Adolescente cria bateria que recarrega em 20 segundos

Pesadelo de quem usa smartphones, baterias que não aguentam mais do que um dia de uso foram a inspiração para a estudante Eesha Khare, da Califórnia (EUA), que criou uma bateria que pode ser recarregada totalmente em 20 ou 30 segundos – e aguentar horas de uso.

O dispositivo, uma espécie de supercapacitor, é capaz de armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena e, além disso, aguenta 10 mil ciclos de recarga (10 vezes mais do que a maioria das baterias recarregáveis).

Eesha usou a bateria para alimentar LEDs (um tipo de lâmpada), mas imagina seu uso em celulares e em outros aparelhos alimentados por baterias (e que, por causa da grande demanda de energia, são recarregados constantemente). “Ela também é flexível, então pode ser usada em telas finas e em roupas”, ressalta. “Há muitas aplicações e vantagens para baterias desse tipo”.

A invenção rendeu a Eesha o Prêmio Jovem Cientista da Fundação Intel (US$ 50 mil, equivalente a cerca de R$ 100 mil), na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, conduzida na semana passada nos Estados Unidos.[NBC, CBS, VR-Zone]

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13 respostas para “Adolescente cria bateria que recarrega em 20 segundos”

  1. “Eesha usou a bateria para alimentar LEDs (um tipo de lâmpada)…”

    Leds não são lâmpadas; são diodos emissores de luz; há lâmpadas especiais formadas por vários leds; mas led é uma coisa; lâmpada é outra =]

  2. Só U$ 50k por essa ideia revolucionária? Sinceramente, quem mais trabalha fica com a menor fatia, viu! Imaginem quanto vão lucrar os fabricantes de aparelhos móveis… é esperar que ela tenha direito de propriedade industrial para futura produção, ou algo assim, pra compensar um prêmio tão ínfimo!

  3. É realmente uma descoberta importantíssima.

    As baterias atuais, são pesadas demais e insuficientes
    na capacidade de armazenar energia.
    O futuro aponta nessa direção.
    A nanotecnologia, também promete ser a próxima
    revolução industrial.
    É ver para crer,

  4. Está de parabéns a moça. O único aspecto negativo da divulgação é não informar o que realmente ela descobriu. Em outras palavras, quais foram os melhoramentos efetuados para se chegar a esses resultados; ou seja; o que ela alterou, adicionou, retirou, para mudar a capacitância? Não há um artigo publicado? Onde? (nos links de referência há as mesmas informações superficiais).
    Não estou de nenhuma forma criticando ao Guilherme, que gentilmente compartilhou conosco a notícia neste espaço, mas é triste perceber que a sociedade condena os adolescentes pela falta de empenho em estudos e, em face de uma descoberta interessante como essa, apenas “trunca” a curiosidade de quem quer descobrir o “como foi feito?”.

  5. Enquanto isso alguns adolescentes por aqui (e no resto do mundo também) descarregam as baterias em segundos ouvindo músicas esdrúxulas em seus celulares no último volume!

  6. Parabéns, para estudante Eesha Khare, que se dedicou muitas horas para desenvolver um produto que vai revolucionar os aparelhos móveis. Penso que o prêmio foi muito pouco, que no mínimo deveria ser de US$ 100,00 e uma bolsa de estudos para motivar cada vez mais as mentes brilhantes.

    • Com certeza… o prêmio foi fraco. Mas a distribuição da grana nunca chegou nem perto de ser justa nesse nosso mundo. Basta uma olhada em alguns rappers, pastores aproveitadores, políticos corruptos, etc. etc.

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