
O sangue de doador estraga, precisa de refrigeração e podem transportar doenças. Pesquisadores estão buscando alternativas sintéticas que são universais para compensar a falta de suprimentos do sangue de verdade.
Por isso, é muito significativa a notícia de que um substituto experimental do sangue, derivado do plasma da vaca, foi o responsável por trazer uma mulher australiana de volta da beira da morte.
Tamara Coakley chegou a um hospital em Melbourne em estado muito grave. Um acidente de carro deixou sua medula espinhal danificada, danificou muito seus pulmões e lhe causou um traumatismo craniano e vários ferimentos traumáticos. O acidente ainda deixou-a com uma quantidade perigosamente baixa de sangue no corpo, menos que o suficiente para oxigenar seus tecidos de forma eficaz.
Para complicar ainda mais as coisas, a religião de Coakley diz que ela não pode receber transfusões de sangue de outra pessoa – o sangue sintéticos, no entanto, não tem esse tabu.
Assim, na tentativa que durou 11 horas para salvar sua vida, uma substância experimental conhecida como HBOC201- feito à base de hemoglobina que transporta oxigênio sintético contendo uma molécula derivada do plasma da vaca – foi levada dos Estados Unidos para Austrália. Dez unidades foram injetadas no corpo de Coakley e, contra todas as probabilidades, a operação vingou e ela se recuperou.
Esse foi um caso histórico para o sangue sintético como uma opção de tratamento. Considere: o HBOC201 não necessita de armazenamento refrigerado nem de compatibilidade. Pode ficar numa prateleira esperando para ser utilizado por até três anos.
Ou seja, o sangue sintético poderia resolver os problemas de abastecimento de sangue que assolam hospitais em todo o mundo, além de proporcionar uma solução de perda de sangue em lugares distantes de hospitais, como no Terceiro Mundo ou em campos de batalha.
Obviamente, qualquer tipo de líquido que substituiria o sangue natural em uso amplo precisa passar por rigorosos testes que vão muito além de um caso singular de sucesso. No entanto, a sobrevivência Coakley marca um enorme salto na direção certa na busca de uma alternativa viável de sangue sintético. [PopSci]



as coisas ocultas ja estao semdo reveladas, seja ruim ou boa. fico feliz que as pessoas que debochavam do sanque artificial, Hoje a ciencia adnite puplicamente.
Transfusões de sangue não é a melhor e nem a única opção em caso de pouco ou de extrema necessidade. Há muitos métodos tanto quanto eficazes e essa é mais uma prova disso. Mesmo se eu não fosse Testemunha de Jeová, jamais aceitaria transfusão.
Eu admiro muito a capacidade do ser humano com suas descobertas, pessoal !!!! se toquem, estamos no século XXI e acho que esse negócio de religião que questiona certos casos, não tem nada a ver, somos filho de Deus, só temos um Deus e foi ele que nos deu a inteligência de criarmos desenvolver nossos conceitos, acordem !!!!!
Isso é inteligência e ” INTELIGÊNCIA NÃO É CRIME “.
As Testemunhas de Jeová, apenas obedecem a ordem bíblica de se abster-se de sangue, e também por não existir qualquer segurança patogênica nesse fluído. Entretanto, as frações ou derivados podem ser aceitas sim, pela segurança na manipulação e´por ser um ótimo veículo para restauração de perda sanguínea.
Sangue de gente não pode… mas derivados bovinos podem rs…
ah… a humanidade… tão esperta rs…
True Blood!
Lá vai então: Uma pessoa dessas devia ter mais cuidado para não se acidentar, já que não pode receber sangue dos outros.
Ela com certeza deve ser Testemunha de Jeová. Antes de bombardearem a página com comentários preconceituosos sobre a religião, procurem saber do que a mesma trata.
OBS.: Não tenho nenhuma religião, porém, sou a favor da liberdade religiosa e respeito os costumes da grande maioria das crenças, assim como respeito o ateísmo também.
Pra quem teve a curiosidade de se perguntar, a religião em si deve ser a “Testemunha de Jeová”…
Muito bom isso..Pra quem quem curte rpg, ficaremos com problemas pra encontrar bolsas de sangue nas nossas crônicas Vampiro…… (piada interna)
Mais um avanço importante.