Religião torna as pessoas ‘boas’, mas os descrentes também podem ser gentis

Por , em 2.10.2008

Acreditar em Deus encoraja as pessoas a serem colaboradoras, honestas e generosas, mas apenas sob certas condições psicológicas, de acordo com pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, que analisaram as últimas três décadas de pesquisas em ciência social.

Pessoas religiosas tem mais chance do que as não-religiosas de exibirem comportamento pró-social – atos que beneficiam outros a um custo pessoal – quando isso melhora a reputação dos indivíduos ou quando pensamentos religiosos são recém ativados na mente da pessoa.

Um dos dois artigos publicados também explora sobre como a religião, ao encorajar a cooperação, tornou-se um fator que fez possível o surgimento de sociedades grandes e estáveis compostas por pessoas não relacionadas geneticamente.

Até o momento, segundo os pesquisadores, o debate público sobre se a religião realmente encoraja a cooperação e a confiança havia sido baseado apenas em especulações. “Nós queríamos olhar para evidências científicas sólidas”, disse a professora Ara Norenzayan and Azim Shariff, do departamento de psicologia da universidade.

A investigação encontrou resultados complementares entre as disciplinas investigadas:

  • Os dados empíricos da antropologia sugerem que há mais cooperação entre sociedades religiosas do que naquelas que não o são.
  • Experimentos econômicos indicam que a religiosidade aumenta os níveis de confiança entre os participantes.
  • Experimentos psicológicos mostraram que pensar sobre um Deus onisciente e com preocupações morais reduzia os níveis de trapaça e comportamentos egoístas.

Ara disse que “uma razão para que hoje tenhamos grandes sociedades cooperativas vindas de alguns aspectos da religião – como terceirizar o caro dever do policiamento social a Deuses poderosos – permitiu que as sociedades trabalhassem de maneira mais cooperativa no passado”.

Entre muitas culturas através das eras, os autores observaram, a noção de um “Grande Deus” todo poderoso e moralmente preocupado comumente deu início a “grandes grupos”, ou seja, sociedades em grande escala que passaram com sucesso suas crenças culturais.

Em alguns estudos os não-crentes agiram de maneira tão pró-social quando os crentes. Nas últimas centenas de anos houve surgimento de mecanismos institucionais não-religiosos que incluem policiamento, tribunais e vigilância social.

“Algumas das sociedades modernas mais cooperativas são também as mais seculares”, disse Ara. “As pessoas encontraram outra maneira de serem cooperativas, sem Deus.”

O estudo aparece na edição de 3 de outubro da revista científica Science. [Scientificblogging]

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17 comentários

  • Rabbit Hole:

    Uma coisa é certa, as pessoas espirituais ( não estou a falar de religião e sim de espiritualidade), normalmente têm comportamentos mais altruisticos e cooperativos do que as pessoas que são materialistas e acham que o unico objetivo do ser humano na terra é ter prazeres e angariar bens materiais. As pessoas espirituais não estão à espera de alcançar o céu. Elas simplesmente criam o céu nas suas próprias vidas ao viverem uma vida de amor, consciência e gratidão.

  • Marcus Menezes:

    Creio que muitos religiosos querem fazer o bem para ser recebido por Deus, para não ir para o inferno, isto é ser bom de fato?
    É a mesma coisa que eu trabalhar em um banco e não roubar porque eu vou ser preso eu sou honesto?
    Acredito em Deus mas não acredito em céu nem em inferno procuro ser correto poque acho que devo, não por pressões religiosas, e acredito mais em um ateu correto que num religioso correto, pois o ateu por não acreditar em Deus se ele é correto é porque a honestidade dele é dele mesmo e não imposta por religião.
    Acho este estudo falho, e tendencioso.
    A religião sempre foi e sempre será uma forma de um inteligente, dominar muitos tolos, vejo pessoas idosas passarem a frequentar igrejas e arrisco dizer que por estar vendo o fim se aproximar passam a frequentar igrejas como que pedindo perdão pelos seus atos pecaminosos que fizeram pela vida.

  • Epistemocrata:

    Nada mais verdadeiro e já sabido. Este estudo apenas vem fomentar o que já era real. Quando um deus é levado em consideração, os princípios não mudam, já que o próprio deus não muda, sendo as pessoas que mudam, de forma que todas as pessoas se comportam de acordo com ele – com este deus, independentemente de lugar, épocas, pessoas, etc.; no materialismo, quando a história e o que mais estiver dentro dela se porta como valor primeiro e último, tudo evolui, tudo progride, e o que numa época era aceito, na outra deixa de ser, o que para uma pessoa era bacana numa época, na outra outra pessoa achará babaquice. Como no materialismo nada há assentado, a não ser algumas leis, dentro do conhecimento, que são os únicos conhecimentos que podem ser considerados devidamente científicos, nenhuma conduta é 100% justificada, nenhuma teoria, que não seja uma lei, é 100% crível; ela, aliás, qualquer coisa, pode ser quebrada, despertar insurreição… nem mesmo a moral por consenso social e o Estado por contrato social, além de serem ideias relativamente fracas, justificam um comportamento reto, 100% e irrevogável socialmente. Ou seja, não é porque a maioria faz algo e porque o que se tem hoje por conhecimento e lei que o será de fato, isto é, ontologicamente. Já vi outro teórico, de política, falar que religião é o principal elemento fundador de civilização que existe, e este estudo acaba dando mais respaldo que ele disse. Além de tudo isso, como eu disse a um comentador daqui, fazer coisas em nome de Deus e por Deus difere de coisas que o próprio Deus ordena que Seus devotos façam. Hpa coisas feitas para Ele apesar do que Ele quer/diz e coisas feitas por Ele porque Ele mesmo quer/diz para serem feitas. O primeiro é uma questão de pensar que conhece o que deve ser feito; o segundo, uma questão de ordenança, mas sem poder conhecer o ser pleno – as razões totais de ser – daquela ordenança. Só não falo em conhecimento, quando digo isso, porque quando se trata de Deus conhecimento é impossível, o possível é apenas “razões mais plausíveis que suas negações e acompanhadas de fé – um ato de aposta”.

  • Renato Schueenck:

    Penso que a religião(todas) é um agrande bobagem,como sempre foi e sempre será sim ,de fato elemento de obtensão de dinheiro e poder,penso que “deus” se houver tem mais o que fazer… E que a bíblia tal como outros livros sagrados,é um “saco”,livro chato para tolos…Portanto temosatualmente a ciência…Que verdadeiramente nos livra de todo o mal….

  • Orlando:

    Grande novidade. Eu já sei disto a muito tempo…
    Discordando de alguns acho que ser crente ou descrente interfere na conduta dos seres humanos. O crente tem um policiamento muito maior pela suas crenças religiosas que proibem atos expurios de seus entes, enquanto o descrente não tem estes “controles” e fazem o que “derem na telha” pois não esperam nenhuma forma de punição divina. E isto é tão logico como 2+2 = 4. Vejam os montruosos crimes com centenas de milhões de mortes, perpetrados por descrentes nos regimes totalitarios russo, coreanos, chineses, cubanos. etc.

    • Carlos Wendel:

      Hilário você falar de lógica e depois dizer o que disse.

      Não vou me dar o trabalho de refutar as idéias já que as próprias ratings já dizem por si, e além do mais, já refutei tais argumentos umas trocentas vezes.

      Já que você gosta aparentemente de lógica, experimente dar uma lida sobre a mesma, vai te dar uma esclarecida e quem sabe eliminar essa desconcepção e preconceito instalados que tanto te afligem.

    • Claudia Fazzio:

      Orlando meu filho

      Não querendo ser grossa, infelizmente conheci CRENTES PÉSSIMOS, devedores, trapaceiros, mau carater, pinguços, outros até que fumavam crack depois de irem para a igreja, então não venha dizer que crentes tem melhor indole, blá blá blá, por que isso vai variar de pessoa para pessoa, eu não sou crente( nem pretendo ) e faço coisas boas, ajudo pessoas ( no que eu posso ), faço trabalho voluntariado e amo e respeito o meu próximo, portanto não faço só o que me der na telha, cuidado com a boca meu caro.

  • Eduardo:

    HAuHAuhaUAhUAHUAhUAhuAHuA!!! Eu já vi muitas nomenclaturas de Deus, agora “Voyer FDP” sem dúvida foi uma das mais criativas!!!

    Com excessão da opinião do “José Carlos” eu, em linhas gerais, concordo bastante com o que foi dito. Eu concordo que ser creste ou descrente não interfere de forma alguma na conduta dos seres humanos, claro que eu falo em um nível profundo.

    Não digo isso com base em pesquisas científicas e sim pelo meu conhecimento empírico. Eu acredito que o real motivo das pessoas que mais doam seres as mais pobres porque muitas se iludem com a crença de que apesar de serem miseráveis aqui serão abençoadas na pós-morte. Quando isso é uma grande besteira.

    Sabe, não quero fomentar opinião religiosa alguma, estou meramente levantando hipóteses. Se há um Deus, onipotente, onipresente e onisciente e ele tivesse que “julgar” a conduta de duas pessoas, uma crente e outra descrente, ele REALMENTE se importaria com templos estúpidos, sacerdotes hipócritas? Eu acredito que ele julgaria pelo caráter e conduta durtante toda vida, ou várias vidas.

    Claro que isso é uma divagação da minha mente e eu nem gasto tanta energia assim pensando nisso. No final faz diferença a existência de Deus? De um pseudo-messias? Ou são só arquétipos que a humanidade necessita? Bobagem pura.

    Amigos, tenham responsabilidade social, ajudem o próximo e a comunidade, tenham respeito com os mais fracos e necessitados. Creio que essa é uma boa fórmula para a evolução da humanidade como um todo. E se não houver esperança, se nossa existência acaba no momento que nosso metabolismo finalmente entra em colapso e para ao menos fica o desejo que nossos descendentes tenham uma vida mais digna e melhor do que a nossa.

    Abs,

    Aceito opiniões!!

  • Incrédulo:

    André, o estudo mostra exatamente isso que você está falando: Que os religiosos se portam de maneira “decente” apenas porque pensam estar sendo vigiadas por um voyeur FDP que também é onipotente.

    Apesar do título ser positivo para os religiosos as conclusões do estudo mostram que a contura destes seres é pura hipocrisia.

  • Andre:

    “Experimentos psicológicos mostraram que pensar sobre um Deus onisciente e com preocupações morais reduzia os níveis de trapaça e comportamentos egoístas”

    O nome disso não é bondade, é medo. O cara se borra de medo do deusinho dele ferrar com ele e não por se preocupar com o bem-estar.

    Ademais, é ÓBVIO que a religião deixa as pessoas boas e cooperativas. Vejamos exemplos em que as pessoas cooperaram tendo em vista um objetivo comum:

    – Cruzadas
    – Inquisição (católica e protestante)
    – Noite de São Bartolomeu
    – Guerra dos 30 anos
    – Cisma do Oriente
    – A Reforma na Inglaterra no governo de Henrique VIII
    – Pogroms que a Rússia Czarista fez para exterminar judeus

    Todos eles unidos em nome do seu deus afim de executarem um plano em comum: Exterminar quem pensava diferente.

    Será que isso tava lá no tal estudo? Algo me diz que não…

    • Epistemocrata:

      Fazer algo em nome de Deus difere de fazer algo que Deus ordena ser feito. No primeiro, uma pessoa acha que deve fazer aquilo; no segundo, ela deve fazer aquilo porque procede como ordem de uma entidade que tem todo o conhecimento. E nós não temos todo o conhecimento. Só achamos que o temos, em muitos casos. Na próxima, seja mais criterioso para argumentar. No teísmo (o cristão, neste caso), a conduta do crente é testada éla própria doutrina, ela lhe dando aprovação ou não no que faz; no ateísmo, que é nada, só uma definição, e nada possui em definido, pelo caráter progressivo da história e do que mais está sob ela, nada há que teste ontologicamente um ateu naquilo que diz. Reitero: na próxima, seja mais criterioso ao argumentar. E exterminar quem pensava diferente também ocorreu em ambientes ateus: comunismo. Na Albãnia do governo Hohxa, a Constituição, entre os artigos 32-37, vetava qualquer prática e propaganda religiosa, declarando livre e obrigatória a propagação do ateísmo, da “ciência” e do materialismo histórico dialético. A mesma coisa ocorreu em lugares como China e URSS. Além do mais, até na Constituição Federal brasileira, em TODAS AS LEIS, há apelos ao medo: a explicitação de como é a pena para quem infrinja as regras. Logo, o que ninguém comenta, por conveniência, pela Constituição, uma pessoa tem o medo da punição prevista pela Constituição como parte do seu julgamento particular de como é bom agir. Para que uma pessoa sadiamente aja em favor do bem ela tem que conhecer o erro, o não, e por que o negativismo desta segunda opção. Por fim, dizer que se trata de medo em nada prova que algo é bom o errado, porque o medo é só um sentimento e um artifício, às vezes justificado. As pessoas apelam para o medo como argumento negativo porque elas não querem fazer as coisas por medo – só isso -, já que acham que o medo lhes faz mal, o que é um juízo de procedência particular. Aliás, as Cruzadas, a Inquisição e outros atos reprováveis, mencionados por ti, tinham o materialismo por trás, o que não é muito difícil provar. Para tal, basta ver que todas estas ações tinham metas materialistas: Cruzadas – feitas EM NOME DE DEUS, APESAR DO QUE DEUS PENSE DISSO, para tomar a terra santa dos judeus; Inquisição – feitas EM NOME DE DEUS, APESAR DO QUE DEUS PENSE DISSO, porque a Igreja era o Estado e outras coisas mais naquela época, de modo que o que ela pensava servia como cânon jurídico. Sabendo que o cristianismo em si, nas palavras do próprio Jesus, é A-POLÍTICO, embora os preceitos mais fundamentais do cristianismo, como amor ao próximo como a ti mesmo, possam ser usados, e com sucesso, no meio secular.

      Se você de fato valoriza a educação e o conhecimento, sendo que valorizar não é suficiente, já que ser informado e ser inteligente são diferentes, apesar de associáveis, pratique. E pratique direito.

    • Paulo Rosas Moreira:

      Dizer,falar,que Deus ou deuses existem só interessa àqueles que exploram o comércio religioso, o que é uma realidade efetiva. Já a alusão ao deus criador de todas as coisas é uma forma de enganar de inçar a mente de cidadãos puros mas despreparados para enxergar o óbvio.
      No cristianismo passaram a adorar a Jesus Cristo, como o proprio Deus, mas se a pessoa tiver interesse em pesquisar, verá que outros ditos deuses registrados na história da humanidade através dos tempos, como o deus Attis,deus Horus, deus Mitra, deus Krishna,deus Dionysus, todos eles antes do Cristo católico, com a mesmíssima “estória” deste último, aonde se conclúi tratar-se de plágio contumaz e que essas estórias são fantasias do que se aproveitam os interessados em ludibriar de inçar pessoas desguarnecidas de cuidados desejáveis para resguardar sua integridade, moral e intelectual, deixam-se impressionar pela pompa, pelo gigantismo de seus templos, construidos com recursos dos crentes.
      O descrente não tem do que se arrepender por não acreditar nesses embustes. Sua vida é pautada na realidade da vida, não desperdiça seu tempo com coisas que para ele são atitudes ridículas dos religiosos porque se trata de logro a que são submetidos os crentes. Vá falar para um crente que está fazendo papel de bôbo.

  • DEEP:

    Puxa, oq me chama atenção é q a empatia motivada pela religião precisa ser constantemente renovada… Eles dizem: “Qdo isso melhora a reputação ou qdo pensamentos religiosos são rec[em ativados na mente da pessoa”.

    Isso fala muito sobre a estrutura das religiões, sobre seu método constante e repetitivo… Inclusive, muito parecido com oq fazem as tais sociedades em grande escala q se valem da coesão q as religiões fomentam.

    Ora, se a prática religiosa é capaz de criar e reforçar laços de empatia entre indivíduos sem qualquer ligação genética e isso foi sendo usado como base para o surgimento de sociedades e se, indivíduos q não professam religião alguma, ou seja, não estão expostos à modulação religiosa constante são capazes de demonstrar o mesmo entendimento e respeito por outros indivíduos genéticamente diferentes a ponto de identificá-los como seus semelhantes, certamente a religião cumpriu seu papel.

    Fomentou o advento das grandes civilizações, cujas instituições, parece, sofreram a boa influência das religiões e conseguiram introjetá-la mesmo nos indivíduos q não se deixaram levar diretamente por esse apelo.

    No fim, crentes e não-crentes são iguais, inclusive em seus melhores comportamentos.

    Infelizmente, a história e os jornais nos dão conta tb de q, nos piores comportamentos, crentes e não-crentes tb se parecem muito… São capazes de ver a si e aos outros como tão diferentes que, em muitos casos, a violência e a eliminação se justificam.

  • josé carlos:

    isto já se sabe a 2 mil anos a religiaõ naõ torna as pessoas boas ,qen entregou cristo e encheu as orelhas de poncio pilatos para qe o crucifiçem foram os fariseus qe eram utra religiosos pqe cristo os desmacarou , eles fingiam ser pessous boas na verdade eram tranquriras,iam a casas da viuvas davaõ ofertas altas pra o templo enfim fasiamçe de bomdades para os outros verem qe eles eram bonsinhos ,cristo se referia a eles fariseus como tumulo caiados bonitos por fora e dentro cheios de óssos. quando alguem começa com a converça qe é muito religioso eu já sei q é uma ingua cricri acho qe muita gente qe dá uma d boa crentes ou naõ é só fachada como os fariseus gente é ma qe se covertem a uma religiaõ cotinuam más efalças do mesmo jeito só usaõ a religiaõ pr disfarçar seu mal carater , qem é bom é bom qem naõ présta naõ présta com ou sem religiaõ. o osama binladem buche qe invadio oiraque para tomar o seu petrólio a custas de milhares mortes de iraquianas e sentenas d soldados americanos ,os 2 muito religióso e purai vai lá no afeganistaõ o osama é quase um santo ele ajuda orfanatos viuvas e os pobres em geral mas naõ pemça
    duas veses em madar seus homes bombas se esprodir no meio da mutidaõ em
    baguidá para matar e ferir desenas de pesouas inossentes entre elas crianças em nome de ALÁ(DEUS)

  • Douglas Miranda:

    E o que isso explica? Que muitas vezes as pessoas ajudam sim o próximo, mas, no fundo, a verdadeira intenção delas em ajudar é “ir para o Céu”. Ou seja: uma boa vontade por interesse. Ou talvez por medo do Inferno, quem sabe?
    Eu penso que, por melhor que seja sua ação, só você sabe da intenção daquele ato: se foi com sinceridade, sem esperar algo em troca, ou esperando… (Há exceções, é claro. Por trabalho podemos ajudar e receber em troca. Vocês entenderam…)
    Pra terminar. Faça o que VOCÊ pensa ser o correto. Não faça algo só porque a Bíblia diz que tem que ser assim. Ou faça, talvez pensando em terceiros ou em si próprio, mas faça de conciência limpa.
    Caso contrário você vai pro Inferno! Hehehe.

  • Edu:

    religiao o caraleo… isso é carater!!

    • Paulo Rosas Moreira:

      Edu! Sua agressão verbal não ajuda em nada, muito pelo contrário.
      Sugiro que você estude sobre religiões para entender e poder discutir, por isso peço-lhe permissão para fornecer-lhe um caminho de pesquisa mais fácil e sem despesas, a saber:
      Estude sobre a religião Fálica, primeiramente, para que entenda os por quês de muita coisa relativo a religião como um todo. A religião Fálica que a ela atribui-se ser a primaz entre todas as outras, vivas ou extintas que seguiram-lhes os dogmatismos ritual. Poderia lhe citar vários exemplos mas prefiro que você descubra. Pesquise no Google/WEB : DO SEXO A DIVINDADE de Jorge Adoum. Ele trata de várias religiões, inclusive da Religião Fálica, você irá gostar.
      Pesquise no YOU-TUBE: SUMERIA – Uma verdade silenciosa- parte 1 e 2,
      Leia sobre oos ANUNAQUES (tem vários vídeos).
      Inclusive a história da Suméria e a herança que deixou para a humanidade, assombra pelas verdades que já sabiam a milhares e milhares de anos antes dos Egípicios.
      Os costumes religiosos desse povo ao que parece passou para o Egito,daí para o povo judeu (leia-se a Bíblia).
      Você vai esbarrar o que tem a religião Fálica com a dos Sumérios, eu já esbarrei e continuo na luta para entender.

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