Bebê de 140 anos era uma estrela
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É possível extrapolar regressivamente para descobrir a idade do objeto.
A estrela estava a 26 mil anos-luz da Terra. Portanto a explosão ocorreu, em realidade, há 26 mil anos atrás e sua luz viajou esta mesma distância, chegando à terra a cerca de 140 anos atrás.

Uma imagem da G1.9+0.3 composta pela foto do Chandra tirada em 2007 (laranja) e pela do Very Large Array em 1985 (em azul). Crédito: NASA/CXC/NCSU/S.Reynolds et al./NSF/NRAO/VLA/Cambridge/D.Green et al.
A remanescente G1.9+0.3 anda é formada apenas de destroços da estrela que explodiu. Em remanescentes mais antigos o brilho surge por causa dos gases interestelares aquecidos pela onda de choque ao invés de pedaços da estrela morta.
“Você está podendo ver, em realidade, a pedra que fez o splash, e não a onda que ela forma na água”, disse Robert P. Kirshner, professor de astronomia de Harvard que não teve relação com o estudo. “Isso é uma morte estrelar, e seu corpo ainda está quente.” Gigantesco buraco negro é catapultado para o espaço
A descoberta ajuda a preencher o déficit de supernovas em nossa galáxia, em que a taxa de explosões parece ser bem menor do que em galáxias espirais similares.
“Essa carência é um quebra-cabeças significante”, disse o Dr. Stephen. Ou os astrônomos não foram capazes de identificar as remanescentes ou a Via Láctea é, de alguma maneira, diferente.
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