6 coisas “banais” que ficam impressionantes em câmera lenta

Por , em 1.08.2013

Molas flutuantes, pipoca “alienígena”, raios que brotam da terra… Acredite se quiser, essas coisas acontecem no dia-a-dia, mas só são devidamente apreciadas quando vistas em câmera lenta.

6. A mola que “flutua”


Quem foi criança durante os anos 1990 provavelmente brincou com aquelas molas de plástico coloridas que passavam de uma mão para outra ou desciam escadas degrau por degrau. Por trás dessa diversão havia uma boa dose de ciência (mais especificamente de física).

Se você esticar uma mola dessas e soltá-la no ar, a base dela vai ficar parada por uma fração de segundo antes de começar a cair, enquanto o resto cai rapidamente. Isso acontece porque a tensão na mola puxa o topo para baixo e, ao mesmo tempo, puxa a base para cima, até que a gravidade venha e acabe com a festa.

5. Um isqueiro e mini-fogos-de-artifício



Fumantes não costumam prestar muita atenção nas faíscas que o isqueiro solta antes de a chama acender – afinal, o que interessa é o fogo, e o pequeno espetáculo só fica atrativo em câmera lenta.

Quando você aperta o botão, o atrito entre duas peças do isqueiro lança no ar pequenas gotas de aço derretido; o calor gerado pelo atrito também faz com que parte do fluido dentro do isqueiro evapore. Em instantes, essa mistura entra em contato com o ar e produz a chama.

4. Os momentos finais de um balão


Quando você estoura um balão, o efeito é tão rápido que ele parece simplesmente sumir. Em uma filmagem de 2,7 mil quadros por segundo, porém, é possível ver o que realmente acontece quando o balão já não é capaz de conter as moléculas de ar em seu interior.

A explosão, inclusive, muda de acordo com a maneira como o balão se rompe: se for perfurado em um ponto específico, ele rasga a partir desse ponto; se for assoprado além do limite, ele se rompe em várias direções.

Se você não se impressionou, veja o que acontece quando um balão cheio de hidrogênio é estourado com uma chama.

3. Raios da terra para o céu



Ao contrário do que muita gente pensa, um raio pode se propagar tanto de cima para baixo como de baixo para cima – embora o primeiro caso seja mais comum. De qualquer forma, você realmente não gostaria de ser atingido por esse imponente e assustador fenômeno da natureza.

2. O nascimento de uma pipoca

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Dentro de um grão de milho existe uma pequena quantidade de amido e de água. Quando aquecida, essa água evapora e, sem ter para onde ir, rompe a casca. Nesse processo, o amido (que serviria para alimentar a semente) vira uma espécie de gelatina, que esfria e se transforma na parte branca da pipoca.

Curiosidade: o site da NASA tem há 10 anos uma seção que fala especificamente sobre pipoca.

1. Luz em movimento



Se você acha que é impossível registrar o movimento de um feixe de luz, nós não o culpamos. Afinal, a luz pode atingir 300 mil km/s. Sem desanimar com isso, porém, cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts – EUA) deram um jeito: eles usaram 500 sensores para capturar, a um intervalo de 1 trilionésimo de segundo, um feixe de luz percorrendo uma garrafa de Coca-cola; depois, juntaram as fotos em um vídeo, para a surpresa daqueles que duvidaram do poder da ciência – e da criatividade humana. [Cracked.com, NASA]

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