Como melhorar a sua pele de maneira simples e eficaz

Se sua mãe reclamava que você comia poucos vegetais, ela estava certa! Uma nova pesquisa sugere que eles não são apenas bons para sua saúde, mas também deixam sua pele mais bela para o sexo oposto.

A pesquisa, feita na Universidade de St. Andrews, na Escócia, estudou os efeitos do consumo das frutas e vegetais na cor da pele. Ao estudar 35 participantes, no período de seis semanas, eles descobriram que aqueles que comeram mais “coisas boas” tiveram um aumento nas cores vermelha e amarela na pele.

São mudanças pequenas que realmente tornam as pessoas mais atraentes. De fato, os pesquisadores fizeram também testes psicológicos em conjunto com os da alimentação, e descobriram que aqueles que comiam mais vegetais pareciam mais atraentes para os outros.

Vale comentar que o estudo foi feito em uma população caucasiana, mas os benefícios na saúde deveriam ser o suficiente para que você pense mais na parte verde do prato, independente dos benefícios na aparência. [Gizmodo]

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22 respostas para “Como melhorar a sua pele de maneira simples e eficaz”

  1. “mas também deixam sua pele mais bela para o sexo oposto.”
    Por inúmeras vezes li frases do tipo por aqui. Só uma dica, queridos: falar em atração para o sexo oposto é abordar apenas a possibilidade de contemplar nessa inclusão leitores HETEROSSEXUAIS.
    Obrigado, pela atenção, esperando que venha ser lido por quem publica a matéria.

  2. Vi uma materia na tv da mulher que passou a maior parte dos seus 33 anos comendo so salgadinho e ate que ela não ficou menos atraente, logico que prejudicou o cabelo, dentes e unhas mais a pele não vi muita diferença

    • Com certeza os caras sempre dão um tapinha em todas as fotos, alterando brilho, contraste e cor. Mas a pele, não parece muito retocada, se for, é muito bem feito. Aqui: http://farm5.static.flickr.com/4115/4784727073_021e9bc72b_o.jpg a imagem está em alta resolução. É possível ver poros e manchinhas em todos os lugares. As marcas na testa e os pés-de-galinha seriam as primeiras coisas removidas. Na minha opinião, é overdose de couve e brócolis mesmo.

    • Trabalho como retoucher e aposto que essa foto foi manipulada em PS sim.
      A presença de algumas rugas e manchinhas é justamente um dos recursos para dar mais verossimilhança às fotos manipuladas. Retouchers inexperientes desfocam tudo e deixam aquele ar de plástico novo.

      Observe a diferença na textura da pele ao redor dos olhos e no nariz.
      Aliás pense na intensidade daqueles olhos azuis.

    • Tem mais da mesma menina de onde essa saiu. Os olhos, é óbvio, cai no que eu disse: cor, brilho, contraste…
      Essa é a mesma mina, o mesmo fotógrafo http://farm5.static.flickr.com/4078/4785359310_ca023220cd_b.jpg. Me parece que seria um abuso de desperdício retocar toda a pele e botar espinha no queixo e tudo mais. A diferença na textura da pele nos olhos e nariz é natural, se não houvesse diferença a manipulação seria mais evidente. Lembrando também que existe maquiagem ainda.

    • Não tem nada a ver ficar mais atraente por que não engordam. A pesquisa não foi neste sentido.

    • Eu discordo do seu comentario, as magras nao tem mais saúde, tanto que uma pessoa magra tem mais chances de ter colesterol que as mais cheinhas..

    • Stella, discordo com você. Pessoas mais magras não têm maiores chances de terem hipercolesterolemia em relação às gordinhas.
      O que ocorre é que há muito tempo se associava hipercolesterolemia ao sobrepeso e obesidade, levando pessoas magras a se sentirem imunes a esse distúrbio metabólico, descuidando da alimentação.
      O que se descobriu é que mesmo pessoas magras podem ter hipercolesterolemia, ou seja, independe do peso.
      Mas o que aumenta ou diminui as chances não é o fato de ser magro, mas sim, a alimentação da pessoa.
      Claro, se um gordinho levar uma vida saudável, com exercícios e alimentação balanceada é óbvio que ele irá emagrecer, mas o fato de ele emagrecer não aumenta chances de aumento nos níveis de LDL.

      -hipercolesterolemia: aumento dos níveis de “colesterol ruim”(LDL)

      Estudo Nutrição
      Ah! Desculpe o palavreado, se fui muito rebuscada.

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