Em 1971, declaramos guerra contra o câncer, cheios de otimismo de que curaríamos a doença em breve. No entanto, em 2012, no Brasil, 518.510 casos novos de câncer ocorrerão. Em que pé estamos no progresso contra a condição?
Você é daqueles que apesar de tudo que já foi dito de ruim sobre o tacabo, continua fumando? Aqui vai mais uma dica científica para parar de fumar: exercício
Muitas áreas da ciência já tentaram contribuir para criar métodos antitabagismo, mas nem todas tiveram sucesso. Chegou a vez da genética dar sua contribuição: chegou o tabaco com DNA manipulado para reduzir a nicotina
Os fumantes tem mais que o dobro de chance de desenvolverem esses tipos de câncer, além de um risco bastante aumentado mesmo anos após pararem de fumar
Um fabricante de chocolates australiano inventou um engenhoso tipo de inalador que pode ajudar as pessoas a largarem o cigarro e, ao mesmo tempo, deixa um gosto de quero mais
Todos já conhecem a associação clássica do fumo com o câncer. Agora cientistas descobriram que, além de poder causar a doença, fumar também pode aumentar a dor que o paciente sente
Os pesquisadores encontraram muitas diferenças nas alterações de DNA nos tumores de fumantes e não fumantes, o que sugere que o câncer vem de diferentes fatores. Entender essas alterações pode levar a melhores tratamentos
Pessoas que fumam mais de dois maços de cigarro por dia tem 157% mais probabilidade de desenvolver mal de Alzheimer, e 172% mais chances de desenvolver demência vascular
Por conter selegilina, que ajuda a manter níveis de substâncias químicas que a nicotina reduz, os pesquisadores acreditavam que os adesivos poderiam ajudar as pessoas que querem largar o cigarro, mas nenhum efeito foi observado
O cigarro deixa resíduos de fumaça que persistem em ambientes fechados por meses, e quando combinados com outras substâncias podem ser mais prejudiciais a pessoas com asma do que a própria nicotina
A desculpa de muitos fumantes para acender um cigarro é que eles estão muito estressados e precisam relaxar. Alguns param de fumar, mas voltam a serem fregueses do cigarro por causa desse suposto efeito relaxante. Mas será que fumar tem mesmo esse efeito? A ciência diz que não
Essa é para os pais e mães que fumam com os filhos por perto: um estudo da Universidade de Hong Kong (China) afirma que as crianças são prejudicadas pelo cigarro não apenas enquanto ainda estão no útero da mãe, como também depois do nascimento, inalando a fumaça do cigarro dos pais
Pesquisas da Universidade de Londres mostram que a fumaça do cigarro alheio, além de fazer mal para os pulmões (o que já se sabia há tempos), é prejudicial também para o coração e até para a saúde mental do inocente fumante passivo
Cientistas acreditam que descobriram a causa da Síndrome da Morte Súbita: um estudo com ratos sugere que a fumaça atrapalha o sistema de luta ou fuga do bebê.
“Não podemos obrigar as pessoas a pararem de fumar em suas próprias casas, mas podemos alertar os fumantes sobre o que estão fazendo a seus entes queridos.”
Novos gráficos dão uma perspectiva muito mais ampla do que calculadoras de riscos na internet, pois cobrem os riscos de 10 causas diferentes de morte e com todas as causas combinadas.
Fabricantes de cigarros manipulam a quantidade de mentol nos cigarros para fazer com que as primeiras tragadas sejam mais agradáveis para os jovens fumantes.
Crianças que são fumantes passivas cedo possuem mais risco de serem hospitalizadas por infecções do que aquelas criadas em um ambiente livre de cigarros.
Vending machines japonesas logo poderão analisar as rugas, pés de galinha e estrutura óssea dos rostos de seus clientes para decidir se eles podem ou não fumar.
Fazer com que os jovens mais populares falem aos seus colegas sobre os riscos de fumar pode cortar o número de estudantes que começam a fumar drasticamente…