Novo tratamento reinicializa sistema reprodutivo

Por , em 19.03.2009

Uma equipe de cientistas do Reino Unido diz ter descoberto um hormônio revolucionário. Ele poderia servir de base para um tratamento menos arriscado e “mais natural” para a fertilidade.

A quisseptina poderia recuperar funções reprodutivas em mulheres com baixa taxa de hormônios sexuais. Muitas vezes o sistema reprodutivo dessas pessoas já está completamente “parado”.

Esse novo hormônio tem um papel chave na hora de estimular a liberação das substâncias que controlam o ciclo menstrual.

O estudo foi apresentado na conferência da Sociedade de Endocrinologia, e foi realizado pela Faculdade Imperial de Londres.

Humanos e animais que não conseguem produzir quisseptina em seus organismos não amadurecem sexualmente, já que não passam pela puberdade.

Em uma pesquisa anterior, os cientistas da Faculdade Imperial descobriram que tratamentos com quisseptina aumentam a produção de hormônios sexuais em mulheres férteis. Agora os estudos tentam analisar o efeito da quisseptina em mulheres com problemas reprodutivos, cuja menstruação foi interrompida por problemas hormonais.

Na etapa mais recente da pesquisa, 10 mulheres que não estavam menstruando e eram consideradas inférteis, foram tratadas com quisseptina ou com uma solução salina. Depois, suas amostras de sangue foram analisadas para que os níveis de dois hormônios essenciais para a ovulação e para a fertilidade fossem medidos.

Comparando as mulheres que receberam a quisseptina com as tratadas com o placebo, o nível desses hormônios subiu em até 48%.

O chefe das pesquisas, professor Whaljit Dhillo, declarou que o tratamento com base em quisseptina estimulou a produção de hormônios em maior nível nas mulheres inférteis do que nas que não apresentavam problemas reprodutivos.

“A infertilidade é um problema que afeta milhões de casais, no mundo todo. Os resultados são muito empolgantes e mostram que um tratamento baseado em quisseptina pode restaurar a função reprodutiva em mulheres que a perderam” explica Dhillo.

De acordo com o médico, as pesquisas futuras da Faculdade Imperial buscarão saber qual é o melhor método para se administrar um tratamento a base de quisseptina que seja contínuo. “Temos esperança de um novo tratamento para a infertilidade” conclui.

O professor Richar Anderson, cientista da Universidade de Edimburgo, disse que a pesquisa poderá levar a um tratamento mais sutil e efetivo para mulheres que não podem ter filhos, cujos sistemas reprodutivos praticamente não funcionam mais.

Ele explica que a maioria dos tratamentos atuais envolvia estímulos diretos nos ovários, o que causava o risco de gravidez múltipla e que poderia acarretar em diversos efeitos colaterais.

De modo diferente, o tratamento de quisseptina iria acabar com a raiz do problema, reiniciando o sistema reprodutivo de mulheres que já não os tinham funcionando normalmente. O corpo regularia a produção de hormônios, impedindo o acontecimento de uma gravidez múltipla não-natural que comprometesse a saúde da mulher e dos próprios bebês, posteriormente. [BBC]

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3 comentários

  • gerusa melo:

    obrigada mais uma,estou tentando a um ano,e nada faço lavagem intima,de vez enquando pra melhorar a situação e a posibilidade de consequir,engravidar,lir quer na frança,está tendo a soluçao do problema,é a quisseptina,um estudo feito faculdade Imperial de londres,é a kissptin tratamento para fertilidade em tempo da vida gostaria de encontar esse remedio milagrosso,por favor quem souber onde comprar entre em contato,com meu msn;[email protected],agradeço atenciosamente gerusa melo

  • gerusa melo:

    nossa amei,esse comentario e me ajudou,muito portanto venho pedir uma pequena informação,o meu marido tem 8500 acho que isso não me,ajudaria muito mesmo usano todos os metodos acima sugeridos?gostaria de receber dicas,e metodos mais eficaz,se é possivel por favor deixar recados em meu msn,agradeço desde já,atenciosamente gerusa melo

  • Mat:

    hahaha, então quer dizer q se pegar a mulher por trás nasce filho homem? cada uma viu!!!

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