Música chiclete – saiba porque algumas músicas não saem de nossa cabeça

Por , em 22.10.2010

Pesquisadores da Faculdade Goldsmith, em Londres, acreditam que estão próximos de descobrir os padrões que fazem algumas músicas (como Rebolation, Eguinha Pocotó e YMCA) ficarem grudadas em nossa memória, se repetindo de forma irritante. Os resultados nos ajudariam a compreender o nosso entendimento de música e poderiam ajudar, também, os compositores a criarem músicas populares.

Mais de 90% das pessoas sofrem com a síndrome da “música chiclete” e os motivos de isso acontecer ainda são um mistério para os cientistas. Há algumas hipóteses que ligam as letras das músicas a esse processo – nos identificaríamos com as palavras e elas, de alguma forma, ficariam gravadas “mais fundo” em nossas mentes. Mas quem já ficou com Rebolation se repetindo na sua mente por alguns dias seguidos sabe que nem sempre isso acontece por uma “identificação” com letras que refletem sua vida.

Então o que, afinal, acontece? Afinal a música parece “surgir” de nossas memórias de forma completamente espontânea, sem que procuremos nos lembrar dela.

Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque estruturas rítmicas e intervalos no timbre são parecidos nessas músicas. Eles, aliás, estão trabalhando em uma fórmula matemática que pode prever, com acerto de até 75%, que músicas ficarão gravadas em loop na memória dos ouvintes.

Só resta esperar que esse segredo não vá parar na mão de produtores musicais inescrupulosos que tentem nos vender produtos por mensagens subliminares através de “música chiclete”. [Time]

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14 comentários

  • Anselmo Massular:

    Minha querida Luciana, e você acha que isto já não está acontecendo?
    O que você acha que esta pseudo-música está aprontando lá no fundo de nossas cabeças?

  • Anna White:

    Como existem pesquisadores demais para assuntos de menos.

  • Ezio Jose:

    O PCC na condição de uma organização bem estruturada economicamente e politcamente tem contribuido muito para o avanço dessa cultura musical chula. A nossa sociedade comprometida e defensora dos interesses criminosos faz sua parte aderindo à esses movimentos culturais que surgem nos grotões dos presídios. Tal como um vírus violento, esses tipos de músicalidades e letras intencionais vão entrando nos seios das famílias que já não vive mais para educar seus filhos e, sim, para deixar que o mundo os eduque.
    A música identifica muito o gênio de uma pessoa! É uma realidade incontestável e estamos vendo nossa sociedade degradando-se rapidamente em virtude disso tudo que ouvimos e seguimos.

  • miqueias charles:

    A música nos traz saudades de coisas de épocas que nem vivimos,a música é a medicina da alma…BOA MÚSICA COM UM BOM CANTOR…Temos vários,nacionais e internacionais…Mas gente;egüinha pocotó,rebolation,e outras mais que pra encher CD eles usam de um LAIALAIALARÁ ninguem merece!!!

  • Carlos:

    Realmente isso é irritante
    pior ainda quando a gente gosta de uma musica mas nunca conseguimos lembrar dela …

  • FlavioSN:

    E quando nos acordamos com uma música tocando em nossas mentes?
    As vezes são músicas bem antigas.

  • Alberto Góes:

    Aff deus nos ajude que isso não seja usado na industria da musica.

  • anonimo:

    caraca, sai de mim! ooooh oooh i am a bad romance!

  • Jerah del Valle:

    —> Só resta esperar que esse segredo não vá parar na mão de produtores musicais inescrupulosos que tentem nos vender produtos por mensagens subliminares através de “música chiclete”

    Esse paragrafo foi ironico, ne ? Porque isso e o que mais acontece no Brasil, ja ha muuuuuito tempo. 😉

  • Bruno Juncklaus (bruno_tankian@hotmail.com):

    YMCA é massa cara :S

    foi feito com uma intenção e, pra mim, da certo sim 🙂

  • Misael Missao:

    Que droga, sempre é uma musica ruim que fica repetindo na cabeça!

    Mas também essas musicas além de ser uma porcaria repetem as mesmas frazes zilhões de vezes.

  • Ceol:

    Rebolation, Eguinha Pocotó e YMCA

    Musica? NÃO, LIXO!

  • Poliana:

    Credinho, isso não é música, é tortura.

  • Kerensky:

    As “músicas” mencionadas não merecem ser chamadas de músicas. Por favor! Se uma música fica se repetindo em nossa memória é por que é marcante.

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