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Falta de alegria de viver aumenta risco de morte

triste

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Por em 1.09.2008 as 15:49

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Agora que já sabemos da verdade sobre o pensamento positivo, cientistas descobriram que pessoas que não pensam que a vida vale a pena ser vivida tem mais chance de morrer em apenas alguns anos.

O aumento do risco de morte foi causado principalmente por doenças cardiovasculares e causas externas, com a mais comum sendo a pessoa tirando a própria vida.

A pesquisa é a maior até o momento que investiga como o “ikigai” ou “alegria e um senso de bem-estar por estar vivo”, afeta o risco de mortalidade e apenas o segundo a examinar as causas específicas, de acordo com o Dr. Toshimasa Sone e colegas da Universidade de Tohoku, em Sendai.

Os investigadores observaram 43.391 homens e mulheres entre 40 e 79 anos de idade, vivendo na região de Ohsaki e foram acompanhados durante sete anos, durante os quais 3.048 morreram. Para todos foi perguntado: “Você tem ikigai na sua vida?”. 59% disse que sim e 36,4% disse que não tinham certeza e 4,6% disse que não.

Aqueles que não tinham um senso de ikigai tinham menos chance de casar ou conseguir emprego, também tinham menos educação formal, saúde pior, eram mais mentalmente estressados e tinham mais dores no corpo. Eles também tinham mais chance de ter função física limitada.

Mas mesmo quando os pesquisadores utilizaram técnicas estatísticas para que estes fatores não influenciassem o resultado, as pessoas sem senso de ikigai ainda tinham mais risco de morrer no período de acompanhamento do que pessoas que tinham ikigai. A relação era independente do histórico de doenças e uso de álcool.

Em geral, as pessoas sem senso de ikigai tinham 50% mais chance de morrer de qualquer causa durante o período de acompanhamento do que aqueles que sentiam que a vida valia a pena ser vivida. Eles tinham 50% maior risco de morrer de doenças cardiovasculares, derrames mais comuns e tinham 90% mais chance de morrer de causas “externas”.

Das 186 mortes entre os participantes do estudo, quase metade foi auto-infringida. [Reuters]

4 comentários

  1. Antonio /

    Não penso; falo com conhecimento de causa. Sou deprimido de nascença e fui piorando tão lentamente, que nem percebia.
    Sempre fui portador de ansiedade e fobia social, que, entretanto, não me incapacitavam de trabalhar e conviver com outras pessoas até os cinquenta anos mais ou menos, embora tivesse fobia de escrever e, principalmente, de assinatura, chegando até a tirar documento de analfabeto
    Aos quarenta, cheguei a ficar dois anos tentando dirigir um fusca sem conseguir, embora tivesse habilitação. Hoje tenho sessenta e nove anos, e dos cinquenta para cá só tenho piorado.
    Quando me aproximei dos sessenta, só não entrei em depressão profunda graças a quatro cachorrinhos, que apareceram na minha vida. Passei a viver em função deles sem ter consciência disso. Vivendo recluso só saindo de casa por absoluta necessidade.

    Em abril de 2010, morreu, aos nove anos, minha cadelinha Catita, que sorria, cuja morte me fez chorar muito, mas a depressão continuou a mesma, não se agravou.

    Porem, o pior estava por vir em 22 de novembro de 2011, quando, com quase 14 anos, morreu meu adorado cachorrinho Peti, sem o qual, para mim não existiria vida. Aí eu desabei; entrei em depressão das mais profundas que possam existir. Só aí percebi que esses animaizinhos, e principalmente este último, tinham adiado por mais de dez anos essa situação que vivo agora, embora ainda me reste um deles, o Linho, que pode ser a rasão de eu ainda não ter dado cabo à vida, pois penso muito em suicídio.

    Sou solteiro e abdiquei do sexo aos 18 anos, devido a uma severa ejaculação precoce, e minha vida foi uma gigantesca coleção de fracassos. Não tenho nenhum motivo para continuar vivendo. Não sei até quando vou suportar essa tortura.

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  2. Adriana /

    Toda minha tragetória de vida foi de muito sofrimento, desde o ventre, onde tive que lutar para nascer, pois não foi planejada muito menos desejada, onde minha mãe tentou abotar-me.Mas sempre lutei, nunca me deixei abater pelas circunstancias da vida, mas infelismente os ultimos acontecimentos tem me deixado muito triste, abatida, sem esperança e desejando ate a morte…

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  3. elisa /

    daniel
    passo pelo mesmo problema que vc e peço a Deus que “tire” minha vida e d~e saúde a quem necesita e quer viver

    tomo antidepressivo mas sou uma pessoa mto triste e pra baixo
    se eu nao soubesse que “se matar” fosse tão ruim ,já teria o feito
    procure ajuda profissional p te ajudar a viver
    a vida é dura,mas nao temos o direito de tirá-la
    um abç

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  4. daniel /

    tenho por hereditariedade (mae e irmaos depressivos) e nao tenho carinho familiar tenho esposa e tenho filhos dois casados e nao tenho vontade de continuar vivo, tenho uma fe que me mantem vivo. gostaria de ajuda
    daniel

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