Armas laser gigantes: Marinha dos EUA está pronta para usar

Por , em 20.02.2014

Algumas das armas laser futurísticas da Marinha dos Estados Unidos parecem saídas de um filme “Star Wars”, como os lasers projetados para derrubar drones (aviões não tripulados), e armas elétricas que disparam projéteis a velocidades hipersônicas.

Exceto que estas armas estão sendo colocadas em ação atualmente. O primeiro laser da Marinha deve ser posto em um navio mais para o fim do ano, e também deve ser testado o primeiro protótipo de uma arma eletromagnética nos próximos dois anos.

Marinha dos EUA está pronta para usar armas laser

Os figurões da Marinha comemoram a economia que representará estes armamentos. Os dois custam centavos se comparados com mísseis e bombas inteligentes, e podem ser disparados continuamente, diferente dos mísseis e bombas, que tem que ser substituídos.
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Segundo o Capitão Mike Ziv, gerente de programa para sistemas de armas de energia dirigida e elétrica do Naval Sea Systems Command, estas armas vão mudar a forma de lutar da Marinha.

O protótipo de arma laser, por exemplo, evoluiu ao ponto de poder ser instalado no USS Ponce no meio do ano, e ser operado por um único marinheiro. Ele foi projetado para atacar o que a Marinha chama de “ameaças assimétricas”, como drones aéreos, lanchas e grupos de lanchas, todos ameaças potenciais no Golfo Pérsico, para onde o Ponce deve ser enviado.

As armas eletromagnéticas, testadas apenas em terra, disparam projéteis a seis ou sete vezes a velocidade do som, on suficiente para causar danos severos. A Marinha espera substituir ou suplementar as armas antigas, para disparar projéteis letais a longas distâncias.

Mas os dois sistemas também têm seus pontos fracos. Os lasers tendem a perder a efetividade quando está chovendo, se há poeira no ar, ou se há turbulência na atmosfera. E as armas exigem quantias enormes de energia elétrica para disparar seus projéteis.

Ainda assim, os dois sistemas, mesmo com seus problemas, estão sendo implementados por causa do baixo custo.

Cada míssil de interceptação custa pelo menos US$1 milhão (cerca de R$ 2 mi), o que torna caro proteger um navio em águas hostis nas quais um inimigo esteja usando aeronaves, drones, artilharia, e mísseis cruise.

Já os custos de um tiro de laser de 30 kw, e talvez 90 kw no futuro, é de alguns poucos dólares. O disparo deve queimar o alvo ou danificar componentes eletrônicos sensíveis, e é invisível ao olho humano. [PhysOrg]

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5 comentários

  • Michel Kanemaru:

    KKKKK só ainda estou tentando descobrir quem são os inimigos altamente tecnológicos KKK

  • Dre1992:

    Eu fico triste em pensar que a humanidade gasta tanto tempo (não falarei do dinheiro por que é algo que o ser humano criou para dar valor a coisas) em armas e destruição, ao invés de utilizar o maravilhoso “invento” da natureza, a inteligencia, para algo mais produtivo, como salvar o planeta de tantas formas que precisa ser salvo.

    Mas… é interessante e desperta minha curiosidade sobre a tecnologia que dispomos atualmente.

    • Alex Montibeller:

      Não se esqueça que foi graças as guerras que temos vários produtos maravilhosos hoje em dia, incluindo a internet.

  • Fobias Fobos:

    As invenções e as concepções de Nícola Tesla sendo utilizadas 80 anos depois…
    Os EUA é o país que possibilitou e oportunizou as maiores realizações da ciência moderna.
    Einstein, Von Braun, Openheimer, Tesla, entre outros, encontraram solo fértil na grande nação americana.
    Afinal de contas, quem resiste ao “canhonaço de 1 milhão de dólares”, jargão atribuído ao Gal. George Marshall.

    • Marcelo Ribeiro:

      No final da vida Tesla estava falido e falastrão. Fez diversas afirmações fantásticas nenhuma das quais provou. É claro que a culpa por ele ter morrido pobre foi de Edison.

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