10 maneiras bizarras pelas quais você está minando sua própria felicidade

Por , em 21.11.2013

Religião, terapia, dietas malucas… A internet está cheia de dicas para a felicidade instantânea e “curas” para a depressão. É como se tudo o que as pessoas precisassem para alcançar o nirvana fosse uma xícara de chá verde. Além do fato de que a depressão é complexa demais para ser tratada com apenas um fator, como obter um novo animal de estimação, a maioria dessas chamadas curas podem estar na verdade tornando as coisas piores. Confira:

10. Sexo

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Ter uma ótima vida sexual deveria ser o bônus da vida. Então, o que esperar do perfil psicológico de um Casanova moderno? Que tal ansiedade e depressão? Um estudo recente com 3.900 estudantes universitários sobre o seu bem-estar mental e sua tendência a saltar na cama com estranhos descobriu níveis elevados de ansiedade, ansiedade social e depressão entre aqueles que frequentemente faziam sexo casual. No entanto, os pesquisadores não determinaram se o sexo causou depressão, ou se a depressão provocou um desejo de perder-se em sexo. Qualquer que seja a maneira de contornar isso, há uma possibilidade muito real de que Hugh Hefner seja o homem mais infeliz da Terra.

9. Riqueza

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Logo depois de “uma vida sexual incrível”, a segunda coisa que a maioria de nós provavelmente desejaria a um gênio da lâmpada é ser absolutamente podre de rico. Afinal de contas, o dinheiro pode não ser capaz de comprar a felicidade, mas com certeza torna a miséria muito mais confortável, não? Não. Todos nós já ouvimos histórias de horror sobre ganhadores de loteria que acabaram totalmente infelizes, mas pesquisas sugerem que mesmo aqueles que começaram ricos são propensos à doença mental. Especificamente, os filhos de pais que ganham mais de 159.000 dólares (cerca de R$ 360.000) por ano são perigosamente propensos a ansiedade, depressão, automutilação e abuso de drogas. Somente as crianças das famílias mais pobres estavam em maior risco do que os Riquinhos. Então, o que está acontecendo? Tudo se resume ao tipo de pessoa que geralmente ganha mais de US$ 150.000 por ano: altamente motivada e impiedosamente contra o fracasso. Em outras palavras, o tipo exato de pessoa suscetível a dar um grande saco de neuroses para os seus filhos de Natal. Toda essa pressão se manifesta em um medo paralisante do fracasso nos pequenos.

8. Vegetarianismo

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A dieta vegetariana geralmente é considerada muito saudável. Ao evitar o excesso de gordura e propriedades cancerígenas da carne, os vegetarianos parecem estar em uma posição ideal para viver vidas longas e felizes, exceto que a ciência sugere o contrário. Um estudo alemão recente analisou a dieta e saúde mental de 4.000 participantes de todas as esferas da vida. Os resultados foram surpreendentes. Os vegetarianos eram mais propensos a sofrer de ansiedade, hipocondria, depressão, e até mesmo dismorfia corporal do que os seus semelhantes comedores de carne. E essa não era apenas uma anomalia estatística leve: vegetarianos tinham duas vezes mais probabilidade de serem doentes mentais que a população em geral, e três vezes mais probabilidade do que os participantes do grupo de controle. Mais uma vez, ninguém tem certeza se o vegetarianismo provoca toda essa miséria, ou se as pessoas miseráveis são apenas mais propensas a abandonar a carne.

7. Abstinência

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Álcool e depressão andam juntos. Além de ser um calmante, nossa droga líquida favorita também é altamente viciante, extremamente prejudicial para o corpo, e socialmente mais prejudicial do que mesmo crack ou heroína. Faz sentido supor, então, que os abstêmios estarão livres da névoa de culpa e miséria que os bebedores são forçados a aguentar todas as manhãs de sábado. Bem, prepare-se para ficar chocado. Um estudo norueguês que comparou hábitos de beber e a saúde mental de 38 mil pessoas descobriu que, embora beber muito correspondesse a altos níveis de ansiedade, o oposto era verdade para a depressão. Os participantes que exercitavam rigoroso autocontrole eram aparentemente menos felizes do que aqueles que acordavam todas as manhãs em uma poça de vômito. A teoria é que aqueles que nunca bebem, mas vivem em países com cultura de consumo alcóolico, são menos propensos a forjar laços sociais fortes com as pessoas do que aqueles que de fato relaxam um pouco com uma cerveja. Nem alcoolismo nem abstinência total parecem uma boa ideia.

6. Religião

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Estamos acostumados a pensar na religião como um grande conforto. Afinal de contas, quando seu cãozinho morre, é melhor pensar que ele vai para o céu, do que pensar que é um corpo frio e sem vida no lixo. Mesmo que ateus gostem de encontrar falhas em todos os seus aspectos, com certeza a religião, pelo menos, tem um efeito bom sobre a felicidade. Ou não. Um estudo publicado no início deste ano com 8.000 pessoas de diferentes religiões, países e origens socioeconômicas que testou sua vulnerabilidade à depressão constatou que, quanto mais fortemente religioso alguém era, mais provável é que tivesse depressão. Ao mesmo tempo, aqueles que abandonaram a religião para se tornar ateus se tornaram mais felizes, e os ateus que se tornaram religiosos ficaram mais tristes. Em quase todos os critérios, os devotos pareceram piores.

5. Esportes

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Exercício físico deveria ter um efeito positivo sobre a saúde, e esportes coletivos são certamente bons para, pelo menos, fazer amigos e se sentir parte de um grupo. Então por que causa depressão? Especificamente, os pesquisadores olharam para a saúde mental de atletas universitários atuais e antigos e descobriram que os que ainda jogavam eram até duas vezes mais propensos a depressão. Em sua hipótese, os pesquisadores afirmaram que esperavam que as ex-estrelas, agora privadas de seus companheiros, treinadores e emoção do jogo, tivessem mais depressão. Mas, como as crianças ricas, é provável que o resultado encontrado seja devido aos atletas universitários estarem sob maior pressão. Além de ter que estudar, eles também têm que jogar bem e alcançar seus objetivos próprios, e tudo isso pode causar um grande estresse.

4. Compras

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Muitos concordariam que a melhor maneira de relaxar de uma semana estressante é ir às compras. No entanto, o capitalismo está na verdade lhe deixando miserável. Um estudo recente realizado na Holanda seguiu 2.500 pessoas para avaliar os seus hábitos de compras e felicidade. Eles descobriram que as pessoas materialistas eram mais propensas a ser solitárias, o que também as tornava mais deprimidas. O problema se resume a nossa cultura do consumismo. Graças a décadas de publicidade, somos ensinados a associar certos valores com determinados produtos. Quando não podemos pagar por um desses itens ou temos que gastar mais do que deveríamos para obtê-lo, isso nos deixa ansiosos e isolados.

3. TV

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Um estudo da Universidade de Maryland (EUA) sobre a felicidade tentou descobrir os hábitos mais comuns das pessoas que se dizem muito felizes e infelizes. O resultado? Pessoas infelizes assistem mais televisão. As que disseram ser “muito felizes” eram propensas a gastar mais tempo lendo e socializando. Os pesquisadores analisaram 30 anos de informações e chegaram à conclusão de que assistir televisão pode ajudar na felicidade momentânea, mas tem menos efeitos positivos mais tarde na vida. Isso porque assistir TV é uma atividade viciante, que como tal produz prazer momentâneo e infelicidade a longo prazo. Para pessoas menos sociáveis, a TV é a droga da vez.

2. Música

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Não é incomum ouvir críticos musicais nostálgicos falando sobre uma música ou o álbum “que salvou sua vida”. É um sentimento que todos podem entender – aquele momento em que você ouve um trecho de uma música e se identifica. Portanto, pode ser chocante para alguns que ouvir música aparentemente torna as pessoas mais propensas à depressão. Em 2011, um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) categorizou adolescentes pela quantidade de tempo que passaram ouvindo música e comparou seu bem-estar mental. Eles descobriram que, para cada aumento do nível de audição, o risco de depressão aumentou 80%. Isso é quase o efeito oposto que a leitura teve, com adolescentes sendo 50% menos infelizes quanto mais liam. A música foi o passatempo mais ligado à depressão, batendo até mesmo a TV. Por quê? Não sabemos ainda. Talvez a música moderna seja consistentemente miserável, ou talvez adolescentes deprimidos sejam mais propensos a tentar escapar através da música. Tudo o que podemos dizer com certeza é que o cara ouvindo funk no ônibus é provavelmente mais deprimido do que a menina sentada ao lado dele lendo Franz Kafka.

1. Redes sociais

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Você é o tipo de pessoa que vai terminar de ler este artigo e deixar um comentário? Temos más notícias: você é objetivamente mais propenso a ser solitário. Um estudo recente analisou o uso da internet de pessoas deprimidas e não deprimidas, e descobriu que as infelizes usam a internet de forma diferente. Especificamente, são mais propensas a se envolver em interações como compartilhar fotos, músicas e opiniões através do Facebook, salas de chat e fóruns. As pessoas saudáveis eram menos propensas a verificar obsessivamente seu e-mail, passar o tempo em redes sociais, e sentar-se até tarde da noite lendo artigos. Esta descoberta vai contra tudo o que pensamos saber sobre a internet. A interação em redes sociais deveria fazer-nos sentir menos solitários e mais conectados, daí o motivo pelo qual todos parecem ter mais amigos no Facebook do que há pessoas no planeta. No entanto, um grande corpo de pesquisa sugere que esse ponto de vista é desatualizado. O segredo da felicidade na internet é simplesmente ignorar todos os idiotas furiosos da web e seguir com sua própria vida. [TheListverse]

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66 comentários

  • Daniel Machado:

    Da onde é que tiram essas pesquisas ??? Vegetarianismo e Religião agora são ruins???Por favor,cada vez mais eu me pergunto porque eu curto essa pagina,tem muita coisa legal,mas tem cada besteira!

    • Cesar Grossmann:

      Correlação não implica causação.

    • Cristiano Ramos:

      Sim, no caso do Vegetarianismo, é pq o corpo não absorve tipos de proteinas que ajudariam a enriquecer o cerebro, causando fadiga

    • Cristiano Ramos:

      A religião prende a mente do ser em uma ilusão onde a mesma não cria uma vida achando que tudo pode ser pecado, assim fica presa a algo.

  • Addy Holder:

    No tópico sobre vegetarianismo, acho que as pessoas mais sensiveis (miseráveis?) são apenas mais propensas a abandonar a carne e, por isso, o resultado das pesquisas. Talvez esse seja o mesmo motivo no caso dos religiosos que em sua maioria buscam na religião uma ajuda por ja terem pré-disposição à depressão. Dizer que a religião vai necessariamente curar a depressão, acho que não, mas creio que serve como um apoio para que dentro da esperança consigam administrar essa doença. De qualquer forma, caso não se tornassem religiosos, seriam depressivos do mesmo jeito.

  • Cesar Grossmann:

    Clicando na referência do artigo, a gente chega a um artigo do Huffington Post, que trata de um estudo relacionando religião e depressão. O estudo acompanhou pessoas durante um ano e chegou à conclusão que “a Religião, e mais, a espiritualidade sem um compromisso a uma religião formal, parece não ser útil para proteger as pessoas de uma baixa no humor, e podem estar até mesmo conectadas com mais depressão”.

    o artigo do HP não tem link para o artigo científico, mas cita seu título, ipsis litteris: “Spiritual and religious beliefs as risk factors for the onset of major depression: an international cohort study”. Usando o Google, a gente chega ao artigo original:

    http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23360581

    Spiritual and religious beliefs as risk factors for the onset of major depression: an international cohort study.
    Leurent B, Nazareth I, Bellón-Saameño J, Geerlings MI, Maaroos H, Saldivia S, Svab I, Torres-González F, Xavier M, King M.
    Source
    Mental Health Sciences Unit, Faculty of Brain Sciences, University College London Medical School, UK.

    O texto do trabalho completo pode ser adquirido aqui, pela módica quantia de US$45,00:

    http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?fromPage=online&aid=8988733

    • pmahrs:

      Ainda não está muito longe de ilustrações de Lair Ribeiro. Falam de religiosos que passaram a ateus e vice-versa, pessoas que já não estavam muito bem definidas e felizes e é obvio que ateísmo é mais confortável para a consciência de quem era religioso e religião gera mais atenção e observância de quem era ateu; e pobres que são maioria tem vários outros motivos para sofrer desde doenças a tragédias familiares e se não fosse a fé se matariam aos milhares. Mas falta ver sobre a diferença entre religiosos que continuam religiosos e ateus que continuam ateus:

      Fontes American Journal of public Health. Institute Gallup (USA) University of British Columbia (Canada)University Yeshiva (USA)University of Pennsylvania (USA)Laurentian University (Canada)Pew Research Center (usa)Social Capital Community Benchmark Survey (usa)Bowling Green State University “BGSU” (USA)American Psychological Association “APA” (USA)National Institute on Drug Abuse
      “NIDA” (USA)

      Numa pesquisa com americanos que é um povo relativamente bem desenvolvido, poucos problemas familiares comuns em países mais pobres e vítimas de radicais religiosos ultrapassados, mostrou que Céticos 26% se disseram muito felizes; religiosos 43%. Em média pessoas com alguma fé, 3 vezes mais disseram procurar ver o lado bom de tudo. Mulheres com alguma fé depois da menopausa 56% tem uma visão mais positiva da vida. Além de crentes terem maior renda;2 a 3 vezes mais participação da vida pública; 2 vezes mais propício a doações e trabalhos voluntários, 47% menos de risco de suicídio, 85% menos chances de se tornarem fumantes. Adultos que não acham religião importante consomem 50% mais álcool e usam de 4 a 6 vezes mais drogas ilegais. Óbvio que aqui não é necessário explicar que são apenas estatísticas e há muitos ateus que tem as vantagens, religiosos que tem os defeitos e vice-versa e nem que isto não avaliza a existência de um criador, tratasse apenas do efeito da fé que contraria a pesquisa citada anteriormente. Qual cientistas e pesquisadores estão certos? Não sou eu que vou saber

    • Cesar Grossmann:

      é obvio que ateísmo é mais confortável para a consciência de quem era religioso e religião gera mais atenção e observância de quem era ateu

      A falácia de que os ateus são imorais e antiéticos, aqui?

    • pmahrs:

      Não, não só alguns, precisam deste refúgio. Alias pouquíssimos.Hoje a maioria deles não toleraria experiências cruéis em judeus.

  • Meire Helena:

    E isso aqui???
    “Você é o tipo de pessoa que vai terminar de ler este artigo e deixar um comentário? Temos más notícias: você é objetivamente mais propenso a ser solitário.”
    Aff… É triste… Deprimente. Acho q o(a) autor(a) desse artigo deveria tentar se posicionar melhor pra não perder seus leitores. Esse site já não está mais entre os que serão visitados por mim.
    (E só pra constar, sou casada, não sou solitária, e graças a Deus tenho uma família linda e um marido excelente).

    • Cristiano Ramos:

      Ela não disse em um geral, mas se vc observasse mais ao redor em vez da tela do celular, vc perceberia que é totalmente verdade isso.

  • Meire Helena:

    Este artigo é totalmente insano, sem nexo e de nenhuma “ajuda”…

  • Nando Biscardi:

    Você como jornalista podia ter citado as fontes.Sem elas a reportagem perde completamente sua relevância.Alem do mais,há de se considerar a qualidade das fontes.

    abração

    • Camilla Savicius:

      Ela citou a fonte, lá no final (http://listverse.com/2013/11/20/10-bizarre-ways-youre-making-yourself-miserable/). É apenas uma tradução do artigo desse site.

    • Beto Caldas:

      Vocês 9 que curtiram isso até o momento, como bons leitores deveriam ler a matéria até o fim.

    • pmahrs:

      Concordo que seria ótimo citar a fonte desta pesquisa com oito mil persoas. Só achei citações de “um estudo” mas sem citar fontes.

    • pmahrs:

      Errata leia se “pessoas”

  • pmahrs:

    Como eu já disse eu não sei nada com propriedade, o que supostamente “sei” ou melhor, “acredito” é o que cientistas falam e alguns têm opiniões diferente; já que pessoas muito mais inteligentes que eu se contradizem e apresenta bons argumentos, obviamente a minha tendência é mais optar pelo que tenho pré-concebido devido minha cultura, formação familiar e modo pessoal de ver o mundo. Sobre religião uma revista importante e muito lida no Brasil, na sua edição deste mês (Nov) fala coisas completamente diferente do citado nesta matéria e cita trabalhos de cientistas. Com o Título “Fé faz Bem” e subtítulo “É a ciência que está dizendo: Quem crê em algo acima de si vive mais, ganha melhor e é mais feliz” e apresenta vários dados estatísticos. Porém ressalta que não necessariamente precisa ser religioso para se beneficiar do mesmo efeito.

    • pmahrs:

      Depois de séculos de perseguição e execuções cruéis contra cristãos, até o cristianismo deixar de ser ilegal; os erros após este período foram de homens, reis, imperadores, políticos e senhores e aventureiros em busca de riquezas rotas, territórios, especiarias e usavam textos escolhidos a dedo para motivar soldados e povos que mal sabiam ler e interpretar a bíblia sem ajuda de um líder que poderia lhe cortar a cabeça se questionasse como ocorre até hoje em algumas religiões ultrapassadas em lugares mais pobres em nome de ditadores e poderosos exploradores que não estão nem ai com Deus.

      O novo testamento, quem leu sabe que em momento algum sugere uso da força, morte ou guerra em nome de um Deus ou líder religioso e muito pelo contrário prega a paz, perdão e tolerância mesmo a inimigos; e seus principais fundadores e articuladores deram o exemplo na prática (segundo descrito) sendo executados passivamente sem reagir, sem amaldiçoar e sem incitar revoltas, embora ainda pouco para provar que Deus existe, mas o elemento circunstancial de que um texto escrito a quase 2000 anos atrás, só por inspiração humana, ainda mesmo que fictício e simbólico teria muitas chances de justificar guerras, mortes e vingança em nome de um Deus ou Líder.

  • Kherryna:

    “quando seu cãozinho morre, é melhor pensar que ele vai para o céu, do que pensar que é um corpo frio e sem vida no lixo”

    LIXO??
    Que tipo de gente joga seu bicho de estimação no lixo depois que morre???
    Todos os meus animais foram enterrados de forma digna!!!
    Eu heim…¬¬

    • pmahrs:

      É um velho truque persuasão “comparação com ridicularizando” distanciando extremos. “Cãozinho para o céu” x “corpo frio no lixo” obviamente se evitou usar a palavra “filho”, porque muita gente já passou por isto e de fato seria ofensivo até para ateus, ao menos os que não costumam desfazer de cãozinhos mortos sem nenhuma emoção como se fosse tubo de gel dental vazio. É uma persuasão inteligente, mas funciona bem par, crianças, adolescentes e adultos sem discernimento próprio.

  • Ana Rita Pedroza:

    A matéria é legal, mas os estudos citados Não deveriam ser levados em conta, uma vez que o grupo/amostra de pessoas estudadas são sempre muito específicos. Ex. Atletas q competem com certeza sofrem muita pressão e podem ser mais depressivos por isso, mas isso Não quer dizer q quem pratica esportes sem compromisso tenha propensão à depressão. E os outros exemplos também são falhos.

    • Beto Caldas:

      Quem pratica esporte no fim de semana por diversão não é atleta. Como tu mesma falou a pesquisa restringiu o grupo de pessoas, o q quer dizer q as estatísticas não são favoráveis para aqueles grupos.

  • MTulio:

    Isso tudo quer dizer que para ser feliz não é necessário radicalizar, ou seja, ser ateu/religioso, ser vegetariano/carnívoro, etc., mas que devemos ter equilíbrio, quem vive em equilíbrio, vive sereno, confiante e feliz. A vida vai oferecer novas experiências viciantes, felizes e danosas, e o homem equilibrado assumirá o controle em todas as situações.

    • Je:

      É isso aí M Tulio, e digo mais além de equilibrado, flexível e de caráter são as probabilidades de uma humanidade mais justa.
      O interessante é que a sociedade se alto consome, ou seja, se corrói por si só.

    • pmahrs:

      Tentar ser feliz com a própria religiosidade ou ateísmo ou qualquer outro adjetivo tudo bem. O problema é quando para ser feliz depende de religiosidade, ateísmo, inteligência ou ignorância de outros. Minha mente só pode mandar em meus sentimentos e ainda assim nem sempre. Na verdade o que somos não é reflexo de como nos vemos ou o que achamos de nós e sim de como vemos e o que achamos dos outros.

    • Felipe_2:

      É isso aí.

    • Felipe_2:

      O segredo para a felicidade é a moderação, sentir os prazeres da vida sem abusar deles.

  • ediwanuerj .:

    Propaganda ateísta detectada.

    • Beto Caldas:

      crentelho detectado

    • ediwanuerj .:

      discutamos ideias, e não pessoas. Respeitemo-nos e discordemos em paz e em espírito de camaradagem.

  • engvictorh_10:

    “Ao mesmo tempo, aqueles que abandonaram a religião para se tornar ateus se tornaram mais felizes, e os ateus que se tornaram religiosos ficaram mais tristes. Em quase todos os critérios, os devotos pareceram piores.”
    Caramba, hem Hypescience. Que frase tendenciosa..

    Para mim, a maneira bizarra número 1 de minar a felicidade, é de em tudo na vida, se basear em ‘segundo estudos feitos’.
    triste..

    • Beto Caldas:

      a ainda bem q a ciência discorda de vc.

    • ediwanuerj .:

      A ciência não discorda. Ela só investiga. A ciência NÃO PODE bater o martelo, ou descambará para o campo da fé.

  • pmahrs:

    O dinheiro de fato não traz felicidade, só ajuda procurar nos melhores lugares. O sexo ajuda a procurar com boa companhia. Boa alimentação ajuda a busca com boa saúde e disposição. Compras inteligentes ajudam a ir com boa aparência e equipado. Bebida moderada nos leva com bons amigos, TVs, rede social e música são só apetrechos, a não ser quem vive disto não leva muito longe. Uma famosa revista Brasileira neste mês diz coisas diferentes sobre religiões citando pesquisas baseadas em métodos matemáticos. Mas minha opinião querer ser feliz plenamente é uma baita frescura e depressão se não for desequilíbrios orgânicos, hormonais é idiotice. De fato para se tornar ateu fundamentalista daqueles que chega a odiar Deus como se contraditoriamente achassem que ele existe, precisa de alguma influência desde criança ou adolescente ingênuo e induzível e só mostrando os fatos que justificam a sua teoria e sonegando outros para provocar estados mentais induzindo conclusões e não deixando o analise consciente. Nada de errado em ser ateu, muitos são inteligentes e não têm nenhum preconceito, mas odiar, xingar e discriminar querendo que todos concordem com eles ou então lançam rotulações para desqualificar, com certeza não tem nada de racional e de discernimento próprio.

  • pmahrs:

    O dinheiro de fato não traz felicidade só ajuda procurar nos melhores lugares, o sexo ajuda a procurar com boa companhia; boa alimentação ajuda a busca com boa saúde e disposição; compras inteligentes ajuda a ir com boa aparência e equipado bebida moderada com bons amigos, TVs, rede social e música são só no intervalo, a não ser quem vive disto ela não muito longe. Uma famosa revista Brasileira neste mês diz coisas diferentes sobre religiões citando pesquisas baseadas em métodos matemáticos. Mas para mim querer ser feliz plenamente é uma baita frescura e depressão se não for desequilíbrios orgânicos e hormonais ou momento casual é idiotice. De fato para se tornar ateu fundamentalista daqueles que chega a odiar Deus como se contraditoriamente achassem que ele existe, precisa de alguma influência desde criança ou adolescente ingênuo e induzível o que ocorre normalmente em escolas e só mostrando os fatos que justifica a sua teoria e sonegando outros para provocar estados mentais induzindo conclusões e não deixando o analise consciente. Nada de errado em ser ateu, muitos são inteligentes e não tem nenhum preconceito, mas odiar, xingar e discriminar querendo que todos concordem com eles ou então rotulam e desqualificam, com certeza não tem nada de racional e de discernimento próprio.

    • pmahrs:

      Cancela esta 2° que acidentalmente entrou

  • Edmilson Marques:

    Toda a depressão vem de origem natural,quando nos propomos a crê no que o próprio HOMEM nos mostra como verdade trazida por ele mesmo,por isso temos pequenos momentos de entusiasmo quando realizamos algo de bom,como acertar na loteria ou ganhar uma joia de grande valor material.Pois felicidade é algo Divino só Deus pode nos dar!

  • Píi Eu:

    Complicado essas analises, por mais que no link hajam fontes, sempre que falamos em depressão, acho que não é fácil isolar um único fator ou balancear a influencia de cada um deles… vivemos num mundo depressivo, porque o sistema atual sócio-econômico, assim como nossos conjuntos de valores, não dão o suporte necessário a vida saudável e prospera.
    Em relação ao vegetarianismo, eu acho que realmente é interessante que hajam estudos mais a fundo, já que nosso corpo foi projetado biologicamente para o consumo de carne, então os efeitos do não consumo podem ser mais complexos do que aparentam.

    • pmahrs:

      Para uma pessoa ser vegetariana não acarreta mal algum se feito com bom acompanhamento e substituições nas quantidades correta, mas para a humanidade em si tenho dúvidas após varias gerações de vegetarianos se reproduzindo só entre eles. Alguns cientista afirmam com nosso cérebro se desenvolveu graças a comer carne e principalmente depois do domínio do fogo com o hábito de cozer e assar que permitiu menor maxilar, dentes e músculos sobrando mais espaço no cérebro e um aparelho digestivo bem menor gastando menos tempo e energia na digestão mastigação dedicado a mastigação e busca por alimentos.

    • ediwanuerj .:

      mas e o sofrimento infligido às nossas irmãs plantas? 60 por cento do DNA humano é igual ao da cebola, e a acácia avisa às outras por sinais químicos que está sendo atacada, para que as outras se tornem tóxicas. Como poderemos dizer que uma planta não sente, não sofre? Só porque é um pouco diferente de nós?

      Bem, é por isso que eu assumo o meu lugar de predador no topo da cadeia alimentar e continuo comendo carne e vegetais, pois, senão algo vivo, o que é que eu vou comer???

  • Flávio Rosa:

    Meio pessimista né?! shuiahishiuas

  • Merit Amom:

    não entendi a relação entre vegetarianismo/felicidade/miséria.
    explique melhor.

    • pmahrs:

      Alguns dizem que certos alimentos vegetais promoveriam melhor equilíbrio orgânico e hormonal que diminuiria as chances de estar mais sujeita ao stress, mas sairia muito caro para equilibrar as proteínas e todos nutrientes só com vegetais o que em mim por exemplo causaria mais depressão ainda.

  • Leonardo Wambier:

    Talvez os vegetarianos fiquem deprimidos por ter que habitar um planeta cheio de humanos comedores de cadáver. Com relação à música, o fenômeno certamente está associado à qualidade da música que os adolescentes ouvem. Não há como ouvir Justin Bieber, por exemplo, sem ficar, no mínimo, deprimido…

    • ediwanuerj .:

      eles comem cadáveres de plantas…

  • Leo Silva:

    Minha nossa, eu sou feliz e nem sabia, uma vez que sou pobre e quase não pego ninguém, não sou vegetariano e consumo álcool apenas moderadamente, não sou religioso e nem pratico esportes, não tenho dinheiro para fazer compras, não ouço músicas com frequência e estou fora das redes sociais! Só a TV que me domina.

  • GGMAZ:

    Tenho 65 anos. Hj. as fonte de lazer são tantas(internet, celular, TV, ouvir música, ir as compras, pensar no carro novo ou no seu novo note ou ultrabook,tablet ,smartphone, ir à igreja(quando religioso), etc.etc.etc. que você fica louco, não sabe em que ir primeiro. Talvez seja esse motivo de tanto stress, ou depressão ou felicidade ou infelicidade. Tudo depende de nossas escolhas. Está tudo na nossa cabeça.

  • junior .:

    Este é provavelmente o pior artigo que já li em toda a minha vida. Sem qualquer sentido e contra todos os fatos. Nem acredito que tenha sido publicado aqui.

  • Angelo Di Santo Neto:

    Não gostei, ja encontrei inumeros: religiosos, abstemios, vegetarianos, epsortistas e musicistas muito felizes. BEM MAIS felizes que os opostos a uma vida com esses habitos.

  • Paulo Rosas Moreira:

    A pesquisa publicada pela HypeScience, sobre RELIGIÃO, merece a atenção de todos, religiosos ou não. Então,não percam. E ainda há muitas outras coisas muito interessantes.
    O tema é: 10 MANEIRAS BIZARRAS PELAS QUAIS, VOCÊ ESTÁ MINANDO SUA FELICIDADE.

  • engvictorh_10:

    “Ao mesmo tempo, aqueles que abandonaram a religião para se tornar ateus se tornaram mais felizes, e os ateus que se tornaram religiosos ficaram mais tristes. Em quase todos os critérios, os devotos pareceram piores.”
    Caramba, hem Hypescience. Que frase tendenciosa..

    Para mim, a maneira bizarra número 1 de minar a felicidade, é de em tudo na vida, se basear em ‘segundo estudos feitos’.

  • Gustavo Ribeiro:

    Sim, a lista é bem interessante mesmo. Mas eu procurei no link original para ver as fontes destas pesquisas pois eu me incomodo muito com “um estudo feito em tal lugar”, sem referência à publicação em sí… Enfim, nada de referências, logo tenho 50% de confiança nesse texto.

  • JOTAGAR:

    Resumindo: Vamos todos virar ateus e viver felizes para sempre!
    Já correndo comprar meu exemplar de Deus, um delírio.

    • Yaba Bali:

      como já sou ateu e não vejo TV, vou me sacrificar e assumir o posto de Hugh Hefner para equilibrar meu grau de infelicidade d:D)

    • Cesar Grossmann:

      Não acredito que alguém consiga se tornar ateu por opção consciente, de um belo dia chegar e dizer “de agora em diante vou me tornar ateu, não acredito mais em nada do que eu acreditava há 10 minutos”. Tanto quanto não acredito que um ateu passe a se tornar religioso também por vontade própria.

      Assim, você pode comprar “Deus: Um Delírio”, que isto vai te tornar tão ateu quanto a Bíblia.

    • PHAS:

      A Bíblia, com todas as suas atrocidades, misoginia, sectarismo, escravidão e discrepâncias gritantes, também não passa de um delírio, Cesar, e tal qual o livro de Dawkins, tem um enorme potencial de transformar um teísta inteligente em um ateísta.

    • Thiago Silva:

      Ateus são convencidos disso ao longo do tempo.
      Religiosos herdam durante gerações os seus dogmas.

      Ninguém deixa de acreditar em algo que seguia cegamente da noite pro dia, isso é algo muito delicado e requer muita reflexão.

    • Hercules Lima:

      Não entendi seu argumento, Cesar Grossmann. Já li a toda Bíblia mais de 8 vezes e não vi nenhum motivo nela para me tornar ateu. Muito pelo contrário. Ela me ensinou e deu muitas orientações importantíssimas para se alcançar a felicidade. Hoje, posso dizer sem mentir, que sou muito mais feliz do que quando não conhecia Deus através da Bíblia.

    • pmahrs:

      Cesar Grossmann. Primeiramente, parabéns hoje 23/11 é dia do engenheiro eletricista.

      Você disse bem, ninguém fica ateu conscientemente, normalmente são induzidos por alguém que tem certa influência por ser mais velho, inteligente ou certa dependência intelectual devido a profissão usando a mesma técnica em qualquer persuasão negativa, ou seja, salientando só os pontos negativos, erros de alguns ou de séculos atrás e ridicularizando para gerar estados emocionais e não a razão. Mas discordo com relação a ateus, estes passarem a religioso só pode ser por vontade própria por que neste caso normalmente não são mais crianças ou adolescentes ingênuos e induzíveis.

    • Edir Marcelo Zucolli:

      Jogatar, a existência ou inexistência de Deus é algo que demanda e ainda demandará intermináveis debates religiosos, filosóficos e científicos. Certo é que se Deus não se manifesta de modo inequívoco e sobrenatural, de duas uma: ou não existe ou não o quer. Quanto à inclinação de acreditar ou não em Deus, cabe a seguinte observação: Todos somos ateus na primeira infância, quase todos são teístas na segunda e daí, com o aculturamento, passamos a manifestar determinada tendência conforme a nossa experiência individual; quantidade, viés e qualidade da informação adquirida e disposição mental nata, mas não percebida anteriormente. Isto significa que, mesmo se houver abundante evidência da existência de Deus, muitos jamais deixarão de ser ateus e, embora não haja no mundo físico provas diretas da Sua existência, muitos jamais deixarão de acreditar Nele. Richard Dawkins e seus livros são parte determinante deste processo no caso de alguns; para mim e talvez para ti são nulos.

    • Beto Caldas:

      não precisei nem ler, bastou me colocarem no catecismo, quando tinha meus 8 anos, no horário q passava DragonBall no sábado animado pra eu nunca mais querer saber de religião.

    • Cesar Grossmann:

      pmahrs, você acha mesmo que para alguém se tornar ateu basta que sejam “induzidos por alguém que tem certa influência por ser mais velho, inteligente ou certa dependência intelectual devido a profissão usando a mesma técnica em qualquer persuasão negativa, ou seja, salientando só os pontos negativos, erros de alguns ou de séculos atrás e ridicularizando para gerar estados emocionais e não a razão”? E quem não teve este “maléfico ateu em posição de poder” e mesmo assim se tornou ateu?

      E continuo achando que você não decide se tornar ateu ou religioso. Não é um ato de volição pura, é preciso um rompimento de algum tipo.

    • pmahrs:

      Ah!! Uma revolução ou evolução, que bonitinho!!!. Mas não acho que todos que se tornam ateus são assim não, conforme está claro no texto, somente os induzíveis sem discernimento próprio.

    • Cesar Grossmann:

      Preconceito seu contra ateus.

    • pmahrs:

      Conheço pessoalmente uns 3 e bebemos juntos, mas nenhum destes usam termos de baixo nível e comparações difamatórias e injuriosas e costumam ir em casamentos em qualquer religião quando convidados e respeitam a opção alheia; alias!! Porque ter ódio de Deus se ele supostamente não existe? Parece Dom Quixote e ciência também vira religião para alguns. De qualquer forma você fez bem seu trabalho denegrindo cientistas sérios e desvirtuando a ciência ao uso simples para provar que Deus não existe ou usando como instrumento de preconceito e incitação contra quem não pode fazer nada de prático contra ou invalidar trabalhos científicos. (me refiro só aos preconceituosos) As ciências, filosofias e religiões ainda estão longe de chegar a Deus, precisam avançar muito ainda; nós só pegamos um atalho intuitivo como um rompimento ao delineado pelas aparências e convenções de intelectuais e sem exigir provas ou evidências imediatas, vamos dizer assim; um dia quando a ciências ter condições, conhecimentos e instrumentos ela explicará melhor esta teoria. Graças até pior, que perseguiam e matavam das formas mais cruéis os cristãos por séculos que o cristianismo existe até hoje. Cristo sabia bem o que dizia, “perdoar e tolerar até inimigos e desafetos”

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