10 cientistas que ignoraram completamente a ideia de direitos humanos

Por , em 7.04.2014

O progresso científico sempre veio com algum tipo de sacrifício. No entanto, alguns pesquisadores acabaram indo longe demais presumidamente em nome da ciência. Lembrando que ignorar os direitos humanos básicos a fim de realizar pesquisas científicas – por mais que ajude a humanidade no futuro – continua sendo ignorar os direitos humanos básicos.

Infelizmente, estes casos não são tão raros como gostaríamos de supor. E, muitas vezes, é triste constatar que são o pesquisador e seu trabalho que acabam sendo lembrados para a posteridade, ao invés das pessoas que foram mortas, traumatizadas ou receberam dosagens absurdas de radiação.

Separamos 10 casos de cientistas que se destacaram justamente por ignorar completamente a ideia de direitos humanos. Somos a favor da evolução científica, mas não a qualquer custo.

10. Saul Krugman e a infecção proposital de hepatite em crianças com deficiência mental

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Em 1954, o médico Saul Krugman começou a trabalhar em uma instalação que abrigava crianças com deficiência mental em Staten Island, nos Estados Unidos. Krugman, que era especialista em doenças infecciosas, gostaria de estudar a proliferação e o desenvolvimento da hepatite em uma população controlada, além de aproveitar para testar possíveis vacinas.

Para fazer isso, ele contou com a ajuda involuntária de nada mais nada menos do que 700 crianças. Em metade delas, Krugman injetou uma forma branda do vírus da hepatite para ver se os corpos dos pequenos combateriam com sucesso a doença e se eles ficariam imunes ao vírus depois disso. A outra metade compôs o grupo de controle.

No final, o médico inescrupuloso concluiu que as crianças que haviam sido infectadas com hepatite tinham sintomas mais leves do que aquelas que tinham desenvolvido a doença por conta própria. Como justificativa para a sua experiência, Krugman e sua equipe citaram os casos de hepatite ditos “desenfreados” na população e acrescentaram que não havia nenhum risco na experiência, uma vez que eles simplesmente estavam dando às crianças algo que elas eventualmente pegariam de qualquer maneira.

Os críticos afirmam que não apenas não é aceitável infectar alguém propositalmente com qualquer doença, como também o estudo foi em grande parte desonesto com os pais das crianças. A equipe de cientistas pediu pelo consentimento dos responsáveis, mas não revelou os riscos.

Eles também foram acusados de mentir aos pais dizendo que não havia espaço na ala não experimental da escola e que, a fim de incluir seus filhos no experimento, eles próprios também precisavam se inscrever no estudo. Críticos também sugerem que o tempo teria sido mais bem gasto buscando soluções para a situação que estava causando hepatite, em vez de torná-la ainda pior.

9. Laud Humphreys e seu estudo sobre encontros homossexuais

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Laud Humphreys foi um sociólogo dos anos 1960 que se mostrou extremamente interessado no que se passava em banheiros públicos masculinos da época – mais especificamente nos encontros homossexuais que aconteciam por lá.

Humphreys queria saber o que motivava os homens a participar do que passou a ser chamado de “Sex Tearoom” (expressão da língua inglesa que virou significado de sexo anônimo e impessoal entre dois homens em locais públicos). O sociólogo também demonstrou vontade de saber quem eram esses homens e como eram suas vidas, quando não estavam participando da “pegação gay”.

Para isso, ele se estabeleceu na comunidade não como um participante, mas como um “watchqueen” (“rainha observadora”, em tradução livre), nome dado à pessoa que ficava cuidando do lugar para que nenhuma autoridade aparecesse para atrapalhar. Desta forma, Humphreys fez amizade com muitos dos homens que protegia, e convenceu diversos deles a compartilhar detalhes pessoais sobre si mesmos com ele – sem revelar quem ele era nem o que ele estava realmente fazendo.

Na sequência, porém, Humphreys foi um passo além com aqueles que não tinham interesse em revelar mais sobre si mesmos. Ele passou a segui-los quando saíam do banheiro, anotar a placa de seus carros e conseguir os endereços de suas casas. Mais tarde, ele ia até as casas deles disfarçado e fingia ser um entrevistador do serviço de saúde da cidade para obter as respostas das perguntas que os homens tinham anteriormente se recusado a responder.

Embora, neste caso, muitos homens tenham se beneficiado com a pesquisada do sociólogo, que contribuiu para o fim da criminalização desses atos, a atitude de Humphreys também causou grande indignação pública, além de levantar questões sobre violação de privacidade e a utilização pública de informações particulares.

8. John Hunter e seu envolvimento com ladrões de cadáveres

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Nascido na Escócia do século 18, John Hunter ainda é conhecido como um dos fundadores das técnicas cirúrgicas modernas. Embora suas contribuições à ciência sejam evidentes, os métodos utilizados por ele eram menos do que honrosos.

Depois de abandonar a educação formal quando tinha 13 anos, Hunter passou sete vagando pelo campo e dissecando animais. Quando ele tinha 20 anos, mudou-se para Londres com seu irmão, William, que já era o responsável por uma faculdade de medicina. William deu ao seu irmão mais novo um cargo na faculdade, e John se tornou o responsável por garantir que haveria sempre um fornecimento constante de cadáveres para as aulas de anatomia e os exercícios de dissecação.

Acredita-se que ele tenha começado vagando pelos cemitérios com o objetivo de desenterrar corpos recém-enterrados, mas logo Hunter encontrou uma maneira mais fácil de obter os cadáveres. Sua associação com ladrões de túmulos se tornou uma estreita relação, que foi bem documentada e assim permaneceu durante toda a sua vida.

Quando seus companheiros não podiam lhe dar o que ele queria, Hunter não ficava esperando. Os dentes utilizados em seu processo experimental de enxerto foram graciosamente “doados” a ele. O compositor Joseph Haydn era um grande amigo da esposa de Hunter, e também sofria de pólipos nasais. Quando Haydn recusou a oferta que Hunter fez de removê-los, Hunter lhe convidou para ir à sua casa. Ao entrar, Haydn foi agarrado e amarrado a uma cadeira de operação por dois capangas contratados, e escapou por um triz de fazer a operação contra sua vontade.

Hunter morreu em 1793 e foi sistematicamente dissecado por seus alunos depois.

7. Ewan Cameron e seus experimentos com a mente humana

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O psiquiatra escocês naturalizado norte-americano Ewen Cameron é mais conhecido por seu trabalho com a Central Intelligence Agency, a CIA, e pelo infame projeto MKUltra, cujas experiências em seres humanos visavam identificar e desenvolver drogas e procedimentos a serem usados em interrogatórios e em métodos de tortura, para debilitar a pessoa e forçar confissões por meio do controle da mente.

Sua participação neste projeto já poderia ser razão suficiente para Cameron estar nesta lista, mas mesmo sem a ajuda do governo, ele já havia estabelecido um padrão de ignorar os direitos humanos básicos e tinha realizado experiências por conta própria com um toque de atitudes questionáveis. Interessado cientificamente na memória e como ela funciona, o médico desenvolveu um processo em que os pacientes eram submetidos a uma repetitiva mensagem de áudio a fim de mudar seu comportamento. O objetivo deste tratamento era destruir a memória e a personalidade de uma pessoa, de modo que fosse possível ser substituída por outra.

Uma paciente, identificada apenas como “Maria C”, foi submetida a 35 dias de privação sensorial seguidos de 101 dias de exposição a uma interminável repetição de mensagens positivas em áudio. Outros pacientes foram submetidos a comas controlados, e a até 85 dias ouvindo uma gravação repetitiva enquanto entravam e saíam do estado de consciência. A parte de sua pesquisa em que ele queria destruir a mente de uma pessoa deu certo, mas Cameron jamais teve sucesso em reconstruí-la.

Os colegas contemporâneos do psiquiatra zombavam de seu trabalho perigoso, mas ele foi capaz de continuar fazendo-o devido às ligações que possuía com vários governos dos Estados Unidos. Foi Cameron que examinou o criminoso de guerra nazista Rudolph Hess para ver se ele era capaz de aguentar um julgamento, embora algumas fontes sugiram que Cameron tinha a certeza de que o verdadeiro Hess já havia sido executado, e ele estava entrevistando um impostor.

6. Universidades americanas e suas aulas de como criar uma criança com bebês de verdade

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Se você encontrar alguém com sobrenome “Domecon”, já sabe provavelmente qual é a sua curiosa origem. Isso porque este foi o sobrenome dado a uma grande quantidade de bebês órfãos não documentados a partir do ano de 1919 nos Estados Unidos, e é a abreviatura da expressão em inglês para “economia doméstica” (“DOMestic ECONomy”).

No que foi provavelmente uma das aulas de faculdade mais bizarras de todos os tempos, cursos de instituições como a Universidade de Minnesota e a Universidade de Cornell (ambas nos Estados Unidos) deram a suas alunas uma ótima maneira de aprender como cuidar de uma criança: praticando com um bebê real. Estes bebês eram órfãos, e haviam sido “emprestados” para as estudantes universitárias.

Todos os bebês possuíam entre três meses e alguns poucos anos de idade. Eles moravam em “apartamentos-laboratórios”, que serviam como uma espécie de sala de aula para que as jovens mulheres aprendessem todas as habilidades necessárias para administrar uma casa e educar uma criança. Alguns bebês chegaram a ter 12 mães diferentes durante o seu tempo sendo criado na universidade.

Cada aluna ficava seis semanas vivendo no apartamento e cuidando de seu bebê até que o tempo estipulado acabasse e viesse a garota seguinte. O programa foi encerrado na Universidade de Cornell em 1969. Tendo em vista todo o contexto, não é de se espantar que muitos dos bebês criados no programa acabaram, devido à sua criação instável no começo da vida, desenvolvendo problemas de confiança e outras adversidades.

5. Sigmund Freud e o caso de Emma Eckstein

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O famoso psicanalista Sigmund Freud tem sido alvo de muitas críticas ao longo dos anos, mas o caso do seu diagnóstico e tratamento da paciente Emma Eckstein entra para a categoria “bizarro”. Embora a queixa exata de Emma não esteja bem documentada, existem dicas de que era um problema relacionado com a menstruação, que parecia ser irregular e dolorosa. Uma vez que Freud acreditava em uma relação direta – e indiscutível – entre o nariz e os órgãos genitais, a solução para o problema da moça era, é claro!, remover parte do seu nariz.

Nem precisa dizer que a grande solução não resolveu. Não apenas a operação foi frustrada, como também o nariz de Emma se recusava a curar. A garota acabou apresentando hemorragia maciça e Freud percebeu que o médico que realizou a cirurgia tinha deixado pedaços de gaze em seu nariz, o que impossibilitava a cura da ferida. Depois de um longo ano, o nariz de Emma finalmente ficou bom. Entretanto, a queixa original da menstruação ainda não havia sido resolvida.

Freud, então, chegou à única conclusão que poderia: com certeza absoluta não havia falha nenhuma em sua teoria, tampouco o problema era do médico que realizou a cirurgia do nariz. A culpada de tudo isso era a própria Emma Eckstein, que estava causando seus próprios problemas devido à sua luxúria incontrolável e ao seu anseio pelo irresistível psicanalista.

Freud ainda saiu em defesa do médico que havia realizado (e estragado) a cirurgia, que também era um bom amigo dele. O psicanalista concluiu que os problemas originais da garota não apenas não tinham sido curados por causa deste desejo insaciável que ela nutria por seu médico, como também o cirurgião não teve culpa alguma pela hemorragia maciça do nariz mutilado de Emma. Freud estava convencido de que este problema de saúde também tinha sido simplesmente uma manifestação do desejo de Emma pelo próprio Freud.

4. Muzafer Sherif e a experiência de rivalidade violenta com garotos pré-adolescentes

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Muzafer Sherif foi um psicólogo turco que exerceu sua profissão notoriamente na década de 1950 nos Estados Unidos. Ele se interessou em particular pelo desenvolvimento e fases de conflito que dois grupos de indivíduos poderiam apresentar um contra o outro. Então, qual a melhor maneira de realizar uma experiência envolvendo uma situação potencialmente violenta do que utilizar dois grupos de meninos de 11 anos de idade em um acampamento, e colocá-los uns contra os outros para ver até onde o conflito pode ir?

Os 22 pré-adolescentes não sabiam que sua viagem de acampamento para um parque no interior do estado de Oklahoma (EUA) era na verdade um experimento psicológico. E não demorou muito para que o evento passasse de férias para um campo de batalha.

Divididos em dois grupos – os Rattlers (“cobras cascaveis”) e os Eagles (“águias”) –, os meninos foram inicialmente apenas expostos a membros de seu próprio grupo (eles também só estavam permitidos a se relacionar entre si). Assim que as relações dentro da própria equipe foram cimentadas, eles conheceram o outro grupo e passaram a se provocar mutuamente em competições. O que começou com simples xingamentos logo se transformou em recusa a se associar com o grupo rival, destruição de propriedade alheia, guerras de comida e até mesmo reclamações quando os dois grupos tiveram apenas que compartilhar lápis.

Quando os pesquisadores que acompanhavam o experimento perceberam que os dois grupos se odiavam o suficiente, os cientistas propuseram tarefas e problemas, cujas soluções deveriam ser discutidas e trabalhadas em conjunto. Esta decisão, no entanto, resultou em uma diminuição lenta das hostilidades entre os dois grupos, pelo menos enquanto os meninos rivais trabalharam em conjunto com o mesmo objetivo. No final do experimento, foi constatado que os garotos haviam desenvolvido uma aversão duradoura pelos membros do grupo contrário.

3. Chester Southam e as injeções de células cancerosas vivas

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Na década de 1960, o médico oncologista Chester Southam teve a ideia de estudar a doença sob uma nova ótica e começou sua pesquisa injetando células cancerosas vivas em voluntários da Penitenciária do Estado de Ohio (EUA). Ao descobrir que o sistema imunológico de indivíduos saudáveis rejeitava as células cancerosas dentro de aproximadamente um mês, Southam também constatou que as pessoas que receberam as células e já estavam lutando contra o câncer tinham uma resposta imune muito mais lenta às células recém-introduzidas.

Então Southam decidiu ampliar seu grupo de pesquisa e passou a injetar células cancerosas em pacientes idosos, sem câncer, do Hospital Judaico de Doenças Crônica, no Brooklyn, na cidade de Nova York. Depois de convencer diretores de hospitais de que ele não estava fazendo nada que precisasse do consentimento dos pacientes – ou sequer que eles precisassem ser avisados do que estava acontecendo –, Southam iniciou o processo de injetar células com câncer em 22 doentes crônicos que não tinham a doença.

Os experimentos de Southam foram mantidos tão sigilosos que o chefe dos médicos do hospital nem ficou sabendo do que estava acontecendo até que o processo das injeções já havia sido concluído.

2. Eugene Saenger e a exposição de pacientes com câncer à extrema radiação

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Dependendo de quais são suas referências, você pode considerar o médico Eugene Saenger um herói ou um monstro. A Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, tem até um programa de bolsas de estudo em seu nome e o considera “um pioneiro da Medicina Nuclear”. Mas o que eles não mencionam é que seus métodos de investigação eram bem questionáveis.

Na década de 1960, Saenger expôs mais de 90 pacientes com câncer a doses extremas de radiação sob o pretexto de explorar uma potencial cura e tentar aliviar os sintomas da doença. Porém, o que realmente estava em desenvolvimento era um estudo patrocinado e solicitado pelo Pentágono, feito com o objetivo de descobrir a quantidade de radiação que uma pessoa conseguiria aguentar antes que ficasse desorientada a ponto de não ser capaz de realizar tarefas do cotidiano.

Os pacientes submetidos à experiência eram indivíduos pobres e da classe trabalhadora, e cerca de 60% deles eram negros. 21 dos pacientes expostos à radiação morreram no primeiro mês, embora Saenger tenha declarado que foram apenas oito mortes em decorrência da pesquisa – e depois retificando que não houve morte alguma.

Em sua defesa, Saenger passou um bom tempo afirmando que havia comunicado aos pacientes que eles seriam expostos à radiação, e até mesmo alega ter recolhido documentos que provavam seu consentimento, anos antes de a prática se tornar uma exigência. Mesmo assim, uma grande quantidade de críticos concorda que o erro de Saenger foi que ele se recusou a dizer a quem participou do experimento que essas pessoas poderiam até morrer em decorrência da exposição à radiação.

1. Lauretta Bender e seu tratamento de eletrochoque em crianças

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Lauretta Bender foi uma neuropsiquiatra que trabalhou no Hospital Bellevue, da cidade de Nova York (EUA), nos anos 1940 e no início dos anos 1950, e se tornou pioneira na investigação sobre o uso de terapia de eletrochoque em crianças, especialmente nas que tinham sido diagnosticadas como autistas. Acusada de ser vaidosa, orgulhosa e não receptiva até mesmo para as críticas mais óbvias, Bender ostentava publicamente seus sucessos no tratamento de crianças a partir dos quatro anos com a terapia de eletrochoque.

Por trás das portas fechadas de Bellevue, no entanto, as crianças submetidas a seus métodos regrediam nos estágios de evolução clínica e podiam apresentar quadros de violência excessiva ou de estados catatônicos (em que a pessoa permanece na mesma posição rígida e imóvel por horas e às vezes até dias ou semanas). Na idade adulta, muitos dos pacientes de Bender constantemente entraram e saíram da prisão, outros cometeram suicídio ou eram considerados “arruinados” pelos próprios pais.

As crianças que foram capazes de suportar o tratamento e escreveram sobre o episódio anos mais tarde descreveram as condições horríveis que enfrentaram não só durante o tratamento, mas no próprio Hospital Bellevue, onde eram obrigadas a cantar e fingir que eram felizes para as demais, mesmo diante de tamanha brutalidade.

O procedimento adotado por Bender com as crianças consistia em aplicar-lhes choques até que tivessem convulsões ou desmaiassem. Em seguida, quando acordavam, as crianças recebiam doces. Algumas delas possuíam o diagnóstico de serem simplesmente tímidas ou reservadas. Inclusive, muitas das crianças submetidas à terapia de eletrochoque de Bender haviam sido incorretamente diagnosticadas como autistas ou esquizofrênicas. Bender depois expandiu seus tratamentos e passou a utilizar a droga LSD em seus experimentos médicos. [Listverse]

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8 comentários

  • A.S.S.:

    Uma vez descobri que para criar o aparelho foi preciso de vários macacos, um cientista colocava o aparelho no macaco e depois de um tempo matava-o para ver os dentes (pelo jeito os dentes ficam invisíveis quando vivo, né), foi mudando o tempo de permanência do objeto no animal e mudando o “formato” até chegar nos “suga-bulyng” de hoje em dia.

    É pior que o genocídio dos ecremonts à nós, minuctos.

  • Henrique Telles Dos Santos:

    se esqueceu dos cientistas nazistas

  • Maria De Lourdes Bonello:

    Monstruosos, hediondos é o minimo que se pode atribuir a estes procedimentos. Lembram as experiências nazistas praticadas contra os judeus.

  • Rossana:

    Quase chorei, muito desumano… Detesto a CIA e o Pentagono que apoiam esses atentados aos direitos humanos

  • Fernando Sakugava:

    Faltou o Josef Mengele

  • Louren Azuvich:

    Se com animais já foi horrível

  • Ronaldo Soares:

    Isso só são os casos que se tornaram públicos imaginem quantos caoso devem existir por baixo do pano.

  • Cesar Grossmann:

    Horrível, simplesmente horrível.

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