da Biblia nos instrui a fazermos aquilo que nos faz bem, aquilo que desejamos que as outras pessoas façam a nosso favor, a palavra de DEUS nos ensina a amar, a ser misericordioso, a seguir as coisas boas e construtivas. DEUS permite que tenhamos sonhos, que sejamos prosperos e fartos, sem ambição e maldade. e não deixemos nos enganar, só podemos chegar até DEUS através de JESUS CRISTO. no evangelho de João capitulo 14, vesciculo 6 JESUS diz: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. ninguém vem ao Pai senão por mim.
    a única maneira de conhecer a DEUS, de estar perto, de agradar a DEUS é através de JESUS CRISTO, não há outro caminho. não se engane…

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  47. Acho que Deus existe sim, por que como que ia surgir tudo assim do nada ? eu não acredito na teoria do big-bang, mas eu também não acredito em religião, religião é uma coisa que inventaram para controlar as pessoas, eles impuseram os ” 10 mandamentos ” para as pessoas não fazerem com a ameaça de ir ao inferno, isso na religião católica, por que existem alguns protestantes que não deixam as pessoas nem ao menos se depilarem, existem pessoas que extorquem dinheiro das pessoas usando o nome de deus religião é a coisa mais controladora que existe, então eu acho que as pessoas devem acreditar em deus a sua maneira, mas não seguirem a religiões extremamente controladoras, mas seguir a deus da maneira que o seu coração achar melhor (:

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  48. Francisco Ribeiro /

    Isaias: cap 55, vesc 6-7.
    “Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
    Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso DEUS, porque grandioso é em perdoar”.

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    • ISAÍAS

      Aí, eu tenho que, pacientemente, uma paciência cósmica, explicar, mais uma vez, o que outros, já demonstraram aqui e nunca foram racionalmente contestados e refutados.
      Cansa ler certas opiniões, para esses recomendo os sites gospel. Mas como sou pela liberdade de expressão, gosto de aprender e às vezes acho até divertido.

      Não acredito que um Super Deus Projetista criou o primeiro casal Adão e Eva e o Jardim do Édem com uma cobra falante, que o Universo foi especialmente desenhado e programado para nós, (antes do tempo e espaço) e mais bilhões de galaxias.
      O mundo vive num mundo de mentiras, na infância da ignorância, misticismo impregnado no berço, que dá nojo!

      O Deus cristão já é esculhambado por si. Eu só mostro os livros, capítulos e versículos que confirmam isso.

      Sobre ISAÍAS,

      12 – Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa do seu governo. Ah! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho das tuas veredas.

      - Isaías mostra seu desprezo por mulheres dizendo que as coisas estão tão ruins para seu povo porque as “mulheres estão à testa do seu governo.”

      4 – Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião e limpar o sangue de Jerusalém do meio dela, com o espírito de justiça e com o espírito de ardor,
      5 – criará o SENHOR sobre toda a habitação do monte de Sião e sobre as suas congregações uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um resplendor de fogo chamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção.

      - Depois que Deus “lavar a imundícia” das mulheres e matar os homens, ele criará “uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um resplendor de fogo chamejante de noite”.

      14 – Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.

      - Aqui há um erro de tradução, onde a palavra hebréia “almah” significa “mulher jovem” não necessariamente “virgem”. (A palavra “bethulah”, significa “virgem”.) Além disso, a mulher jovem referida neste verso estava vivendo na hora da profecia. E Jesus, é claro, foi chamado de Jesus – e não é chamado de Emanuel em nenhum verso do Novo Testamento.

      3 – E fui ter com a profetisa; e ela concebeu e deu à luz um filho; e o SENHOR me disse: Põe-lhe o nome de Maer-Salal-Hás-Baz.

      - Isaías faz sexo com uma profetisa que concebe e dá a luz a um filho. (Você não estava esperando uma filha, estava?)

      17 – Pelo que o Senhor não se regozijará com os seus jovens e não se compadecerá dos seus órfãos e das suas viúvas, porque todos eles são hipócritas e malfazejos, e toda boca profere doidices. Com tudo isto não se apartou a sua ira, mas ainda está estendida a sua mão.

      -Deus não terá clemência das viúvas e crianças hipócritas.

      19 – Por causa da ira do SENHOR dos Exércitos, a terra se escurecerá, e será o povo como pasto do fogo; ninguém poupará ao seu irmão…

      - Deus fará todo homem matar seu irmão e então o forçará a comer a carne do próprio braço.

      15 – Todo o que for achado será traspassado e, todo o que for apanhado, cairá à espada.

      - Se Deus puder achá-lo, “cairá à espada. E suas crianças serão despedaçadas perante os seus olhos; as suas casas serão saqueadas, e a mulher de cada um, violada.” Ele não terá nenhuma clemência, nem mesmo das crianças.

      21 – Preparai a matança para os filhos, por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem, e possuam a terra, e encham o mundo de cidades.

      - Deus matará as crianças “por causa da maldade de seus pais”.

      1- Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada e já não será cidade, mas um montão de ruínas.

      - Este verso profetiza que Damasco será completamente destruída e não mais habitada. Acontece que Damasco nunca foi completamente destruída e é uma das mais velhas cidades continuamente habitadas.

      5 – E faltarão as águas do mar, e o rio se esgotará e secará.

      - O rio do Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu.

      Você acredita em qualquer coisa que foi escrita, há milênios, por um bando de ignorantes supersticiosos do deserto que limpavam a bunda com areia e que nunca deram outra contribuição à humanidade que não seus mitos sanguinários.

      O.K., respeito as suas crenças Francisco Ribeiro. Mas, não os seus dogmas e doutrinas no sobrenatural.

      Oiced Mocam
      Livre Pensador

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  49. Francisco /

    A palavra de DEUS diz:
    Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar,
    invocai-o enquanto está perto.
    Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem
    maligno, os seus pensamentos e se converta
    ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne
    para o nosso DEUS, porque grandioso é em
    perdoar.
    Isaias: 55, 6-7.

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  50. Sirlene Santos /

    Caro Francisco,

    Você tem duas opções, “Querer acreditar! ou Querer saber!” Se você prefere em continuar acreditando, não posso fazer nada, pois o conhecimento é algo que se adquire por vontade própria e não algo que se impõe!

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