
Que as lâmpadas têm duração limitada, nós sabemos. Mas porque elas queimam logo que a acendemos, ao invés de irem ficando mais fracas e oscilantes com o tempo?
As lâmpadas emitem luz bombeando corrente elétrica através de um filamento fino de tungstênio. O filamento aquece e emite luz; ao longo do tempo, ele se oxida e torna-se cada vez mais frágil, até que se rompe e a lâmpada acaba. Sendo que a oxidação ocorre de forma gradual, a lâmpada deveria ir apagando ao acaso, a qualquer momento.
Porém, é difícil encontrar um cidadão que relate algo do tipo. Poucas pessoas já presenciaram a lâmpada falhar no meio da noite, até apagar. É mais comum que ela estrale e apague assim que a ligamos.
Acontece que a lâmpada comum não é projetada para ser ligada; deveria ficar acesa sempre. A tensão inicial sobre o filamento de tungstênio é muito maior do que a lâmpada pode aguentar.
O tungstênio ganha resistência enquanto se aquece. A única coisa que aquece o tungstênio em uma lâmpada é a corrente elétrica que flui através dele. Apesar de ganhar resistência com o tempo, um filamento de tungstênio é sobrecarregado com a corrente nos primeiros poucos segundos após ser ligado, e a menos que esteja em boas condições, ele estrala e se rompe, pois o calor faz com que ele se expanda, devido a mudanças bruscas de temperatura.
Além disso, o filamento torna-se irregular ao longo do tempo. Ele pode evaporar em alguns pontos. Em outros pontos, as bobinas do filamento acabam se aproximando. Quando se aquece uma seção de rolos pressionados juntos, o calor entre eles não pode se dissipar tão rapidamente como se faz no resto da lâmpada. [io9]


gostei da foto
mas diarréia não é o pior problema de queima de luz… o pior é quando você precisar procurar um papel importante que você deixou dentro de sua gaveta… ai sim o bicho pega
só sei que as lâmpadas queimam justo na hora que você precisa mais delas. exemplo, vc entra no banheiro com diarréia, vai acender a luz e… puf
Texto incompleto nos requisitos de exposição de evento.
Corrente elétrica não é “bombeada” através do filamento, mas sim existe a condição de corrente ativa e corrente reativa, em uma ciclagem específica e que no Brasil é denominada de Htz ou ciclagem (em unidade hetz ou Kilohertz) e que se compõem de 60 ciclos por segundo no nosso país. Ou seja, a corrente se inverte nos polos positivos e negativos sessenta vezes por segundo.
Em uma lâmpada incandescente, seu filamento normalmente fabricado de metal tungstênio, se encontra em uma ambiente de vácuo porém não absoluto, e assim sendo possui ainda aquele ambiente resíduos do ar atmosférico, composto na sua grande parte de nitrogênio (gás inerte) e oxigênio (gás reativo e oxidante). A tendência que esse oxigênio ainda residual no cápsula da lâmpada, venha a reagir com o metal, oxidando-o aos poucos e catalisado pela condição de aquecimento.
Ligar e desligar a lâmpada, cria um regime de estresse metálico neste filamento pelo aquecimento e resfriamento, além do que o ciclo de inversão de polaridade e que é imperceptível aos nossos olhos, existe e é contínuo.
Todos os mecanismos que sofrem as ações dos fenômenos acima descrito, tende a ter uma vida útil definida em um certo período de tempo, principalmente os metais. A lâmpada incandescente e seu filamento de tungstênio não foge a esta regra, e mais cedo ou mais tarde irá sofrer o rompimento de seu filamento.
Londrina, 09 de Setembro de 2010.
Olá a todos !
Sempre quís saber porque havia o estralo e a consequente queima da lâmpada.
Abraços