
É difícil imaginar esse conceito – mas é nele que estão trabalhando os cientistas da National Science Foundation, das Universidades de Rice e Penn State. Há muitos anos, Ayusman Sem, chefe do departamento de Química da Penn State, e seu colega Thomas Mallouk, diretor do Centro de Nanotecnologia da mesma universidade, investigam tecnologias que tornariam reais essas máquinas incríveis.
Elas seriam perfeitas para a entrega de substâncias, como remédios, em determinadas áreas do organismo. Conseguiriam auxiliar em cirurgias e também seriam capazes de se comunicar com o mundo exterior de dentro do corpo de uma pessoa.
Os pesquisadores melhoraram as maneiras de se construir nano-máquinas, mas o grande enigma atualmente é como fornecer energia a elas, para que cumpram suas tarefas. Diminuir produtores de energia – como motores de combustão interna –, em nano-escala, não é uma tarefa muito simples. Mas a ciência pode estar próxima a uma solução fantástica – o uso de açúcares.
No filme “A viagem fantástica” , de 1966, cientistas encolhem um submarino até um tamanho microscópico, e o injetam no sangue de um brilhante cientista, que tinha um coágulo se formando em seu cérebro. Os nano-cirurgiões, que tripulavam o submarino, saem para destruir o coágulo.
Agora o roteiro do filme não parece tão maluco. Atualmente, usando campos magnéticos, os cientistas conseguem mover nano-veículos para realizar algumas tarefas simples dentro do organismo, promovendo interações químicas. [Science Daily]
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