
Análises químicas mostraram que os fiapos do seu umbigo não são apenas feitos de tecido. Em sua composição encontram-se fragmentos de pele morta, gordura, suor e poeira.
A pesquisa do Dr. Steinhauser mostrou, também, que alguns pedaços da “flunfa” (como alguns chamam a sujeira) são, originalmente, formados no cabelo e, durante o dia, eles descem pelo corpo e vão parar no umbigo.
Os pêlos que as pessoas tem espelhados pelo corpo e, principalmente, ao redor do umbigo, possuem escamas que, para o químico, funcionam como pequenos ganchos. Esses ganchos aumentam o atrito entre o tecido das roupas e o corpo, fazendo com que fiapos se soltem e vão parar no umbigo no fim do dia.
Steinhauser também pesquisou a sujeira umbilical de seus amigos e da sua família. Depois disso concluiu que, se o pêlo ao redor do umbigo for retirado, o resultado é um umbigo livre de fiapos – mas só até o pêlo crescer novamente.
Outra sugestão para manter seu umbigo livre de fiapos é usar apenas roupas velhas – já que, por estarem mais gastas, elas tendem a soltar menos fiapos. De acordo com a pesquisa, um milésimo do peso de uma blusa nova pode parar em seu umbigo no período de um ano.
Há, também, a idéia de usar um piercing no local, afinal ele impediria a entrada dos fiapos antes que eles se alojem no fundo de seu umbigo.
Steinhauser, cujo outro projeto é o estudo da erosão em sua aliança de casamento, declara que a verdadeira natureza da sujeira do umbigo é um assunto mais preocupante do que pode parecer.
“Espero poder passar informação para aqueles médicos que são contemplados com perguntas como: ‘porque alguns umbigos coletam mais fiapos do que outros?’” explica o austríaco.
Um estudo anterior, que contou com as “amostras” de 5 mil voluntários, mostrou que os “hospedeiros normais” dos fiapos de umbigo são homens de meia idade, com excesso de peso e com a barriga peluda.
Outro pesquisador, Karl Kruszelnicki descobriu até mesmo o motivo da cor, normalmente azulada, dos fiapos. “Usamos mais calças azuis e cinzas. Jeans, na maioria das vezes. E, como o atrito entre o tecido e nossos corpos é normal, alguns fiapos acabam em nossos umbigo.
No entanto, há o curioso caso de Graham Baker. O médico australiano descobriu que a sujeira de seu umbigo é vermelha – no entanto, ele dificilmente usa roupas dessa cor. Curioso, Baker coleta suas amostras e as guarda em potes desde 1984. O costume lhe rendeu um lugar no Guiness: a maior coleção de “flunfa” do mundo. [Telegraph]
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10 Comentários »
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Prêmio IgNobel na certa!
coloque o dedo em seu umbigo e cheire. Agora responda: que cheiro que tem!
Limpa e pronto, pra que pesquisa?
O que leva uma pessoa a colecionar flunfa? isso sim daria uma boa pesquisa
Vou começar agora minha coleção de cera de ouvido, também quero entrar no guiness!
Que nojo!
ô Georg vai tomar uma cerveja vai…
3 anos pesquisando, 503 pessoas pesquisadas, e com certeza umas dezenas de milhares de dolares, essa informação não mudou em nada minha vida…
Que nojo.
Só entrei porque achei que tinha mulher pelada.
Eu achei muito interessante essa matéria, como todas da HYPESCIENCE e é exatamente por isso que sempre envio e-mails a amigos e colegas para que leiam os artigos, alguns até retornam com agradecimentos…
ABRAÇOS…
Santa Falta do que fazer!
Eu acho que ele pensou assim:
“é tou aqui tomando uma cervejinha, nada demais pra fazer… Oh! meu umbigo, que interessando, como ele é fundo, o que será que tem nele? vou analisar!”
Acho que ele achou que fosse o buraco negro de um carrapato…
e pensou que ali ´pudessem ter níveis elevado de radiação e talz e mais ainda, talvez pudessem tem indícios de vida extraterrestre ou melhor de mutações genéticas já q é por ali que nós somos separados no nascimento….
rsrsrs pirei legal agora…
beijos
Gente concordo que é uma perda de tempo e dinheiro essa pesquisa. em quanto existem tantas coisas mais produtivas para se pesquisar… maaaas deixa o cara ser feliz powww! esse é jeito que ele encontrou para aparecer. grrrrrrr