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Confiança pode importar mais do que habilidade

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Por em 22.09.2011 as 12:57

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Seres humanos são criaturas confiantes (sério). É por isso que muitos homens se acha mais atraentes que a média, a maioria dos médicos se diz melhor que a média, e 70% dos estudantes do ensino médio acreditam que são melhores líderes do que a média dos estudantes do ensino médio; nada disso é possível, é claro.

Pensando meio por cima, isso parece ruim, não? Mas, às vezes, ser um pouco arrogante compensa.

O potencial de retorno é o que defendem Dominic Johnson, da Universidade de Edimburgo, e James Fowler, da Universidade da Califórnia em San Diego, EUA. Segundo eles, a sociedade humana evoluiu para conter pessoas confiantes.

“Não pode haver recompensas materiais para a realização de crenças incorretas sobre a capacidade própria”, dizem os cientistas.

Se dois partidos querem algo, eles podem lutar por esse algo, a um custo. Se apenas um afirma que quer o prêmio, ele o recebe sem luta. Se ambas as partes são dotadas de juízo perfeito sobre a força do outro, então não vai haver uma luta, porque a parte mais fraca vai saber recuar.

Mas, ao contrário do que defensores dos “mercados racionais” argumentam, há quase sempre uma incerteza.

Nesse hiato de conhecimento, você pode falar sem pensar que quer algo que excede seu alcance. Às vezes, iludido, você pode tentar o que quiser e o verdadeiro partido mais forte não vai competir. Isso é chamado de confiança.

Mas há um lado negro, que é onde os cassinos fazem seu dinheiro. O excesso de confiança é positivo ou negativo. Você pode meter os pés pelas mãos.

Mas esses custos podem ser pequenos, também; se você chama uma menina linda pra sair, o máximo que pode acontecer é ela não querer.

Mas também podem fazer a terra tremer. Portanto, se sua confiança extra pode custar uma fortuna nacional e matar dezenas de milhares de pessoas, por favor, pense bem antes de se tornar o “Sr. Atitude”.[MSN]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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6 comentários

  1. Desculpe-me Natasha Romanzoti, é confuso sobre os sobre o que está querendo dizer. Cheira-me a tradução. O fato ele ser vago induz-me a isso.Não estou falando de erros. Digo que o artigo é vago e não segue uma linha. Hiperscience não tem um manual de estilo?.
    Como tudo que eu comento sempre é moderado, aí vai meu e-mail para uma melhor esplanação sobre o tema em foco. albuquerque,celito@gmail.com
    Abraços a todos daí.

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    • Não apenas cheira, é uma tradução. O link está no fim do artigo.

      E realmente, dá para notar que houve alguns engasgos na tradução. Coisas que deveriam ser traduzidas de forma mais literal foram adaptadas, e coisas que deveriam sofrer adaptação foram traduzidas literalmente. O resultado é esse texto que realmente não ficou muito claro.

      Mas para ser justo, o texto usa muitas expressões que não ficariam bem traduzidas, e analogias que fazem mais sentido para os americanos. Não é uma tradução tão fácil.

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  2. Quem não tem, que me desculpe… Mas atitude é fundamental!

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  3. ALX /

    Resumindo ja q a Ciência e Deus nunca se combinam, então resolveram trocar a palavra FÉ pela palavra CONFIANÇA q se analizarem bem tem o mesmo sentido

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  4. É uma divulgação científica: trata-se, portanto, do óbvio documentado com rigor científico. Você procurou ler o artigo de Johnson e Fowler? Procurou conhecer a pesquisa? Pode ser que por aí encontre detalhes que não sejam só aquilo que considera óbvio.

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  5. vivi /

    perdi meu tempo lendo isso… achei que não seria só o obvio

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